quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Passou ao lado.

Há bem mais de uma semana que não abria a "caixa de correio" agregada a este blogue.
Fi-lo hoje e, para minha surpresa, um velho e querido amigo - de quem há muito não tinha novas nem mandados! - manifestava espantada estranheza, face ao meu silêncio, diante dos recentes disparates, oriundos de Luanda.
E vai continuar. O meu silêncio, claro!
"Estou espantado com a ausência de reacção, perante os distrates que o Jornal de Angola tem dispensado a Portugal". Diz ele.
E, se calhar, diz bem.
Há, no entanto, dois pequenos detalhes que ele não teve em conta.
1. Não me distrata quem quer. Só quem pode e, nesse particular, os angolanos estão a léguas dessa capacidade.
2. Todo aquele "vomitado" editorialista, é dirigido a portugal.
Coisa que, como muito bem sabes, me é completamente estranha. Estivesse ele direccionado para Portugal e, terias lido a consequente réplica!
Mas, desse-se essa circunstância, e nem eles se atreveriam a fazê-lo!
Podes crer.
 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

H1N1.

Here we go again!
Depois de, em 2009, terem obrigado a maioria dos países a deitarem para o lixo, toneladas de dólares - lembram-se? - à conta de uma vacina que demorou eternidades a ser produzida e que, no final das contas, era água engarrafada, voltam à carga com a bocejante "história" da gripe A.
Acontece que, agora, a coisa é mais refinada.
Há uma pequena empresa canadiana, cotada em bolsa, just in case, que foi capaz de entregar, no espaço de um mês, dez milhões de doses a estes misteriosos senhores.
E quem são eles?
Pois, nada menos, do que o sombrio braço armado do Pentágono, em matéria de investigação e desenvolvimento.
Como nota de rodapé, a referida empresa, tem o conspicua designação de MEDICAGO, Inc. E deverá constituir uma excelente operação bolsista, nas próximas semanas!
E qual foi o segredo de tamanha rapidez?
Parece que para produzir vacinas em larga escala, é necessária uma coisa misteriosissíma, que se chama, recombinante proteico. Que, normalmente, se faz a partir ovos.
Aqui - nada como a sofisticação - é elaborado a partir da planta do tabaco. Além de nos inocularem aquela merda, ainda nos põem a fumar!...
As coisas que se aprendem!
É evidente que, como os militares americanos não querem assumir o odioso da questão, pagaram, e bem, a uma empresazita de vão de escada para dar a cara. De caminho, um punhado de gente, vai ganhar um baú de dinheiro.
E a OMS a benzer, como lhe compete.
De outro modo, não havia orçamento para ninguém!
Pergunta de algibeira. O que faz correr tanta gente atràs de um vírus que mata umas "meras" 800 pessoas/ano, quando a gripe, dita regular, "despacha" em média 60.000 por cada ano que passa?
Este mundo está do mais inspirador...
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A festa vai começar.

Se alguém conseguir a subida proeza de me demonstrar que, a soma disto com isto, constitui motivo de preocupação, juro que começarei a preocupar-me.
Mas não muito, aviso já.
Apenas com ter o tempo suficiente para passar por um supermercado, recolher um presunto e um transistor, acomodar-me num sofá a desvanecer-me com a estupidez humana, enquanto releio Séneca.
E a aguardar os acontecimentos.
Tão-só.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Decisões atempadas.

Pois é. Ninguém me ligou nenhuma, agora aguentem-se!
Eu, dando pleno uso à minha dimensão de "puta velha", escolhi o final do ano passado para proceder à "trasfega" da carcaça para estas simpáticas latitudes.
Agora é escusado tentarem. Já estão fechadas as inscrições.
Estas coisas pensam-se a tempo.
Possui duas características únicas.
Não precisamos de dinheiro para nada e;
É um lugar onde todos nos juntamos a Pitágoras, para ouvirmos a Música das Esferas.
Beleza e geometria, foram conceitos reaprendidos num ápice.
Em conjunto, antecipam o futuro.
Observado daqui, da minha janela, é bri-lhan-te!
Acreditem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Resgates e desenterranços.

Não sei quem é o sr. Joaquim Jorge, nem me interessa.
Basta-me saber que é, aparentemente, biólogo, de Gaia, filho do dono da Favorita e fundador de uma coisa chamada Clube dos Pensadores, para onde toda a escumalha - isso não interessa nada - se precipita, em delírios pensativos.
Supostamente, para pensar!
A única coisa que me chamou a atenção, foi a circunstância de se considerar um "inconformista democrático".
Embora jamais venha a perceber semelhante conceito, gostei da sonoridade.
Ontem, parece que foi Relvas a tentar exercitar as meninges.
O Tico e o Teco, nem tiveram tempo de fazer meia flexão!
Foram, de imediato, abafados pelo mais recente esqueleto, resgatado ao poeirento armário da "revolução".
Deixei logo de ver e passei apenas a olhar. Veio-me à memória Luis Aguilé e as sua gravatas, especialmente desenhadas para cobrir o escroto.
E era argentino, como o outro...
Também me arrogo o direito de desenterrar cadáveres.
Deve ser isto o...inconformismo democrático!

Os ajudantes.

Lê-se e pasma-se (ainda)!
Não tenho memória de que este desgraçado - no tempo em que sentava as nalgas numa cadeira do conselho de ministros - tivesse tido tiradas deste jaez.
Assistiu, mudo e quedo, tal como toda a trupe que, com ele, co-ministrava, ao metódico desmantelar do que restava de um país.
Com o beneplácito de tudo quanto mexia e votava. 
E todos muito caladinhos, porque isso foi numa encarnação em que Cavaco os tratava abaixo de cão! E bem, pelos vistos.
Meras emoliências.
Os que se lhes seguiram nem referência merecem. Foram, tão só, sequelas e mal amanhadas.
O facto, é que se passeia o olhar pela paisagem e todos - todos! - continuam "por aí".
Vergonha na tromba, é um conceito que lhes é completamente estranho.
Que será feito do meu País?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tá certo!

A graça, sempre reparadora, do entre-canibalismo!...
Um exemplo que os políticos - de todos os quadrantes! - deveriam seguir ao pé da letra.
O futuro seria, então, ali à frente.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Os Metralhas.

Está salva a pátria!
Na circunstância, as pátrias.
É absolutamente assombroso, o topete desta "roupa" merdosa. Agem, como se aquilo que se vai passando por todo o lado não fosse, também, responsabilidade deles.
Fazem escorrer, sem se rirem, alarvidades em cascata. Exactamente iguais às dos actuais incumbentes. Se é que ainda se podem apelidar de incumbentes, os  roçadores de cus, ora em funções, por essa triste europa fora.
Há uma trintena de anos, tropecei numa reunião da IS, igualmente em Madrid.
Em hora aziaga, resolvi dirigir-me a um dos bares do hotel que albergava, simultâneamente, a minha, hoje, combalida tola e a referida reunião. Tive a sensação de estar a entrar numa casa de alterne em Vallecas. Gonzalez, uma gaja, Brandt, uma gaja, Soares, uma gaja...
Havia mais uns quantos figurões - dos quais não me lembro - bem como o respectivo entremeio.
Deixando de lado o vómito que me suscitou aquele ajuntamento, registei que, pelo menos, se divertiam. E "incumbiam". Ainda.
Os de hoje, nem para isso servem.
São meras formas de vida, portadoras de costados, muitíssimo apropriados para umas vergastadas com um pau de marmeleiro. Daqueles bem duros.
São a imagem insultuosamente viva da inutilidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A minha repugnância...

...ou a extraordinária capacidade que eles ostentam de transformar este pedaço de geografia mal frequentado, numa imensa fábrica de bufos.
E, mais repulsivo do que isso. De auto-bufos.
Pelo menos apresentem as facturas referentes às despesas administrativas e de deslocação. Recusem-se a abandonar a repartição de finanças, sem serem ressarcidos.
Repito o que referi no postal anterior.
Merecemos tudo o que nos está a cair em cima.
Tudo.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Eu e a matemática.

Se bem me lembro...e só frequentei matemática - porque não tinha por onde fugir! - até ao 5º ano (o antigo, o da Bayer!), uma inequação corresponde a uma desigualdade, da mesma maneira que uma equação, pressupõe uma igualdade.
Tenho, pois, para mim que vivemos em pleno delírio matemático.
Senão vejamos.
Coelho...é tudo menos uma incógnita. Inexiste. Não entra nas contas.
Gaspar, idem. Cumpre tão só aquilo para que foi "treinado" durante anos.
E bem!
A circunstância de estar há muito afastado da minha vida profissional, aquela que deu forma a uma outra encarnação, faz com que nunca tivesse ouvido falar de Moedas.
Indaguei. Garanto-vos que fiquei esclarecido. E com a certeza de que não fui só eu que envelheci. Tendencialmente esqueço-me de que...vem gente, atrás de mim.
Temos então que, o referido Moedas, foi atirado para dentro do caldeirão - ainda que não "satisfatóriamente treinado" -  pela muito prosaica razão de que a saúde já vai escasseando, a quem estava destinado esse desígnio. Era a única "coisa" que estava ali, à mão de semear!
Donde, nova não-incógnita.
Desemprego em 16,9%? Mentira. Aposto singelo contra dobrado que já está muito além dos 20%. Reais. 
Apenas constitui uma incógnita para quem quer que continue a ser uma incógnita!
Então não há incógnitas, perguntarão Vocelências?
Há sim senhor. Uma e bem misteriosa.
A mole humana que constitui este já pouco nobre povo. A bovinidade que nos tolhe os movimentos. A quase certeza de que merecemos tudo o que nos está a acontecer. E tudo o mais que possa vir por aí.
Por isso uma inequação. Só conseguiremos transitar para o domínio da equação, quando reagirmos.
E uma equação é fácil de resolver.
Até eu o conseguia no 5º ano. O antigo, o da Bayer.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Uma vez por outra, vale a pena esperar!

Finalmente, uma boa notícia.
Mario Biondi, de regresso. No caso vertente, espreitou Boz Scaggs, adaptou e convidou os Incognito para viajarem com ele.
Sun. Rigorosamente a não perder.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Os pagodes.

Então não é esta a bandeira dos últimos 45 anos?
Pois fiquem a saber que, cá para mim, o número de pagodes que puseram na coisa, está longe de fazer justiça ao inenarrável pagode em que tudo isto se transformou.
Façam o favor de acrescentar mais!
Muitos mais. Cubram-na de pagodes.

Gog e Magog.

Hora de reler e depressa, o Livro da Revelação. Aquilo que a Igreja Católica Romana re-apelidou de Apocalipse. Especialmente a partir do Capítulo 20.
O tempo já corre (voa) contra todos nós.
É verdade que Bento XVI referiu que teria um pontificado muito curto. Mas, tão curto assim? E tão deliberadamente curto? O ter sido o papa mais velho, eleito nos últinos 275 anos, é argumento que não colhe. Muito prosaicamente, a sua "missão", estava cumprida. Desde 1993. Numa base puramente doutrinal. Quase Bíblica! E com a benção do Papa de então.
João Paulo II, quando lhe sugeriram que deveria abrandar o seu ritmo de trabalho, respondeu, misterioso: "Tenho toda a eternidade para descansar". 
Tempo, era o que lhe faltava. Sabia-o como ninguém. Daí a escandalosa quantidade de Cardeais que nomeou. E que lhe eram de uma fidelidade canina. E que levou a uma rápida (excessivamente?) deliberação do Conclave que se seguiu à sua morte.
O seu objectivo tinha sido concretizado.
E agora?
Se quiserem ser "conspirativos" e/ou escatológicos, regressem a Malaquias.
Se se mantiverem apegados à realidade, talvez não seja pior começarem a desviar o olhar para Sul.
O lado Norte, já era!
Por ora..."non habemus papam".

Nota: Como gostaria de ser mosca e poder olhar (e ouvir) do alto, toda a intrigalhada cardinalícia que, neste momento, já fervilha pelos cantos!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O "pai" e a "mãe".

Enquanto, muito rápidamente  percorria os títulos da imprensa (assim evito possíveis contaminações indesejadas), senti que as minhas calças tinham ficado agarradas a isto, qual silva plantada no caminho!
Daí a levar a mão ao cucuruto da tola, foi um nanosegundo.
Voltei a ler.
Então mas aquela tão glosada merda do "regresso aos mercados" (leia-se, avolumar da dívida), foi o reflexo da confiança dos investidores na credibilidade do governo, ou não foi?
Se a resposta é positiva, para que precisam então, da carteira do "pai"?
Intrigado, fui espreitar algumas das cotações do dia.
Juros para emissões em todos os prazos, a subir. Fiquei esclarecido.
Já têm todos mais de vinte e cinco anos, idade em que - por força de lei - deveria ser obrigatório o despejo, de casa dos pais.
Não me parece que estes estejam à beira de o fazer.
E se o "pai" morre?
Menos mal que a "mãe" já começou a resgatar os PPR's!
Hão-de morrer, acamados, em casa dos velhotes.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

De como ainda consigo...

...mitigar a fome, de uma forma, vagamente civilizada!
Como compensação ao que deixei aí ontem.
Hoje, em contrapartida, chafurdava na quase lamentação, de ter de levar o garfo à boca e mastigar em silêncio. Um silêncio quase monacal.
Começava no Odisseia, um documentário à volta de primatas, concebido e comentado por David Attenborough.
Que tem a enorme vantagem de ser conhecido, não por ser irmão de quem é, mas por ser ele próprio, um notável naturalista e um verdadeiro cultor da língua inglesa.
O tom de voz que usa, a respeitosa utilização das palavras, perante as lições que a natureza nos proporciona, fazem-me sentir insignificante. Tal como, ele próprio, se sente.
Os únicos primatas que degeneraram, fomos nós.
Estou consigo, Sir David!
(Imagino que tenha sido à conta da nossa "inteligência"!) 

Distrai-me que eu gosto!

De como a criatura acaba - invariavelmente - a comer o criador às postas ou o resultado da fricção da manga do casaco, na garrafa do génio.
A solução está aí ao lado, meu!
Devolvam-no à garrafa que vocês próprios abriram.
Lembram-se das dez estratégias que ficaram aí para baixo? Espreitem a 6.
Estou longe de ser um venerador do Novo Testamento.
Mas há por lá uma citação carreada por Marcos que, neste momento, se aplica que nem uma luva:
"Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!" 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Eucaliptos, ambientalistas e outras espécies avulsas.

Sempre que me dá para almoçar sem companhia diante de um aparelho de televisão, sou dominado por uma incontrolável compulsão que me leva a perverter alarvemente todas as regras de civilidade e etiqueta que os meus pais - num qualquer momento de delírio - me incutiram.
Mastigo, ostensiva e sonoramente de boca aberta e, sorvo ruidosamente o vinho e o café. Apenas a título de exemplo.
Básicamente, transformo-me num homem selváticamente feliz.
Seja o que for que fiquem a pensar - facto para o qual me estou olimpicamente nas tintas! - aquela postura, desempenha uma função muitíssimo patriótica.
Impede-me de ouvir a diarreia verbal dos suspeitos do costume. 
Mera questão de higiene.
Há porém dois momentos que sempre receio.
Aquele em que dou por finda a actividade mastigativa e, o após o último sorvo no café.
Hoje, para mal dos meus pecados, coincidiram com, a) um ambientalista esquálido ( fico sempre com a desconfortável sensação de que a parentela os deixa a rapar fome, 15 dias em cada mês ) e, b) um socialista indiano, presidente da "cambra" que, ao que me pareceu, está disponível para tudo e o seu contrário. Assim a agremiação política que o alberga, e ele próprio, o considerem útil.
Quanto ao primeiro, que se contorcia em excruciantes dores, à conta da eucaliptização do território,  recomendo-lhe vivamente uma "sandes" de coirato. Come, come que isso passa.
Também eu me queixo da eucaliptização, mas da política, há 39 anos e ainda não ganhei nada com isso!
No que ao segundo diz respeito, sugiro ao partido que o mande levar nas nalgas.
Coisa que ele, a avaliar pelo que disse, achará da maior utilidade.
Não tenho, por isso, a menor dúvida de que agirá em conformidade.
Posto o que, agora sim, vou beber outro café.
Com toda a civilidade.
Sem sorvos alarves.

A bíblia deles.

Hoje tive o prazer de receber uma velha rapoza política que, há mais de vinte anos não via. Anda escondido, o cabrão!...
Depois de despachar a freguesia, passàmos ao frente a frente.
E, à volta de um tinto, recuàmos no tempo.
Por entre um milhão de miudezas politico-desinteressantes, dispara-me à queima roupa:
- Tu lembras-te da bíblia, escrita nos anos vinte e ora em vigor?
- ???
- Porra, explica-te, que eu já vou estando entrado na idade!
- Aquela coisa que, ainda hoje, é atribuida ao Noam Chomsky - e da qual ele, macacão, nunca se "distanciou" -  e que, mais recentemente, surge agregada a um nome (Timsit) que o mundo ignora por completo? 
- ...
- Lembras-te de um banqueiro que, a dado momento, diz..."entreguem-me o controle do dinheiro e verão como me estou nas tintas para os legisladores em Washington"?
Fez-se-me luz. E o vinho azedou, não mais do que de repente!
Há décadas que não lia o que segue. Não encontrei nenhuma versão em português. Se calhar é da hora...
Fica aqui, no linguajar mais próximo do latim.
Leiam e depois digam que elas "mordem" e ninguém repara!
Acho especial "piada" à alteração das datas e aos acrescentos, provenientes de um opusculozito merdoso mas...curioso, para dizer o mínimo. As más línguas, atribuem-no ao exército norte americano.
 
Les dix stratégies de manipulation de masses.
 
1/ La stratégie de la distraction
Élément primordial du contrôle social, la stratégie de la diversion consiste à détourner l’attention du public des problèmes importants et des mutations décidées par les élites politiques et économiques, grâce à un déluge continuel de distractions et d’informations insignifiantes. La stratégie de la diversion est également indispensable pour empêcher le public de s’intéresser aux connaissances essentielles, dans les domaines de la science, de l’économie, de la psychologie, de la neurobiologie, et de la cybernétique. « Garder l’attention du public distraite, loin des véritables problèmes sociaux, captivée par des sujets sans importance réelle. Garder le public occupé, occupé, occupé, sans aucun temps pour penser; de retour à la ferme avec les autres animaux. »
Extrait de « Armes silencieuses pour guerres tranquilles »
 
2/ Créer des problèmes, puis offrir des solutions
Cette méthode est aussi appelée « problème-réaction-solution ». On crée d’abord un problème, une « situation » prévue pour susciter une certaine réaction du public, afin que celui-ci soit lui-même demandeur des mesures qu’on souhaite lui faire accepter. Par exemple: laisser se développer la violence urbaine, ou organiser des attentats sanglants, afin que le public soit demandeur de lois sécuritaires au détriment de la liberté. Ou encore : créer une crise économique pour faire accepter comme un mal nécessaire le recul des droits sociaux et le démantèlement des services publics.
 
3/ La stratégie de la dégradation
Pour faire accepter une mesure inacceptable, il suffit de l’appliquer progressivement, en « dégradé », sur une durée de 10 ans. C’est de cette façon que des conditions socio-économiques radicalement nouvelles (néolibéralisme) ont été imposées durant les années 1980 à 1990. Chômage massif, précarité, flexibilité, délocalisations, salaires n’assurant plus un revenu décent, autant de changements qui auraient provoqué une révolution s’ils avaient été appliqués brutalement.
 
4/ La stratégie du différé
Une autre façon de faire accepter une décision impopulaire est de la présenter comme « douloureuse mais nécessaire », en obtenant l’accord du public dans le présent pour une application dans le futur. Il est toujours plus facile d’accepter un sacrifice futur qu’un sacrifice immédiat. D’abord parce que l’effort n’est pas à fournir tout de suite. Ensuite parce que le public a toujours tendance à espérer naïvement que « tout ira mieux demain » et que le sacrifice demandé pourra être évité. Enfin, cela laisse du temps au public pour s’habituer à l’idée du changement et l’accepter avec résignation lorsque le moment sera venu.
 
5/ S’adresser au public comme à des enfants en bas-âge
La plupart des publicités destinées au grand-public utilisent un discours, des arguments, des personnages, et un ton particulièrement infantilisants, souvent proche du débilitant, comme si le spectateur était un enfant en bas-age ou un handicapé mental. Plus on cherchera à tromper le spectateur, plus on adoptera un ton infantilisant. Pourquoi ? « Si on s’adresse à une personne comme si elle était âgée de 12 ans, alors, en raison de la suggestibilité, elle aura, avec une certaine probabilité, une réponse ou une réaction aussi dénuée de sens critique que celles d’une personne de 12 ans ». Extrait de « Armes silencieuses pour guerres tranquilles »
 
6/ Faire appel à l’émotionnel plutôt qu’à la réflexion
Faire appel à l’émotionnel est une technique classique pour court-circuiter l’analyse rationnelle, et donc le sens critique des individus. De plus, l’utilisation du registre émotionnel permet d’ouvrir la porte d’accès à l’inconscient pour y implanter des idées, des désirs, des peurs, des pulsions, ou des comportements…
 
7/ Maintenir le public dans l’ignorance et la bêtise
Faire en sorte que le public soit incapable de comprendre les technologies et les méthodes utilisées pour son contrôle et son esclavage. « La qualité de l’éducation donnée aux classes inférieures doit être la plus pauvre, de telle sorte que le fossé de l’ignorance qui isole les classes inférieures des classes supérieures soit et demeure incompréhensible par les classes inférieures. Extrait de « Armes silencieuses pour guerres tranquilles »
 
8/ Encourager le public à se complaire dans la médiocrité
Encourager le public à trouver « cool » le fait d’être bête, vulgaire, et inculte…
 
9/ Remplacer la révolte par la culpabilité
Faire croire à l’individu qu’il est seul responsable de son malheur, à cause de l’insuffisance de son intelligence, de ses capacités, ou de ses efforts. Ainsi, au lieu de se révolter contre le système économique, l’individu s’auto-dévalue et culpabilise, ce qui engendre un état dépressif dont l’un des effets est l’inhibition de l’action. Et sans action, pas de révolution!…
 
10/ Connaître les individus mieux qu’ils ne se connaissent eux-mêmes
Au cours des 50 dernières années, les progrès fulgurants de la science ont creusé un fossé croissant entre les connaissances du public et celles détenues et utilisées par les élites dirigeantes. Grâce à la biologie, la neurobiologie, et la psychologie appliquée, le « système » est parvenu à une connaissance avancée de l’être humain, à la fois physiquement et psychologiquement. Le système en est arrivé à mieux connaître l’individu moyen que celui-ci ne se connaît lui-même. Cela signifie que dans la majorité des cas, le système détient un plus grand contrôle et un plus grand pouvoir sur les individus que les individus eux-mêmes.
 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Óbviamente, nunca leram Séneca.

Não deixa de ser surpreendente o tempo que se tem perdido por aí, com esta suposta forma de vida.
Um "banqueiro", é apenas um contabilista, ataviado de cartola.
Só opta por essa "profissão" quem não tem a menor intenção de acrescentar algo que se veja, ao viver colectivo.
Um banco tem apenas uma função social.
Percebermos o quão dispensáveis são, alguns seres humanos.
Meter-lhes um microfone diante da tromba, é apenas alimentar-lhes o síndrome de Marilyn Monroe.
Quererem o reconhecimento público, a qualquer preço.
Geralmente ignorantes do esplendor da sua própria idiotia. Muito característico do "banqueiro" português.
Perguntem a um holandês se sabe quem é, Gerrit Zalm. Ou a um inglês, se já ouviu falar de Philip Hampton.
Um verdadeiro banqueiro só o é, se ninguém o conhecer.
A sua eficácia só existe nas trevas.
É para isso que serve. E é para isso que lhe pagam.