segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Salada grega. Com muito pepino e iogurte.

Eu sei, eu sei que os prazos constitucionais para formação de governo na Grécia, nem dão tempo a vestir as calças.
Em qualquer caso, será bastante avisado que Tsipras não se esqueça do cinto.
É que os ventos cruzados que fustigam o coreto para onde acaba de subir, não são conhecidos por perdoar esquecimentos dessa natureza.
Parabéns à família.
Eu, continuarei a preferir os bouzoukis de Theodorakis.
Tão mais reconfortantes.
 
 
 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Entretanto, por cá...

Leio e já não pasmo.
Lembro-me, então:
"Yes, I am drunk, but tomorrow I will be sober, and you will still be a fool"
É exactamente essa, a distância que os separa.
Nem mais, nem menos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como é bom gargalhar.

Exacto. Completamente conforme com Peter Ustinov.
Hoje, jantei a olhar um qualquer telejornal. Coisas próprias de um day-off. Infelizmente, ainda não consigo comer e ler, a um só tempo.
19h, produz-se-me a interminável Assunção Esteves a baralhar a matemática toda. Não sei sequer do que se tratava. Coisa desinteressante, por certo.
Tipo adopção por same-sexers.
Mas isso sou eu a escrever, que não passo de um bota-de-elástico.
Ainda tinha o pargo no forno e, isso sim, é assunto muitíssimo sério.
Já a chupar as espinhas, transitam para a AG de uma empresa privada. Coisa igualmente importante. Vende-se, ou não se vende?
Primeira epifania. Uma jornalista - licenciada, por certo - assegura-me, na tromba, que a reunião tinha "acabado de terminar".
Vejo sair, em bicha de pirilau, pequenos, grandes e médios accionistas. Brasucas à mistura. Até o sobrinho do tio disse coisas.
Olhei tudo aquilo, com um ar de desfastio mas, manifestamente mais atento ao pargo, que ia desaparecendo do meu prato.
César Alierta, lembrei-me, é que teve razão, ao livrar-se do índio e do Granadeiro, a tempo. Tomem lá uns tostões e vão dar uma curva ao bilhar grande.
Agora, parece, andam por aí uns franciús a querer comprar a coisa.
E, com um tuga de sucesso à mistura, detentor de 30% da entidade compradora.
Óptimo. E eu com isso?
Segunda epifania. Olhei o prato. Já só sobravam mesmo espinhas.
Desliguei o televisor e dei uma sonora gargalhada.
Já nem Draghi e a sua impressora me conseguem animar.
Vou mas é voltar a Shakespeare, que "não acaba de acabar".

sábado, 17 de janeiro de 2015

Achega ao caderno de encargos.

Tenho andado higienicamente arredado das torrentes noticiosas vertidas pela imprensa. Escrita e/ou falada.
Só assim vou conseguindo manter alguma compostura.
O que não evitou que um amigo que me "quer bem", me tivesse feito chegar as páginas mais apimentadas do caderno de encargos a ser presente à horda de interessados na aquisição do mais inútil, estúpido e caro adorno da "história" da democracia que por cá se pratica.
A TAP.
Já nem abortos conseguem produzir.
Esses, pelo menos, pressupõem algum trabalho prévio.
Trata-se, tão só, de mera moléstia. Como não vi nem ouvi, resta-me calcular o reviranço de olhos, perpetrado por Lima e pelo seu exército de sequazes.
Mas, a avaliar por este título, estamos conversados.
Vou continuar a não seguir o assunto.
Mas, conto desde já, com uma interminável fila de compradores, acampados, ali, à Horta Seca.
E para que não digam que me limito a zurzir em tudo e em todos, proponho se anexe ao CE, cópia do artigo supra, dado recentemente à estampa, numa qualquer publicação brasileira.
Quem sabe não possa vir a ser a chave para o encaixe de uns tostões.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Passos Coelho que lhe responda.

Longe que andava destas merdas, alguém me chama a atenção para esta coisa.
Já foi, aparentemente, corrigida, pelo que não li o texto original.
Espreitei blogarias e escritos outros, ao propósito, para tentar perceber o que se passava.
Como sempre, deparo com carradas de  gente usando criteriosamente as pinças, para se referirem à excelência em causa.
Fica-vos muitíssimo bem. A vocês, os ousados, e a ele.
Quanto ao resto, já nem quero saber.
Nem do país que vos dá guarida ao assento de nascimento.
Passassem bem.
Magalhães e Silva, incluído.
Atenção que o gajo cobra 900 paus/h. E o resultado está longe de ser garantido.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Pratiquem uma boa acção.

Se virem por aí essas excrescências de ser humano, abram-lhes os cornos, removam-lhes a pouca mioleira com que foram paridos e enfiem-lhes lá para dentro com o Maomé, com o Allah e, de caminho, apimentem a coisa com o primeiro imã que encontrarem, bem como com um ou outro político ocidental. Qualquer um serve.
Pode ser que os tubarões brancos os consigam engolir. Eu já não consigo.
Aliás, a partir de hoje, acabaram-se as "posturas correctas" enquanto não vir - com estes que a terra há-de comer - a comunidade muçulmana dita moderada, tomar uma atitude com tomates.
Porra Munir e Vakil, até o medo que os tolhe tem de ter limites.

*Foto picada do Libé.  

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Manda-os foder.

Georges Wolinski, foi contigo, com François Cavanna, e alguma coisa ainda com Cabu, que aprendi a dar importância nula a todos os políticos, em qualquer lugar do mundo, fossem eles de esquerda, de direita ou da pata que os pôs.
Os restantes, Tignous e Charb, são novos demais para isso. Conheço-lhes muito pouco do trabalho. Mas se estavam contigo, aproximar-se-iam, certamente, do génio. Disso estou certo.
Estamos nos antípodas, mas isso está longe de me impedir de te olhar como um verdadeiro mestre. 
E um mestre, não tem postura política. 
Ensina. 
Tão só. 
E eu, na minha mais miserável ignorância, limito-me a beber o que tu me ensinas.
Repara que uso o presente.
Não é qualquer muçulmano merdoso que te apaga. 
São pequenos demais para isso. Até o Allah não é suficientemente akhbar.
Há pouco, enquanto jantava, olhei os teus concidadãos comentadeiras.
São tão gelatinosos como os meus. 
Estão preocupados com a possibilidade da Marine, filha do Le Pen, lembras-te?, poder vir a ganhar eleições. Vê só!
No meio desta merda toda, é o que os preocupa.
O Imã-mor lá da tua terra, considera-te um mártir. 
Como te imagino, com esse sorriso só teu, num desenho/pensamento, produzindo um sonoro, "va te faire foutre"!
1,5 mil milhões de muçulmanos "moderados", não conseguem dar conta de umas dezenas de milhares de filhos de punhetas mal batidas?
Vão todos bardamerda.
Religiões incluídas.