segunda-feira, 27 de maio de 2013

As comissões, afinal, foram pagas.

Operação "sem precedentes", perdigota um tal de secretário de estado!
Desejo ardentemente, aqui e agora, na qualidade de consumidor, vir a ser abordado por qualquer um desses 2000 zelosos prosélitos, a quem vão abrir a porta dos curros.
A minha resposta será igualmente, sem precedentes.
Mas de procedência bem caracterizada.
Isso posso garantir.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Rêveur ou bien adolescent...

...comme il te plaira de choisir!
Depuis presque 50 ans que j'ai fait mon choix.
Les deux.
Bonne route Georges.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Vou ali gargalhar e já volto!

"Perspectivas da economia portuguesa no pós-troika, no quadro de uma união económica e monetária efetiva e aprofundada". (sic, no Público).
Perceberam? Eu também não.
Desde logo, fico sem saber se aplicam ou não o tal de AO.
Escreveram "perspectivas" correctamente e, "efectiva", com erro ortográfico.
Mas isso é de somenos.
Por outro lado constato, com agrado, que nem para vacuidades conseguem ter um módico de jeito! 
O mais importante pilar da democracia.
Francamente!
Ouçam Nigel Hawthorne usar a vacuidade, como verdadeira arma de arremesso politico.
E aprendam.
De uma vez, porra!
 
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

OPAN.

Houve por aí, parece, umas formas de vida que sugeriram afastar o cálice - desculpem, a constituição! - dos ávidos olhos das criancinhas, excessivamente curiosas.
Não vá o diabo tecê-las!
Dando o meu acordo de princípio, sugiro mais.
Arredem-na igualmente do "mundo adulto". Especialmente deste.
Que tem um especial apreço pela sua interminável elasticidade.
E, como muito bem sabemos, brincar com elásticos, tem como consequência - em bastos casos - levarmos com o dito na tromba.
E se dói...
Em alternativa, promova-se o regresso do livrinho supra. Com fanfarra.
Mas, antes disso, há um País para desenterrar.
Às armas ou...às pás. Como preferirem.
Estou por tudo.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Da necedade.

Suscita-me o vómito -  apenas isso - que a face visível de um orgão de soberania, recorra a argumentário deste calibre, para tentar justificar meras banalidades.
O que fará, perante assuntos realmente sérios?
Como a reassunção da minha soberania, por exemplo.  
Revela tudo o que há para revelar acerca do humanóide em questão.
E do país que o elegeu.
Parabéns.

sábado, 11 de maio de 2013

Uma máfia como outra qualquer.

Sou, para o bem e para o mal, dependente de medicação permanente.
Desde 1995.
Primeiro na qualidade política de cardíaco.
Posteriormente - como se já não bastasse! - acresceu a pasta "diabética"! Estou pois, bem servido, em matéria regimental.
Da séria, coisa bem diferente, da zanga de comadres que surgiu por aí, entre o abundante Abreu Amorim e um qualquer jovem avulso, vice-presidente de uma agremiação partidária. 
Estas "empresas", dizem-vos alguma coisa? Aqui e aqui.
É evidente que não. Nem a vocês, nem a mim, nem a qualquer economia, por muito sólida que seja.
Tal como os bancos, são meros adornos, insusceptíveis de produzirem qualquer valor acrescentado.
"Compram" aos laboratórios farmacêuticos por 5 e vendem às farmácias por 7. Que, por sua vez, me fazem desembolsar 9, a cada vez que encosto a barriga ao balcão e clamo pela atenção do pessoal de serviço. 
Uma verdadeira "partouse"!
Acontece que são apenas pontas-de-lança dos grandes laboratórios.
E de um negócio milionário que apenas tem lugar, porque a política - ou a falta dela! - a isso induz.
Além de que representa uma forma de "poupar" no orçamento. E ganhar algum, de caminho!...quantas reformas deixaram de ser pagas por esse mundo fora, à conta deste pequeníssimo detalhe? 
No meu caso, é o Starlix que está em falta. Porque é exportado - por instruções dos laboratórios - para África e para a Ásia, onde são pagos a pronto no mercado paralelo.
O caso africano é, aliás, paradigmático. Os grandes laboratórios suiços, ingleses e americanos estão proibidos, por lei, de vender os seus produtos aos preços escabrosos que praticam. Pelo menos, em boa parte dos países. Vai daí, durante os anos 90, serviram-se de "investidores" indianos para enxamearem o mercado de fabriquetas de compactação de farinha, a que resolveram chamar "genéricos".
Um dia, conto aqui duas ou três histórias passadas comigo. Uma delas, parece saída de um filme de Scorcese!
Sandton, by night!
Belos tempos...
Entretanto, vamos morrendo alegremente, com a chancela da OMS.
A propósito, ainda há país?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A solidez da banca nativa.

Preocupem-se.
Ulrich não é lobrigado em qualquer canal de televisão, nos últimos 10 minutos. É, no mínimo, suspeito!
Salgado vai ter de meter a mão ao bolso para prover imparidades.
Quanto aos restantes, cujos nomes ignoro, nem sequer valem o esforço da referência.
Já perceberam quem vai pagar? Ou também precisam de boneco?
Mantenham pois os vossos depósitos num valor máximo de 99.999. O valor que, teóricamente, poderão recuperar.
Quanto ao restante, gastem, gastem até cair de borco.
Em quê, não faço a menor idéia.
Simplesmente, gastem.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O comboio dos loucos.

É bonito, não é?
Tem por lá umas massas? Então pense melhor.
Donos do segundo maior sistema bancário da UE - imediatamente a seguir ao Luxemburgo - que, por si só, pesa o equivalente a 8 vezes o PIB local.
Vai ser a próxima paragem deste comboio de esquizofrénicos.
Dizem as más línguas...geralmente bem informadas!
Confesse que ainda não se tinha lembrado deles.
Ali, perdidos, no meio do azul do Mediterrâneo.
A mesma cor que veremos nas caras daqueles que não se despacharem.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Common criminals.

Só me surpreende que, para a maioria dos europeus votantes, ainda seja necessário fazer acompanhar o óbvio, de um boneco.
A prova disso, é o fácies idiota, exibido pelo pedófilo residente.
Um monte de merda que acode ao nome de Cohn Bendit.
Por cá, meras historietas protagonizadas por sopeiras.
Nem sequer existimos.
Passassem muito bem.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

1 euro, 900 paus? So what?


"A alternativa de regressar a comportamentos passados implica, numa versão mais radical, a bancarrota e a saída do euro", disse ele.
Radicalmente.
Acontece que, de bancarrota, nem vale a pena falar!
Não fora a "generosidade" de uns quantos filantropos e, há muito, andaríamos a recolher beatas do chão.
É o que, muito apropriadamente acontece, a quem, do trabalho, tem uma noção equivalente à de castigo divino.
Pelo que, nem por aí, consigo "ter pena".
Sair do euro? Imaginem a minha cara de profundíssima consternação!
Desde quando, a recuperação da "minha" soberania, da "minha" capacidade de decidir o que me aprouver, nas condições que me forem mais favoráveis, podem constituir motivo de alarme?
Quem não tem passado, não terá futuro.
Passado, é certamente coisa que não nos falta. Sobrevivemos 900 anos, contra ventos e marés, acumulando erros e acertos, indiferentemente. Como devem ser todas as coisas.
Mas chegàmos aqui, cara al sol
Nada temos a demonstrar, contrariamente a quem, por via de estranhas razões, me diz, hoje, o que devo ou não fazer.
Alguém, um dia destes, lhes explicará isto mesmo.
Sonoramente.