Mostrar mensagens com a etiqueta inclassificável. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta inclassificável. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 16 de abril de 2015

2+2=5

...mas, o que é facto é que o foi!
Daí, ser o único livro ao qual tenho verdadeiro receio em regressar. Embora não goste de regressos.
Mas este, efectivamente, assusta-me.
Se bem me lembro, ainda não tinha 18 anos quando li este livro. Acreditei, na minha, que o bicho homem, não seria talmente animalesco. Como me enganei.
E ele, Orwell, também. Malgré lui
A sua (dele) imaginação, ficou muito aquém.
Imagine-se que ele tinha conhecido DeGroote, Madoff, Rodrigo Rato, Draghi e tutti quanti...como eu tive a desdita de conhecer!
Apetece-me reescrever "1984". 
De tràs para a frente.
Em que ano nos iremos encontrar?  

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A "toltula" do chinês.

Vejamos então.
Gosto de reemergir quando começam a acontecer "coisas".
Sou uma vítima do meu eterno olhar guloso. Que posso eu fazer?
E que "coisas" tão interessantes são essas que tiveram o condão de me resgatar à hibernação que me havia imposto?
Como mandam os manuais apropriados, começa-se por remexer nas miudezas. No caso vertente, pode e deve, ser lido - o substantivo supra - de todas as formas que vos passem pela cabeça.
Mesmo tratando-se, tão só, de um minúsculo recanto da montra onde jaz toda uma quinquilharia avulsa, de calibre equivalente. E que a partir de agora vai, a conta-gotas, ver a luz do dia.
Já não era sem tempo, meu.
"Portantos", o moço em causa, já foi chutado para canto.
Não fosse ele entar em delírios e querer dar um passo maior do que a curta perna lhe permite!
Imagino o Barroso do MRPP a esfregar as mãos e a descer a Rue da la Loi para entrar na primeira tasca e se lambuzar de moules aux frites.
Fica pois a faltar o que falta. O resto da montra e...  
...o armazém - e esse sim, vale a pena!
Acreditem que vale a pena.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Que não haja dúvidas.

Enquanto a "classe política" reinante vai consumindo o seu tempo com jogos florais, começam, finalmente, a surgir as notícias - preto no branco! - que ninguém gosta de ver publicadas. As verdadeiras notícias. Que já não há forma de continuar a omitir.

Aquelas que são o verdadeiro prenúncio do que está para vir.

Ainda não chegaram ao ponto de ter coragem suficiente para lhe dar, em letra de forma, o nome assustador que realmente tem. A FOME.
Mas lá chegaremos. Infelizmente, lá chegaremos! E muito rápidamente.

Estão já aí ao virar da esquina, os dias em que muitos pais vão chegar a casa e, se calhar sem surpresa, constatarão que nada há no frigorífico capaz de saciar a fome dos filhos.
Como também nada haverá, capaz de atenuar a fome de vingança que esse mesmo pai sentirá naquele momento.

Voltará a descer as escadas, entrará no primeiro supermercado que se lhe atravessar no caminho, olhará à sua volta, cerrará os dentes e dirá para si próprio: poderão tirar-me tudo mas há algo que, enquanto tiver duas mãos ou não me derem um tiro, não vai acontecer! Os meus filhos não passarão fome.
E fará o que lhe compete: roubará.

E salte o primeiro capaz de lhe levantar um dedo acusador. Eu não serei, com toda a certeza.
Pela simples razão de que faria o mesmo. Sem hesitar.
A partir desse momento, tudo é possível.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Reflexões cardinalícias.

Vê, como é particularmente saudável manter a carcaça bem longe de adiantados mentais como o Braga de Macedo!
Até já é capaz de pensar...
Básicamente, almejamos o mesmo. Temos é caminhos abundantemente diversos para lá chegar.
O trilho que percorro, produz um ruído mais a puxar para o metálico!
Já não vai ser através da linguagem esotérica dos economistas que levaremos a "carta a Garcia".
Nem cá, nem em lugar nenhum. Pode acreditar!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Zangas de comadres.


As conversas entre economistas, sempre tiveram o condão de me fazer lembrar as acaloradas discussões entre duas vizinhas de Alfama... sem o delicioso colorido do linguajar!...
Mera questão de saber quem grita mais. Normalmente, no fim, ganha a Alemanha.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Seria apenas cómico se não fosse trágico!...


Aparentemente, estar-se ministro da defesa na tugalândia, dá tempo para tudo. Desde tentar compôr os cacos de um negócio ruinoso com alemães - e é escusado zurzi-los, porque se limitaram a negociar como mandam as regras, metendo no bolso, uma molhada de gnomos analfabetos e cúpidos! - até aventar-nos com vinte teses, nada menos, sobre umas quantas "curiosidades históricas", relacionadas com a sociologia de uma certa esquerda. Uma espécie de exercício escatológico.

Remata este último cometimento, convocando um dos bonzos regimentais, o inqualificável Sampaio das alianças civilizacionais, para apresentar a coisa.

Trata-se básicamente de um momento, dois em um - rentabilizando a utilização da vassoura!
Ao mesmo tempo que tenta varrer a cacaria negocial, encaminha diligentemente para debaixo do tapete, os despojos que a esquerda europeia foi deixando pelo caminho no seu já longo e entediante percurso.
Porque ele sabe que - por muitas voltas que dê! - vai chocar com uma parede intransponível. A realidade, ela própria.

O monte de escombros em que a Europa se transformou, mercê da aplicação de todas aquelas brilhantes "técnicas", da tal esquerda que ele tanto acarinha. Com particular destaque para a completa falência daquele que é o grande objectivo de todas elas. O estado providência.
A maior incubadora de parasitas e de preguiçosos que a mente humana produziu. E cujos resultados estão à vista de todos, sem necessidade de recurso a bonecos!

Proporá ele também, uma 21ª tese - à laia de auto-crítica - que indique uma qualquer saída do beco para onde nos conduziram as anteriores 20?
Ou deixará esse encargo a Sampaio?
Evitando ir tão longe no tempo, como seja convocar a velha idéia dos califatos islâmicos, fico-me por Bismarck. Ainda o veremos sair da tumba e correr com esta gente toda à vassourada...

domingo, 16 de maio de 2010

Comichões!...

Porque raio de cargas de água me haveria de lembrar, logo hoje, do tristemente célebre corralito argentino?
Será premonição?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Jogar à macaca.

A minha única surpresa é a constatação de algumas reacções surpreendidas!
Será assim tão difícil de perceber, o mundo em que, todos, estamos mergulhados?

Adenda: Li, algures por aí, que a província portuguesa da união europeia "cresceu" 1%, no primeiro trimestre de 2010.
É apenas a genética a falar. Aquilo que qualquer país sensato, considera uma mera disfunção eréctil, é, por estas bandas, tido como uma tusa incomensurável.
Divirtam-se, pois o recreio está a terminar!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Get ready, folks!

Seis meses depois. Não está mal de todo!...
Entretenham-se então, a olhar um pouco mais longe. Nada do que é realmente importante, passa por este canto manhoso.
Vindo de um estudo encomendado pela Chatham House, a coisa é para ser levada muito a sério.  
E, venha ela.
Será, seguramente acelarada, entre 3 e 6 de Junho próximo, ali, pela Costa Brava...
O documento é longo mas vale bem o tempo de leitura. Fica aqui só um cheirinho.

 Expanding SDR supply



There are two routes to expanding the supply of SDRs and
both should be pursued. The first is new allocations by the
IMF to its member countries. Currently each new allocation
of SDRs requires the agreement of 85% of the votes of
IMF members. Both the United States and the combined
Eurozone countries have sufficient votes for a blocking
minority. Thus their agreement to new allocations would
be critical. It is also justified in a practical sense because
their two currencies together constitute 78% of the current
SDR basket.
However, such a structure lacks both global legitimacy
and political independence. Therefore it should be
augmented by a new committee, perhaps called the
International Monetary Policy Committee (IMPC), which
would produce a regular recommendation to the IMF
board for an allocation of new SDRs to member governments’
accounts based on its independent analysis of the
state of global economic growth, inflation prospects and
financial stability indicators.


The IMPC should be chaired by the Managing
Director of the IMF and composed of the heads of the
four central banks whose currencies make up the SDR,
along with four other term-limited individuals chosen on
the basis of their economic expertise and, if possible,
hailing from other G20 countries whose weight in the
world economy is large or growing.5 China and Brazil are
obvious examples. Their membership on the IMPC could
be a precursor to the eventual inclusion of their currencies
in the SDR basket, at which point they would become
permanent members.


The SDR basket would be reviewed every five years in
advance of SDR rebalancing, with the economic criteria
for inclusion remaining as they are today and the political
decision left to the IMF board. Inclusion in the SDR
basket requires that the currency be freely floating and
have a substantial presence in cross-border trade or
financial transactions. It is therefore possible that the
Brazilian real could qualify in 2015 and the Chinese
renminbi in 2020.


The IMPC would meet every six months in advance of
the regular IMF board meetings. It would take decisions
by majority vote and publish both its votes and its recommendation
to the IMF board for a specific SDR allocation
(which could be zero) based on its analysis. The IMF
board could then approve or reject, but not alter, the
IMPC’s recommendation. In this way, the ultimate
authority for SDR allocations would remain with the IMF
board, while the pressures of transparency and expert
advice from the IMPC would provide a counterweight to
the threat of veto by the United States or the Eurozone
countries.
The remit of the IMPC would be to achieve a growth
in international reserves over time which is consistent
with the sustainable non-inflationary growth rate of the
world economy (generally thought to be 3–4% per
annum). Until SDRs make up a much larger share of
international reserves, these small but regular allocations
would have little effect on global liquidity.
Initially, it is likely that they would be viewed as additional
precautionary reserves, thereby reducing the
demand for ever larger dollar holdings. As a private
market in SDR use built up (as set out below), the global
liquidity implications of SDR allocations would need to
be considered by the IMPC in making its recommendation

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sem grande esperança!

Em princípio deveria ser uma excelente notícia!
Mas o mero facto de Paes do Amaral estar metido no "assunto", deixa-me logo com a pulga atràs da orelha...
Desconfio sempre de pessoas que investem indiferentemente em editoras ou em embalamento de presuntos...
E depois, com toda a certeza, já não estarão as velhas rezingonas que tratavam toda a gente abaixo de cão!
Um dos "encantos" daquela livraria!
Não deixarei de espreitar. Mas estou cá desconfiado que entro e...saio!
Ainda por cima com a Teresa Horta à mistura. Tenham dó...

domingo, 4 de abril de 2010

Totsiens Zuid Afrika

Só faltava que alguém encostasse o fósforo ao rastilho! Está feito e da pior forma possível.
É o princípio do fim da África do Sul.
Agora, já nem Mandela lhes vai valer!
Agora vai doer. E muito.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

À atenção dos Antónios Mexias da vida!...

Embora seja para ajudar um jornal com muita piada...acho esta proposta de adesão, muitíssimo adequada a um grupo de políticos e ex-políticos que por aí se arrastam...
Toca a assinar, meninos!

segunda-feira, 15 de março de 2010

O MIT e o sexto sentido...

Se este futuro está ao virar da esquina...a coisa está preta!

terça-feira, 9 de março de 2010

Antevisão do horror.

Estamos na putativa Marine Parade em Maputo, algures num futuro próximo.
Não sei a quem pertencem, actualmente, os terrenos ribeirinhos da FACIM. Basta-me imaginar!...
Um qualquer arquitecto - presumívelmente sul-africano - cai da cama, bate com a cabeça na cómoda que lhe alberga as camisas e é vilmente assaltado por uma visão pós-moderna da baía.
O papel aguenta tudo.
Uma zona aterrada por sobre o que, em tempos recuados, foi uma praia...talvez nem por isso!
"Business as usual"!
Tamos juntos!....

segunda-feira, 1 de março de 2010

Já nem o Hubble consegue ajudar!

Mas os indígenas já desconfiam da borrasca que os vai apanhar em cheio se não fugirem rapidamente deste sítio pobre, manhoso, hipócrita, corrupto e, obviamente, cada vez mais mal frequentado.
Pois é, caro Ribeiro Ferreira, é verdade!
Mas fugir para onde?
Qual é o lugar do mundo que, hoje, não é pobre, manhoso, hipócrita, corrupto e mal frequentado?
Diga-me um só. E garanto-lhe que, no mesmo dia, estou a caminho.
E o bilhete será apenas de ida.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

"Acredito em qualquer coisa desde que seja inacreditável".*

Atribui-se a Groucho Marx uma brilhante observação sobre a natureza humana. " A mentira constante e consistente é o único caminho para a sobrevivência".

Será necessário recuar mais de 365 dias para constatarmos da justeza de tal afirmação?
Todos os que ora gerem este quintal, visam apenas um objectivo. Lutar pela sua própria sobrevivência. E, para isso, não hesitam em arrastar com eles, todo um país.
Mentem quando falam e mentem quando estão calados.

E o que é mais surpreendente é que isto lhes convém. Alimentar a constante degradação deste estado de coisas. Evitar a qualquer custo que nos concentremos no que é realmente importante. No que vem aí.
Lá bem no fundo é apenas uma questão de resiliência. E estes têm-na, não restem dúvidas sobre isso.
Foi aprovado um orçamento que, apenas suscita dó.
Andam às voltas com um PEC, de quem ninguém tem ouvido falar. Mas que vai ter de ser apresentado e brevemente. E que vai obrigar o desembarque de um gajo com cara feia, para repor esta falperra em cima dos "carris".
Eles sabem, como mais ninguém, que "armaram" um nó que não vão conseguir desatar. E quando digo todos, são mesmo todos, de há trinta anos a esta parte.

Com muita pena minha não somos a Irlanda, onde as pessoas, apesar de tudo, ainda levam estas coisas a sério. Aperte-se quem e o que tiver de ser apertado mas o assunto tem de ficar resolvido. 
E só é resolvido quando há tomates para mexer e muito, na despesa. Cortaram os salários da função pública entre 5 e 15%, em função dos escalões em que estão inseridos. "Penduraram" os processos de reforma que estavam em curso. Isto para não terem de cortar cerce nas pensões. Embora também tenham levado uns "ajustamentos".
Claro que houve murmúrios que perpassaram por toda a sociedade local. Mas é gente esclarecida e que compreende o óbvio. Fomos todos, durante anos, para o sol, de férias e não pagàmos! Chegou a hora de arrumar contas.

Por cá o que é que se vê? Os sindicatos da função pública a promoverem uma gritaria geral, no início de Março, porque se acham credores de um aumento.
Um governo que insiste em investir na vacuidade, no desnecessário. Apenas para não perturbar a boa disposição daqueles que os sustentam. Banqueiros e  empreiteiros. O que me parece manifestamente curto, em termos de interesse geral.
Não aumenta salários mas aumenta a massa salarial, porque não foi concomitantemente imposta a suspensão de promoções.
É o caminho mais directo para o descalabro final.

Um dia destes emitem papel para titular dívida e vão acabar com ele nos cofres.
E depois? Vão ficar à espera de um milagre, como (acho que) ouvi ontem de Silva Lopes?

* Oscar Wilde.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A cêpa torta.

Romper, diz ele!
Com quê, pergunto eu?
Pela minha parte, confesso, não percebi. Mas o que é grave, é que não tenho a certeza de que, ele próprio, tenha percebido. Revela, isso sim, uma desconcertante ignorância em relação à natureza do "rebanho" que se propõe pastorear. Característica que é, aliás, transversal a todos os que por lá passaram nos últimos quinze anos. Cavaco não obteve duas maiorias absolutas, por ser bonito ou falar bem português.
É nestes momentos, que convém revisitar alguns dos "figurões" constantes da foto. De Junqueiro a Eça, de Ramalho a Oliveira Martins. Está lá tudo!
Ao não o fazer e a avaliar pelo arrazoado vomitivo de trivialidades políticas que vai debitando ao longo da entrevista, ainda não é desta que vão acertar. Não é a desperdiçar tempo nos cometimentos (ou não cometimentos) dos outros, que se "rompe" seja o que for!
Das outras duas nulidades, nem vale a pena falar!
Aprendi, ao longo de um percurso - já com alguns anos! -  a "ficar de olho" nos que estão calados. Foi sempre deles que vieram as grandes surpresas...na política como na vida!
Não é pois com nenhum deles, nem desta feita, nem por este caminho que o país será resgatado do atoleiro para onde, em tão boa hora, o atiraram.
Não há milagres. Portugal não tem "reparação" possível pela via partidária.
Nunca teve, ao longo da sua História. Em momento nenhum.
É muitíssimo avisado, ter bem presente esse pequeno detalhe!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Quem se mete com eles, leva!

Pois é, jovem!
Algum dia, na vida, ficamos sempre "between a wall and a hard rock"!
Que é como quem diz, entre aquilo que gostaríamos de fazer e aquilo que nos deixam fazer.
São momentos como este que nos obrigam a expôr a fibra de que somos feitos.
Agora e só a partir de agora, foi despertada a minha curiosidade.
É aqui e agora que vamos aferir da valia de Rahm Emanuel. O tal, que tem mau feitio...
E que, provavelmente acabará os seus dias numa qualquer farmacêutica ou seguradora!
Pode enganar-se toda a gente durante algum tempo.
É impossível, enganar-se toda a gente o tempo todo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"Pequena" diferença!

Tudo isto é muito bonito!
Mas a história também nos ensina que os alemães, uma vez chegada a hora de arregaçar as mangas e deitar as mãos ao trabalho, não hesitam e "fuçam" 48h por dia por 1/3 do salário. Tão simples quanto isso!
Enquanto que por cá, onde, técnicamente, a falência já está instalada, continuamos...à procura de emprego!
E à espera de alguém que nos venha resolver os problemas.
Infelizmente, homens como Konrad Adenauer, não podem ser adquiridos numa qualquer promoção de supermercado!
Tipo, leve 2 pelo preço de 1!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ita missa est.

Sugiro que o ministro da tutela - quem é? - lhes ofereça um estúdio com uma câmara mas sem microfones.
Aqueles que ainda vão tendo paciência para lhes tolerar a arenga, terão assim a possibilidade de irem legendando a seu gosto, em função dos "esgares" que forem surgindo na pantalha.
Pode ser que, neste formato, a generalidade das pessoas aprenda a pensar pela sua própria cabeça.
E a propósito de pensar pela própria cabeça. Tenho a sensação de que iremos ouvir falar destes dois abencerragens num futuro próximo.
Ter-se-ão decidido a subir uns degraus e a "elevar" o nível do debate político?
Quem sabe!...