quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Ainda vou ver.

Parece que o Vladimir, ex-Ka-guê-bê, mandou fazer uns testes de stress.
Uma rapaziada aviadora, norueguesa, inglesa e nativa,  saiu, sucessivamente, no encalço de dois "arioplanos" russos que, tranquilamente, cruzavam céus internacionais.
Repeliram-nos, consta.
Presumo pois, que a sucessão de regresso, foi a inversa.
Nada de extraordinário.
A União Soviética está aí, de novo, ao virar da esquina.
Só mais um pouco de paciência. 
Por cá, como é de uso, não se passa nada.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Aristóteles e a coisa.

"Toda a coisa necessária é, por natureza, aborrecida".
Disse, um dia, Aristóteles.
Pelo que, meus amigos brasileiros, não se incomodem demasiado. 
É mister que Dilma se mantenha para que Lula regresse, dentro de quatro anos.
Mera lógica aristotélica.
Nem sequer merece um esforço de reflexão política.
Não se vão ver livres da tralha pêtista, tão cedo. 
A menos que...deixo o remanescente à vossa imaginação. 
Nem sequer tenho passaporte brasileiro.
Cá pela parvónia - e escusam de sorrir - a coisa também não promete.
O mais importante cargo institucional nativo, o DDT, está em sede vacante, desde o verão passado.
Já repararam quem se perfila, embora seja dono de um irritante problema de altura?
Exactamente. 
Esse mesmo. 
O Ulrich, o banqueiro com a melhor qualidade de stress. 
Afiançado pelo Draghi e pelo Constâncio. E sem se rirem.
O gajo não se consegue calar. 
Nem ele nem a Maria Luís que jurou pelos santinhos todos, que não senhor, não haverá intervenção no BCP.
Então qual a razão, para tamanha necessidade de justificação?
Como vêm, caros amigos brasileiros, toda a coisa necessária é, por natureza, aborrecida.
Vou dormir a sesta.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ó da guarda!

Sou um verdadeiro viciado em peixe-espada grelhado.
Deliciava-me, há momentos, com uma esbelta posta, quando me surge - saído do nada - o Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Parece que fazia uma espécie de discurso/balanço sobre o último emprego que abocanhou. E do qual, horror dos horrores, está de saída. 
Escusado será dizer que carreguei no botão do silêncio. 
De longe, a maior invenção constante de qualquer comando televisivo. 
Mas, a avaliar pela exuberância gestual, temo o pior.
O gajo vai voltar. Como se não bastasse já, a boiada que por aí pasta.
Vou já ali à igreja pedir ao ente que tenha dó deste pobre povo e que lhe - a ele -  ilumine o caminho para um novo emprego.
Em qualquer lugar. Nas nações unidas, na goldman sachs, na Gazprom, de preferência com um gabinete ao lado do Schroeder ou no sindicato francês das putas com mais de cinquenta anos. 
A tanto monta. Até o podem nomear cardeal.
Mas, por favor, afastem-no daqui.
A Bem da Nação.
Ainda por cima, gordo como está, apenas viria contribuir negativamente para a já desiquilibrada balança de transacções correntes.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Longo bocejo.

A PT, cotada pouco acima de merda. Mesmo assim, ainda acho muito. 
E, como é de uso, ninguém é responsabilizado.
O mais velho reverte, ao que parece com carácter definitivo, para a produção vinícola. 
O júnior, o indiano, vai continuar a atafulhar a vitrine lá de casa com prémios de gestão. Desta feita, por outras latitudes. O Carlos Slim que se cuide se, de facto, o quer contratar. Ainda acaba a trabalhar para o cartel de Sinaloa!
O Salgado é que os topava...e ao BP, quem nem o Certificado de Idoneidade lhe retirou.
O economista nulo que gere a educação, conseguiu encontar um gajo qualquer para substituir um outro qualquer gajo que se baldou, por indecente e má figura. Parece que tem dificuldades em se exprimir por escrito e recorre a palavreado alheio.
Nunca tinha ouvido falar nem de um nem de outro. Parabéns aos dois. E, de caminho, à educação que há por aí.
Os professores, o Nogueira, os pais, os avós, o gato e o papagaio, continuam a manifestar-se. Mas, até à data, não os vi passar disso.
Nem passarão. 
O metro volta a parar. A fazer fé na sindicalista que lhes dá as ordens, não são os trabalhadores que prejudicam os utentes. Fiquei com a sensação de que sou eu.
As comentadeiras regimentais, o Marcelo, o pequeno Mendes (geralmente bem informados), e mais uns quantos, acham que sim mas pensam que não. O Rio, diz-se vítima de sociedades mais ou menos secretas. O Alberto João, vai deixando escola! 
O IMI e a fiscalidade verde, vão resolver tudo. Ainda bem.
Entretanto o portugal que os votantes tanto acarinham, estiola.
É a única boa notícia.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Assieds toi, maman!

Senta-se a mãe e, sento-me eu.
Só espero que passe e depressa. Mais um economista - apenas mais um - que perorou, presume-se que, abundantemente, sobre mercados.
Sobre quê?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Filho da puta.

Foi este, o miserável por quem, muita gente, nos finais dos 90's, chorava baba e ranho. E por quem faziam cordões humanos...
Se a família de Maggiolo de Gouveia continua à procura de razões, tem aqui a resposta.
Ramalho tinha, de facto, razão. Isto não é um país. É uma expiação.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pensamentos profundos.

E eu a julgar que já nem sequer havia país.
Quanto mais contribuintes.
Não haverá por aí ninguém que remeta esta gente toda para o caralho?
Se não há, mando eu. Que não preciso deles, rigorosamente para nada.
Disse.

Até o vosso portugal acabou.

Finalmente, lobriga-se uma atitude inteligente, algures, neste triste planeta.
A Oi, não "qué ferô". Nem o gajo que as quer vender. E tão glosado que ele era...
Quanto à PT, despachem-na, à velocidade da luz. 
E ofereçam a TAP, como brinde.
A franceses, ao Estado Islâmico ou aos pigmeus do Gabão.
Já tanto faz. 
Colateralizem a OPV, com o Cavaco, o Barroso, o conteúdo da AR e o Costa goês. 
Aquele que, acho, é presidente de uma câmara qualquer.