sábado, 28 de junho de 2014

Vai, vai que por cá vale cada vez menos a pena.

Não voltará a percorrer a 110th street.
Ficará, para sempre no meu bairro. Um dia desses a gente vê-se por aí, Bobby. Take it easy.

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

O lupanar do Rato.

O título não lhes faz jus. Até as putas são mais dignas.
Mira-se, remira-se, espreita-se o reverso, tentando - pelo menos - evitar a salganhada em que se transformou aquela coisa em forma de assim e...continua a ser difícil de acreditar.
Será que, para aquele amontoado de protozoários gelatinosos, ainda existe país?
Já nem sequer sou capaz de escrever País!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Os brincalhões.

É Jack Nicholson mas podia ser eu.
Folheando a edição impressa do Público, tropeço neste gargarejo.
Cotejo subscrições que vão de Ana Gomes a Chico Buarque, de Ferro Rodrigues a Gilberto Gil, do vate regimental a Fernando Nobre. E por aí fora.
Constato também que, antropólogos, poetas e politólogos, são mato!
Última observação: escrevinharam tudo aquilo, sem se rirem.
Imagino Obiang, dos Santos e a Petrobrás a expedirem hordas de assessores em direcção a todas as farmácias do planeta, para que nunca lhes falte o Xanax.
Não me lixem
Já não tenho idade para isso.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Séneca e os analfabetos.

Definitivamente, nunca leram Séneca.

"Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte."

Para quê, então, perder tempo a tentar ressuscitar quem já está "morto"?
Especialmente quando o "morto" é movido a ressabiamento.
Para o que resta deste país, nem armas são necessárias.
Basta uma vassoura. A estrear, de preferência.
O coreto ficaria a brilhar. Quase irrepreensível.

Post scriptum: não estão à espera que escreva o nome do "morto", pois não?
Como muito bem sabem, esse amontoado de letras, há muito foi proscrito destas páginas.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Insultos.

Institucionalizou-se, por aí, um palavrão, que tem o condão de me fazer saltar dentro das botas.
Idoso.
Vem carregado de um vago odor a condescendência. Ou pior. Se nos dermos ao trabalho de levantar a cortina, fica-se com a sensação de que o político, ou o invariavelmente analfabeto representante da comunicação social que o expeliu, deseja ardentemente que a criatura em causa se ausente para parte incerta e deixe de constituir um pornográfico encargo para os orçamentos - tipo estrela cadente - que vão sendo elaborados.
Será que nunca aprenderão que o carinho se refecte em termos como, velho, velhadas, velhozão, entre muitos outros?
Se um dia lá chegarem, verão o que significa sageza.
Mas estou tranquilo.
Porque jamais virão a sabê-lo.
Nem mortos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Segurissimamente.

Por isso já sou o feliz detentor do passaporte supra.
E a tanto monta, que seja o Seguro, o chamuça ou qualquer outro ex-jotinha deslavado.
Seja ele de que partido (o quê?) fôr. 
Pelo sim pelo não, já tenho flat em Ouagadougou, com vista para o compound do Campaoré.
O meu futuro é risonho.
Sem mar, mas risonho. 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O Zéquinha e a política.

Sr Professor, foi aquele menino que me espetou o bico do lápis no cú das calças!
É inacreditável, o que se vê, lê ou ouve, a cada rotação no nosso próprio eixo.
Uma vez exaurida a minha capacidade de indignação, já só me sobra a gargalhada. E aí vai ela.
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA....
Como não procuro qualquer tipo de prebenda com origem nos interstícios estatais, olhem bem a minha reacção "teclativa":
Vão-se to-dos fo-der!
Se preferirem também o posso verbalizar.
Basta produzirem-se-me.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Os caloteiros.

Tinha jurado a mim próprio não escrever uma palavra sobre aquilo que não se vai passando nos internos deste país. Que é equivalente a isso mesmo. Nada.
Mas, promessas de políticos e de escrevinhadores, equivalem-se.
Os gajos que venderam o baldio à europa, andam agora muito ofendidos, porque perderam o direito à palavra, no respectivo conselho de administração.
Essa reminiscência obtusa que tomou o lugar do conselho da revolução (de quem?), reuniu, esquadrinhou a constituição, deliberou e obrigou a publicar como nela se contém.
Reponha-se tudo. Com juros e a correspondente correcção monetária.
Não é assim, mas podia ser.
Os credores já deram início à chiadeira, como lhes compete.
Não tardará muito, estão aí, de novo.
Ou então...
No próximo ano há eleições, não é?
Será que querem apenas dar a entender que ainda lhes sobra um módico de soberania?
Que têm existência formal?
Mas não esqueçam que têm de devolver 78 mil milhões.
Meio PIB. E só deste calote.
Nada menos.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Enganar o Dr Alzheimer.

Agora, é apenas uma questão de tempo.
Pouco.
E, não vou voltar a bolçar no babete.
Parece mal!
Até um dia destes.