quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Vai um tirinho, ó jeitoso?...

Pronto.
Já soltei a gargalhada do dia.
E sim, transformem esta merda numa imensa quermesse.
Mas, pelo menos, encontrem um bom speaker!
Ao que chegàmos...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Vómitos e mais vómitos.

Pode ser que, um dia destes, os "branquelas" levem a resposta adequada.
Fora eu o "escurinho" e representasse quem ele representa, saberia, exactamente, o que dizer a essas peçonhentas formas de vida.
Quando não temos onde cair mortos, o melhor mesmo é calar a boca.
Muito bem caladinha.

Paciênciazinha.

Chego a casa e constato que mão amiga, me fez chegar esta merda.
Conversa (estou a sentir-me generoso!) de militar, que "fala" por si própria.
E que reflecte bem o país que entenderam por bem parir, faz 39 anos.
A alarvidade que a perpassa só tem paralelo na hipocrisia balofa que por aí vi nas últimas 48 horas. Não mais do que isso.
Lamento pelo homem.
Quanto ao militar...guardo o adjectivo para mim.
Boa noite.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

É-me bem feito!

Esta minha inclassificável faceta de "tardo-almoçante" compulsivo, abona muito pouco - ou nada! - em prol da minha sanidade mental.
Passadas que estavam já as duas da tarde, sento-me. A idéia era deglutir, em boa paz, uma qualquer vitualha que me apaziguasse o roncar estomacal. Daí a cometer a primeira asneira do dia, foi um passo. Ligar o aparelho de televisão!
Tive logo direito a epifania, para princípio de conversa.
Surge na pantalha, uma forma de vida que, julgava eu na minha, estava remetida para os fundos de uma gaveta de um qualquer armário já consumido pelo bicho da madeira.
O algarvio, Macário Correia.
Uma daquelas descobertas misteriosas...do outro algarvio!
Que ainda anda por aí.
Hélas... 
O gajo que, num já distante momento de tremelicanço cerebral, proclamou, urbi et orbi, que e cito, "beijar uma mulher que fuma, é como beijar um cinzeiro".
Nem o filho da puta sabe o que perde...
Ignorava em absoluto que era presidente da câmara de Faro. E mais ainda que tinha sido chutado para canto, por atitudes "meritóriamente políticas". 
Parece que pediu uma aclaração judicial, a propósito de uma merda qualquer - ou meia dúzia, como ele próprio referiu!...
O argumento-base é que o país, tem coisas muito mais importantes com que se preocupar. Mesmo sem saber do que se trata, está aclarado por natureza.
Mas a tal epifania, estava condenada a continuar. Surge, de sopetão, aquele rapaz ministro de quem ninguém gosta.
Bolçava uma inanidade avulsa, a propósito da não venda da RTP a angolanos, que, e sempre a citar, "já foi visto e ouvisto..."
Juro que, a partir de hoje, vou adoptar em matéria de almoço, horário de trolha.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mais lixo.

O "regresso aos mercados", arrasta consigo estas miudezas
Como se já não bastassem os juros que iremos pagar. 
E com língua de palmo!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Aos abrigos.

Definitivamente, o que se vai passando por cá, deixou de ser "varrido" pelo meu radar.
Em contrapartida, estou muitíssimo atento ao que, por detràs dos panos, se apresta a estoirar do outro lado do Atlântico.
Ora então, vejamos.
- Leio em Orrin Hatch (R), o "dinossáurico" senador do Utah que, "a bolha que está aí ao virar da esquina, deixará nas lonas, as poupanças de incontáveis milhões de americanos";
- acrescento-lhe Leonard Burman, da Universidade de Syracusa que, há dias, façanhudo, avisou o Senado, de que se prepara uma "brincadeira" de consequências devastadoras e cito, "...para nós próprios e para o resto do mundo"; 
- se juntarmos uma pitada de 6 pimentas ( Goldman Sachs, Bank of America, Morgan Stanley, JP Morgan, Oppenheimer Funds - estes foram os que li!), segundo os quais, milhões de investidores, por todo o mundo, correm sérios riscos de bancarrota, constatamos que a "sopa", começa a ganhar algum sabor. E como eles estão a gostar disso!...Já perceberam de que lado, estão a colocar as fichas?
De que é este gajo está a "falar", estarão Vocelências a perguntar-se.
Já lá vamos.
Recuemos até finais dos anos 90. Lembrar-se-ão certamente da bolha das dot.com. E de um dia em que o Nasdaq "tropeçou" 78%, de tal forma que, algumas das "queridas" tecnológicas, passaram de 400$ para quase 0, em menos tempo do que leva a escrever esta frase? Pois.
Lembram-se também, estou certo, da mais recente bolha do imobiliário que nos trouxe à linda situação em que, hoje, está este mundo.
Pois bem, somem o resultado das duas e, nem de perto, se assemelhará ao que vem por aí.
Apenas uma coisa é certa. Uma bolha, rebenta sempre. Sem excepções. E quanto maiores são, mais pesada é a queda e os respectivos danos colaterais. Porque não passam de meros esquemas de Ponzi, em escala gigante. Colapsam, invariavelmente, quando o dinheiro deixa de fluir.
Essa bolha, acode ao nome, de mercado de divída.
Já entram pelos olhos dentro, as movimentações de alguns dos maiores bancos centrais do mundo. Não só não compram, como estão a livrar-se dela por todos os meios, lícitos ou não. Isso pouco importa.
Lê-se no site do FED que a soma da capitalização bolsista de todas as empresas americanas, cotadas em todas as bolsas do continente, ascende a 25,8 trillion! Se juntarmos a isto, o valor de mercado de todos os "derivatives", são mais 2 trillion. Temos pois, quase 28 trillion, de material disponível nos mercados, para fazermos umas brincadeiras! Uma bagatela, não é?
Pois isso são trocos.
Se considerarem o montante de obrigações e outros instrumentos de dívida que os USA colocaram nos mercados desde 2000, chega-se ao simpático número de 55,3 (sempre trillion). Mas, calma aí, porque faltam os bancos que tomaram firme, todo aquele lixo. Só os americanos, detêm 179, em derivativos baseados no mercado das obrigações. Ainda estão a somar? Vamos então em 234,3. Ou seja, oito vezes a dimensão de todos os mercados bolsistas americanos juntos.
"Tá-se" mesmo a ver, não "tá-se"?
Até já há quem se lhes refira como os "criminosos de Washington".
Onde é que está a dificuldade em perceber o frenesim do FMI?
Ouço, por aí, que Portugal quer regressar aos mercados. Eh...eh...eh!
Uma coisa é igualmente certinha. Muita gente vai ganhar "sacos de dinheiro", com aquele estoiro.
 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A previsibilidade africana.

Frequentei durante alguns anos o Annual Meeting do World Economic Forum, em Davos. O "patrão" assim o obrigava!
Dei por encerradas essas actividades em 1994.
Começavam, então, a ser vivamente desinteressantes. 
Exactamente nesse ano, num dos muitos jantares que integravam aquelas festividades, fica sentado a meu lado (ou eu ao lado dele)...já não me lembro quem se sentou primeiro, um senhor que carrega a graça de Alpha Konaré. À época, presidente do Mali.
Chegaram-se à mesma mesa, Chissano e Eneas Comiche, o então ministro das finanças de Moçambique . Ambos, já "velhos" conhecidos. E, a talhe de foice, completava a mesa, Lopez de Arriortúa, o basco, conhecido no "trade" por super-Lopez, o "terror" dos fornecedores da VW (Wolfsburg) e que, anos mais tarde se veria envolvido num escândalo de espionagem industrial, acusado pela GM (Detroit) - onde tinha "deixado a pele" durante anos - de ter roubado planos de fábricas e protótipos para entregar aos alemães. Há meia dúzia de anos, em Madrid, confessou-me que tinha, finalmente, encontrado o seu desígnio pessoal. Ser "paisano"... Abraço, José Ignacio.
Era já o final da época interessante de Davos. Em que os políticos de turno se misturavam com a "populaça" e, de uma forma geral, ouviam das boas...
Konaré, depois de perceber com quem eu trabalhava, dispara-me à queima roupa: esta recente vitória da FIS na Argélia (embora tenham sido arredados, antes mesmo de cheirarem o poder), preocupa-me. Enquanto observador externo, acha que o Mali pode vir a ter problemas com isso?
- Não só acho, como tenho a certeza que vai ter. Especialmente se não conseguirem travar a "onda" de islamização que varre a região. E, como muito bem sabe, não será directamente por vossa causa. Quem vos manda estar ao lado do Níger, que tem tudo para dar a França? Se houver confusão, é certinho que o seu colega Mitterrand, vais estar no rendez-vous! E não vai ser, certamente, ao lado de Bamako.
Passaram 19 anos. Em matéria de "tempo político", foi...ontem.
Olhei Chissano. Tinha ouvido e...sorria, matreiro!
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Também quero brincar!

É uma chatice. Mas é a vida.
E será bem mais avisado continuar de calculadora na mão.
Entrementes, algures na China, este magnífico cavalheiro, espreme as meninges para proporcionar uma lição magistral sobre o actual estado da arte política, made in Europe. 
Cada vez me sinto mais confortável na minha pele de não votante.
Siga a rusga!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

0%, para crédito à habitação e ao consumo.

Procurava na minha biblioteca, algo de muito concreto e que sei que está por aí, quando pousei os olhos na lombada de uma obra que foi lida em tempos, já paleontológicos. 
"The Picture of Dorian Gray", cortesia de Oscar Wilde.
Resgatei-o, por momentos, à estante.
Deixei escorregar algumas folhas pelo polegar e a memória pelo passado.
Bloqueou numa página, onde leio como segue:
"To cure the soul by means of the senses, and the senses by means of the soul. Yes, that was the secret. He had often tried it, and would try it again now. There were opium-dens, where one could buy oblivion, dens of horror where the memory of old sins could be destroyed by the madness of sins that were new."
Foi quanto bastou. Devolvi o livro ao seu lugar.
Cocei a cabeça e perguntei-me, porque não? Atirar com os velhos pecados para o lixo e substituí-los por outros pecados, mas novinhos em folha!
Afinal somos seres imperfeitos. Para quê querermo-nos livrar dos pecados?
Acho que até nos ficam lindamente.
Vai daí, lembrei-me da actual circunstância mundial e dos...bancos.
Imaginem só! Para o que me havia de dar. E logo numa segunda feira!
A falperra que grassa por aí, nada tem de novo.
Pelo contário, é pecado bem velho e todos sabemos quem está na respectiva origem. Proponho pois, uma refundação, renovação, reformulação - o que quiserem - do inevitável pecado.
Continuar a insistir na existência dos bancos. Mas em moldes diferentes.
Imprimir moeda para que eles se possam financiar, dado estarem quase todos nas lonas.
Simultâneamente, regulamentar cada passo, até à vírgula mais esconsa. Fazer exactamente o contrário do que fizeram Reagan e Thatcher. Estes diziam que, como não havia crises desde 1929, não havia necessidade de regulamentações. Esqueceram-se que essas mesmas regulamentações eram exactamente a causa da não existência das tais crises.
Ponto prévio: O IRC, seria trazido para o valor aplicável a qualquer empresa.
Isto não é ser de esquerda nem ser de direita. É mero senso comum.
Posto o que, teriam acesso a dinheiro, com duas garantias bem amarradas. 1) 80% desse financiamento seria para injectar na economia real - aquela que acrescenta, de facto, qualquer coisa.  2) os restantes 20%, serviriam para cobrir as suas próprias intendências. E que se governassem.
Se quiserem especular que o façam com o dinheiro deles próprios.
É hora dos banqueiros começarem a aprender como se gere uma empresa.
E um banco não é mais do que isso. Por muito que eles digam o contrário.
Claro que já estou a imaginar os suspeitos do costume a precipitarem-se para dentro do saco do dinheiro. Mas, mais devagar!
Pelo menos, metade daqueles 80%, seriam destinados a empresas que facturassem menos de 5M€. Única forma de reactivar, de uma vez por todas, o tecido económico. A não ser assim, continuaremos a ver saltar como cogumelos, estradas, obras de arte, condomínios fechados, aeroportos entre outras inutilidades do género. E a preços escabrosos. 
Se, para isso, tiverem de meter um inspector na cama de cada administrador, pois que seja.
Fazem uma festa a três. Mas as regras têm de ser rigorosamente observadas.
A bem do emprego e da "varridela" da geometria - espirais, círculos e minudências  correlativas.
Porra, o pior disto tudo, é que ainda não encontrei o que queria!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A situação é catastrófica mas não desesperada!

 
Atenta a origem, talvez não fosse pior ser tomado a sério!
Entretanto, um velho amigo que me quer bem, chama a minha atenção para 20 factos.
Ora vejam.
 
"The following are 20 facts about the collapse of Europe that everyone should know...
1) 10 Months: Manufacturing activity in both France and Germany has contracted for 10 months in a row.
2) 11,8%: The unemployment rate in the eurozone has now risen to 11.8 percent - a brand new all-time high.
3) 17 months: In November, Italy experienced the sharpest decline in retail sales that it had experienced in 17 months.
4) 20 months: Manufacturing activity in Spain has contracted for 20 months in a row.
5) 20%: It is estimated that bad loans now make up approximately 20 percent of all domestic loans in the Greek banking system at this point.
6) 22%: A whopping 22 percent of the entire population of Ireland lives in jobless households.
7) 26%: The unemployment rate in Greece is now 26 percent. A year ago it was only 18.9 percent.
8) 26,6%: The unemployment rate in Spain has risen to an astounding 26.6 percent.
9) 27%: The unemployment rate for workers under the age of 25 in Cyprus. Back in 2008, this number was well below 10 percent.
10) 28%: Sales of French-made vehicles in November were down 28 percent compared to a year earlier.
11) 36%: Today, the poverty rate in Greece is 36 percent. Back in 2009 it was only about 20 percent.
12) 37,1%: The unemployment rate for workers under the age of 25 in Italy - a brand new all-time high.
13) 44%: An astounding 44 percent of the entire population of Bulgaria is facing "severe material deprivation".
14) 56,5%: The unemployment rate for workers under the age of 25 in Spain - a brand new all-time high.
15) 57,6%: The unemployment rate for workers under the age of 25 in Greece - a brand new all-time high.
16) 60%: Citigroup is projecting that there is a 60 percent probability that Greece will leave the eurozone within the next 12 to 18 months.
17) 70%: It has been reported that some homes in Spain are being sold at a 70% discount from where they were at during the peak of the housing bubble back in 2006. At this point there are approximately 2 million unsold homes in Spain.
18) 200%: The debt to GDP ratio in Greece is rapidly approaching 200 percent.
19) 1997: According to the Committee of French Automobile Producers, 2012 was the worst year for the French automobile industry since 1997.
20) 2 million: Back in 2005, the French auto industry produced about 3.5 million vehicles. In 2012, that number dropped to about 2 million vehicles."
 
E acrescenta.
"Let's get drunk somewhere - perhaps an atoll - down in the south Pacific! You bring the booze, i'll bring the chiks!"
Apressei-me a responder-lhe, sem pensar:
I'm in.
  

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Triste sina.

A idéia, por si só, é insultuosa.
É pois a isto que portugal está reduzido.
À promoção de formas de vida, "amebizadas".
E a criatura em causa, é o perfeito epítome.
Está tudo certo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Ordem para pressionar.

Vai por aí grande alarido à conta do tribunal constitucional.
Acho que só fica a faltar ir lá eu, com um pedido a propósito de uma merda qualquer. 
A fazer fé na constituição de abstruso pendor socialista e no seu artº 202, que rege o remanescente deste país, é um orgão de soberania.
Há porém, dois pequeníssimos detalhes, que me fazem franzir o sobrolho.
Como nota de pé de página, embora no corpo do texto, aquela coisa não existia, enquanto fui estudante. Havia algo de muito mais sinistro. Um ajuntamento de militares que dava corpo a um "insulto", que acudia ao nome de conselho da revolução.
Presidido por um amigo confesso de bombistas avulsos.
Celebradíssimo nos dias de hoje, por muito estranho que possa parecer.
Menos mal que ainda vai havendo quem tenha memória.
O referido tribunal não é mais do que uma decorrência daquela forma de punheta abrilista.
Não se percam. Acima, ficou o primeiro detalhe. Decorrência do conselho da revolução.
O segundo detalhe é a forma de composição do mesmo tribunal. De treze juízes, dez são nomeados pela casa da democracia. O restantes são cooptados pelos anteriores.
Estamos conversados sobre "pressões", ou vai ser necessário fazer um boneco?
Não me fodam, portanto!
Que eu sou pequenino.
Muito mais interessantes são os nossos amigos "camones".
"Evitaram" o fiscal cliff por uns dias...
E andamos nós preocupados com minudências!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Análises políticas para quê?

E assim foi publicada no "El Universal".
 
Qué fuerte morir así....
 Despedida a Hugo Chávez de Nancy Iriarte, su ex mujer: “Pasarás a la historia como un traidor y un cobarde”.
Impresionante, profunda despedida de Nancy Iriarte Díaz a su ex esposo Hugo Chávez, publicada en uno de los periódicos venezolanos de mayor circulación “El Universal”. La publicamos para equilibrar la balanza y demostrar que no todos son alabanzas en torno al dictador venezolano, que perece.
 
Algunas consideraciones sobre tu muerte: No quiero que te marches de esta vida sin antes despedirnos, porque has hecho un mal inmenso a mucha gente, has arruinado a familias enteras, has obligado a legiones de compatriotas a emigrar a otras tierras, has vestido de luto a incontables hogares, a los que creías tus enemigos los perseguiste sin cuartel, los encerraste en ergástulas que no lo merece ni un animal, los insultaste, los humillaste, te burlaste de ellos, no solo porque te creías poderoso, sino inmortal… porque el fin de los tiempos no era contigo.
 Pero llegó tu turno, los plazos se acaban, el término de tu contrato llega a su fin, tu “ciclo vital” se apaga poco a poco y no de la mejor manera; probablemente morirás en una cama, rodeado de tu familia, asustada, porque va a tener que rendir cuentas una vez que des tu último aliento, te vas de esta vida lleno de angustia y de miedo, allí van a estar los curas a quienes perseguiste e insultaste, los representantes de esa Iglesia que ultrajaste a placer, claro que te van a dar la extremaunción y los santos óleos, no una, sino muchas veces, pero tú y ellos saben que no servirá de nada, es solo para calmar el pánico que hace presa a tu alma ante el momento que todo lo define.
 Mueres enfermo, padeciendo el desahucio, las complicaciones inmunológicas, los terribles efectos secundarios de las curas que prometieron alargar tu vida, tus órganos se van apagando uno a uno, tus facultades van perdiendo el brillo que las caracterizaba, tus líquidos y efluvios son colectados en bolsas plásticas con ese hedor a muerte que tanto te repugna.
 Dime si en este momento, antes de que te apliquen una nueva inyección para calmar los dolores insoportables que padeces, vale la pena que me digas que no te pueden quitar lo bailado, ¡ah! los viajes por el mundo, los maravillosos palacios que te recibieron, las paradas militares en tu honor, las limousines, los títulos honorarios, los pisos de los hoteles cinco estrellas, las fastuosas cenas de Estado… dime ahora que vomitas la papilla de auyama que te tratan de dar las enfermeras, si era de eso de lo que se trataba la vida, pues ese brillo y el oropel ya no están entre los monitores y máquinas de resucitamiento que te rodean, esas marchas y aplausos ahora son tonos y alarmas de sensores que regulan tus signos vitales que se hacen más débiles.
 ¿Puedes escuchar al pueblo de tu país afuera de tu cuarto?… debe ser tu imaginación o los efectos de la morfina, no estás en tu patria, estas en otro lado, muy lejos, entre gente que no conoces… sí, estás muriendo en tu propio exilio, entre una banda de pilluelos a quienes les has tratado de entregar tu propio país, tus últimos momentos los pasarás entre chulos y estafadores, entre tu corte de aduladores que solo te muestran afecto porque les dabas dinero y poder, todos te miran preocupados y con rabia, nunca dejaste que ninguno de ellos pudiera tener la oportunidad de sucederte, ahora los dejas al descampado y tu país al borde de una guerra, ¿Era eso lo que querías? ¿Fue esa tu misión en esta vida? Olvídate del cuento de los pobres, ahora hay más pobres que cuando llegaste al poder, olvídate de justicia e igualdad cuando prácticamente le entregaste el país a una fuerza extranjera que ahora tendremos de desalojar a la fuerza y a costas de más vidas.
 Tengo la leve impresión que ahora sabes que te equivocaste, creíste en un cuento de camino y te creíste revolucionario, y por ser revolucionario… inmortal, convocaste a tu lado a los muertos, a tus héroes, a esos fantasmas que también creíste con vida, a Bolívar, al Che, a Fidel, al Marx que nunca conociste y que recomendabas su lectura… el andar con muertos te llevó a la magia y a los babalaos, te metiste a jurungar tumbas, y a ofrendarle a una corte de demonios y malos espíritus que ahora te acompañan… ¿Sientes su presencia en el cuarto? Vienen a cobrar, a recoger lo único que tenía valor en tu vida y que tan malamente apostaste por la oscuridad y el mal, tu alma.
 Bueno, me despido, solo quería que supieras que pasarás a la historia como un traidor y un cobarde, que no rectificaste cuando pudiste, te dejaste llevar por tu soberbia, por tus ideales, por tu ideología renunciando a los más preciado, a tu libertad y a la libertad de los otros, y la libertad nos hace humanos.
 El Socialismo solo funciona en dos lugares: en el Cielo, donde no lo necesitan, y en el Infierno, donde ya lo tienen”
Nancy

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Brincar aos "negócios".

Se eu me chamasse Efromovich...aí estava a hora de perder a compostura.
E seria incomparávelmente mais saboroso que um orgasmo!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O incontornável odor da Goldman Sachs.

Parece que Cavaco falou.
Não ouvi. Não gosto do sotaque algarvio. Mas imagino que terá dito que sim e mais que também!
Chegou-me aos ouvidos que tem "fundadas dúvidas".
Acho bem. Mas isso apenas lhe interessa a ele.
Tratando-se aquela eminência, como efectivamente se trata, de uma redondíssima irrelevância que apenas se pode queixar dele próprio, passemos adiante.
Estou em crer que o Tribunal Constitucional se pronunciará em modo "turbo"!
E depois?
Depois, acabou o tempo dos meninos paridos pelas jotinhas partidárias. Tão só.
Depois vem o tempo de quem manda. De quem pode mandar. De quem fez uma "aposta" e não gosta nada, mesmo nada, de perder. Nem a feijões!
Declarada a inconstitucionalidade dos detalhes que lhe suscitam "fundadas dúvidas", torna-se meridianamente evidente que o governo, ora em funções, deixa de ter a menor condição que justifique a sua existência.
Voltem pois às vossas vidinhas desinteressantes, de onde nunca deveriam ter saído. Com uma excepção.
Vitor Gaspar.
Foi expedido para cá, para o Banco de Portugal, um ano antes de ser atirado para dentro do ministério das finanças. Bizarre...
Já nessa época fiquei com a pulga atràs da orelha!
Próximo primeiro ministro? Não acredito. Tem uma "falha" fundamental no seu curriculum. Não passou de funcionário da União Europeia. Curtíssimo!
Mas, anda por aí um rapaz que, se as coisas seguirem o caminho que prevejo, não será difícil imaginá-lo sentado na cadeira de S.Bento.
E esse sim, hélas, reúne todos os requisitos.
Cheira a Borges por tudo quanto é poro!
O resto do governo não interessa. 
A tanto monta, serem estes ou outros quaisquer.
E que tal aproveitarem e promoverem uma alteração regimental que, há muito, deveria ter acontecido.
Instituir um regime presidencial. Sem o actual incumbente, está bom de ver!