domingo, 25 de março de 2012

À conversa no botequim.

Foi ontem. A 1ª.
Constato, sem a menor surpresa, que o português militantemente reclamante, continua militantemente...cobarde! Convoca-se o dito cujo para fora da sua "zona de conforto" e, vai lá tu que eu fico aqui! O juntar uma cara ao que diz, horroriza-o. O "confronto", intimida-o.
Mas não interessa. Como em tudo na vida, só fez falta quem esteve.
E esteve gente que sabe coisas. E ouviu coisas. E entre-surpreendeu-se com algumas dessas coisas.
E novas coisas ficaram anotadas para um futuro próximo. Figuras e figurinhas foram faladas. Numerosas, as últimas. Esparsas, as primeiras! Por entre as figurinhas, uma, brilhou a grande altura. Porque de coluna vertebral gelatinosa. Porque de trato untuoso. Porque rasteiro, no dizer e no fazer! Porque me remete para Eça/Ramalho, n'As Farpas:
" O sapateiro é secretário no centro reformista da sua rua, e alia o labor do botim ao da eloquência política, o que dá algumas vezes em resultado, empregar a metáfora no calçado e a sola e vira no discurso"
E compensa.


sábado, 24 de março de 2012

Sábado à beira rio.

Eu bem tento regressar. Mas, confesso, desconsigo por completo.
"Abre-se" a jornalada e somos agredidos à bastonada por coisas como esta.
É-me difícil, sem resvalar para o vulgar, situar o português, por forma a definir com exactidão, o nojo que me invade ao assistir a este interminável desfile de miserabilismo e espantosa capacidade de genuflexão, especialmente agravados nos últimos 20 anos. 
Transitamos para a página 2 e constatamos - já sem qualquer surpresa - que esta maravilhosa espécie de país (que há muito deixou de ser o meu), se prepara para viver um novo momento Kim-Il-Sung.
É o que dá, quando a coisa pública está entregue a "aparelhistas" que foram sendo formatados dentro dos partidos e aos quais foi negada uma vida própria. Tornando-se assim mais fácil manipular aquelas estranhas espécies de cérebros. E o que é mais grave, é que esta situação se arrasta, ininterruptamente, desde 1995. Desde o maldito dia em que desencantaram aquela emoliência que acode ao nome de Guterres.
O que é que me resta?
Isto. Pelo menos, fez-me soltar um sorriso! África, ela própria, nunca me desilude.

domingo, 14 de agosto de 2011

A bocejante previsibilidade humana.

Esta postada é dedicada, por inteiro, a todos aqueles que acharam que eu tinha enlouquecido, aquando deste escrevinhanço.
Ainda bem que enlouqueci. Permitiu-me pairar acima das ridículas politiquices intestinas de cada país. Permitiu-me assestar um sorriso condescendente, de cada vez que um qualquer "político" ou "comentador" de turno - em qualquer latitude planetária - se espremia até à vermelhidão, na vã tentativa de explicar o inexplicável!
Limitei-me a manter o olhar focado no que, realmente, interessava.
Passemos pois, à fase seguinte.
Vai ser muito rápido! 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Votem, votem que o vosso votar tem graça!

Cada vez tenho menos vontade de vir aqui mas hoje, não resisto! Escrevi, por aí, duas coisas que causaram bastos engulhos, em alguns leitores esparsos. 1) Votar, hoje, é sancionar a "merda que medra" por aí. 2) Não me lembro de olhar uma paisagem política tão repugnante, como a dos dias que correm.
Sobram dúvidas a alguém? Então espreite aqui e adivinhe quem se quer atingir!...embora, à época dos "eventos", já lá não estivesse! Provavelmente adivinhava (ou saberia?), o que se iria passar.
Nada que, a mim, me incomode particularmente! Limito-me a registar, para memória futura!
Venha o "caso" seguinte.
Agora, de sinal contrário. E há tantos! Tantos que se sente a nervoseira no ar... 
Registo igualmente que este senhor, está muito generoso.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A cópia é o país.

Grassa por aí inusitada excitação, à conta de uma qualquer risível fraude, levada a cabo por meras cópias de gente, que tenta denodadamente obter - e vai conseguir! -  a respectiva licença de uso e porte de beca.
Como se tivesse sido a primeira vez que tal acontece!
Constituiria um drama e agir-se-ia em conformidade, desse-se o caso de estarmos estacionados em qualquer lugar dotado de um mínimo de civilidade. A próxima paragem seria, seguramente, a caixa de um vulgar supermercado! E isto, para o caso de quererem pôr o mata-bicho em cima da mesa.
Por cá e já sem qualquer pena o digo, não vai além de um faits-divers. Apenas mais um. 
Recheios de becas, semi-analfabetos e sem a menor experiência de vida, é o que mais por aí há. Vão juntar-se-lhes mais estes. Nada de grave, portanto. O futuro da justiça, há muito, está garantido.
Limitam-se a tirar partido da circunstância de viverem, não num país mas numa cópia ranhosa de um país. O que faz com que aquela rapaziada, esteja perfeitamente em linha com a geografia que lhes alberga os crâneos. Isto, partindo do princípio, que carregam algum...
Digo-o acima e repito: a cópia é o país. Pode ser que reapareça o original. Um dia destes.

domingo, 22 de maio de 2011

O berro do abutre.

Ao que leio, foi hoje dado o tiro de partida para o esquartejamento final, do já desfigurado e fétido cadáver. De adiado que tem sido!
É aterradora, a "qualidade" dos abutres que se amesendam para o festim. Todos eles, todos, sem uma única excepção, estão já muito para além de qualquer tipo de classificação conhecida, ou por conhecer! Estou em crer que já nem a zoologia, se sente capaz de os "emprateleirar"!
No que levo de vida "activa", não me lembro de ver uma paisagem política tão repugnante.
Nem mesmo quando havia merdas, do jaez de um conselho da revolução. Ou se incensavam bípedes, a quem o acaso, veio a apor nomes próprios e apelidos, dados, neste espaço, por irreproduzíveis. Nesse cinzento quadro ainda havia, num ponto ou noutro, uma qualquer centelha de vida, um lampejo de inteligência que proporcionava uma "esperançazita", por diminuta que ela fosse!
Estou espantado com o que acabei de escrever, acreditem! Mas não retirarei, nem uma vírgula! Mesmo correndo o risco de ser confundido com um democrata. E revolucionário, por cima...
Porque hoje é bem pior. Hoje, é riscar a preto sobre uma superfície negra. 
Posso, por isso, imaginar a agonia, a repelência que deverá estar a dilacerar as entranhas, de todos os que insistem em votar!
Ou, se calhar, nem por isso e sou eu que estou enganado!
Votar seja em quem for e nas actuais circunstâncias, será apenas sancionar a continuidade destes inclassificáveis seres.
Se é isso que querem, sirvam-se!
Mas apressem-se, caso contrário, quando se chegarem ao cadáver...já nada resta. Nem os ossos. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dedicado à classe política.

Sabem todos os deuses o quão eu gostaria de alimentar, numa base regular, esta modesta tribuna! Sabem igualmente, os mesmos deuses, o nojo que me invade, ao olhar a imprensa ou uma qualquer emissão televisiva. Agradeço, apenas a mim próprio, a capacidade que ainda carrego de ser capaz de passar dias e dias, sem que procure uma única "novidade"! Só assim vou sendo dono de uma vaga probabilidade de sobrevivência. Mas, nem sempre, nem nunca! Segundo rezam as crónicas, Cavaco deu o sinal de partida para umas quaisquer eleições. Ainda não tinha ouvido rigorosamente nada no que lhes concerne. Fi-lo hoje. E em aziaga hora! Porque e para minha surpresa - ingenuidade minha, pela certa! - continuamos a ter que tolerar as mesmas trombas de sempre. Entre Portas e o Zé de Vilar de Maçada a coçarem o escroto um ao outro, entre Otelo e Lourenço (como é possível ainda darem tempo de antena a estas aventesmas!) a arrotarem disparates para uma câmara, entre Rangel e o outro Portas, a bolçarem banalidades velhas de dezenas de anos, entre Ferro que se referia mefistofélicamente (e sem se rir) a ataques anti-democráticos - não sei o que é isso mas tenho esperança de viver o suficiente para perceber! - e uma qualquer conversa desinteressante moderada pela senhora Campos Ferreira (mais uma). Temos o que merecemos. nem mais, nem menos.
Fazem bem, aqueles que teriam condições de tirar este quintal das trevas, em continuar a não se querer misturar com semelhantes vermes. Guardem-se para melhores dias...se acaso acontecerem!
Desta tralha toda, sobrou um momento que me soltou um sorriso. O Lourenço da Lousa, tinha atràs dele, uma obra de Bual.
Lembrei-me do Artur e das suas contagiantes e alentejanas gargalhadas.
Saudades de ti e...como de como gostaria de te acompanhar "à viola", nessas gargalhadas!
Mas acompanho, com o maior dos prazeres, no que de mais importante gritavas, cada vez que vias passar o Nuno Rodrigues dos Santos, no lugar que  "a gente sabe"! Vai-te foder, cabrão!    

terça-feira, 3 de maio de 2011

Another day in paradise!

Chegado que fui, a casa, espreitei a imprensa indígena! A única notícia que me chamou a atenção, foi esta!
Passou-se mais alguma coisa que eu devesse saber?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vassoura, precisa-se!

O mais insolúvel dos problemas que assolam este país, é a inconsciência de todo um povo! Quando, desde quarta-feira, 20 de Abril, o percurso entre a Graça e o Conde Barão, pelas 19h, tarda o fumo de um cigarro, estamos conversados! O Algarve continua a regorgitar de teso-veraneantes. E que, a partir do próximo mês de Maio, irão engordar o alegre lote dos desvalidos detentores de cartões de crédito cancelados que, a fazer fé nas gazetas, ascende já a uma média de 90.000, por cada mês que escorre pelo calendário, desde há pràticamente um ano a esta parte. Aproveitem bem, pois tudo indica que serão as últimas "férias". Dando de barato que o conceito de férias se aplica a toda esta mole de incontinentes votantes...
Entre tolerâncias de ponto, pontes e urdidelas avulsas no tal "direito inalienável", quiçá adquirido, se vai estiolando o que resta de um país.
Mas o que, definitivamente, torna tudo isto completamente hilariante, é este "tirar macacos do nariz", seguido dos respectivos entre-disparos! Como se o Banco Central não tivesse qualquer culpa no cartório! Como se o Sr Constâncio não tivesse sancionado o onanismo banquístico da última década! Não comenta? Pois não. Nada há para comentar.
Quanto às "banquetas" que por aí se vão arrastando, resta-lhes engolir a gula...com juros e correcção monetária! E aguardar, humilhantemente, que algum benfeitor lhes financie as respectivas recapitalizações. O excesso de exposição mediática dos "banqueiros nativos", significa apenas isso. Nada mais. Mão estendida à caridade!
Não deve ter sido com este quadro em mente que D.Afonso Henriques "ferrou" um chapadão na mãe!...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Evanescências.

Amanhã termina a reunião do FOMC (Federal Open Market Committee) e, segundo parece, Ben Bernanke não está virado para "dar um pontapé para cima" nas taxas de juros!...
Ou seja...bye bye dollar! Entre a inflação previsível e o "esfarrapar" do mercado dos Treasury Bonds...
E andamos nós a queixar-nos de quê?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sic trasit gloria mundi.

Passo os olhos pelas primeira páginas dos jornais e pouco mais me resta do que rasgar um sorriso! Continuam a confundir (ou a querer confundir-se-nos!) dois verbos que, nem remotamente, têm qualquer relação um com o outro: negociar e impor. Onde estão as condições para impormos seja o que for, seja a quem for? Policarpo, agita-se na cadeira cardinalícia, alimentando receios de que o "zé povinho" se esteja a arrimar a um vigoroso fartanço, no que a partidos políticos diz respeito! Nem imagina o quanto se está aproximar da realidade. E ele sabe bem do que fala...atentas as manobras políticas a que se entregou, noutras eras e noutros areópagos! Cavaco resolveu abrir a porta a um senhor que está ministro da defesa...porque será? Nesta matéria, tenho para mim que o feijão já não passa, lá, no tal sitío!...Balsemão quer um acordo alargado de regime! Ehehehe...vê lá se te despedem! A CIP (quem?), continua a massacrar a mesma tecla desde que viu a luz do dia! Crescimento + crescimento + crescimento. O que terão por lá andado a fazer, Vasco de Mello, Ferraz da Costa e Van Zeller? Otela suspira por Salazar! E, last but not the least, o PS está à frente nas intenções de voto!...Bem feito!
Só tenho motivos para sorrir. Garanto. Tudo indica que os tiros vão deixar de ser, apenas, nos pés...
Já não era sem tempo!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A lixeira.

Como muitos dos meus leitores sabem, sou um "tardo-almoçante", pelo que só às três da tarde sou confrontado com aquilo que já todos sabem pelas 9h da madrugada. Hoje, confesso, foi uma refeição divertida. E digo divertida porque já não consigo levar nada desta merda a sério. Nem com muito esforço! Abriram as notícias com umas criaturas, aparentemente portadoras de passaportes emitidos alhures, carregando um ar conspícuo - devidamente engravatadas, como lhes compete! - quais velhos mestres-escolas...(pareceu-me, por momentos, ver uma "régua de palmatoada" a espreitar pela pasta de um deles!) e firmemente dispostos a meter na devida ordem uma série de meninos que se portaram mal nos últimos tempos! Seguiu-se o Valtito ( o 33 do 1ºE...a minha/nossa turma do 1º ano de Liceu ) hoje mais conhecido por Valter Lemos e secretário de estado de qualquer coisa, acariciando o escroto em público, à conta de uma dúzia de nomes que foram abatidos à pornográfica lista de desempregados. Continuam com um tal senhor Silva - creio que o ministro do Valtito supra - jurando pela saúde do pai dele que não senhor...só esteve com o senhor Nobre para tentar perceber se o cidadão em causa era preto, ou branco!
Entretanto acabei de almoçar. E, olhando melancólicamente Lisboa através da minha janela, concluo sem dificuldade que isto não são notícias de um país.
São exalações fétidas uma central de compostagem que há muito deixou de funcionar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Nada a dizer, mesmo?

Tinha jurado a mim próprio, não desperdiçar um só sopro de fôlego que fosse, com o lixo que, por aí, corre aos borbotões! Já consumi o combustível que tinha a consumir - muito lá para tràs - nesta miserável ópera bufa em que tranformaram aquilo que, um dia, se chamou Portugal. Optei por outras vias. Quiça, menos cómodas. Mas, ainda assim, mais putativamente reconfortantes!
E vou cumprir(me).
Mas há uma pergunta que quero deixar no ar. Onde anda esta inexistência?
Não tem nada a dizer? Não tem, MESMO , nada a dizer?
Talvez não lhe fosse pior pensar duas vezes, antes de optar pelo mutismo...

sábado, 9 de abril de 2011

Onanismo em directo.

Assisti, há pouco, a um momento "perdoa-me", em directo de Pyong Yang. E a culpa é minha. Quem me manda a mim almoçar tarde! Garantem-me, aqui ao lado que não. Era de Matosinhos! Cada vez sei menos de geografia!

Ponto de Arraiolos.

Hoje, "abri o jornal" e, para minha máxima surpresa, surge Aníbal António. Já nem me lembrava que semelhante emplastro ainda tinha existência formal. E o que diz ele? Rigorosamente nada, porque a constituição não o deixa dizer coisas! Caso contrário, fá-lo-ia. E em algarvio...

A fazer fé na prosa do escriba de serviço, arejou os pulmões a partir da Hungria. Lugar escolhido por um ajuntamento de caríssimas inutilidades iguais a ele - malditas constituições! - para se sentarem à volta de uma mesa e se entregarem, de corpo e alma, a uma bisca lambida. E para que servem todos estes adornos, à volta da tal mesa e, por certo, com um arraiolos por sob os presidênciais calcantes? A isso, perdoem-me mas só o choramingão Sampaio poderá responder! Nunca percebi. Defeito meu, por certo!

Mas a minudência constitucional é, tão só, a prosaica (e dispendiosa) razão que o impede de falar. A mais importante, guarda-a ele, ciosamente, dentro do saco dos segredos inconfessáveis. Porque ele sabe - ó se sabe! - que um dos grandes responsáveis (senão mesmo O responsável) pelo pagode que, ora se instalou é, elezinho mesmo, sem tirar nem pôr! Os que se lhe seguiram, limitaram-se a decalcar o modelo. Não têm a menor importância. Nenhum deles.

Apreciava-lhe o tom autoritário, confesso! O problema é que não sabia como utilizá-lo. Decidiu pôr a mioleira a funcionar em modo macro-economista em lugar de accionar o botão que diz, "dona de casa"! Enquanto um grupo de generosos ofertantes foi despejando pázadas de dinheiro fácil para o quintal de S. Bento, ele não encontrou nada melhor para fazer do que emprenhar o estado (estranha noção de queca!) com uma imensa miríade de girinos e desenhar, pelo país, um tapete de auto-estradas em ponto de Arraiolos. Só não lançou uma delas entre o meu quarto e a minha casa de banho porque eu não deixei! Cada vez que alguém tinha a triste idéia de lhe referir que havia por aí uma coisa à qual deveria ser dada atenção - a economia real, a micro, a que gera emprego, a que impulsiona o crescimento e a riqueza, a que justifica a existência de auto-estradas para que o que se produz seja rápidamente escoado - respondia uma de três coisas: deixem-me trabalhar ou...não leio jornais ou...nunca me engano e raramente tenho dúvidas!

O Marquês do Bronze, não teria feito melhor. Ganhava dez e gastava onze!

"Eppure", diria um italiano, reemerge anos depois, como presidente de um país sem economia mas ricamente bordado de auto-estradas, como um belo tapete de Arraiolos. Espécies de "road to nowhere".

Como há-de ele dizer coisas!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dancem enquanto puderem...

Olho à minha volta - ou tento! - e, confesso, ainda não consegui perceber se vou estalar à gargalhada ou chorar e assoar-me, estrepitosamente, para dentro de um guardanapo! Entre um primeiro ministro que vagueia algures, por entre o negacionismo, a estupidez e a dislexia, uma "oposição" que não sabe o quer nem para onde vai, um ajuntamento de "banqueiros" filmado à saída dos automóveis, fazendo lembrar aqueles get together da máfia italo-americana, à porta de um qualquer restaurante de Jersey onde, habitualmente afinavam o "fazer de folha" do vizinho do lado (mas, pelo menos, a esses não era dinheiro que faltava!), um senhor que, recentemente aderiu ao conselho de estado e que, enquanto coçava os tomates acusava não sei quem de ser surdo, o Sr Santos de Lourenço Marques, perdigotando que o anterior senhor começou mal naquelas funções, o Sr Lopes que fala, apenas porque sim, o Sr Cavaco que inexiste! Enfim, um pitch de um filme ordinário, no qual nem Scorcese pegaria! De uma coisa, tenho a certeza. Se fosse votante, teria um problema. Um seríissimo problema!

Pelo que, só há coisas a dizer depois desta merda implodir. Até lá, o que não falta por aí, é gente que...diga coisas!

sábado, 2 de abril de 2011

Os miseráveis...

Desde as 10 da manhã de ontem que ando a tentar escrever algo que me ajude a cuspir toda a vergonha que carrego em mim.

Logo que acordei, lembrei-me de Victor Hugo.

Quem é mais miserável? Eles (os políticos), ou nós! Nós, eu incluído, mas também mera força de expressão, dado que votei uma única vez na vida. Em 1975...e bastou! Fiquei vacinado. Ousa-se dizer que, quem não vota, não está "autorizado" a emitir qualquer tipo de opinião. Uma porra! Isso só pode sair da boca - mero cliché político! - de quem esconde uma espécie de vergonha que, sem dúvida, foi sendo metódicamente alimentada pelo exercício do sacrossanto voto. Ocorre-me uma velha história datada dos anos cinquenta (e atribuída a Marcelo Mathias), quando um então jovem diplomata mergulhava na mais lancinante das dúvidas e se perguntava porque razão um povo que descendia de uma gesta de descobridores, se revelava a merda que era! Que não, retorquia a velha rapoza: o nosso drama é descendermos dos que ficaram! E não eram, seguramente, tempos de BBB-! A História está aí e é o que é! Não há volta a dar-lhe. Está aí para quem queira olhá-la, com olhos de ver. Só conseguimos funcionar com a canga no pescoço. Este país é um pesadelo, este povo é um pesadelo, estes "políticos" são um pesadelo, saído de um esgoto mal cheiroso! Tal qual os esgotos de Paris, "percorridos" por Victor Hugo...

Tenho a idade que tenho. E de caminho, não tenho memória de ver tanta merda acumulada nos areópagos políticos que, em teoria (ou, na prática!), gerem esta pocilga. Nem mesmo, considerando Soares e Eanes! O tal que exala um miserável e purulento cheiro a TNT! E que, há dias, no lançamento do livro do João Gonçalves, teve o despudor de me estender a mão! A qual ficou no ar, como lhe competia. Já o primeiro, noutras eras e numa qualquer cerimónia oficial à qual não pude escapar, tinha sido alvo da mesma cortesia. Tenho uma repelência natural e muito particular, por certos tipos de pele.

Jamais pensei, em vida, assistir à classificação do meu (ainda) país, como puro junk! Até o Botswana carrega, impante, um lustroso A.

Continuem a votar, pois! Nos mesmos merdas que se apresentam a sufrágio. Merecem-nos! E merecem-se.

Quem precisar de mim, apite! Mas nunca, para apoiar alarves analfabetos que um qualquer twist da vida, alcandorou ao poder. Nunca no actual quadro partidário.

Canga para cima do pescoço e aí, contem comigo!

quarta-feira, 30 de março de 2011

De epifania em epifania.

Manzanilla, tapas, rioja e um monte de debolsillos depois, reentro neste chão de baratas tontas e sou fustigado por ondas de choque a partir de um qualquer posto de rádio.

Um primeiro ministro que, em lugar de primeiro-ministrar, passa o dia a tirar macacos do nariz e a apontá-los a tudo quanto mexe! Estilo sniper...

Lula e a outra senhora, continuavam por aí...

Ricardo Salgado afiançava, via CNBC, sem sequer sorrir, que Portugal não entrava em default, desde...1890! O melhor é ir actualizando os registos mas, antes disso, comprar um caderno novo porque vai ter muito que escrevinhar. Isto, assumindo que ainda haverá banco, dentro de um ano.

Hoje, no WSJ, Nogueira Leite (ou será Frei Ângelo?), assinam uma coluna sob o pseudónimo de Passos Coelho, que acolhe as vomitadelas costumeiras, com uma pequena variante no tocante ao défice. Cito..."bla, bla, bla...from perhaps 7% last year"! Atentem na subtileza do perhaps...

Lula e a outra senhora, choraram e já regressaram a casa.

E nós todos? Quando é que regressamos a casa?

terça-feira, 29 de março de 2011

Radioactividade linguística.

Desculpem mas fui almoçar ali a Badajoz!
Só ontem à noite percebi que andava por aí o Lula "amais" aquela senhora que o substituiu e que me faz lembrar o Bugs Bunny (sem as orelhas!), cada vez que mostra a dentola.
Evito assim excesso de exposição às perigosas radiações lulísticas!
Até amanhã.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ode a um filho da puta...que são três.

Notável.

Mais de três meses de ausência mas a brigada de costumes, manteve-se atenta!

Uma inofensiva alteração no lay-out desta coisa, foi o suficiente para os fazer agitar. "Afinal tens uma vaga propensão laranja!...eu sabia!" Olha bem, aí, para a coluna do lado direito. Acreditas mesmo que fui parido há 55 anos atràs, junto com um cartão que atesta a minha condição de democrata?

Ó Bolotinha - é assim, não é? - ficas, desde já, a saber duas coisas.


1. Esse IP a partir do qual és pago para monitorar a blogaria "do contra" está, há muito, identificado. Já se cá sabe que "emite" a partir do Parque Tecnológico de Oeiras. Até o endereço tenho. Pelo que, será bom que te ponhas "a fancos"!...

Não denuncio - para já! - tudo o resto, porque terias, além de mim, uma mole de espremidos contribuintes a fazer fila para te apertar o pescoço. Terás de convir que ninguém ficaria satisfeito, ao saber que sustenta uma aberração como tu!...já bastam todas as outras que, por aí, ostentam as trombas.

Estive "adormecido" mas não exactamente a dormir...


2. Tens razão numa coisa! O novo look é infeliz e propenso a interpretações canastronas como aquela que bolçaste! Modificado será, pois!


Atento o que se vai seguir, tenho mesmo de "carregar" nas cores...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Pode ser que sim...


Obrigado pelos vossos incentivos mas sinto-me completamente incapaz de "conversar" seja sobre o que for!
Não leio jornais, não ligo uma televisão. Nem sequer me dou ao trabalho de "dar ouvidos" a um qualquer posto de rádio.

Esgotou-se-me, definitivamente, a paciência. Estou farto de olhar o que resta de um país - ou de um mundo! - como uma espécie de vazadouro de todos os disparates que cruzam as inteligências das classes políticas e respectivas colateralidades, que nos couberam em triste sorte.
Vou hibernar. Que se fodam todos!

Quando houver caras novas e idéias frescas, pode ser que, com tudo isso, regresse igualmente a paciência!
Se é que, algum dia, há regressos!...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O poder do subconsciente.

Este fenómeno diz mais, muitíssimo mais, do que aquilo que todos nós possamos imaginar!
Será mesmo só uma questão de fé que leva milhares e milhares de criaturas anónimas, nos últimos domingos, às missas celebradas no Valle de los Caídos?
Torna-se cada vez mais dolorosamente óbvio que a entidade política conhecida pelo mundo como Espanha, está por um fio...
Os políticos já nada interessam. Os que estão de turno, ou outros quaisquer!
O que sobra de Espanha será o que sobra de vida ao Rei. Ponto final. Parágrafo.
Alguém que - por "mero acaso"! - está sepultado naquele lugar, conseguiu, através de uma singela alteração constitucional, que ela sobrevivesse mais umas quantas décadas.
Ele sabia. Todos o sabiam.
Mero agradecimento, pois!

domingo, 12 de dezembro de 2010

O tempo, esse velho mestre!


Algures lá para tràs, dediquei uma postada a todos aqueles que me acusavam de ter uma visão conspirativa da realidade!
Acumulei dezenas de emails que, básicamente, afloravam o mesmo tema.

Como e para incontrolável desespero dos espíritos mais alarvemente pragmáticos, atràs do tempo, tempo vem, aqui e agora vos sirvo mais uma dedicatória para...irem mastigando!...

A menos que o NYT tenha aderido à conspiração.
O que, a avaliar pelo "andar da carruagem", já pouco teria de surpreendente!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Quem disse que viver é fácil?

É simplesmente arrepiante assistir-se ao esforço quase desumano (lê-se-lhe nos olhos!) a que este homem deita mão, para manter a realidade atràs da cortina! Manifestamente, não foi talhado para tal cargo.
A presidência do FED é dos poucos "empregos" no mundo que foi criado, exclusivamente, para homens com uma pedra no lugar do coração! Greenspan, foi o mais vívido e recente exemplo disso mesmo!

Como entidade privada que é - e a única com capacidade para imprimir dinheiro! - tem a sua agenda própria. O sector financeiro (americano e, por arrastamento, mundial), vira à esquerda ou à direita, em função daquela agenda.
E toda a economia lhe deve obediência.

Hoje, essa linha está cada vez mais clara. Como se ainda fosse necessário, atirar-lhe com mais luz para cima...

Refere que o risco de inflação é práticamente inexistente. Pois...o de deflação também! Mas isso também lhe interessa pouco. O foco está, apenas, na manutenção dos braços do polvo. Lançar a rede de protecção sob os grandes bancos americanos, imprimindo quantidades pornográficas de papel-moeda (ele diz que não!), ao mesmo tempo que se asfixiam até morte os milhares de pequenos bancos locais que, esses sim, asseguram o funcionamento da verdadeira economia.

Resultado. A economia parou e o desemprego aumentou. Esse objectivo foi conseguido.

O problema é que o objectivo primeiro está a falhar! Começou a desvendar-se toda a contabilidade criativa a que os grandes bancos deitaram mão no últimos dois anos para maquilhar o regabofe em que andaram metidos durante anos...com a evidente complacência bovina do FED, pela mão de Greenspan. Pelo que está para muito breve, um novo "liquidity-push". À pala daquele estranho conceito, "too-big-to-fail"...

O que vai acontecer ao dólar, começa a tornar-se uma evidência, até para leigos.

E a China ali tão perto, a "sangrar-se" das maiores reservas mundiais daquela moeda, através de toneladas de investimentos por tudo quanto é lugar. Para já não falar na decisão - que muitos prevêem para breve - que os estados do golfo se aprestam a tomar. Acabou a cotação e venda do petróleo em dólares!...
Qualquer moeda será aceite. Até o Quetzal da Guatemala!
Só falta chegar o fósforo ao rastilho...

Ou então, nada disto é verdade e o tal grande objectivo, está mesmo a ser conseguido.
Porque será que, de repente, me lembrei dos famigerados SDR's?...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Silver!...

Silver? Será bom que estejam atentos a esta commodity!
Não se irão arrepender...

sábado, 4 de dezembro de 2010

O professor Bambo...

...ou a confrangedora tendência que o português tem, de apontar o dedo à lua para nos dizer que é a lua!
E logo da Argentina, coisa que em nada contribiu para a redução das assimetrias!...
Há dias em que os calores sul-hemisféricos, fritam as mioleiras.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eixo Paris-Berlim.

Quando um homem como Trichet, se sente compelido (ou foi empurrado, escolham!) a vir a terreiro para perdigotar que a minha avó ainda está viva, significa que, em matéria de euro...estamos conversados!
Para quem ainda tinha dúvidas.
Continuar a apoiar o sistema financeiro europeu, leia-se bancos, até Abril e sem alteração das taxas, cumpre dois objectivos:

1. Ir aliviando o entalanço de rabo da banca francesa que, há muito, está metido no torno. E, não tardará, vai começar a doer "pa' caraças"!

2. Deixar as decisões difíceis ao "liquidatário" Axel Weber que o substituirá na cadeira da presidência e que já foi meridianamente claro: comigo no BCE, acabou-se a mama! Financiem-se como puderem. Ou seja e para ser ainda mais eloquente.

Ou têm clientes com taxas de poupança apresentáveis, ou o melhor é procederem à liquidação dos respectivos botecos!
Sarkozy, de novo, a caminho das ejaculações precoces..

terça-feira, 30 de novembro de 2010

As time goes by!...


Parece que Pinto de Sousa também esteve presente!
O Zé Manel do MRPP, idem.
O único ponto positivo relacionado com este pagode é o intensíssimo odor a final de "partouse"!
Saravah...

Zig Zag.

Hoje, um qualquer periódico yankee, citava um investidor que acode à graça de Jim Rogers.

"Commodities tend to zig, when the equity markets zag"!...
Adorei! É só agir em conformidade.

Verá como fica rico e com fortes hipóteses de se tornar numa potencial e diferenciada fonte de financiamento para a depauperada banca nativa. Tal como o governador do BP, sugeriu!

Estava difícil!...

A banca portuguesa procurar fontes de financiamento alternativo? Deve ser a nova designação jurídica para...certidão de óbito!

O que acontece é que o BCE, finalmente, deu a hidden order que há muito deveria ter sido dada!
Morra quem tiver que morrer mas limpe-se de uma puta vez, a repelente paisagem que regorgita de cadáveres adiados. Tenho para mim, é que a contaminação já entrou no domínio do incontrolável!
Esta ordem, por si só, carrega um intenso cheiro a desespero. O desespero que denuncia a sua própria extinção. Do BCE. Por espúrio.
É o que normalmente acontece quando, durante anos, se empurram os problemas com a barriga!

Agora fica apenas a faltar a Espanha. Mas também não tardará muito. E aí...é bom que estejamos todos preparados para o pior.
A instrução foi clara! Que expludam de uma vez ou fá-los-emos implodir!...
É assim como uma espécie de transmissão em directo de um desafio de futebol entre a França e a Inglaterra.
No fim ganha a Alemanha!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Não se riam, por favor!

O lapsus linguae habitual e comum a todos os bípedes que aproximam o nariz do poder...


...seguido da imediata correcção e competente pedido de desculpas...


Então isso faz-se aos denodados rapazinhos que se espremem na procura das sinecuras que já as respectivas progenituras perseguiram?
Asseguro-vos eu, que já vi muita coisa. Podem começar a comprar os fatos e os sapatos novos.
Ah...é igualmente favor não esquecer as gravatas!
Padrão liso, como parece estar de moda...
A vida continua. Enquanto houver votantes!
E país...

domingo, 28 de novembro de 2010

Portugal e o grito do futuro.

Esta "notícia" é o exemplo acabado daquilo a que os falantes de inglês costumam chamar, "...a piece of useless information...". Algo que não desmereceria constar da lista acima!
Mas que compõe muito um qualquer título de jornal, também não deixa de ser verdade.
Tudo mas tudo o que se passa hoje, neste pobre país, é já do domínio da paranóia alucinada.

Rodamos sobre o nosso próprio eixo e aquilo que se vê é, "e me quedo corto", repelente! Já nem de merda ressequida se trata, pois esta tem a superior qualidade de poder ser transformada em adubo. Da esquerda à direita, ditas parlamentares, apenas caímos em cima de estropícios.
Nem mesmo através de uma atenta observação microscópica se lhes encontraria qualquer utilidade, desse-se o caso de alguém ter a brilhante idéia de atirar com todas estas derivações da espécie humana, aos molhos, para dentro de um triturador de brita.

Olhando ainda mais de perto, constatamos fácilmente que não são apenas os juros da dívida que estão em alta. A estupidez do corredor de fundo até às urnas, também. A fazer fé nas sondagens que rebolam por aí, preparam-se para entregar a maioria absoluta a criaturas do jaez de Passos Coelho e demais papagaios que o rodeiam. Valha-nos uma albarda!

Já não são os ministros que têm de ser remodelados. Nem mesmo a classe política, no seu todo. Tudo isso está a exigir vassoura e bem depressinha.

O que deve ser remodelado e rápidamente, é todo um país.
Se é que ainda queremos ter algum futuro.

sábado, 27 de novembro de 2010

Quand le sage montre la lune, l'imbécile regarde le doigt!...


E, se D. Afonso Henriques não tivesse dado um estaladão nas ventas da mãe...
E, se Nuno Álvares Pereira tivesse optado por passar por uma conservatória do registo civil em Salamanca...
E, se o Infante D. Henrique fosse dono de uma "alma de sequeiro", mandasse tudo às malvas e tivesse ido viver para Olivença...
E, se o pinhal de Leiria fosse um deserto regorgitante de almas penadas...
E, se Eça de Queiroz tivesse nascido hermafrodita...
E, se a rosa dos ventos tivesse sido concebida de pernas para o ar...

O que o português não faz, para fugir da realidade!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Porque não?


Isto já nem circo é! É apenas moléstia. Tão só.
Se se tiver a coragem de acabar com esta palhaçada, pode ser que se evitem males bem maiores.

Tem custos? Certamente que sim e gigantescos.

Mas são recuperáveis, com maior ou menor esforço. Pelo simples facto de não exalarem um incomodativo cheiro a pólvora.
Apenas a suor...para desespero das pituitárias mais sensíveis!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pois...

Um belo dia - provavelmente smoggy! - um cavalheiro britânico, sentou-se num cadeirão, sacudiu a cinza do charuto para cima do colete, olhou a atenta, veneradora e obrigada assistência e disparou à queima-roupa:
"Socialism is a philosophy of failure, the creed of ignorance and the gospel of envy..." .
Sorriu, saboreou o que acabara de dizer e acrescentou: "...it's inherent virtue is the equal sharing of misery."

Isto passa-se algures, pela primeira metade dos anos 40, do já distante séc. XX.

Naquele então, por cá, alguém, que também se sentava em cadeirões, que não fumava e que tinha igualmente o mau hábito de usar a cabeça, afirmava convictamente o que segue:
"O pior é pensar-se que se pode realizar qualquer política social com qualquer política económica; que se pode erguer qualquer política económica com qualquer política financeira."

O que há de comum entre estas duas afirmações, para além de uma aguda percepção da realidade?

Nada, porque o mais certo seria não pretenderem dar "lições" para o futuro. Preocupava-os, acima de tudo, o então presente! Tudo, porque todos nós, os que se lhes seguiram, fomos incapazes de reinterpretar ambas as asserções.
Ou será o inverso?

Seja como for, o facto é que a humanidade dobrou o século a bater nas mesmas teclas do piano político. Mais de cinquenta anos depois de terem sido lançados os "avisos à navegação"!...

Com uma agravante. Prescindiu da sua soberania. Caminhou, deliberada e criminosamente, para o seu próprio desastre. Construiu, com a diligência de um sibarita, a impotência que a tolhe, de todas as formas.
Sim, porque o nosso problema, é "apenas" esse! A impotência em todo o seu esplendor.
A mais excruciante sensação que um ser humano pode experimentar.

E só há um caminho para a reconquistar. Apenas um.
Mas essa, será uma conversa com uma sonoridade bem mais metálica.

Imagino Winston e António em amena cavaqueira, numa qualquer dobra de um lugar sem tempo, degustando um Porto vintage e soltando com a magnânimidade adequada, o epíteto que todos nós lhes merecemos:

À nossa e puta que os pariu...

Notícias financeiras...

Aqui fica a entrevista feita por um enviado do ministério das finanças a um habitante da actual capital portuguesa e que se propõe participar activamente no "bail-out" que já está a caminho de Lisboa!...
A nós, resta-nos aprender a tocar "clarim-neste"!...




segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Posicionamentos.

Os observadores tendem a apelidar estas coisas de afro-optimismo!
Eu e tentando passar por cima de análises demasiado escatológicas, chamo a isto um 1º aviso...
Para que conste!

SPEECH BY F W DE KLERK TO STONEHAGE

CAPE TOWN

28 SEPTEMBER 2010

BACK TO REALITY

Last month I addressed an audience of businessmen and politicians in London on the heritage of the 2010 FIFA World Cup. I said that it had been like a Cinderella fairy tale for South Africa. For a magic moment we had been the international belle of the ball, resplendently decked out in national flags, shining new stadiums, and above all, a remarkable sense of goodwill and national unity.

But, inevitably the clock had struck twelve and Cinderella had been forced to flee down the palace steps, back to the pumpkins, mice and ugly step-sisters of the South African reality.

Now the situation is back to normal: At last week’s National General Council meeting Julius Malema continued to bellow about the nationalization of the mines. President Zuma and Trevor Manuel - with a weather eye on international credit ratings - continued to resist such initiatives. The divergent factions within the ANC Alliance continued to circle one another, jockeying for position in the run-up to the 2012 National Conference.

Cinderella was back in the kitchen, sitting on the ash-heap. The Afro-pessimists had returned in strength, confident that South Africa’s World Cup success was just a flash in the pan.

The reality is that South Africa has never been an easy country. Virtually every observer who has visited the country since 1652 has said that South Africa could never succeed. We have not been able to enjoy the luxury of complacency. Most of our history has been characterised by uncertainty and relentless struggle.

Despite this,

● we have consistently confounded the pessimists;

● we have repeatedly risen from the ashes;

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● to the amazement of the international community we reached a negotiated solution to the apparently hopeless racial impasse of the 1980s;

● despite the dire predictions that accompanied our transition to majority rule, we are still a non-racial constitutional democracy and still have a vibrant free market economy; and

● we have weathered the global economic crisis better than most other countries.

One of the requirements of the complex challenges that we have faced throughout our history is a never-ending need for introspection. What are our strengths and weaknesses? What are the opportunities and threats that confront us?

I would like to present a quick SWOT analysis of our national condition:

Under strengths we can list the following:

● We are a constitutional democracy with an effective Bill of Rights; independent courts and a media that is still free – despite current threats;

● Generally sound macro-economic management has assured seventeen years of uninterrupted economic growth - until the global economic downturn.

● We have the 24th largest economy in the world. We produce 35% of the GDP of sub-Saharan Africa with only 6.5% of its population.

● Our public debt is less than 36% of GDP - and external debt is only 16% of GDP.

● Our natural resources are legendary - including gold and diamonds, platinum group metals and abundant and inexpensive coal.

● Nevertheless, tourism now contributes 8.3% of GDP - considerably more than mining. We have superb game parks, mountains and beach resorts. Cape Town is one of the world’s premier destinations with great facilities including three of the world’s top 100 restaurants.

● Automobile production now contributes almost as much to GDP as mining. In 2008 we produced 600 000 vehicles of which 170 000 were exported.

● According to the World Economic Forum’s Global Competitiveness Report our auditing and reporting standards and regulation of securities exchanges are the best in the world. We are also in the top

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seven with regard to the soundness of our banks, financial services and the efficacy of corporate boards. The Report also gives us high marks for the quality of our management schools, our anti-monopoly policy and local supplier quality.

● South Africa has resumed its position as a respected and influential member of the international community.

Our weaknesses are the subject of nightly dinner party discussions:

● We have made virtually no progress with the elimination of inequality since 1994.

● Linked to inequality is poverty. 42% of our population lives on less than two dollars a day. Almost 15 million South Africans subsist on children’s, old-age and disability allowances.

● One of the root causes of poverty is unemployment. Between 35% and 40% of black South Africans are unemployed or have given up their search for employment. One of the main causes of unemployment is our dysfunctional labour system. According to the World Economic Forum’s latest Global Competitiveness Report we are in the bottom eight countries in terms of labour-employer relations; flexibility of wage determination and hiring and firing practices.

● Poverty, inequality and unemployment create an environment in which violent crime can flourish. South Africa has one of the highest murder rates in the world - and the highest rape rate. The World Economic Forum gives us very poor marks for the reliability of police services, for the prevalence of organised crime and the business cost of crime.

● The failure of our education system is inexorably intertwined with inequality, poverty, unemployment and crime. Only 22% of children who entered the school system in 1995 passed matric in 2007 and only 5.2% did so with university exemption. Only 1.5% passed maths at the higher grade. According to the Global Competitiveness report our education system is the ninth worst in the world.

● A major contributor to all these weaknesses is the incapacity of many government departments and institutions, particularly at the provincial and municipal levels. This weakness is a major constraint in the Government’s ability to tackle new challenges and implement new programmes – such as the proposed National Health Insurance scheme.

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We also have exciting opportunities:

● Even our weaknesses present us with opportunities. If we adopt correct approaches, we can do so much better in our efforts to create jobs; to improve our education system; to fight crime; to reduce poverty; to promote equality; and to improve government capabilities.

● The Zuma presidency presents us with special opportunities. I have found him to be pragmatic and a good listener. We should accept his invitation to dialogue.

● The growth of our vibrant multiracial middle class brings with it enormous opportunities for an expanding domestic market.

● Our special position in Africa presents superb opportunities to expand business activities in the continent. Many South African companies are already deriving huge success from these opportunities.

● We are well-placed to serve as a bridge between Africa and the West, and between the developed and developing worlds. We also have the opportunity of setting an example for harmonious relations in complex multicultural societies.

● Our natural beauty; our rich variety of animals and plants and our cultural diversity create enormous opportunities for the expansion of tourism.

● The FIFA World Cup has presented us with unparalleled opportunities to market our country and our economy.

Apart from global environmental and economic threats, we face a number of domestic threats.

● The greatest of these is a reversion to ideology. The ideology of apartheid should have taught us that policies should be based on pragmatism, consultation, the rule of law and concern for well-being of ordinary people.

○ Ideologies - like the National Democratic Revolution and the SACP’s mid-term vision of worker hegemony - are irreconcilable with the Constitution and with everything that mankind has learned during the past fifty years.

○ Attempts to impose demographic representivity in all areas of government and the economy, coupled with deployment of under-qualified and inexperienced cadres to key posts, are primary causes of governmental dysfunctionality.

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○ We need balanced land reform; we need much greater black participation in the economy; we need rational medical insurance reform. But we cannot afford ideological approaches to these challenges.

● We must guard against racial polarization spurred on by right-wing extremists or radical African nationalists. We must not allow the Julius Malemas and the right-wing rumour-mongers to jeopardise growing inter-racial harmony.

● Corruption can become a cancer in our economy and in our society. Our ranking in Transparency International’s Corruption Perceptions Index has slid inexorably from 23rd position in 1996 to 54th place 2008. Mind you, in 2008 we were still one place ahead of Italy and three places ahead of Greece.

● Despite greatly improved access to anti-retrovirals, AIDS continues to kill five thousand people every week.

● The current moves to curb access to public information and to regulate the press through a Media Appeals Tribunal are serious threats to our democracy. Despite assurances to the contrary, they are motivated by a wish to limit media reporting on maladministration and corruption on the one hand; and by the view that the media’s proper role is to support the developmental state and the national democratic revolution.

● We must resist any further attempts to undermine the independence of key state institutions. The appointment of Menzi SImelane as National Director of Public Prosecutions was a major concern - as was the abolition last year of the Scorpions. We must jealously defend the independence of the courts.

● We are also threatened by the loss of skills. Since 1990 between 750 000 and a million South Africans have emigrated.

● Finally, we are threatened by the failure of privileged South Africans, whatever their race, to use their talents and resources more effectively to build a better and fairer society for all South Africans.

We sometimes feel overwhelmed by such threats. Too many of us think that we are powerless. We relegate ourselves too easily to the sidelines and too readily become marginalized armchair critics. This is fundamentally wrong. The whole point of our new constitutional system is that it empowers us all.

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South Africans who wish to ensure that the constitutional centre holds are not powerless:

● They are armed with an excellent Constitution.

○ they should make use of it to claim their rights and to defend the rights of others.

○ they should actively support the political party of their choice and work to expand our multiparty democracy;

○ they should join and support NGOs that are working for a better South Africa.

● They should use our free media to promote constitutional values and economic freedoms. They can win on the battlefield of ideas because their arguments are so much stronger than those of their opponents.

● They should resolutely oppose any threats to the Constitution – such as the current assault on the media.

● They are not alone. Those who support constitutional governance and free markets are part of an emerging global consensus.

● They should use their considerable economic resources to support political parties and NGOs that are also dedicated to the preservation of the moderate centre.

● They should engage government in rigorous debate over the dangerous foundations of many of its current policies.

● They should offer their skills and resources to assist government to address the failure of service delivery in areas of education, health, justice and municipal services.

I am confident that if we can do these things we will once again prove the pessimists wrong. I do not believe that the ANC will be successful with its current assault on the media. The Protection of Information Bill will be withdrawn or satisfactorily amended; and the Media Appeals Tribunal will be shelved or recast in a form that will be constitutionally acceptable. The current proposals relating to land tenure will wither in the light of national and international economic scrutiny. Our farmers, together with government, will hammer out a workable approach to land reform. Proposals for the nationalisation of the mines will simply not survive the national and international scrutiny to which they will be subjected.

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The ANC will successfully resolve the divisions within its Alliance. Or even better, it will split and open the way to national politics based on social and economic policies rather than on race.

As I told my London audience earlier this month, the glorious weeks of the FIFA World Cup are receding further and further into our collective memory - but some things will remain, Including our ability to compete with the best in the world; Including the world-class infrastructure that was created for the event; and Including the natural beauty and the warmth and hospitality of our people that the World Cup has introduced to hundreds of millions of potential tourists.

As we all know, Cinderella, in her headlong flight down the palace steps, left something of her magic behind in the form of the crystal slipper that was retrieved by Prince Charming. The FIFA World Cup left us with a similar magic legacy: it is the shining vision of the brilliant, multifaceted nation we can and will become. In short, South Africa will continue to prove the pessimists wrong.

domingo, 21 de novembro de 2010

Não basta olhar! É preciso ver...

Há dias, li um comentário a um qualquer artigo de um qualquer jornal em linha, que me rasgou um já quase esquecido sorriso!
Dizia o "derrotado" leitor, numa sintomática frase:..."Salazar fora do caixão, já!".

Não vale a pena, meu amigo! Com estes energúmenos e arredores a ocupar o púlpito, até ele teria enormes dificuldades em lhes escrutinar a estonteante inteligência!
E a prova é que ontem, creio, li, por algures, uma arenga comentativa que denunciava o estupor do plumitivo, relativamente ao facto de Barroso e mais não sei quem se terem feito transportar de carro eléctrico até uma das cimeiras que por aí aconteceu!
Ou anda a dormir ou vive noutro planeta!...Se se trata do primeiro caso, conte com uma convocatória para uma explicação detalhada sobre como andar dormente e, ainda por cima, ser pago para isso!"

Porque, meu caro, cá pelo "good'ol" planeta terra, é assim...

Info...info, é o que lhe está a fazer falta. Sem isso, o melhor é atirar-se ao Tejo!
Deixo-lhe aqui um rebuçadinho. Se quiser saber qual é a empresa...puxe do cartão de crédito!
Poderá ser uma excelente aposta bolsística. Mas, por mim, não o ficará a saber!...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tá de chuva!...

Somos tão ranhosos...que nem direito a uma manifestaçãozita tivèmos!
Estas merdas (leia-se cimeiras) não têm piada, sem a porrada colateral. Parecem uma moamba sem gindungo!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Festa do Chibo*.



* Conto, naturalmente, com a complacência de Vargas Llosa pela utilização abusiva do título de um dos seus melhores livros. Senão mesmo, o melhor.

Desculpar-me-ão todos os espíritos que adormecem e acordam democratas mas tudo o que se vai passando por esse mundo tem, pelo menos, um lado extraordináriamente positivo.
O agradabilíssimo (ia usar um superlativo absoluto composto bastante mais gráfico mas contive-me a tempo!...) cheiro a "fim de festa"!

Lisboa é, por estes dias, uma cidade sitiada! A minha liberdade - causa tão desveladamente acarinhada pelos tais espíritos - está cerceada, à conta da presença das sobras mais purulentas que a classe política mundial, foi capaz de gerar.
Não se lobriga, por entre eles, o mais pequeno indício que denuncie uma cabeça módicamente pensante.
Já não se pede mais. Módicamente pensante!...

Estava eu nestas elocubrações, surge-me via tv, Pinto de Sousa (já nem me lembrava que ele existia) a arengar disparates a um qualquer ajuntamento de jovens - atlanticistas, parece! - do qual nunca tinha ouvido falar.
Googlei e...nada! Fiquei na mesma. Donde, é-me lícito presumir que sejam jovens que gostam de nadar ou surfar no Atlântico...ou, e pensando melhor, provavelmente alguma reminiscência Adriânica...o que também não se me afigura particularmente abonatório!
Meus queridos jovens: o futuro é vosso, já não é meu. Embora ainda pertença a uma geração que é tão responsável, como todas as anteriores, pela merda que vos é deixada como legado, foi o que se pôde arranjar! Pela parte que me toca, as minhas desculpas.

Mas, a avaliar pela audiência que se predispôs a ouvir os gargarejos de um idiota encartado, não me parece que venham a ter lugar grandes evoluções, nesse capítulo.
É pena. Poderiam ter aproveitado para atirar com o gajo para dentro de uma retrete e puxar o autoclismo.
Ficaria a cheirar menos mal, o que teria sido já, um excelente contributo.
Mas não desanimemos. O fim da festa é já ali!...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

From Washington, with love!


Ponto 1 - O melhor mesmo é ir providenciando, desde já, mais um lugar à mesa para a próxima Consoada!
Basta-lhes um copy/paste! Exactamente o que acabei de fazer...


Ponto 2 - E é à conta destes pequenos ajustes doméstico-bilaterais que andam a perturbar as minhas movimentações aqui, em Lisboa, desde o início da semana?
Sim porque é apenas disso que se trata.
Melhor seria que fossem ter a "conversa" ao balcão do merceeiro a quem devem dinheiro!
Aquele que fica, ali mesmo, à esquerda de quem sai de Tiannamen!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Então, agora e sempre!

Num já longínquo, frio e chuvoso dia dos anos 80, em Lausanne, alguém me estreava nestas andanças, com uma observação ao bom estilo daquelas que se colam ao cérebro como uma nódoa e para a qual não existe detergente suficientemente eficaz.

"O «mundo financeiro» não tem, contráriamente ao que por aí se diz, nenhum segredo especial!
Preocupa-te apenas com dois pequenos detalhes! Brain and OPM"!...
Os dois juntos formam, de facto, uma dupla imbatível!

sábado, 13 de novembro de 2010

A estrada.

Os regressos são sempre reflexivos.
Especialmente aqueles que são longos, curvilíneos e carregados de uma pesada solidão!
Transformam-nos numa estranha espécie de saco de inertes que, por acaso, vem a conduzir um automóvel.
Chega ao final, estaciona, acorda e vê-se envolvido pela deliciosa sensação de não recordar um só metro desse longo percurso. De ter atravessado um espaço de tempo...sem tempo e, se calhar, sem lugar!
O que se terá passado, nesse entretanto?
Nada de extraordinário. Mero exercício de esvaziamento. Tentativa, quantas vezes vã, de nos recentrarmos, na sequência de um turbilhão mental que, por um momento, nos afasta da lucidez.
Três dias, trinta pessoas...
Diagnósticos: assustadores!
Terapêuticas: aterradoras!
Que raio de mundo ousàmos deixar às gerações vindouras?
Que raio de Códigos de Conduta fomos escrevendo ao longo dos últimos cem anos?
Atravessàmo-los, alegremente, a cuspir para o ar.
É bom que estejamos preparados porque vamos começar a levar com ele - todo! - na tromba!
A maldita força da gravidade, não conhece o perdão. Nunca ninguém tentou apresentar-lho!...
Pelo que, em matéria de perdões, estamos à beira de ficar conversados...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Continuum...

Quando o FMI, que não costuma ser pródigo em elogios, relativamente ao continente africano, não os poupa em relação a Angola - basta ler os relatórios! - há qualquer coisa de errado!
Este é apenas um pequeno exemplo!
E em África, qualquer coisa de errado, significa, invariávelmente, alguém...
Esse alguém é Manuel Nunes Júnior, o agora ex-Ministro da Coordenação Económica.

Tornou-se evidente, sobretudo de há uns meses para cá - para quem recebe regularmente esses relatórios e conhece as idiossincrasias africanas - que alguma coisa "estranha" iria acontecer em Luanda. Especialmente depois de a Constituição ter sido alvo de um "corta e cose" que permite que, na prática, Dos Santos se eternize no poder. E para a idade que ele já tem, 2022 assemelha-se, manifestamente, à eternidade!
E, sendo proibido perturbar a eternidade, estava na altura de remover os obstáculos. E Nunes Júnior era, definitivamente, o maior deles.
Feito. Siga, portanto, a festa! Todos os restantes nomes, são apenas engodo para distraír!
Não é pois de espantar que, quando na capital de Portugal, os mosquitos andam por cordas, na delegação europeia haja um "tour de force" a favor da China!
É apenas um processo de continuidade.
A China, há muito domina Luanda.

sábado, 6 de novembro de 2010

Como seria feliz!



Isso mesmo. Por uma vez e sem que constitua exemplo, estou completamente de acordo!
E, para que não se desperdice nem uma vírgula, é subidíssimo obséquio não omitir um importante detalhe.

A rectroactividade dessa lei. Até Abril de 1974.

E mais. Referende-se essa proposta!
Até eu iria votar!
Por onde andará o meu cartão de eleitor?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A punheta dos néscios.

Se não estivesse tão cansado da estupidez humana, faria como o gajo do cartoon acima!
Mas já nem esse esforço merecem.
Até para se ser anedota é necessária uma qualquer forma de inteligência!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010