terça-feira, 29 de julho de 2014

Solipsismos mundanos.

"Des réceptions trop bruyantes au goût du voisinage."

Dá nisto, a húbris dos franceses.
Embaixador..."foutu à la porte".
Estou cada vez mais satisfeito, por muito estranho que possa parecer.
O mundo vai mudar, finalmente.
Parece, também, que o sr. de Nagy-Bocsa, continua, nervosamente, a sua via sacra. 
Embora o "parquet de Paris", se tenha apressado a desmentir.
Coisa que apenas confirma, o contido nos autos.
Aguardemos.
Por cá, foi desconvocada a AG do BES, agendada para 31 de Julho.
Topam?
Não protejam o bolso, que não é preciso!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ó da guarda!

Quando o fogo anda a grassar pelo milheiral do vizinho, é muitíssimo avisado pôr os extintores em estado de prontidão.
Mas afinal, o que receia o rapaz?
Como tudo isto está divertido...

sexta-feira, 25 de julho de 2014

As condições "climatéricas" da etapa.

Quem me conhece sabe que, desde há décadas - mais do que a conta - sou um furioso do ciclismo. 
Ainda que mal saiba andar de bicicleta!
A Volta à França é assim uma espécie de missa diária, durante três semanas. Sinto uma total redenção. Se tal me é concedido.
A transmissão em canal português, desde há anos é assegurada por um analfabeto funcional (um tal de, qualquer coisa Mendonça) e por um batoteiro da modalidade que acode ao nome de Marco Chagas.
Tanta e tão boa gente poderia e deveria estar no lugar dele(s). 
Mas é apenas mais um reflexo do triste espaço geográfico que ocupamos.
Hoje, e depois de ter a desdita de "meter" som por cinco segundos, ouço o funcionário da RTP, fazer referência às condições "climatéricas" em que decorre a etapa.
Condições "climatéricas" é uma expressão que tem o condão de me fazer saltar dentro das botas.
Será que o coirão não conhece o significado de climactério, de onde deriva a bestialidade (no respectivo contexto), que proferiu?
Se não souber, o diccionário de português de lei, explica.

climactério
nome masculino
MEDICINA período que precede o fim da vida reprodutiva da mulhermenopausa.

Que tal, da próxima vez, experimentar...condições climáticas?
Pode ser que, com algum esforço eu evite, também, gargarejar disparates.
Como estou saturado de analfabetos.
Simples.

De como o Domingos Duarte Lima e o Ricardo Salgado, vão rebentar com a classe político-financeira (reparem que não refiro económica), junto com o Zé Guilherme e o Canas. O meu sorriso, rasga-se-me, ainda mais, a cada dia que passa. E a D.Anabela Neves(quem?), vai ficar sem emprego. E hoje foi o último dia desta sessão legislativa. Aprovaram qualquer coisa que não percebi. E vi (não ouvi) o sr. Pinto em animada altercação argumentativa com a sra. Esteves. Enquanto isso, comia uma feijoada, home made, acompanhada de um bom tinto do Douro. Na sequência, arrotei.

Porra, fiquei farto.
Há títulos que dizem tudo.

Diclorodifeniltricloroetano, vulgo DDT.

E pronto, mais um jovem advogado que tirou "os três", na central de compostagem em que transformaram esta merda toda.
Parabéns.
Pelo visto, até o pai do dito jovem, quer distanciazinha. 
Também já tem boa idade para isso.
Augurar-lhe-ia um brilhantíssimo futuro, não fôra um pequeno detalhe.
Quando chegar a adulto já não vai sobrar país nenhum. 
O gajo que ele "patrocinou" durante o interrogatório a que foi submetido por um juiz de instrução*, vai arrastar com ele, metade da classe política portuguesa.
Coisa que não é de somenos e que me rasga um sorriso de orelha a orelha, como poderão imaginar.
De Soares a Coelho, nem as penas lhes vão sobrar.
O primeiro porque lhes foi mendigar o regresso. O último por inexistente.
E quando se inexiste, evita-se ser primeiro ministro. Tão só.
É a única coisa que "dá tesão", no meio disto tudo. 
Porque, os dramas do GES do BES e de outras tretas acabadas em ES, são meros trocados - que nós todos iremos pagar, claro está! - comparadas com o que vem por aí.
Puta que os pariu a todos.
E, se calhar, a nós também.

* Porque será que o lixo todo vai cair no bornal do Carlos Alexandre? E quem o terá acolitado nas questões puramente técnicas? (Eu acho que sei quem foi, mas fico calado...)
Pergunta a minha ignorância profunda, evidentemente.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Eu e a minha idéia de CEE.

Para que não continuem a dizer que me limito a zurzir nesta merda toda, aqui fica uma sugestão.
Expeçam, à velocidade da luz, o abundante Abreu Amorim.
Disse.

domingo, 20 de julho de 2014

Vamos trocar?

Ai vem, vem.
E nem imaginam a que custo.
Já nem a missa nos vai valer.
Mas isso são apenas pequenos detalhes, comparados com o que se aproxima.
Eu tenho batatas para troca.
Alguém tem nabos?
É que me apetece fazer uma sopa de entulho.
E tenho uma irritante falha daquela crucífera.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

"O sujeito vai, tapa o nariz e vota."

Vai João, vai.
Compõe bem esse sorriso de lagarto e entra em casa do nosso ditoso buda.
Depois dá notícias.
Saravah, velho.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Boa malha.

A origem não interessa.
"Stocks flipped out on Wall Street last week following a selloff in the euro zone that was sparked by news of serious financial deficiencies at one of Portugal's largest banks.
Normally, trouble at a Portuguese bank would not even make an eyelid flutter in New York, but this headline caught the collective unconscious in a vulnerable moment, inducing fears of a renewed contagion effect similar to the credit crisis that shook the region three years ago.
It's kind of like when a friend starts crying during a movie that isn't really sad or scary, and you're not sure why. Something triggers a memory, and suddenly they're a mess.

But for investors it would be more valuable to file it in the drawer marked "Remember to buy stocks when the market freaks out for a couple of days about things that happen in Europe, the Middle East or China that don't affect the earnings cycle in the United States."

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Doomsday right ahead.

E isto é quase insignificante.
Olhem bem em vosso redor. Não conseguem ver mesmo nada?
Será que o horizonte visual do português, não consegue ir além do enjoativo "a água está boa" nas idas à praia, ou da finta do Ronaldo?
Pois então fazem mal.
Já nem o escafandro nos vai valer.
Nem a nós nem a ninguém, valha a verdade!
E todos, mas todos, contribuimos para isso. Com a nossa cupidez.
Fosse por acção, fosse por omissão.

Post scriptum: agora mandam o homem ao médico. Mas tranquilizem-se. Não se trata de nenhuma doença desconhecida.
Tem havido é falta de medicamentos, no mercado.
Pelo que, a situação, estando já muito para além de catastrófica, ainda está aquèm de desesperada.
Sosseguem, pois.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ao final do dia.

Hoje recuei trinta e oito anos. Apenas por olhar uma revista espanhola de moda. E da qual recortei a foto acima.
Surge-me, a páginas tantas, D. Lucio Blázquez.
Homem de atributos vários. Proprietário de um dos grandes restaurantes de Madrid - Casa Lucio - para quem quiser visitar, Cava Baja,35, junto à Plaza Mayor (juro que é uma das melhores apostas gastronómicas do reino deles), franquista de créditos firmados e, muito acima de tudo, alguém com quem vale a pena "trocar umas impressões"!
Como me lembro das manifestações do 21 de Novembro, nos finais dos 70's. 
Data do enterro de Franco. 
Dois autocarros cheios, idos de Lisboa. 
Em direcção ao Vale dos Caídos. O Zarco, o Teixeira Pinto, o Dias Rosas, o Cymbron entre dezenas de outros nomes que se me escapam - mas que estavam presentes - e diziam sempre presente.
Lucio comandava as hostes. Era sempre o porta-estandarte da Falange. Arrepiava, a forma como ele vivia e sentia aqueles momentos.
A força interior com que cantava o "Cara al Sol".
Depois, ao final do dia e com a casa a deitar por fora, produziamo-nos. Eu, só queria buquerones e o melhor tártaro do mundo. Junto com um tinto da região de Ávila, de onde ele é natural.
Joder, D.Lucio, que nos pasó?
E, no entanto, tudo e todos lhe prestam vassalagem. Desde Juan Carlos, que aí almoça todas as terças feiras, até Felipe Gonzalez que, para justificar as presenças, diz que se come "muito bem", o filho da puta...
- Volverá a sonar nuestra hora. Qué no le quepa la menor duda!
Yo estaré ahi.  

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Um enorme bocejo, não virtual...

...dirigido às profundíssimas preocupações que, por aí, se intuem.
Bancos? Dinheiro? Estão a falar de quê?
E para quando, começar a trocar umas impressões sobre coisas sérias?
Já não há, de facto, pachorra.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Garde à vue.

Nagy-Bocsa, diz-lhe alguma coisa?
Não? Pois devia.
É o apelido de um senhor que foi "eleito", in illo tempore, presidente de um país de extrema importância, a fazer fé nas más línguas, da "união europeia".
Mistérios que decorrem de eleições. Bem feito!
Nem assim lá vão?
Casou em 65ªs núpcias com uma cripto-cantadeira italiana. Ajudou?
E a senhora acima plasmada? 
Filha do fundador de La Cagoule, hoje uma respeitabilíssima nonagenária? 
M. Schueller que, na sua qualidade de alquimista diplomado que era, tropeçou na pedra filosofal. 
Daí até criar a Societé Française de Teintures Inoffensives pour Cheveux, foi um passo. 
Uma mistela abundantemente usada por aquele senhor que foi presidente da câmara de Viseu.
Que, entretanto, uma mente mais aberta a inovações, alterou para L'Oréal.
Teve uma filha, a senhora qua alinda esta postada. A quem atribuiu a graça de Liliane.
Que tem o horrível hábito de meter os políticos, todos, no bolso. 
Não é sr. Mitterrand?
Agora foi o húngaro que se entalou à conta dela. Ele e o advogado.
Coisas do Frankreich.
Muito pior do que tudo isso vai ser o regresso às origens, do Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Mas, para ele, cá estará a Mme Barbot.
A tal, do Clube de Roma. Sito, ali, a Winterthur.
Mas todo este arrazoado vinha a propósito de quê?
Ah, disto. Assim vai a direita, na Europa.
Ó François, estás a rir-te de quê?