Tinha jurado a mim próprio não escrever uma palavra sobre aquilo que não se vai passando nos internos deste país. Que é equivalente a isso mesmo. Nada.
Mas, promessas de políticos e de escrevinhadores, equivalem-se.
Os gajos que venderam o baldio à europa, andam agora muito ofendidos, porque perderam o direito à palavra, no respectivo conselho de administração.
Essa reminiscência obtusa que tomou o lugar do conselho da revolução (de quem?), reuniu, esquadrinhou a constituição, deliberou e obrigou a publicar como nela se contém.
Reponha-se tudo. Com juros e a correspondente correcção monetária.
Não é assim, mas podia ser.
Os credores já deram início à chiadeira, como lhes compete.
Não tardará muito, estão aí, de novo.
Ou então...
No próximo ano há eleições, não é?
Será que querem apenas dar a entender que ainda lhes sobra um módico de soberania?
Que têm existência formal?
Mas não esqueçam que têm de devolver 78 mil milhões.
Meio PIB. E só deste calote.
Nada menos.