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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Desculpem, mas eu não leio estrangeiro.

Não haverá mais mundo para além do moço, parido em Vilar de Maçada?

Qual é o senhor que se segue?

Finalmente, uma narrativa com um módico de decência humana. Mesmo que tenha origem no portugalzinho que eles resolveram inventar.
E que, por um momento, decidi olhar.
Saravah, Orachá, Irmão das Águas. 

sábado, 22 de novembro de 2014

Olhem a minha cara de preocupado.

Regresso a Jack Nicholson.
Puta que o pariu. Há muito devia estar com os costados atirados para dentro da enchovia.
E comigo a mijar-lhe para cima!
Boa sorte a todos os votantes.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Solipsismos.

Miseráveis por miseráveis, prefiro os acima propostos.
Pelo menos ficamos a conhecer a verdadeira Paris. A dos esgotos.
Estes, inexistem.
Ou, se existem, é porque os votantes compulsivos resolveram dar ganho de causa, a tais deformações genéticas.
Um verdadeiro nojo.
Boa sorte.
E não se esqueçam de votar, uma vez chegada a hora.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Decisões avisadas.

Hoje resolvi enfiar a tola no scanner, estacionado aqui ao lado.
A reprodução do resultado fica plasmada acima, para superior apreciação de "vocelências".
Fui inundado por uma prazenteira onda de tranquilidade que, há muito, não experimentava.
Agora consigo perceber a razão da minha completa inadaptabilidade ao portugal inventado por eles.
E não se conhece cura. O que, por si só, amplia saborosamente aquele prazer. 
Um quase orgasmo, portanto.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Exercício extenuante.

Um leitor propõe-me um exercício sobre a PT.
Já o fiz e fiquei demasiado ofegante.
Pelo que não me fale em exercícios, durante a próxima década.
Se há alguém que se está olimpicamente nas tintas para a PT, é cá o Je!
Não tenho opinião sobre empresas privadas. 
Se estão bem ou mal geridas é assunto que só diz respeito aos accionistas.
Por mim, em matéria de comunicações, até podemos regressar à época dos sinais de fumo.
Não se perderia grande coisa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Hã?

Se ele o diz.
Investimentos, ketchup e pontapés na bola, cheira-me, assim, a mistela meio escatológica.
Mas o gajo está a falar de quê?
E eu? Estou a perder tempo, porquê?
Não há ninguém que o remeta, em público, para a puta que o pariu?
Se não há, aqui fica o meu contributo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O que é que eu fiz para merecer esta provação?

Já hoje escrevinhei sobre o mesmo tema, para outra plataforma.
Mas só na póxima semana estará disponível.
Com a agravante de ter de estar atento ao palavreado.
Mas aqui, "p'amor" da santa. O espaço é meu e a agonia também.
Então não é que o filho da puta do assassino, voltou a fazer das dele?
Onde estão, agora, os cordões humanos, profunda, lacrimosa e solidáriamente democráticos? 
As pungentes velinhas, as tristonhas vigílias, os grunhidos produzidos por moles indistintamente humanas, acompanhadas à guitarra pelo interminável e entediante Represas?
Por onde anda o choramingão do Sampaio?
Quis o destino que eu, por essa época, andasse por latitudes outras. Ainda bem.
Eles vertiam água e cloreto de sódio, por Timor Lorosae. Que não Timor Leste.
O povo não interessava. Como continua a não interessar.
E deste lado, o que vejo eu? Gente em genuflexão, incapaz de ter uma reacção musculada. Um Rui Machete que, ao que parece, balbuciou uns disparates, em nome do portugal deles, já ao final do dia.
Foda-se, por onde anda Portugal?
Alguém me consegue responder? 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Ainda vou ver.

Parece que o Vladimir, ex-Ka-guê-bê, mandou fazer uns testes de stress.
Uma rapaziada aviadora, norueguesa, inglesa e nativa,  saiu, sucessivamente, no encalço de dois "arioplanos" russos que, tranquilamente, cruzavam céus internacionais.
Repeliram-nos, consta.
Presumo pois, que a sucessão de regresso, foi a inversa.
Nada de extraordinário.
A União Soviética está aí, de novo, ao virar da esquina.
Só mais um pouco de paciência. 
Por cá, como é de uso, não se passa nada.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Aristóteles e a coisa.

"Toda a coisa necessária é, por natureza, aborrecida".
Disse, um dia, Aristóteles.
Pelo que, meus amigos brasileiros, não se incomodem demasiado. 
É mister que Dilma se mantenha para que Lula regresse, dentro de quatro anos.
Mera lógica aristotélica.
Nem sequer merece um esforço de reflexão política.
Não se vão ver livres da tralha pêtista, tão cedo. 
A menos que...deixo o remanescente à vossa imaginação. 
Nem sequer tenho passaporte brasileiro.
Cá pela parvónia - e escusam de sorrir - a coisa também não promete.
O mais importante cargo institucional nativo, o DDT, está em sede vacante, desde o verão passado.
Já repararam quem se perfila, embora seja dono de um irritante problema de altura?
Exactamente. 
Esse mesmo. 
O Ulrich, o banqueiro com a melhor qualidade de stress. 
Afiançado pelo Draghi e pelo Constâncio. E sem se rirem.
O gajo não se consegue calar. 
Nem ele nem a Maria Luís que jurou pelos santinhos todos, que não senhor, não haverá intervenção no BCP.
Então qual a razão, para tamanha necessidade de justificação?
Como vêm, caros amigos brasileiros, toda a coisa necessária é, por natureza, aborrecida.
Vou dormir a sesta.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ó da guarda!

Sou um verdadeiro viciado em peixe-espada grelhado.
Deliciava-me, há momentos, com uma esbelta posta, quando me surge - saído do nada - o Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Parece que fazia uma espécie de discurso/balanço sobre o último emprego que abocanhou. E do qual, horror dos horrores, está de saída. 
Escusado será dizer que carreguei no botão do silêncio. 
De longe, a maior invenção constante de qualquer comando televisivo. 
Mas, a avaliar pela exuberância gestual, temo o pior.
O gajo vai voltar. Como se não bastasse já, a boiada que por aí pasta.
Vou já ali à igreja pedir ao ente que tenha dó deste pobre povo e que lhe - a ele -  ilumine o caminho para um novo emprego.
Em qualquer lugar. Nas nações unidas, na goldman sachs, na Gazprom, de preferência com um gabinete ao lado do Schroeder ou no sindicato francês das putas com mais de cinquenta anos. 
A tanto monta. Até o podem nomear cardeal.
Mas, por favor, afastem-no daqui.
A Bem da Nação.
Ainda por cima, gordo como está, apenas viria contribuir negativamente para a já desiquilibrada balança de transacções correntes.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Longo bocejo.

A PT, cotada pouco acima de merda. Mesmo assim, ainda acho muito. 
E, como é de uso, ninguém é responsabilizado.
O mais velho reverte, ao que parece com carácter definitivo, para a produção vinícola. 
O júnior, o indiano, vai continuar a atafulhar a vitrine lá de casa com prémios de gestão. Desta feita, por outras latitudes. O Carlos Slim que se cuide se, de facto, o quer contratar. Ainda acaba a trabalhar para o cartel de Sinaloa!
O Salgado é que os topava...e ao BP, quem nem o Certificado de Idoneidade lhe retirou.
O economista nulo que gere a educação, conseguiu encontar um gajo qualquer para substituir um outro qualquer gajo que se baldou, por indecente e má figura. Parece que tem dificuldades em se exprimir por escrito e recorre a palavreado alheio.
Nunca tinha ouvido falar nem de um nem de outro. Parabéns aos dois. E, de caminho, à educação que há por aí.
Os professores, o Nogueira, os pais, os avós, o gato e o papagaio, continuam a manifestar-se. Mas, até à data, não os vi passar disso.
Nem passarão. 
O metro volta a parar. A fazer fé na sindicalista que lhes dá as ordens, não são os trabalhadores que prejudicam os utentes. Fiquei com a sensação de que sou eu.
As comentadeiras regimentais, o Marcelo, o pequeno Mendes (geralmente bem informados), e mais uns quantos, acham que sim mas pensam que não. O Rio, diz-se vítima de sociedades mais ou menos secretas. O Alberto João, vai deixando escola! 
O IMI e a fiscalidade verde, vão resolver tudo. Ainda bem.
Entretanto o portugal que os votantes tanto acarinham, estiola.
É a única boa notícia.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Assieds toi, maman!

Senta-se a mãe e, sento-me eu.
Só espero que passe e depressa. Mais um economista - apenas mais um - que perorou, presume-se que, abundantemente, sobre mercados.
Sobre quê?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Filho da puta.

Foi este, o miserável por quem, muita gente, nos finais dos 90's, chorava baba e ranho. E por quem faziam cordões humanos...
Se a família de Maggiolo de Gouveia continua à procura de razões, tem aqui a resposta.
Ramalho tinha, de facto, razão. Isto não é um país. É uma expiação.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pensamentos profundos.

E eu a julgar que já nem sequer havia país.
Quanto mais contribuintes.
Não haverá por aí ninguém que remeta esta gente toda para o caralho?
Se não há, mando eu. Que não preciso deles, rigorosamente para nada.
Disse.

Até o vosso portugal acabou.

Finalmente, lobriga-se uma atitude inteligente, algures, neste triste planeta.
A Oi, não "qué ferô". Nem o gajo que as quer vender. E tão glosado que ele era...
Quanto à PT, despachem-na, à velocidade da luz. 
E ofereçam a TAP, como brinde.
A franceses, ao Estado Islâmico ou aos pigmeus do Gabão.
Já tanto faz. 
Colateralizem a OPV, com o Cavaco, o Barroso, o conteúdo da AR e o Costa goês. 
Aquele que, acho, é presidente de uma câmara qualquer.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O pathos da menina.

Por qualquer razão obscura, sempre fui um fascinado por trovoadas.
Por norma, gosto de tudo aquilo que tem o condão de nos reduzir à nossa pequenez existencial.
Em garoto, acreditava que fosse alguém, algures, portador de uma tosse incurável.
Desde que aprendi a usar 0,1% da mioleira - felizmente não integro o lote dos que se convenceram que usam 10% - , determinei que é Abraão que, irritado, desfere, a espaços, murros sobre uma mesa cujo tampo é em vidro e que, a cada arremetida, faz estragos. 
Vidraceiros, ponham-se na fila. 
O vosso futuro, está garantido, se se voluntariarem. 
Hoje esportulei uma unidade de conta, num pasquim local, dito de referência, seja lá o que fôr que isso signifique.
E irritou-me. Até partir!
Uma qualquer escrevinhadora, votante e democrata, por certo - e a quem pagam - acordou, decidida a insultar-me a inteligência. Mistura, alarvemente, ao longo de três páginas, devidamente acolitada, como está bom de ver, skinheads com extrema direita.
Para quem quer desvalorizar, não está mal.
O que lhe fica manifestamente mal, é fazer gala em confundir delinquência avulsa com posturas políticas. As pessoas que se situam naquele extremo não têm por hábito exprimir-se através dos punhos. Só para que conste. Porque, se formos por esse caminho, muito havia para lhe contar. Especialmente do lado esquerdo desse espectro...
Se já tinha nascido, lembre-se dos finais dos 70 e da primeira metade dos 80's.
Com a agravante desses serem cobardes. Depositavam o saco do TNT e fugiam. E eu, pessoalmente, sei bem do que estou a escrever.
Estes, apesar dos pesares, mostram as fronhas. 
Os outros, recuaram, corajosamente, para Moçambique. 
Por mera curiosidade "googlei", extrema direita. A grande preocupação do "acrescentador" de conceitos àquela "enciclopédia" merdosa, foi relacionar aquela postura política com xenofobia. Como? Basta olhar para a actual europa e para os sacrossantos eleitos, para percebermos o verdadeiro conceito de xenofobia. Ou será mister, fazer-se um desenho?
Vai continuar a votar, não é?
Então vote no extremo centro. É o lugar certo para si.
O lugar das águas paradas, de que os portugueses tanto gostam.
Por isso, vegetamos onde vegetamos.
Por isso temos tanto receio das trovoadas.     

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Continuum eructivo.

Recuso-me a fazer qualquer remissão para a imprensa falada ou escrita.
Estou de tal forma imunizado que já nem o nojo, ele próprio, é capaz de me fazer mover um dedo. Já lá vai o tempo!
Não retiro uma só vírgula, ao que para aqui, então, verti.
Já nem país é. 
Apenas uma central de compostagem.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O não vómito.

Há décadas que a minha capacidade de tolerância ao naturalmente repulsivo, está exaurida.
Pelo que, este tipo de notícias, apenas me remetem para escrevinhanços que pendem já para o arqueológico.
Tem a juíza toda a razão.
Apenas peca por defeito. Deveria ter-lhe soltado, em pleno julgamento, homens como este.
Todos teríamos a ganhar com isso.
Se calhar até ele. 
Tirá-lo-ia da miséria moral em que vegeta.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Concurso de misses.


1ª foto: Abu Bakr al-Baghdadi, acreditando nas biografias que por aí pululam, iraquiano, doutorado em filosofia e estudos islâmicos, 43 anos. Putativo califa do Iraque e do Levante.
2ª foto: Ayman al-Zawahiri, egipcío, médico, 63 anos. Acabou de ameaçar a Índia e a Birmânia de que os restos mortais da al-Qaeda, iniciaram o processo de lançamento de um outro califado. Não se percebe junto de quem, mas fizeram-no. 
Ou seja, outro putativo califa com a diferença de ter sido o efectivo enrabado em toda esta sórdida história que, há meses, vem sendo sibariticamente urdida, entre sunitas, chiitas, socialistas, sociais-democratas e outras espécies menos conhecidas. CFR e Chatham House, incluídas.
3ª foto: António al-Costa, licenciado em direito, politiqueiro profissional e comentadeira avençada nas horas vagas. Parece que também é presidente de uma câmara. Mas já ninguém se lembra. 53 anos. Candidato à secretaria-geral do partido socialista? Engano vosso. Putativo califa do renascido al-Andalus. 

O que terão em comum, estas três atormentadas almas?
Nada.
Apenas representam a merda de mundo em que vivemos.
Aquele que nós criàmos.
Já nem o Allah aguenta.
Ainda há pouco ouvi a gargalhada de Abraão.