sábado, 29 de novembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Três vezes? Amoleceu-me a mioleira.

Pela primeira, única e última vez - o que já perfaz a quase imensidade de três vezes - tendo a dar o meu visto bom a um gargarejo perpetrado pelo delinquente Pinto de Sousa.
Escusado será dizer que não espero menos do que isso.
O resto desinteressa, por espúrio. Apenas deve preocupar os visados.
Carlos Alexandre, assentou arraiais no BES, ou ex-BES, ou futuro BES, ou futuro ex-BES ou ex-futuro BES, a tanto monta.
Limito-me a tomar boa nota.
Entretanto, há pouco, o meu olhar cansado, tropeça em Cândida Almeida. Embora estivesse longe da tv, temo o pior.
Fica a faltar Pinto Monteiro.
Não tardará muito.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Assombrações do passado.

Não haverá por aí uma alma caridosa que, mine de rien, lhe avive a memória em relação a situações bem menos ortodoxas do que aquela que, hoje, tanto o indigna? E que é, apenas, o paradigma das actuais existências políticas. Aqui, na Europa e até na Moita.
E ao filhote, terá de ser o Zédu a entalar-lhe as nalgas?
É bastíssimo gajo para isso.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Desculpem, mas eu não leio estrangeiro.

Não haverá mais mundo para além do moço, parido em Vilar de Maçada?

Qual é o senhor que se segue?

Finalmente, uma narrativa com um módico de decência humana. Mesmo que tenha origem no portugalzinho que eles resolveram inventar.
E que, por um momento, decidi olhar.
Saravah, Orachá, Irmão das Águas. 

sábado, 22 de novembro de 2014

Olhem a minha cara de preocupado.

Regresso a Jack Nicholson.
Puta que o pariu. Há muito devia estar com os costados atirados para dentro da enchovia.
E comigo a mijar-lhe para cima!
Boa sorte a todos os votantes.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Solipsismos.

Miseráveis por miseráveis, prefiro os acima propostos.
Pelo menos ficamos a conhecer a verdadeira Paris. A dos esgotos.
Estes, inexistem.
Ou, se existem, é porque os votantes compulsivos resolveram dar ganho de causa, a tais deformações genéticas.
Um verdadeiro nojo.
Boa sorte.
E não se esqueçam de votar, uma vez chegada a hora.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

MAI nada!

Conheço a Anabela de andanças outras, que não aquelas que a levaram a ser a eleita para substituir Macedo.
Gosto-lhe a inteligência, a assertividade, a forma desempoeirada com que "arruma" os assuntos em discussão à volta de uma mesa e, muito acima de tudo, do demolidor sentido de indepêndencia que a move.
Um sentido de indepêndencia que atropela.
Daí a minha surpresa.
Se essa surpresa é boa ou má, o futuro se encarregará de o esclarecer.
Não me parece que seja mulher para fazer o "caminho das pedras", em matéria de obediências políticas. Seja a quem fôr.
Nem mesmo a quem a foi buscar. Ou especialmente a quem a foi buscar.
Estarei muito atento.
Para já, tudo de bom, Sra Ministra.
E para ti, Anabela, um grande beijinho.

domingo, 16 de novembro de 2014

Apesar dos pesares.

Uma simples frase que estraga - definitivamente - um gesto pouco habitual no portugal que eles inventaram. Assim, num repente, só me lembro do cripto-empreiteiro Coelho.
Retirar, enquanto responsável máximo, as devidas ilações políticas.
Claro que todos sabemos que lhe interessa pouco o que os votantes pensam. Limitou-se a sair em defesa do seu próprio futuro político.
Mas, ainda assim, é de louvar.
E é, justamente isso, que remete Paula Cruz e Crato a um ensurdecedor silêncio.
O não terem um futuro político.
Terão de regressar às suas tristes profissões. Coisa que eles querem evitar, a qualquer custo, por mais um ano.
Se eu me chamasse Pedro Mamede, amanhã mesmo, teriam um cartão de dispensa, agradecendo os serviços prestados. A Bem da Nação.
E eu mesmo, assumiria as respectivas pastas, até eleições. Já que as há.
Afinal, trata-se apenas, de um despacho por semana.
E poupem-me ao choradinho da segurança nacional.
O que é que temos, passível de ser objecto de segurança?
O Marques Mendes?

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Decisões avisadas.

Hoje resolvi enfiar a tola no scanner, estacionado aqui ao lado.
A reprodução do resultado fica plasmada acima, para superior apreciação de "vocelências".
Fui inundado por uma prazenteira onda de tranquilidade que, há muito, não experimentava.
Agora consigo perceber a razão da minha completa inadaptabilidade ao portugal inventado por eles.
E não se conhece cura. O que, por si só, amplia saborosamente aquele prazer. 
Um quase orgasmo, portanto.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Exercício extenuante.

Um leitor propõe-me um exercício sobre a PT.
Já o fiz e fiquei demasiado ofegante.
Pelo que não me fale em exercícios, durante a próxima década.
Se há alguém que se está olimpicamente nas tintas para a PT, é cá o Je!
Não tenho opinião sobre empresas privadas. 
Se estão bem ou mal geridas é assunto que só diz respeito aos accionistas.
Por mim, em matéria de comunicações, até podemos regressar à época dos sinais de fumo.
Não se perderia grande coisa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Hã?

Se ele o diz.
Investimentos, ketchup e pontapés na bola, cheira-me, assim, a mistela meio escatológica.
Mas o gajo está a falar de quê?
E eu? Estou a perder tempo, porquê?
Não há ninguém que o remeta, em público, para a puta que o pariu?
Se não há, aqui fica o meu contributo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O que é que eu fiz para merecer esta provação?

Já hoje escrevinhei sobre o mesmo tema, para outra plataforma.
Mas só na póxima semana estará disponível.
Com a agravante de ter de estar atento ao palavreado.
Mas aqui, "p'amor" da santa. O espaço é meu e a agonia também.
Então não é que o filho da puta do assassino, voltou a fazer das dele?
Onde estão, agora, os cordões humanos, profunda, lacrimosa e solidáriamente democráticos? 
As pungentes velinhas, as tristonhas vigílias, os grunhidos produzidos por moles indistintamente humanas, acompanhadas à guitarra pelo interminável e entediante Represas?
Por onde anda o choramingão do Sampaio?
Quis o destino que eu, por essa época, andasse por latitudes outras. Ainda bem.
Eles vertiam água e cloreto de sódio, por Timor Lorosae. Que não Timor Leste.
O povo não interessava. Como continua a não interessar.
E deste lado, o que vejo eu? Gente em genuflexão, incapaz de ter uma reacção musculada. Um Rui Machete que, ao que parece, balbuciou uns disparates, em nome do portugal deles, já ao final do dia.
Foda-se, por onde anda Portugal?
Alguém me consegue responder?