quinta-feira, 28 de maio de 2015

Eu é que não tenho pachorra!

Quem me conhece, sabe que sou meridianamente insuspeito em matéria de esquerdices. 
Acontece que tropecei nesta arenga, e logo a esta hora da noite, a qual me deixou a boca a saber a papel de música. De sopetão, veio-me à tola o livro em epígrafe, lido, ainda menino e moço
Lenin tinha razão. É-lhes, de facto, uma doença insuportável.
Podem tirá-los do partido comunista. Mas é tarefa hercúlea, desencrustrar-lhes o partido da pele.
Vão bardamerda.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Sonhos molhados.

Boa viagem. Leva toda essa excelsa companhia para bem longe.
É igualmente obséquio, não esquecer todos os que já se perfilaram mais aqueles que estão por perfilar.
Será possível que vou morrer, sem assistir a algo de grandioso?
Como, por exemplo, ver toda esta gentinha ser passada pela guilhotina?

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Como era bom.

Leio, sorrio e tomo boa nota.
Paz à alma deles.
O mais surpreendente é que ainda haja banqueiros.
E quem lhes entregue os magros pertences.
Tudo o que possa acontecer a quem o faz, será pouco.