quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Aviso à navegação.

Em matéria tuga, nada há a acrescentar. Recuso-me a apascentar alarves que já nem o Tico e o Teco conseguem preservar!
Olhemos antes o conjunto. O que vemos é apenas e tão só, um miserável tandem político europeu e americano que decidiu prestar ajoelhada vassalagem à selvajaria neo-liberal (o que é isso?) que entrou em paranóia descontrolada.
Como sempre leram por aqui, dinheiro há muito. O drama que se começa a desenhar no horizonte - e a traço grosso! - resume-se a uma pergunta: Para onde ir com ele? Porque o único facto digno de nota é que ele tem de se multiplicar. O resto é conversa!...
E isso é que os põe doidos. E essa gente, doida,...não é de fiar!
Um planeta completamente paralisado pelo fantasma dos défices e das recessões.
Uma humanidade lobotomizada pelos meios de comunicação, especialmente aqueles que convidam as comentadeiras a soldo, que mantêm aquela imperturbabilidade própria de quem está habituado a perdigotar barbaridades encomendadas. Estou certo de que se lhes pusessem um espelho diante da tromba, ainda conseguiriam achar-se graça!...
Mas, ao que tudo indica, tudo se encaminha para um fim. E que, provavelmente, terá muito pouco de macio.
Zapatero foi ontem encostado, definitivamente, à parede. Pode ir fazendo as malas e regressar a Valladolid, de onde nunca deveria ter saído.
E os espanhóis costumam ser um excelente barómetro nestas matérias. Há poucas semanas um taxista que me transportava para o aeroporto de Barcelona - depois de devidamente provocado! - gritava-me que "...se para ter 50 anos de paz é necessário passar por uma guerra civil...pues, a por ella!"...
Ontem a Espanha que não a sindical, veio em peso para a rua! O primeiro aviso ficou dado. Para quem o quer perceber.
Não é a primeira vez na História que são eles a dar o sinal de partida.
A por ellos...

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Un petit coin de paradis!...

...no meio da merda que escorre aos borbotões por todo o planeta político. Aretha Franklin será a galardoada deste ano com o prémio do Thelonious Monk Institute of Jazz.
A maioria, para nosso pleno contentamento, jamais da lei da morte se libertará. Alguns, poucos, como Theo Monk, nunca, para nosso pleno contentamento, se libertarão da vida. Estarão sempre aí!
É exactamente no cruzamento destes "plenos contentamentos" que reside ainda alguma da minha própria lucidez!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ninguém diz que é cedo!...

Está a levar tempo mas, finalmente, os discursos começam - todos! - a ficar em linha!...

domingo, 26 de setembro de 2010

O pesadelo de Sólon.

Não, meus caros amigos! Obrigado pelos vossos incentivos mas estou numa fase do meu percurso em que me sinto rigorosamente incapaz de olhar, sequer, para os títulos da imprensa. Da mesma forma que evito a qualquer preço - qualquer preço, mesmo! - ligar um aparelho de rádio ou de televisão. Não me apetece ouvir, acidentalmente, uma bolçadela vomitiva mal-cheirosa, saída dos entrefolhos cerebrais que vão restando, quer às ratazanas políticas, quer aos comentadeiros avençados e que têm o condão de, quase de imediato, me fazer mergulhar numa náusea profunda.
Porque e apenas presumo, já deverão ter iniciado as manobras de reposicionamento, não vá o diabo tecê-las e surgir-lhes pela frente um novo patrão. Via eleitoral ou outra via qualquer!
E é justamente esse tipo de "gelatina cervical" que me repugna profundamente.
E da qual fujo, à velocidade a que as pernas me autorizam. Mera tentativa de manter aquele mínimo de sanidade mental que me vai permitir bater em tudo quanto mexe, sempre e quando "vivamos" em democracia!...
Por isso mesmo, há meses que, propositadamente, desviei a minha atenção para a linha do horizonte. Aquela onde tudo acaba. Ou começa.
Hoje, por exemplo, entretive-me a ler isto.
No final, olhei a dança do fumo do cigarro e perguntei-me, no entre-sorrisos:
No dia em que alguém resolver mesmo, levantar o alçapão que tapa as misérias deste triste país, o que irá encontrar?
Se o "útero" da democracia se comporta assim, imagine-se, apenas, tudo o que ele expeliu!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sinking ship.

Era de prever! A única coisa que o país lamenta é que, apenas agora, resolvem mostrar (àqueles que recusavam ver) a massa repelente de extracto de rato que os recheia!
Se atentarmos bem, nem os desgraçados governos da I Républica foram tão execráveis.
Atirem-se borda fora e afoguem-se no mar de merda em que transformaram este baldio. E, de caminho, levem convosco tudo o que se possa - mesmo que vagamente - assemelhar com agremiações políticas que tenham opiniões sobre tudo e o seu contrário. Cavaco e os aspirantes a Cavaco, incluídos.
Mas antes de "abandonarem o navio", deixem-me gritar-lhes bem alto:
Vão-se foder, bando de merdosos!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Alguém me sabe dizer onde se compra tempo?



Quem tiver, ainda, alguma dúvida de que este "veículo" está em marcha...que levante o dedo.
Ninguém tem o direito de se queixar.
Há anos que muito boa gente vinha avisando para esta situação! Eram olhados como uma espécie infra-humana, saída directamente dos arredores de Marte e que consumia o seu (e o dos outros) precioso tempo, a entretecer teorizações mais ou menos conspirativas!
A questão que se põe agora, é outra!
Iremos ainda a tempo de produzir algum contra-vapor? Que há quem esteja a tentar, há!
Será bem sucedida? Cada dia que passa tenho mais dúvidas. Por cada resposta que encontramos, surgem cem novas perguntas!
Dinheiro, por muito estranho que possa parecer, há muito. A única verdadeira escassez, é um "asset" incomparávelmente mais importante: tempo!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Das boas idéias.

Desculpem-me todos os outros leitores mas este escrevinhanço é integralmente dirigido a umas quantas pessoas.

Nem de propósito. Ou muito a propósito, tendo em vista o que já se passou.
Tão só a prova de que, em política, nada há para inventar!
A situação que se vive hoje por todo o planeta é de emergência. Não é de teorizações mais ou menos bem intencionadas.

A cada dia que passa, está a tornar-se mais evidente a necessidade de retirar as vassouras das despensas e dar-lhes o competente uso. Porque o lixo começa a acumular-se de uma forma quase pornográfica. Chegaram ao ponto de já terem desenterrado, não Keynes mas o Bancor! O famigerado Bancor que ele tinha proposto aquando da criação das instituições de Bretton Woods. Indexado a um cabaz de moedas mas, muito especialmente ao ouro.
Como que por acaso...já repararam como aquele metal continua a subir para níveis estratosféricos?

Eles não dormem. E nós? Vamos continuar anestesiados e a ver a "banda passar" sabendo-se, como se sabe, que é exactamente com isso que eles contam?
Poderemos não ganhar nada com o assunto. O inimigo é poderoso. Mas, pelo menos, morreremos a dar luta. Coisa que já não é de somenos...
Quando são soberanias que estão em causa.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

De evasão a invasão...

O que resta daquilo que um dia se chamou Portugal, passou de estado de evasão para um estado de invasão!
Desde logo, em matéria fiscal. O lado fácil e menos eleitoralmente penalizador, da moeda...
O que, por si só, já diz muito dos infelizes bípedes que, habitual ou alternadamente, frequentam os dois lados da barricada!
Porque e olhando com um pouco mais de atenção...para o outro lado da mesma moeda, a sempiterna falta de tomates, rules...
Abundam inutilidades a que chamam institutos, fundações, empresas mais ou menos públicas ou mais ou menos privadas, comissões disto e daquilo onde afocinha todo o rebanho avulso e analfabeto que, de uma forma ou de outra, tem de ser compensado pelos denodados esforços que fizeram em prol da coisa pública!...
Ao que me contam, parece que a última gracinha foi perpetrada pelo César de Ponta Delgada (o tal que foi arremessado por sobre duas mesas quando se lembrou de roncar a primeira bojarda politico-estudantil da sua vida "inteligente"...nem assim aprendeu!...). Não sei o que fez nem me interessa. É apenas mais uma figurinha repelente a juntar à horda de cobardes que tomaram este quintal de assalto. E a culpa foi nossa. Não tenhamos, sobre isso, a mais pequena dúvida!
Faltam-vos os tomates para fazerem o que têm que fazer?
Não se preocupem. Aparecerá quem o vai fazer por vocês...
E levará menos tempo do que supõem.

domingo, 19 de setembro de 2010

Será desta?


Já que temos a desdita de (sobre)viver em democracia (em quê?...), não haverá por aí uma qualquer agremiação de carácter - mesmo que vagamente político! - que se disponha a trabalhar para perder as eleições? Neste caso, o verbo trabalhar significa isso mesmo. T-R-A-B-A-L-H-A-R!...

E abandonarmos, todos, a comentarite balofa que não resolve problema nenhum a nós próprios e muito menos ao que vai restando de país!...

A fazer fé nos mentideros...já vai havendo gente e da boa...sentada à volta de uma mesa!
É um princípio...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ah...Ah...Ah!

Desde domingo que andei - deliberadamente - com os olhos fechados e os ouvidos tapados. Foi, como devem calcular, do mais retemperador que me tem acontecido nos últimos tempos!
Hoje, complementei a "retemperança" com um par de desopilantes gargalhadas!...
Se forem capazes de rir comigo...é porque estão curados!
Está tudo onde deve estar. No bom caminho.

domingo, 12 de setembro de 2010

Porque hoje é domingo.

Porque hoje é domingo, o mais ranhoso dia da criação, estou, por definição, mal disposto.
Tenho para mim que deus estava de mau humor quando inventou semelhante período de tempo. É algo que não se vê em nenhum outro "departamento" da natureza. A inacção proporcionada por este hiato, leva-me a utilizar os dois neurónios sobrantes muito para além das suas próprias capacidades. Até a imaginação culinária.
Espojado por sobre um sofá, relendo algumas passagens das "Farpas", sou devolvido à realidade pelo tortuoso verme que habita o meu estômago. Ouve lá, ó meu! Hoje não me dás umas sopas para poder regressar, tranquilamente, à minha letargia? Tive vontade de lhe torcer o pescoço. Assim tivera eu as ferramentas...
Arrasto-me até à cozinha, olho o fogão e, intimamente, insulto-o com todas as minhas forças ocultas. Aquelas que nem eu próprio conheço. Deixo-me apenas ficar, inerte e...confiante de que uma qualquer idéia brilhante me iluminará o caminho.
Odeio pasta. Odeio a mera lembrança de tal adereço mastigativo. Rodo sobre o meu próprio eixo e, sabendo-me a boca a papel de música, dirijo-me à escova de dentes. Não cheguei à ablução. De repente, apeteceu-me uma merda qualquer "al dente". Fosse o que fosse. Tinha de ser "al dente"! Olhei em redor. Espreitei a depauperada despensa. Salta-me pasta diante dos olhos! Foda-se...digo para com os meus entrefolhos. Seja!
Cozida aquela coisa, picado o alho, vertido o azeite (o azeite!....essa idéia sim, vale a pena acarinhar!), salteio a coisa, por forma a que ganhe algum sabor. E vida...
Regresso à sala carregando o tabuleiro. Liguei o aparelho de televisão. A hora coincidia com um qualquer noticiário avulso.
Chupei o esparguete, junto com as alarvidades de Alegre e as bolçadelas arrotantes da dona Estrela! E uma recusa anibaló - presidencial a uma malga de verde-tinto. Coisa que, por si só, deveria dar lugar a prisão efectiva! Sem possibilidade de recurso para instâncias judiciais superiores!
Há coisas que só mesmo no domingo, acontecem!
Vou dormir.

sábado, 11 de setembro de 2010

A propósito de CNN.

Porque será que é preciso um "bife"...para tornar um americano suportável!

Privilégios.

Corro o risco de me repetir. Que se lixe!
Enquanto me entretinha a forrar o estômago, fui directo ao canal 204 da Zon. Desconsigo completamente, olhar - quanto mais estacionar, a ouvir! - qualquer canal que emita a menos de 1000 Km da minha, por enquanto, preclara pessoa! De modo que e como dizia, fui directo à CNN.
Azar o meu! Comemorava-se o enjoativo 9/11. É o que acontece a quem não olha o calendário...
A páginas tantas uma criatura com um ar seriíssimo, bolçava inanidades a propósito dos dispositivos securitários que hoje permitem a qualquer vulgar mortal, uma deslocação do ponto A ao ponto B, com um risco quase...risível!
Pois...esqueceu-se de referir o essencial! A inenarrável chatice que representa, hoje, qualquer início de deslocação. Por muito pequena que seja!
Algures, aí para tràs "nos posts", escrevi que: "Noutros tempos era um privilégio viajar. Hoje, é um privilégio não ter de o fazer"!
Pela parte que me toca, tive a minha conta. Ainda nesses gloriosos tempos. Muito embora por razões que não aconselho a ninguém. A maior parte das vezes nem tempo tinha de respirar o ar do lugar onde estava!
Hoje sou, definitivamente, um privilegiado!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Conversas de putas!...

Acabou a recessão, despreocupem-se!
Estão de volta e com fanfarra...
Nada como uma concorrência excitante. Verão como a freguesia, recomeçará a produzir-se!...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A abjecção.



Confesso que a minha capacidade de retenção do vómito, terminou. Pura e simplesmente, terminou.

É tudo de tal forma repulsivo que se torna mais higiénico não fazer qualquer ligação. Se é que ainda se consegue manter algum "espírito de higiene", na central de compostagem em que se transformou este inominável e manhoso baldio, polvilhado de criaturas que mais se parecem com pústulas purulentas.

Tudo aguentamos. Não se lobriga ninguém berrar um BASTA consequente e acompanhado de um sonoro murro na mesa!
Alguém que grite: acabou a brincadeira!

Um povo e um país que se demitiram de si próprios, da forma como nós o fizèmos - e continuamos a fazer! - merece tudo o que lhe está a acontecer. Eventualmente ainda pior.

Receio bem que, a partir de agora, seja o que fôr que venha verter para aqui, ressume desta náusea que me invade. A inacção/paralisia de todos aqueles que detêm qualquer forma de poder - todos, sem excepção! - é o mais evidente sinal do estertor em que esta coisa que, um dia, teve um nome, mergulhou.

Foi necessário que a história tivesse de fazer mais uma demonstração de que este povo de merda apenas consegue produzir alguma coisa que se veja, com uma canga bem apertada à volta do pescoço. E com o lombo abundantemente vergastado por um chicote de pregos!
Como se o que já vem desde os recuados tempos dos romanos, não o tivesse exibido à saciedade!

Se os esclarecidos democratas que por aí pululam se sentirem ofendidos com o que escrevo, têm bom remédio!
Que se fodam.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cabem lá todos?

Um qualquer marinheiro - presumo que servindo de recheio a um daqueles esbeltos atavios que lhes conferem um ar de valet de chambre, nos doces climas costeiros leste-africanos! - propôs, sem o querer, a solução para uma rentabilização muitíssimo interessante dos mil milhões de euros atirados, literalmente, à água!
Parece que as engenhocas têm uma "capacidade submarina" (adoro esta capacidade...) de, entre 30 a 40 anos.
Pegue-se pois na pá e na vassoura e arrebanhe-se tudo o que mexe, entre Belém e S. Bento. É obséquio não esquecer ministérios, secretarias de estado e todos os cantos das sedes dos partidos políticos. Atirem tudo lá para dentro, separados ou à mistura - como quiserem -, tornem inoperacionais todos os sistemas relacionados com re-emersões (o diabo está sempre ao virar da esquina...) e, boa viagem!
Para bem longe e bem fundo...

domingo, 5 de setembro de 2010

O efeito placebo.

Aqui está o exemplo típico de um fantástico exercício de desinformação. E pago a peso de ouro...
Deito um olho ao autor do texto e...aflora-se-me um sorriso, imperceptível para terceiros!
Raj Patel, nada menos! O jovem que, em tempos não muito distantes negou, veementemente, ser um Ajita Bodhisattva!...alguém que estaria identificado como um futuro Buda deste nosso escalavrado mundo.
Depois de, evidentemente, ter passado por Oxford, London School of Economics e Cornell. Deve ter sido isso que o tornou um iluminado!
Mas um "Bodhisattva" que ofereceu os seus distintos préstimos, entre outras minudências, ao Banco Mundial, à Organização Mundial do Comércio e às Nações Unidas e que, hoje, "estranhamente", consome o seu precioso tempo em zurzidelas dirigidas - adivinhem a quem? - ...isso mesmo, a essas mesmíssimas instituições!...
O Mantra habitual...
Coisas da vida...e que, agora sim, me suscitam uma sonora gargalhada!
Pobre Moçambique...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Baralha e dá de novo!

Vivemos, de facto, num mundo polvilhado de cómicos!
Já agora chamem Obama e Mubarak e sempre juntam pessoal suficiente para uma "kingalhada"!
Se fossem todos brincar com a pilinha do papá, fariam bem melhor!...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Take off.

Jazem, perdidos nos fundos de uma qualquer gaveta da antiga Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos - ignoro a sua actual designação! - relatórios da década de 60 que sinalizavam, já naquele então, a existência de petróleo no subsolo moçambicano.
Para merda, já bastava Angola!...
Arquive-se, pois e com carácter de urgência!
Não será própriamente uma novidade, para muito boa gente.
O vizinho era grande, "gordo" e muiiiiiiiito ávido!
A areia foi passando na ampulheta e, já após 1975, várias tentativas foram sendo - discretamente! - feitas, no sentido de se "pegar" neste assunto. Por uma razão ou por outra, a coisa acabava sempre em "águas de bacalhau"!...
Mais por outra do que por uma, diria eu.
Muito teria a Sasol, para contar, neste particular (wouldn't you, dudes!).
Chissano bem tentou! Mas há "pequenas paredes", impossíveis de transpor!...
E nós, Armando Emílio? Tomo boa nota de que, mesmo assim, foram necessários cinco anos para ganhar coragem!
Aguardemos.
Serenamente.

Obrigado'S...

Os jornalistas são uns queridos!
E eu a julgar na minha que estas situações eram provocadas, muito prosaicamente, por pura inépcia!
Estou definitivamente convencido. Vou morrer estúpido!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Magnânimidades (late night) made in Linha!

Rebelo de Sousa propõe uma revisão integral do Código Pedagógico, ora em vigor, no partido político que ainda tem a pachorra de o aturar!
Sem mais comentários, reproduzo o conjunto de conclusões - que brilham a grande altura, como não podia deixar de ser! - e que lhe preencheram toda uma noite insone:
notícia copy/pastada do DN, à 1h22 da madrugada!...

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Está salva a Pátria! Como me sinto tranquilizado!...