sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

As nossas cruzes.

O sr Cruz, foi assessor diplomático do sr Cavaco primeiro ministro.
Um ror de tempo.
Porque o sr Cavaco nunca foi diplomata.
O mesmo sr Cruz, foi ministro dos estrangeiros (coisa fina!) do sr Barroso primeiro ministro.
Pouco tempo.
Porque o sr Barroso já tinha sido diplomata.
O mesmíssimo sr Cruz é pai extremoso de uma qualquer menina Cruz que, pela mera circunstância de ser filha do pai dela, achou que ficava bem na folha de serviços do sr Cruz, uma aldrabice qualquer relacionada com os estudos que então empreendia.
A filha, claro.
Vai daí, reformou-se. Mas a vidinha custa a toda a gente pelo que se tornou "consultor internacional".
Não sei muito bem o que é isso mas gosto da sonoridade.
Não querem lá ver que o sr Cruz ainda vai acabar os seus (dele) dias, numa masmorra com vista para a ilha de Luanda.
O multi-supra-citado sr. Cruz, fez-me lembrar o intérprete para surdos no funeral de Mandela.
Será esquizofrénico?
O sr Cruz, claro.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estiolações.

Acaba de morrer mais um pouquinho daquilo que já foi um país.
De quando as mães (no caso a cigana algarvia, Lúcia) inspiravam e se inspiravam.
O resultado era (quase) sempre, grandioso.
E para nos darmos conta disso, bastava - como bastou - uma finca perto de Jerez de la Frontera, boa companhia, boa comida, melhor bebida e o Paco a tocar só para nós.
Era 1978 e o céu chorava.
Comovido, dir-se-ia.
O Paco foi andando e levou com ele, o seu duende.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Curiosity killed the cat.

 “grande curiosidade por um assunto praticamente impossível de resolver”.
A única coisa que se me oferece dizer, é que a frase contém um erro ortográfico.
Quanto ao resto, limito-me ao...pois.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

De joelhos.

A imagem viva da repulsiva classe política que assentou arraiais no ocidente.
Putin, sentado no torreão mais alto do Kremlin, sorri.
Nada mais lhe resta fazer.
Já ganhou.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Descubram as diferenças.


Leio, por aí, que, os ora incumbentes políticos, querem fazer pendurar o portugal inventado por eles, nas pingonas paredes de todas as escolas.
Consta que mandaram imprimir 100.000 exemplares.
Se fosse, hoje, frequentador de uma qualquer dessas escolas, estava lixado.
Não sei nadar!...
 
 

...coisa que era desnecessária, para as gentes da minha criação.
Ora espreitem.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Foi primeiro ministro, não foi?

Esta sub-espécie de pentadáctilo - em que os dedos das mãos e dos pés se confundem - consegue a proeza de fazer de mim um perigoso democrata.
Situação que, está bom de ver, me preocupa sobremodo.
Vou ter de tomar medidas com carácter urgente.
E, para princípio de conversa, avança já o estandarte supra.
Há por aí um ex-banqueiro que se lembra bem dele.
Do estandarte, claro!
Eu também.
Dele e do estandarte. Ali, à Tomás Ribeiro, nº8.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Arroseur arrosé.

Li, por aí, que assaltaram uma repartição de finanças, algures pela geografia.
E que os esmifrados contribuintes presentes, nem deram por isso.
Pudera.
Já lhes bastava o assalto de que estavam a ser alvo.
Abençoados meliantes. Que nunca as mãos lhes doam.
E não se deixem apanhar.
Isso é que seria uma vergonha.
 
Parece que queriam obnubilar a comentarite de um gajo qualquer que "primo-ministeriou" por aí, durante um ror de anos.
As vestais costumeiró-democráticas já rangeram com dores de parto, a propósito de atentado ao direito de opinião...não sei quê...não sei das quantas...40 anos depois do fatídico Abril.
Pois fodam-se todos.
Eu estou de acordo. Com uma condição.
Calem os restantes merdas que enxameiam todos os canais de tv.
Os que existem e os que estiverem por existir. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os cómicos.

Ainda há quem tenha pachorra para esta novela merdosa?
Embrulhem tudo e todos (incluída a respectiva tutela), em papel brilhante de qualquer cor, ponham um lacinho bonito e vendam ao Mosquito.
Ele compra tudo.
Até as más consciências.
No que depender de mim, enquanto contribuinte, assino já.
 
Ei-lo, de novo, a regurgitar banalidades à razão de 750€/hora.
Quem é que não iria querer?
150% de retorno, I mean...
Se eu fosse o juiz, já estaria a bocejar.
Sonoramente.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Do espírito democrático. Ou da falta dele.

Dizem os bem formados que é feio apontar o dedo.
Óptimo.
Mas eu gosto de o fazer. E fá-lo-ei, sempre que me aprouver. Ainda para mais, quando esta mão é pertença de uma amiga muito querida.
Que me respondia, muito apropriadamente, a um qualquer disparate, que achei por bem bolçar, naquele antanho.
Tal como se adequa a este momento circense, prenhe de espírito democrático.
E adianto desde já que sou completamente insuspeito.
Nem gosto do penteado do gajo.
Por isso mesmo continuarei não-democrata.
Ao cabo de 40 anos, ainda não lobriguei uma única razão que me levasse a pensar de forma diversa.
Que é feito do Rui Mateus? Continua pelos Estados Unidos?
Isto, sempre a propósito de democracia, claro.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pelos vistos.

Por entre vistos gold, talento e outros que, a seu tempo e se lhes derem tempo, lhes assomarão à cachola, a coisa vai.
Para onde, não interessa nada.
Mas se acaso estiverem interessados em mais idéias para vistos, proponho já (e sem estudos prévios que custam os olhos da cara) a emissão de vistos-mercenário que inclua, sem reservas, a licença de uso e porte de arma de calibre de guerra.
Estes, pelo menos, teriam a vantagem de fazer implodir esta merda toda.
O que talvez não fosse pior.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um nojo e uma constatação.

O nojo, aqui.
Pena, o João Coito, saracotear-se já, por paragens bem mais recomendáveis.
Tenho notícia de que se encontraram por lá.
E que a coisa ficou resolvida com um par de sonoros estalos.
Eram devidos desde aquele malfadado ano de 1975. 
A constatação, aqui.
Episódio 2. Que, habitualmente, sucede ao primeiro.
Previsível.
O 3º episódio, será de estalo.
Já ouço o rilhar de dentes.
Força Domingos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Miró a 50%.


 
Entre o acima ilustrado - que não gosto, mas isso não interessa nada - e o infra "atirado para aqui", a classe política de turno (via Tribunal Administrativo), disse o que tinha para dizer.
35 milhões que, em circunstâncias normais, valeriam o dobro.
É sempre bom não subestimarmos quem compra.
Quer seja arte, quer sejam os "papéis" que titulam dívida.
Proclamo solenemente que, durante a semana passada, me foi "oferecida" dívida soberana portuguesa, emitida em 2011, a 11% do valor facial.
Mais um pouco e estamos ao nível da Coreia do Norte.
Na mesma data, valia 4%.
Saravah.

 
Post scriptum: o título acima data de uma época em que o país cumpria as suas obrigações.
Os de hoje, nem para limpar o rabo servem.
Porque jamais serão pagos.