segunda-feira, 29 de junho de 2015

Saudades de me sentir dono das minhas acções.

Cada vez me sinto melhor a olhar fotos como a introduzida supra.
De um tempo em que ninguém, absolutamente ninguém, sentia a menor necessidade de se prestar a miseráveis genuflexões como esta.
Como se não fosse suficiente, leio que o ilhéu César (o tal que voa por cima das mesas) me responsabiliza pela merda de políticos que enxameia a paisagem.
Ele lá sabe do que fala.
Repito com todas as letras. Tudo o que nos vier a acontecer, será pouco. 

sábado, 27 de junho de 2015

Lá vamos, cantando e rindo.

Não é o que resta da minha farda, mas podia ser. 
E então? 
Têm alguma coisa contra?
Remirando as notas ontem lançadas no meu moleskine, fica-me a certeza de que os jogos florais da MP, eram bastamente mais interessantes do que aquilo que vai acontecendo, hoje, por aí.
O ponto 1, faz referência a mais um goês com cara de menino de coro acossado de prisão de ventre (e quando refiro goês, estou a ser simpático, pois nascido, lá mesmo, após 61 - não passando, portanto, de um mero indiano) que achou que também tinha direito a fazer uns disparates e nomear umas amigalhaças para a Direcção Geral das Artes. Se têm curriculum ou não, isso interessa pouco.
O 2º ponto reflecte a minha satisfação pelo bom andamento da ideia lançada há algum tempo por Al Baghdadi - reposição do Califado de Córdova - nos próximos cinco anos. Provavelmente ainda me verão, virado para Meca - qual "Cara al Sol" - tecendo loas ao Allah, enquanto "as instituições" continuam preocupadas com uma qualquer linguagem binária, cuspida por computadores, a propósito de coisas que não existem. Dinheiro, no caso. E Grécia, claro. À cautela, Tsipras et al, já transferiram a responsabilidade, via referendo - coisa que tem o condão de pôr os democratas a cagar de esguicho! - para o Zé Pagante. Mesmo que não tenha forma de pagar o autocarro. Que vão a pé. 
No ponto 3, limitei-me a anotar como segue. "Livra-te de esqueceres de continuar a ser xenófobo!".
Não esquecerei, podem estar certos.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A bela Palmira.

Para minha infinita desdita, devolvi o televisor à vida e caí sobre uma qualquer conferência de imprensa que juntava dois moços. Qualquer dos casos, provas vivas de que os acidentes genéticos podem muito mais do que a vontade humana. Predestinaram-nos ao ofício de primeiros-ministros.
Lembro-me vagamente de perorarem sobre dinheiro, juros, crescimento, Grécia e banalidades colaterais. 
A pútrida e costumeira língua de pau, incompreensível à esmagadora maioria dos mortais.
O meu pensamento, nesse momento, jazia muito longe da Galiza.
Na Síria, mais própriamente em Palmira.
O mais impressionante e belo repositório histórico da nossa memória colectiva. Que um bando de indigentes descerebrados e portadores de lençois nos cornos, se prepara para dinamitar a soldo, sabe deus (ou o allah) de quem. Ou de quê.
Com o beneplácito ignaro e bovino, de toda uma humanidade. 
Que tem pena, a fazer fé nas crónicas.
Trocamos a nossa memória por uns dinheiros. Óptimo.
Não merecemos, sequer, o ar que respiramos.
Tudo o que nos possa acontecer, será sempre pouco. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

Bocejo loooooooongo!

Bem mais apetecível, do que a merda expendida aqui.
Só porque é excretado por um qualquer jornalista do Financial Times, tem de ser levado mais a sério?
Perguntem aos empresários "tugas" que lá investiram. E, já agora, àqueles que se preparam para investir.
Força. 
Depois não se queixem de que não são pagos porque o petróleo veio para um preço abaixo dos tornozelos.
João da Câmara, para o que tu havias de estar guardado. Um enorme abraço.

sábado, 6 de junho de 2015

As putas e os congressos socialistas.

Se o convidarem a ir às "gaijas" boas, ele também vai. E, já agora, leve, de arrasto, o Neto e o gajo do Porto. Pode ser que consigam um "foursome". 
Vi há pouco que o cunhado da Helena Roseta, vulgo Capucho, foi tecer loas a Sá Carneiro ao ajuntamento socialista. Fica-lhe muito bem . 
Da mesma maneira que lhe fica lindamente, ir andando para a puta que o pariu.
Isto já nem portugal é.
É apenas portugal.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Pois.

Tenho andado higiénicamente afastado dos miasmas que se soltam da atmosfera política doméstica.
Espreitei a jornalada. Em má hora.
Colou-se-me uma notícia. 
Rio, um rapaz que foi secretário-geral do ppd - como não? - transformou-se, ou transformaram-no, em cripto-candidato a presidente desta triste república. E, segundo rezam as crónicas, está preparado para aceitar.
Falta-lhe fazer-se uma pergunta essencial.
Será que alguém me conhece a sul do Douro?
Exactamente. Não passamos de um lugar patético.