sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ainda há nacionalidades?

Tudo indica que o "piqueno" húngaro, está prestes a ser remetido à procedência. É um princípio. Mas não vale a pena ficarem já de sorriso na boca, só porque esta asserção saíu do meu teclado! É facto que não altera minímamente o meu depauperado estado de espírito. Basta entornar um olho - e só um -  para a alternativa...mas já lá vamos.
Todos os remanescentes "líderes", europeus e outros, incluindo o Barroso de Almada, permanecem em posto, firmes e hirtos (embora o Sr Oliveira e Costa - o das sondagens - garanta pela saúde da mãezinha dele que o Sr Seguro é mais popular que o Sr Coelho. Eles lá sabem...), coisa que não deixa ninguém tranquilo. Refiro-me, está bom de ver, àqueles a quem sobra um módico de senso comum.
Temos pois que a França vai a votos. A duas voltas. Vamos desconsiderar as marginalidades folclórico/políticas tipo Mélanchon, Le Pen (perigosa esquerdista), Eva Joly (juíza norueguesa, titular do famoso processo ELF, do qual ainda um dia se conhecerá a verdadeira história!) e outras minudências avulsas. Centremo-nos em Hollande. O gajo que grita..."Je suis le meilleur"!
Filho de um médico otorrino, pai dos filhos de Ségolène Royal, afilhado político de Jacques Attali - o rapaz que era, por sua vez, afilhado político de Mitterrand e a quem mordeu os tomates - bem feito! -  ao lançar o BERD, do qual foi o primeiro presidente. Acrescente uma pitada de Delors e, está feita a sopa! Já estão a ver a sequência genética da coisa? Todos amigos do Soares. Aquele gajo que não se cala. Ainda hoje opinava sobre uma merda qualquer! 
Estàvamos a falar de quê? 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Siga a rusga!

E é justamente o que farei porque, por mais que tentem explicar-me, jamais perceberei a bondade de semelhante coisa! Constituir-se-ão apenas em mais um amontoado de inutilidades. A juntar a tantos outros.
Mas estou relaxado. A estupidez é certamente minha.
Socorro-me de Millôr, à laia de bálsamo: " Por mais imbecil que você seja, sempre haverá um imbecil maior para achar que você não o é."
E isso é sempre bom.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

La chica no es una patotera!...

...pero es argentina. Por lo tanto, ojo!
É bom ter presente que os tais "mercados" nunca mais lhes perdoaram o calote de 90% da dívida, em 2001. Queres fiado, toma! Compras, só "al contao"...y como no hay plata, há que desviar as atenções!
Pelo que, estamos perante um Chávez de saias!
Há dias brandiu o assunto Falklands (Malvinas, chamam-lhes, parece!) e não se vai ficar por aí. Vantagens de quem sabe olhar e que decorrem da circunstância de os diversos poderes europeus estarem, de uma forma geral, entregues ao que de mais repelente se tem visto. "Thatcher's"?...era bom mas acabou-se!
Agora ferrou com um pontapé no entreperna dos castelhanos, via Repsol, apenas para princípio de conversa, pondo-os a bater com um joelho no outro. Com quase metade da receita total a vir daquelas bandas, o caso não é para menos! E resta saber o que vai acontecer com a Iberdrola, a Telefónica e o Santander. 
30% de inflação ao ano, o desemprego a chegar aos 10%, exportações ao nível do chão, importações controladas uma a uma (leram bem, uma a uma!), a rapaziada nativa a por a bom recato, só em 2011, qualquer coisa como 31 mil milhões de dólares, como não deitar a "fateixa" ao que está ali mesmo à mão de semear? Só a YPF - detida maioritáriamente pela Repsol - teve lucros de quase 20 mil milhões!
Rajoy, com o país na merda e como era de prever, teve uma reacção pífia. Vai fazer queixinhas, não percebi a quem. Consta igualmente que Buenos Aires tremeu na base, por sob uma qualquer declaração barrosã!...com origem, não no Barroso Transmontano, está bom de ver, mas em Bruxelas.
Pois eu acho que ela faz muito bem.
Limita-se a tirar partido do lixo político que inundou a Europa nos últimos 20 anos. Pelo menos.
Olé.

Verdade? Mesmo?

Óptimo. Queiram então Vocelências fazer a fineza de continuar a votar em profundíssima concentração democrática!
Nestes ou em quaisquer outros. Isso é irrelevante.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Get ready, folks!

Quando se varrem os economistas para fora das equações, tudo fica claro.
Basta fazer uma simples adição.
O meu (vosso olhar) + algum conhecimento (pouco) da História do séc.XX = ...a um resultado catastróficamente evidente.
Até o exame de matemática do antigo 5º ano dos liceus, era mais complicado!


segunda-feira, 16 de abril de 2012

E os ovos, porra?

A gargalhada é como a justiça. Tarda mas dá a cara.
Primeiro as coisas sérias. Resolvi matabichar um soberbo bife de atum. Posta que foi a tv em marcha, páginas tantas, quase me engasguei! Não com espinhas mas com o "surgimento" intempestivo da jovem que está temporáriamente ministra da agricultura. Presumo que saiba tanto daquilo como eu! Mas isso não interessa nada. Em dado momento, fala-se de ovos. Coisa que me faz, de imediato, levantar as orelhas. Não porque seja um particular apreciador mas porque, singelamente, simboliza uma eclosão de vida.
- Temos futuro! - gritei, para os meus entrefolhos, em silêncio meditativo!
Afinal (e cotejada a imprensa) não era nada disso. Pelo que percebi, o rapaz da margem sul - nascido em Arroios por acidente geográfico) determinou que, se não encontrarem alojamento condigno para os galináceos (Quinta da Marinha, Patiño, Comporta, tanto faz, e apenas uma por casa!), façam o favor de carregar as espingardas e começar a fazer fogo, at ease
Vejamos então:
1) O Sr Silva, algarvio de Boliqueime, antes de se tornar Rainha de Inglaterra, mandou abater a frota pesqueira;
2) O Sr Lopes, lisboeta dos Olivais, mandou abater os sobreiros;
3) O Sr. Barroso do MRPP, optou por mandar abater o gallus gallus domesticus
Óptimo.
Quem se irá perfilar para mandar abater este povo de merda?

Post scriptum - Será que constitui motivo para, de imediato, nos dedicarmos à uma, ao onanismo? Aquele que faz, mesmo, revirar os olhos?

A hora do lobo.

É o título de uma enfadonha "fita" de Ingmar Bergman, produzida nos idos dos 60's. "Starring", se bem lembro, Liv Ullman e Max Von Sidow. Básicamente, faz-nos saber que, gente atormentada, vê todos os seus pesadelos serem concretizados, no momento em que a noite começa as manobras de atracação ao novo dia. A hora do lobo.
A hora em que já não se dorme mas que, também, ainda não se acordou!
A hora da anestesia. A hora da não reacção.
Vem aí mais uma "reprise", à portuguesa. Com protagonistas que são verdadeiros canastrões saídos de um casting ordinário. Veja-se: Frei Ângelo que (oficialmente), tão arredio tem andado. O Médio Oriente já deu o que tinha a dar, não é?; Pais do Amaral cujo ponto curricular mais saliente, é ser filho do conde da Anadia (os velhos frequentadores do defunto João Sebastião Bar, ali à D.João V, perceberão a referência!); Artur Fernandes que já foi tudo e o seu contrário, no "mundo" financeiro e, last but not the least, Alípio Dias (ainda é vivo?), multi-instrumentista de reconhecidos méritos e deméritos, em partes iguais.
Preparam-se pois, para se atirarem, de corpo e alma, aos despojos "empresariais" deste triste país. E, de caminho, concretizam umas vingançazinhas que ficaram pendentes.
Posso imaginar o ranger de dentes que já vai por aí! Frei Ângelo - o único que conta - não é própriamente conhecido por ser um cultor da caridade cristã. Mas parece que frequenta a santa missa, todos os domingos!

sábado, 14 de abril de 2012

FRIvolidades políticas.

Já o mapa que pendia das paredes das nossas (minha) escolas primárias, era premonitório! Juntando-os, bem juntinhos!
O mais inviável estado do planeta - política e económicamente  - entrou, pela enésima vez, em delírio.
Parece que, à conta de uns militares angolanos estacionados por ali. Não se sabe exactamente a fazer o quê mas o facto é que andam por lá. Uma qualquer coisa a que chamam Missang.
Carlos Júnior ter-lhes-à pedido, à sorrelfa, que fossem "tirando o sarro" ao topo da hierarquia militar.
Vai daí, os balantas desenterraram o machado de guerra e...a história é sempre a mesma! Enjoativamente a mesma.
Com um dado novo. Surgem, de sopetão, Portas e Aguiar Branco, brandindo uma ofuscante parada militar  - a que chamam FRI - e que precisa de 48h, só para pôr os motores a trabalhar!
Aparentemente, é o tempo considerado necessário para ser lançada uma subscrição pública, capaz de cobrir os custos relacionados com combustível.
Já contribuiram?
Resta uma triste conclusão e uma pergunta. Mário Soares continua a dormir na paz dos anjos. E a encher a paciência de quem ainda o consegue ouvir ou ler.
A pergunta é dirigida ao mesmo e ao Pedro Pires. Já pagaram a conta que deixaram pendurada no Hyde Park Hotel, em finais de Maio de 1974?
É que as libações do Lúcio Soares e de um dos militares portugueses (colateral à delegação e nome dado por irreproduzível nesta paróquia) - Jorge Campinos, também não se livrou da fama! -  custaram uma pequena fortuna ao pobre do chefe de bar!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bebe um bagaço que isso passa!

Tem 25.000€? Se tiver, é muito bem feito!
Esportule uma miserável unidade monetária e verá que, como que por milagre, se lhe abrirão as portas do paraíso!
Com franqueza, não há por aí ninguém suficientemente bondoso, capaz de remeter toda esta tropa fandanga para a puta que os pariu?
Depois de um ror de anos de "festa" - não sou eu que o digo, foi a outra! - os actuais incumbentes ainda não foram capazes de sacudir a ressaca.
Não faz mal. A parede é já ali.

Já estou na primeira fila!

A partir de agora é que valerá a pena estar atento. É gente que, habitualmente, não desilude.
Pode que seja o verdadeiro início do resgate europeu.
Já não era sem tempo!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

As viagens dos investidores (quem?).

Essa entidade misteriosa que acode ao nome de "mercados" (quem?), acaba de angariar mais um par de razões para reforçar a dose diária de ansiolíticos! O ouro e o franco suíço.
Os tais mercados (quem?) bem quiseram que o ouro se atirasse, sem medos, para os 1700$ a onça. Mas uma pequeníssima correcção na bolsa de "commodities", provocada essencialmente por uma revalorização artificial do dólar, atirou-lhes com as intenções para as maçãs!
Resultado, o metal manteve-se nuns insultuosos 1660$. E, de caminho, foi também "furado" o barril de petróleo que baixou, escandalosamente, dos 120$!...
Esperam-se novos aumentos "gasolinísticos" no próximos dias, como forma de compensar os esforçados "investidores" (quem?).
Vai daí, voaram em "total distress" para Zurique.
- Queremos encafuar o caroço debaixo do vosso colchão! (Esperando, com isso, provocar oscilações a seu favor, no valor do franco, por forma a acalmar a azia que lhes põe a boca a saber a papel de música!). E tentando tirar partido de uma situação algo bizarra que acontece no SNB. Está sem Governador desde Janeiro!
- Venham, venham mas ficam desde já a saber que foi definido um tecto acima do qual o franco suiço não passará. 1,20 CHF para o euro. Se tal acontecer, estamos preparados para enxugar da economia, toda a moeda estrangeira que tiver a ousadia de atravassar a fronteira! E assim aconteceu, há dias, quando chegou a 1,1995. Aí, a tripa do mercado (quem?) entrou em colapso descontrolado!
Porra, afinal de contas eles também têm umas coisitas para exportar. E, moeda forte não ajuda nada! Estão sem governador mas não são parvos.
Consta que os "investidores" (quem?) estão agora a caminho da Guiné Equatorial. Ou será de Port...Angola?

terça-feira, 10 de abril de 2012

Exactissímamente.

...e proponho, de imediato, este tenebroso ex-colono - entre 1951 e 1974, machambeiro na Catumbela! -  para PCA dos futuros hospitais de Cabinda do Norte.
A Bem da Nação.

sábado, 7 de abril de 2012

Geografias

Hoje, ao abrir a caixa de correio electrónico, não consegui evitar um sorriso! Valha-nos isso.
Por entre a "lixarada" com que o FMI me inunda diáriamente - despojos dos tempos em que necessitava dessa informação e dos quais nunca mais me consegui livrar! - fui dar com o portugalzinho deles, entalado entre o Yemen e o Burkina Faso!
Aberta a coisa, depressa se me varreu o sorriso.
Esta carta de intenções mais parece um relatório de cometimentos, elaborado por um vendedor júnior para o seu responsável directo.
Bem detalhado porque o emprego escasseia.
Havia um outro que me recuso a linkar para aqui. O relay do chefe de vendas para a administração.
Uma espécie de extracto detalhado da conta bancária.
Desculpem...mas sinto-me demasiado enojado para continuar!
Miserere nos.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Dimitris Christoulas...

...era o nome do cidadão grego, 77 anos, ex-farmacêutico, que pôs termo à vida com uma bala na cabeça, em plena Syntagma Plateia. Incapaz de solver dívidas, para as quais a cupidez política dos últimos 20 anos o atirou. Deixou uma nota junto dele que deveria constituir o mais sério libelo acusatório a todos os políticos ocidentais de turno!
"Prefiro um fim decente, a ter de começar a vasculhar comida nos caixotes do lixo".
Isto deveria, no mínimo, envergonhar qualquer europeu. A mim, pelo menos, envergonha-me e muito. Porque, muito simplesmente, integro, ainda, o bando de "inertes" que constitui a massa humana europeia. Mas já não será por muito tempo!
Deveria, muito acima de tudo, envergonhar os responsáveis políticos. Mas não envergonha. Para nos sentirmos envergonhados é fundamental sermos donos de alguma...vergonha. Coisa que eles nem imaginam onde mora!
E a prova disso está aqui. Se é que alguém ainda tinha dúvidas!
O pior disto tudo é que, se encafuassem um microfone pela goela de qualquer responsável abaixo, debitaria os mesmos vómitos e sem se rir. Desde Barroso a Obama.
E é nisto que estamos.
Entregues, há 20 anos, à mais miserável e analfabeta classe política mundial, de que tenho memória.
Pode ser que a Grécia, um dia destes, refunde a democracia!
Se é que vale de alguma coisa.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

E a Espanha aqui tão perto.

Ontem, day off por natureza, fiquei-me pelas covas e olhei distraídamente umas notícias.
Páginas tantas, surge-me diante da tromba, o moço que está primeiro ministro. Com um fácies muito sério. Deve ser isso a que chamam "postura de estado"!
Que sim e mais que também, acerca de um tema que, para mim e com a idade que tenho, permanece no mais brumoso mistério: os subsídios. Confesso humildemente que nunca percebi a bondade da atribuição de 13ºs, 14ºs e, nalguns casos 15ºs e até, pasme-se, 16ºs meses, a quem faz de conta que trabalha...11 meses. Et encore...
Deve ser por causa dos direitos adquiridos. E da constituição abrilino-eanista. Qual carraça que continua a chupar o sangue de um corpo moribundo. 
Mas isto, sou apenas eu a falar (escrever)...que, jamais recebi um subsídio na vida!
Dizia então que ontem ouvi o moço. Que esses tais subsídios que foram retirados a partir de não sei quando, algures durante o ano transacto, começariam a ser repostos a partir de 2015. Franzi o sobrolho. Como não votante contumaz, tive de consultar o Borda d'Água para perceber o mecanismo tempo-eleitoral. Se fiz bem as contas, haverá eleições esse ano.
Pois bem, se a política ainda é o que é, mentiu. Nada de surpreendente - senão não seria político - mas, mentiu! Essas liberalidades serão retomadas em 2014! Vai uma apostinha? Com troicas, com quadrigas, com pentagramas, tanto faz. Votos são votos. E o poder inebria.
Ouvi também qualquer coisa relacionada com a Maternidade Alfredo da Costa. Porra, já viram bem quanto vale aquele quarteirão, com crise ou sem ela? É tão certo como dois e dois serem quatro que já têm comprador! O que não falta por aí é gente com dinheiro e disposta a fazer aplicações financeiras. Serão angolanos?
Last but not the least, começou o tempo das auto-flagelações nas Filipinas.
Nada que não pudesse ser imitado, com intenso fervor, pelos políticos nativos. Todos, sem qualquer excepção. Desde há mais de trinta anos.
E queria eu falar de Espanha! Para quê? Afundados que estão na merda, até ao pescoço, nem vale a pena perder tempo. 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

viva o portugalzinho deles.

Ontem, noite adentrada, deu-me para "abrir" um sítio relacionado com peixe. Só porque me apeteceu!
Peixe por peixe, prefiro o real.
E não é que até nestas "lides", fui tropeçar neste baldio mal cheiroso?
Com excelentes notícias, está bom de ver.
Hum!
Pensando bem, nem surpreendente é. O que realmente causa surpresa é que o grande responsável por isso, continua por aí. E como orgão de soberania. Geralmente sem opiniões.
E eu a comer peixe alheio!
Ainda não perdi a esperança de, um dia destes, abrir uma página sobre berlindes e dar com alguém a queixar-se de já não poder jogar porque a ex-lusa terra, já nem os buracos consegue conservar...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Filosofices ao luar, na ausência da lua!

"...há só duas maneiras de ter razão. Uma é calar-se, que é a que convém aos novos. A outra é contradizer-se, mas só alguém de mais idade a pode cometer."
Álvaro de Campos, in Aviso por causa da moral e outro textos.

Não sei calar-me, porque já não tenho idade para isso, tal como não sei se Pessoa, lui-même, estaria de acordo. Mas também não é importante. Para "dilacerações internas", bastam as minhas.
Mas, se calhar, até estou - de acordo, claro!
Tenho para mim que a contradição é uma forma superior de estar na vida. Ou de a olhar. A maneira menos cinzenta de o fazer. A forma que temos para nos demonstrar que continuamos in progress. E que insistimos na perturbação de tudo e todos os que nos rodeiam. E, claro, a mais veementemente zurzida! O que, por si só, atesta da sua real eficácia. 
Porque nada pára. Aquilo que hoje temos por certo, amanhã já está errado. Aquilo que, hoje, damos por garantidamente errado, amanhã surge-nos na forma mais acertada que é possível imaginar. A realidade não existe. Formamo-la e formulamo-la a cada vez que a olhamos.
Antes de olharmos, o vazio é absoluto. Crónicamente absoluto. 
Depois de olhar, preenche-se de tudo. Até daquilo que não preenche nada!
O que é que me deu hoje, perguntarão vocelências!
Apenas não quero ter razão...calando-me!
Afinal, Pessoa, deveria estar de acordo com Álvaro de Campos.
Presumivelmente.
Ou não? 

Obrigado Maastricht.

1. Ainda mexe;
2. Já mexe.

Valha-nos isso. Pobrete mas a mandar na minha casa!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Os amigos dos outros.

Tinha a certeza absoluta de que a minha preclara opção tinha sido muito mais avisada.
Entre um belo tinto e uma mais que certa canhestrice "política", alguém hesitaria?
Estava desconfiado mas afinal tinha visto bem. Clinton estava lá. Entre Juppé e o rapaz britânico, escrevinhador de biografias. Levaram tudo no bornal, excepto a memória. Pode ser que se lixem!
Mas, entalados entre Putin e as respectivas industrias de defesa, não lhes restam grandes alternativas.
Sobra um mistério. O que andaria o jovem Portas por lá a fazer?
Não me canso de regressar a Beckett: "That's how it is, in this bitch of an earth".

domingo, 1 de abril de 2012

Não me lixem!

Domingo, dia em que qualquer mortal a quem sobra um módico de textura cerebral, fica na cama. Não é o meu caso. Já reentrei na idade do armário, pelo que me mantenho em estado vigil.
Enquanto entretinha o estômago, distraía, simultâneamente, as meninges, olhando (sem ver) as notícias. Até que, sem mais aquelas, me surge o inevitável bonzo regimental, obrigatório em qualquer telejornal. Desta feita sob a forma de Portas, lui-même. Conversava ao telefone, enquanto palitava os dentes, desde Istambul, com um qualquer jornalista semi-analfabeto, em serviço na estação que lhe suporta as idas à praça. Tinha sido convidado a tomar assento numa daquelas coisas estranhíssimas, em que o mundo ocidental se especializou. Apurado o ouvido e preparada a competente gargalhada do dia, apercebo-me de que a coisa acode ao nome de Grupo de Amigos da Síria. Inquirido ao respeito, que não...que o tempo das palavras tinha acabado mas que a intenção não era ir aos fagotes aos compadres sírios. Não sei qual foi a alternativa proposta (nem interessa) porque, entretanto, fui fazer algo de muito mais importante. Repor o nível de tinto no copo, porque estava a ficar perigosamente short.
E, a propósito de jornalistas!
Lembrei-me de, há dias, ouvir por aí, um dilacerante  ranger de dobradiças, com origem nos despojos da esquerda folclórica sobrante.
Entravam - tudo o indicava! -  em pleno estado comatoso-democrático, à conta de umas palmadas enfardadas por uma rapaziada que cobria o desenrolar de uma qualquer manifestação.
Aqui-del-rei que a ominosa repressão política está de volta! Reúna-se uma comissão parlamentar, execre-se o ministro, salvem os jornalistas da fúria policial! 
Os jornalistas devem estar identificados (como é óbvio), adiantava alguém em pleno delírio. Que não, retorquia o representante sindical, assim ficam muito mais expostos! Ninguém perguntou ao filho da puta, desde quando o jornalismo é uma actividade clandestina. Que eu tivesse dado por isso! 
Olhem para a foto que encima esta coisa. Barcelona, quase no mesmo dia, lá estão eles, devidamente identificados. Prontos para levar porrada. Se, para tal, o acaso os convocar. Qual é o problema? Sabem ao que vão. Não me lixem.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Pois.

O pessoal do "Libé", de quando em vez, faz a opção certa. Transuma-se do estado opinativo, genéricamente esquerdo/bocejante, para coisas de suma importância.
Ainda bem que está a chover. Os meus neurónios, os sobrantes, estavam de tal forma ressequidos que curto-circuitaram. Pelo que estou momentâneamente impedido de reproduzir um "pitch", ao estilo de Almodôvar!
Ainda assim, podem imaginar o que me ia passando pela tola (sopesando alguma da matéria prima local), à medida que ia lendo o "documento"!
É sempre de bom tom, angariar informação relevante (aqui sim, senhores do SIS!) sobre a esquerda.
Só senti ali uma falha.
Faltou uma opinião conhecedora do universo "extra-adulto"! O rafeiro  Cohn-Bendit, teria sido de inestimável ajuda.
Mas não se pode ter tudo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cabinda cada vez mais do Norte.

A "jura" do pai, feita aí pelos finais dos 80, perante um conjunto de ouvidos atentos - portugueses e nem por isso - continua o seu caminho.
Paulatinamente.
Sugiro que as vestais do regime, mais os correlativos amesendados, comecem a massajar os joelhos. 
Vão ter mais necessidade deles, do que aquilo que alguma vez imaginaram.
Pobres dos que padecem de condromalácia patelar! 
É repugnante!

"Viver é desenhar sem borracha"*

O que é que é isso, Millôr?
Estou fora um dia e desertas-me?
Saravah, meu velho. Espero que tenhas levado uma boa provisão de papel e lápis.
Quando chegar, quero continuar a ler-te.

* Millôr Fernandes

terça-feira, 27 de março de 2012

Regressos.

Enquanto trincava umas espinhas, ouvi Nuno Crato balbuciar umas banalidades. Levantei as orelhas quando o ouvi referir que iria ser reposto o exame da antiga 4ª classe. E que valeria, 30% na avaliação final! Descartando esta última parte que não sei o que significa - um exame que vale 30%, para mim, é um mistério insondável - acho bem! Depois do 2º, 5º  e 7º anos dos liceus (é bom que a juventude de menos de 50 anos, tome consciência que me refiro à antiga nomenclatura), faltava repôr este pequeno detalhe. Sobram dois que, a seu tempo, (res)surgirão. O exame de admissão aos liceus e o de aptidão às universidades.
Tenho algures, um diploma igual a esse, datado do já arqueológico ano de 1966 e que atestava - a 100% - que escrevia sem erros ortográficos, dava uns toques na "arimética" (como dizia o meu mestre-escola) e tinha as preposições na ponta da língua. 
Pois.
Constato que os regressos, vão estando por aí. Ainda bem. 

Post scriptum: Reparei também, numa qualquer outra "local" que o abundante Carlos Abreu Amorim, continua vivo e de saúde! Juro, à fé de quem sou, que ignorava em absoluto que se tinha tornado deputado da "naçom"! Saravah!

Espiões e outras minudências.

Hoje andava preocupado. O raio da gargalhada do dia tardava em chegar. Mas nunca falha. Questão de mera paciência.
Então, não é que o tal de SIS, resolveu puxar dos galões "à la Professor Bambo" e desatou a profetizar? Segundo consta, produziu documento a preceito, antevendo todas as desgraças do inferno para o dia da greve geral. O governo, à uma, fugiu para Cacilhas, Cavaco e deputagem, amoitaram-se em parte incerta.
Arruaças? porrada? vidros partidos? bancos em chamas? Bem podem esperar. Mas sentem-se, porque é coisa para demorar! A idéia de "porrada", para o tuga, limita-se a uns sopapos na mulher e nos filhos (com arrotos à mistura), depois de se ter alambazado de croquetes "enzeitados" e vinho "chunga", num qualquer domingo estival, ali à Cova do Vapor!
Não há por lá ninguém que os ponha a estudar a História do país e do "povo"? Não há por lá ninguém que os introduza a Camões, a Ramalho, a Eça, a Pessoa? Para citar apenas alguns dos que "desenharam" a traço fino, as características do povo a pertenceram. Não há por lá ninguém que lhes diga de uma forma muito clara, que o povo português é, tendencialmente bovino? Não há por lá ninguém que lhes diga que, um povo que tolerou até à náusea, as inanidades de um Otelo, de um Lourenço, de um Gonçalves, de um Soares, de um Eanes, de um Cavaco, de um Guterres de um Barroso e por aí fora, até hoje, tolerará tudo e mais um par de botas? É uma triste sina. Mas é assim.
Atavismos à parte, eu, nem as minhas botas lhes confiaria. Quanto mais a minha segurança.
A Ongoing foi lá, à pesca, e está presa por cordéis! É o que dá, confiar nas "informações" - e conseguem dizer esta palavra sem se rirem! - que a rapaziada do tal de sis, recolhe no terreno.
Ainda por cima, custam uma fortuna, ao erário público. 



segunda-feira, 26 de março de 2012

La testa perduta dei giornalisti nativi.

Preparava-me para olhar a imprensa. Ficou olhada. 
Julgava-me eu dono de alguma imaginação! Silly me...
Esta é de cabo de esquadra!
"Entalar" Tabucchi (curvo-me, perante a memória do único homem que soube "ler" Pessoa), entre bois financiados pelos espremidos contribuintes europeus e divórcios avulsos (concretizados ou não), confesso que nem a mim me ocorreria!
Estão lidas as notícias.

domingo, 25 de março de 2012

Quando tudo valia a pena!

Há pouco, bati com a cabeça algures e estacionei, a ouvir uma qualquer merda com origem no Pacheco Pereira. Chutava para canto, em matéria de PI. No meu teclado, não existe tal símbolo!
Espantava-se com a kilométrica extensão do número que define aquela dimensão e com a capacidade de uma qualquer miúda americana de conseguir memorizar 2.000 daqueles digítos que são apenas um assomo da eternidade. Coisa que a ele não lhe vai tocar. Nem a mim.
De súbito, recuei mais de trinta anos. Lembrei-me de Lima de Freitas, de Artur Bual e do meu pai. E do Ponto de Bauhüte.
Uma livraria/galeria, ali às avenidas novas, albergava, com uma frequência inusitada,  aqueles crâneos. E eu, com o meu ainda em formação - e se não me tivesse "posto a pau", acabava deformado -  assistia, como a parteira!
Lima de Freitas, esforçava-se denodadamente por demonstrar que Almada tinha ficado "curto" na análise daquela realidade. Porque, e ostentando um ar sério, vociferava do alto do seu metro e meio:"o triângulo do Almada não é equilátero, pelo que não corresponde à perfeição do 3".
Artur Bual, com aquela sua eterna cara de alentejano desterrado, olhou-o de soslaio e, adivinhando-se-lhe o sorriso maroto por sob o farto bigode, lança-lhe à queima roupa!
Ó Zé, vamos mas é às putas! Deixa lá a maçonaria!...
Ainda hoje, ouço o meu pai a rir!  

À conversa no botequim.

Foi ontem. A 1ª.
Constato, sem a menor surpresa, que o português militantemente reclamante, continua militantemente...cobarde! Convoca-se o dito cujo para fora da sua "zona de conforto" e, vai lá tu que eu fico aqui! O juntar uma cara ao que diz, horroriza-o. O "confronto", intimida-o.
Mas não interessa. Como em tudo na vida, só fez falta quem esteve.
E esteve gente que sabe coisas. E ouviu coisas. E entre-surpreendeu-se com algumas dessas coisas.
E novas coisas ficaram anotadas para um futuro próximo. Figuras e figurinhas foram faladas. Numerosas, as últimas. Esparsas, as primeiras! Por entre as figurinhas, uma, brilhou a grande altura. Porque de coluna vertebral gelatinosa. Porque de trato untuoso. Porque rasteiro, no dizer e no fazer! Porque me remete para Eça/Ramalho, n'As Farpas:
" O sapateiro é secretário no centro reformista da sua rua, e alia o labor do botim ao da eloquência política, o que dá algumas vezes em resultado, empregar a metáfora no calçado e a sola e vira no discurso"
E compensa.


sábado, 24 de março de 2012

Sábado à beira rio.

Eu bem tento regressar. Mas, confesso, desconsigo por completo.
"Abre-se" a jornalada e somos agredidos à bastonada por coisas como esta.
É-me difícil, sem resvalar para o vulgar, situar o português, por forma a definir com exactidão, o nojo que me invade ao assistir a este interminável desfile de miserabilismo e espantosa capacidade de genuflexão, especialmente agravados nos últimos 20 anos. 
Transitamos para a página 2 e constatamos - já sem qualquer surpresa - que esta maravilhosa espécie de país (que há muito deixou de ser o meu), se prepara para viver um novo momento Kim-Il-Sung.
É o que dá, quando a coisa pública está entregue a "aparelhistas" que foram sendo formatados dentro dos partidos e aos quais foi negada uma vida própria. Tornando-se assim mais fácil manipular aquelas estranhas espécies de cérebros. E o que é mais grave, é que esta situação se arrasta, ininterruptamente, desde 1995. Desde o maldito dia em que desencantaram aquela emoliência que acode ao nome de Guterres.
O que é que me resta?
Isto. Pelo menos, fez-me soltar um sorriso! África, ela própria, nunca me desilude.

domingo, 14 de agosto de 2011

A bocejante previsibilidade humana.

Esta postada é dedicada, por inteiro, a todos aqueles que acharam que eu tinha enlouquecido, aquando deste escrevinhanço.
Ainda bem que enlouqueci. Permitiu-me pairar acima das ridículas politiquices intestinas de cada país. Permitiu-me assestar um sorriso condescendente, de cada vez que um qualquer "político" ou "comentador" de turno - em qualquer latitude planetária - se espremia até à vermelhidão, na vã tentativa de explicar o inexplicável!
Limitei-me a manter o olhar focado no que, realmente, interessava.
Passemos pois, à fase seguinte.
Vai ser muito rápido! 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Votem, votem que o vosso votar tem graça!

Cada vez tenho menos vontade de vir aqui mas hoje, não resisto! Escrevi, por aí, duas coisas que causaram bastos engulhos, em alguns leitores esparsos. 1) Votar, hoje, é sancionar a "merda que medra" por aí. 2) Não me lembro de olhar uma paisagem política tão repugnante, como a dos dias que correm.
Sobram dúvidas a alguém? Então espreite aqui e adivinhe quem se quer atingir!...embora, à época dos "eventos", já lá não estivesse! Provavelmente adivinhava (ou saberia?), o que se iria passar.
Nada que, a mim, me incomode particularmente! Limito-me a registar, para memória futura!
Venha o "caso" seguinte.
Agora, de sinal contrário. E há tantos! Tantos que se sente a nervoseira no ar... 
Registo igualmente que este senhor, está muito generoso.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A cópia é o país.

Grassa por aí inusitada excitação, à conta de uma qualquer risível fraude, levada a cabo por meras cópias de gente, que tenta denodadamente obter - e vai conseguir! -  a respectiva licença de uso e porte de beca.
Como se tivesse sido a primeira vez que tal acontece!
Constituiria um drama e agir-se-ia em conformidade, desse-se o caso de estarmos estacionados em qualquer lugar dotado de um mínimo de civilidade. A próxima paragem seria, seguramente, a caixa de um vulgar supermercado! E isto, para o caso de quererem pôr o mata-bicho em cima da mesa.
Por cá e já sem qualquer pena o digo, não vai além de um faits-divers. Apenas mais um. 
Recheios de becas, semi-analfabetos e sem a menor experiência de vida, é o que mais por aí há. Vão juntar-se-lhes mais estes. Nada de grave, portanto. O futuro da justiça, há muito, está garantido.
Limitam-se a tirar partido da circunstância de viverem, não num país mas numa cópia ranhosa de um país. O que faz com que aquela rapaziada, esteja perfeitamente em linha com a geografia que lhes alberga os crâneos. Isto, partindo do princípio, que carregam algum...
Digo-o acima e repito: a cópia é o país. Pode ser que reapareça o original. Um dia destes.

domingo, 22 de maio de 2011

O berro do abutre.

Ao que leio, foi hoje dado o tiro de partida para o esquartejamento final, do já desfigurado e fétido cadáver. De adiado que tem sido!
É aterradora, a "qualidade" dos abutres que se amesendam para o festim. Todos eles, todos, sem uma única excepção, estão já muito para além de qualquer tipo de classificação conhecida, ou por conhecer! Estou em crer que já nem a zoologia, se sente capaz de os "emprateleirar"!
No que levo de vida "activa", não me lembro de ver uma paisagem política tão repugnante.
Nem mesmo quando havia merdas, do jaez de um conselho da revolução. Ou se incensavam bípedes, a quem o acaso, veio a apor nomes próprios e apelidos, dados, neste espaço, por irreproduzíveis. Nesse cinzento quadro ainda havia, num ponto ou noutro, uma qualquer centelha de vida, um lampejo de inteligência que proporcionava uma "esperançazita", por diminuta que ela fosse!
Estou espantado com o que acabei de escrever, acreditem! Mas não retirarei, nem uma vírgula! Mesmo correndo o risco de ser confundido com um democrata. E revolucionário, por cima...
Porque hoje é bem pior. Hoje, é riscar a preto sobre uma superfície negra. 
Posso, por isso, imaginar a agonia, a repelência que deverá estar a dilacerar as entranhas, de todos os que insistem em votar!
Ou, se calhar, nem por isso e sou eu que estou enganado!
Votar seja em quem for e nas actuais circunstâncias, será apenas sancionar a continuidade destes inclassificáveis seres.
Se é isso que querem, sirvam-se!
Mas apressem-se, caso contrário, quando se chegarem ao cadáver...já nada resta. Nem os ossos. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dedicado à classe política.

Sabem todos os deuses o quão eu gostaria de alimentar, numa base regular, esta modesta tribuna! Sabem igualmente, os mesmos deuses, o nojo que me invade, ao olhar a imprensa ou uma qualquer emissão televisiva. Agradeço, apenas a mim próprio, a capacidade que ainda carrego de ser capaz de passar dias e dias, sem que procure uma única "novidade"! Só assim vou sendo dono de uma vaga probabilidade de sobrevivência. Mas, nem sempre, nem nunca! Segundo rezam as crónicas, Cavaco deu o sinal de partida para umas quaisquer eleições. Ainda não tinha ouvido rigorosamente nada no que lhes concerne. Fi-lo hoje. E em aziaga hora! Porque e para minha surpresa - ingenuidade minha, pela certa! - continuamos a ter que tolerar as mesmas trombas de sempre. Entre Portas e o Zé de Vilar de Maçada a coçarem o escroto um ao outro, entre Otelo e Lourenço (como é possível ainda darem tempo de antena a estas aventesmas!) a arrotarem disparates para uma câmara, entre Rangel e o outro Portas, a bolçarem banalidades velhas de dezenas de anos, entre Ferro que se referia mefistofélicamente (e sem se rir) a ataques anti-democráticos - não sei o que é isso mas tenho esperança de viver o suficiente para perceber! - e uma qualquer conversa desinteressante moderada pela senhora Campos Ferreira (mais uma). Temos o que merecemos. nem mais, nem menos.
Fazem bem, aqueles que teriam condições de tirar este quintal das trevas, em continuar a não se querer misturar com semelhantes vermes. Guardem-se para melhores dias...se acaso acontecerem!
Desta tralha toda, sobrou um momento que me soltou um sorriso. O Lourenço da Lousa, tinha atràs dele, uma obra de Bual.
Lembrei-me do Artur e das suas contagiantes e alentejanas gargalhadas.
Saudades de ti e...como de como gostaria de te acompanhar "à viola", nessas gargalhadas!
Mas acompanho, com o maior dos prazeres, no que de mais importante gritavas, cada vez que vias passar o Nuno Rodrigues dos Santos, no lugar que  "a gente sabe"! Vai-te foder, cabrão!    

terça-feira, 3 de maio de 2011

Another day in paradise!

Chegado que fui, a casa, espreitei a imprensa indígena! A única notícia que me chamou a atenção, foi esta!
Passou-se mais alguma coisa que eu devesse saber?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vassoura, precisa-se!

O mais insolúvel dos problemas que assolam este país, é a inconsciência de todo um povo! Quando, desde quarta-feira, 20 de Abril, o percurso entre a Graça e o Conde Barão, pelas 19h, tarda o fumo de um cigarro, estamos conversados! O Algarve continua a regorgitar de teso-veraneantes. E que, a partir do próximo mês de Maio, irão engordar o alegre lote dos desvalidos detentores de cartões de crédito cancelados que, a fazer fé nas gazetas, ascende já a uma média de 90.000, por cada mês que escorre pelo calendário, desde há pràticamente um ano a esta parte. Aproveitem bem, pois tudo indica que serão as últimas "férias". Dando de barato que o conceito de férias se aplica a toda esta mole de incontinentes votantes...
Entre tolerâncias de ponto, pontes e urdidelas avulsas no tal "direito inalienável", quiçá adquirido, se vai estiolando o que resta de um país.
Mas o que, definitivamente, torna tudo isto completamente hilariante, é este "tirar macacos do nariz", seguido dos respectivos entre-disparos! Como se o Banco Central não tivesse qualquer culpa no cartório! Como se o Sr Constâncio não tivesse sancionado o onanismo banquístico da última década! Não comenta? Pois não. Nada há para comentar.
Quanto às "banquetas" que por aí se vão arrastando, resta-lhes engolir a gula...com juros e correcção monetária! E aguardar, humilhantemente, que algum benfeitor lhes financie as respectivas recapitalizações. O excesso de exposição mediática dos "banqueiros nativos", significa apenas isso. Nada mais. Mão estendida à caridade!
Não deve ter sido com este quadro em mente que D.Afonso Henriques "ferrou" um chapadão na mãe!...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Evanescências.

Amanhã termina a reunião do FOMC (Federal Open Market Committee) e, segundo parece, Ben Bernanke não está virado para "dar um pontapé para cima" nas taxas de juros!...
Ou seja...bye bye dollar! Entre a inflação previsível e o "esfarrapar" do mercado dos Treasury Bonds...
E andamos nós a queixar-nos de quê?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sic trasit gloria mundi.

Passo os olhos pelas primeira páginas dos jornais e pouco mais me resta do que rasgar um sorriso! Continuam a confundir (ou a querer confundir-se-nos!) dois verbos que, nem remotamente, têm qualquer relação um com o outro: negociar e impor. Onde estão as condições para impormos seja o que for, seja a quem for? Policarpo, agita-se na cadeira cardinalícia, alimentando receios de que o "zé povinho" se esteja a arrimar a um vigoroso fartanço, no que a partidos políticos diz respeito! Nem imagina o quanto se está aproximar da realidade. E ele sabe bem do que fala...atentas as manobras políticas a que se entregou, noutras eras e noutros areópagos! Cavaco resolveu abrir a porta a um senhor que está ministro da defesa...porque será? Nesta matéria, tenho para mim que o feijão já não passa, lá, no tal sitío!...Balsemão quer um acordo alargado de regime! Ehehehe...vê lá se te despedem! A CIP (quem?), continua a massacrar a mesma tecla desde que viu a luz do dia! Crescimento + crescimento + crescimento. O que terão por lá andado a fazer, Vasco de Mello, Ferraz da Costa e Van Zeller? Otela suspira por Salazar! E, last but not the least, o PS está à frente nas intenções de voto!...Bem feito!
Só tenho motivos para sorrir. Garanto. Tudo indica que os tiros vão deixar de ser, apenas, nos pés...
Já não era sem tempo!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A lixeira.

Como muitos dos meus leitores sabem, sou um "tardo-almoçante", pelo que só às três da tarde sou confrontado com aquilo que já todos sabem pelas 9h da madrugada. Hoje, confesso, foi uma refeição divertida. E digo divertida porque já não consigo levar nada desta merda a sério. Nem com muito esforço! Abriram as notícias com umas criaturas, aparentemente portadoras de passaportes emitidos alhures, carregando um ar conspícuo - devidamente engravatadas, como lhes compete! - quais velhos mestres-escolas...(pareceu-me, por momentos, ver uma "régua de palmatoada" a espreitar pela pasta de um deles!) e firmemente dispostos a meter na devida ordem uma série de meninos que se portaram mal nos últimos tempos! Seguiu-se o Valtito ( o 33 do 1ºE...a minha/nossa turma do 1º ano de Liceu ) hoje mais conhecido por Valter Lemos e secretário de estado de qualquer coisa, acariciando o escroto em público, à conta de uma dúzia de nomes que foram abatidos à pornográfica lista de desempregados. Continuam com um tal senhor Silva - creio que o ministro do Valtito supra - jurando pela saúde do pai dele que não senhor...só esteve com o senhor Nobre para tentar perceber se o cidadão em causa era preto, ou branco!
Entretanto acabei de almoçar. E, olhando melancólicamente Lisboa através da minha janela, concluo sem dificuldade que isto não são notícias de um país.
São exalações fétidas uma central de compostagem que há muito deixou de funcionar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Nada a dizer, mesmo?

Tinha jurado a mim próprio, não desperdiçar um só sopro de fôlego que fosse, com o lixo que, por aí, corre aos borbotões! Já consumi o combustível que tinha a consumir - muito lá para tràs - nesta miserável ópera bufa em que tranformaram aquilo que, um dia, se chamou Portugal. Optei por outras vias. Quiça, menos cómodas. Mas, ainda assim, mais putativamente reconfortantes!
E vou cumprir(me).
Mas há uma pergunta que quero deixar no ar. Onde anda esta inexistência?
Não tem nada a dizer? Não tem, MESMO , nada a dizer?
Talvez não lhe fosse pior pensar duas vezes, antes de optar pelo mutismo...

sábado, 9 de abril de 2011

Onanismo em directo.

Assisti, há pouco, a um momento "perdoa-me", em directo de Pyong Yang. E a culpa é minha. Quem me manda a mim almoçar tarde! Garantem-me, aqui ao lado que não. Era de Matosinhos! Cada vez sei menos de geografia!

Ponto de Arraiolos.

Hoje, "abri o jornal" e, para minha máxima surpresa, surge Aníbal António. Já nem me lembrava que semelhante emplastro ainda tinha existência formal. E o que diz ele? Rigorosamente nada, porque a constituição não o deixa dizer coisas! Caso contrário, fá-lo-ia. E em algarvio...

A fazer fé na prosa do escriba de serviço, arejou os pulmões a partir da Hungria. Lugar escolhido por um ajuntamento de caríssimas inutilidades iguais a ele - malditas constituições! - para se sentarem à volta de uma mesa e se entregarem, de corpo e alma, a uma bisca lambida. E para que servem todos estes adornos, à volta da tal mesa e, por certo, com um arraiolos por sob os presidênciais calcantes? A isso, perdoem-me mas só o choramingão Sampaio poderá responder! Nunca percebi. Defeito meu, por certo!

Mas a minudência constitucional é, tão só, a prosaica (e dispendiosa) razão que o impede de falar. A mais importante, guarda-a ele, ciosamente, dentro do saco dos segredos inconfessáveis. Porque ele sabe - ó se sabe! - que um dos grandes responsáveis (senão mesmo O responsável) pelo pagode que, ora se instalou é, elezinho mesmo, sem tirar nem pôr! Os que se lhe seguiram, limitaram-se a decalcar o modelo. Não têm a menor importância. Nenhum deles.

Apreciava-lhe o tom autoritário, confesso! O problema é que não sabia como utilizá-lo. Decidiu pôr a mioleira a funcionar em modo macro-economista em lugar de accionar o botão que diz, "dona de casa"! Enquanto um grupo de generosos ofertantes foi despejando pázadas de dinheiro fácil para o quintal de S. Bento, ele não encontrou nada melhor para fazer do que emprenhar o estado (estranha noção de queca!) com uma imensa miríade de girinos e desenhar, pelo país, um tapete de auto-estradas em ponto de Arraiolos. Só não lançou uma delas entre o meu quarto e a minha casa de banho porque eu não deixei! Cada vez que alguém tinha a triste idéia de lhe referir que havia por aí uma coisa à qual deveria ser dada atenção - a economia real, a micro, a que gera emprego, a que impulsiona o crescimento e a riqueza, a que justifica a existência de auto-estradas para que o que se produz seja rápidamente escoado - respondia uma de três coisas: deixem-me trabalhar ou...não leio jornais ou...nunca me engano e raramente tenho dúvidas!

O Marquês do Bronze, não teria feito melhor. Ganhava dez e gastava onze!

"Eppure", diria um italiano, reemerge anos depois, como presidente de um país sem economia mas ricamente bordado de auto-estradas, como um belo tapete de Arraiolos. Espécies de "road to nowhere".

Como há-de ele dizer coisas!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dancem enquanto puderem...

Olho à minha volta - ou tento! - e, confesso, ainda não consegui perceber se vou estalar à gargalhada ou chorar e assoar-me, estrepitosamente, para dentro de um guardanapo! Entre um primeiro ministro que vagueia algures, por entre o negacionismo, a estupidez e a dislexia, uma "oposição" que não sabe o quer nem para onde vai, um ajuntamento de "banqueiros" filmado à saída dos automóveis, fazendo lembrar aqueles get together da máfia italo-americana, à porta de um qualquer restaurante de Jersey onde, habitualmente afinavam o "fazer de folha" do vizinho do lado (mas, pelo menos, a esses não era dinheiro que faltava!), um senhor que, recentemente aderiu ao conselho de estado e que, enquanto coçava os tomates acusava não sei quem de ser surdo, o Sr Santos de Lourenço Marques, perdigotando que o anterior senhor começou mal naquelas funções, o Sr Lopes que fala, apenas porque sim, o Sr Cavaco que inexiste! Enfim, um pitch de um filme ordinário, no qual nem Scorcese pegaria! De uma coisa, tenho a certeza. Se fosse votante, teria um problema. Um seríissimo problema!

Pelo que, só há coisas a dizer depois desta merda implodir. Até lá, o que não falta por aí, é gente que...diga coisas!

sábado, 2 de abril de 2011

Os miseráveis...

Desde as 10 da manhã de ontem que ando a tentar escrever algo que me ajude a cuspir toda a vergonha que carrego em mim.

Logo que acordei, lembrei-me de Victor Hugo.

Quem é mais miserável? Eles (os políticos), ou nós! Nós, eu incluído, mas também mera força de expressão, dado que votei uma única vez na vida. Em 1975...e bastou! Fiquei vacinado. Ousa-se dizer que, quem não vota, não está "autorizado" a emitir qualquer tipo de opinião. Uma porra! Isso só pode sair da boca - mero cliché político! - de quem esconde uma espécie de vergonha que, sem dúvida, foi sendo metódicamente alimentada pelo exercício do sacrossanto voto. Ocorre-me uma velha história datada dos anos cinquenta (e atribuída a Marcelo Mathias), quando um então jovem diplomata mergulhava na mais lancinante das dúvidas e se perguntava porque razão um povo que descendia de uma gesta de descobridores, se revelava a merda que era! Que não, retorquia a velha rapoza: o nosso drama é descendermos dos que ficaram! E não eram, seguramente, tempos de BBB-! A História está aí e é o que é! Não há volta a dar-lhe. Está aí para quem queira olhá-la, com olhos de ver. Só conseguimos funcionar com a canga no pescoço. Este país é um pesadelo, este povo é um pesadelo, estes "políticos" são um pesadelo, saído de um esgoto mal cheiroso! Tal qual os esgotos de Paris, "percorridos" por Victor Hugo...

Tenho a idade que tenho. E de caminho, não tenho memória de ver tanta merda acumulada nos areópagos políticos que, em teoria (ou, na prática!), gerem esta pocilga. Nem mesmo, considerando Soares e Eanes! O tal que exala um miserável e purulento cheiro a TNT! E que, há dias, no lançamento do livro do João Gonçalves, teve o despudor de me estender a mão! A qual ficou no ar, como lhe competia. Já o primeiro, noutras eras e numa qualquer cerimónia oficial à qual não pude escapar, tinha sido alvo da mesma cortesia. Tenho uma repelência natural e muito particular, por certos tipos de pele.

Jamais pensei, em vida, assistir à classificação do meu (ainda) país, como puro junk! Até o Botswana carrega, impante, um lustroso A.

Continuem a votar, pois! Nos mesmos merdas que se apresentam a sufrágio. Merecem-nos! E merecem-se.

Quem precisar de mim, apite! Mas nunca, para apoiar alarves analfabetos que um qualquer twist da vida, alcandorou ao poder. Nunca no actual quadro partidário.

Canga para cima do pescoço e aí, contem comigo!

quarta-feira, 30 de março de 2011

De epifania em epifania.

Manzanilla, tapas, rioja e um monte de debolsillos depois, reentro neste chão de baratas tontas e sou fustigado por ondas de choque a partir de um qualquer posto de rádio.

Um primeiro ministro que, em lugar de primeiro-ministrar, passa o dia a tirar macacos do nariz e a apontá-los a tudo quanto mexe! Estilo sniper...

Lula e a outra senhora, continuavam por aí...

Ricardo Salgado afiançava, via CNBC, sem sequer sorrir, que Portugal não entrava em default, desde...1890! O melhor é ir actualizando os registos mas, antes disso, comprar um caderno novo porque vai ter muito que escrevinhar. Isto, assumindo que ainda haverá banco, dentro de um ano.

Hoje, no WSJ, Nogueira Leite (ou será Frei Ângelo?), assinam uma coluna sob o pseudónimo de Passos Coelho, que acolhe as vomitadelas costumeiras, com uma pequena variante no tocante ao défice. Cito..."bla, bla, bla...from perhaps 7% last year"! Atentem na subtileza do perhaps...

Lula e a outra senhora, choraram e já regressaram a casa.

E nós todos? Quando é que regressamos a casa?

terça-feira, 29 de março de 2011

Radioactividade linguística.

Desculpem mas fui almoçar ali a Badajoz!
Só ontem à noite percebi que andava por aí o Lula "amais" aquela senhora que o substituiu e que me faz lembrar o Bugs Bunny (sem as orelhas!), cada vez que mostra a dentola.
Evito assim excesso de exposição às perigosas radiações lulísticas!
Até amanhã.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ode a um filho da puta...que são três.

Notável.

Mais de três meses de ausência mas a brigada de costumes, manteve-se atenta!

Uma inofensiva alteração no lay-out desta coisa, foi o suficiente para os fazer agitar. "Afinal tens uma vaga propensão laranja!...eu sabia!" Olha bem, aí, para a coluna do lado direito. Acreditas mesmo que fui parido há 55 anos atràs, junto com um cartão que atesta a minha condição de democrata?

Ó Bolotinha - é assim, não é? - ficas, desde já, a saber duas coisas.


1. Esse IP a partir do qual és pago para monitorar a blogaria "do contra" está, há muito, identificado. Já se cá sabe que "emite" a partir do Parque Tecnológico de Oeiras. Até o endereço tenho. Pelo que, será bom que te ponhas "a fancos"!...

Não denuncio - para já! - tudo o resto, porque terias, além de mim, uma mole de espremidos contribuintes a fazer fila para te apertar o pescoço. Terás de convir que ninguém ficaria satisfeito, ao saber que sustenta uma aberração como tu!...já bastam todas as outras que, por aí, ostentam as trombas.

Estive "adormecido" mas não exactamente a dormir...


2. Tens razão numa coisa! O novo look é infeliz e propenso a interpretações canastronas como aquela que bolçaste! Modificado será, pois!


Atento o que se vai seguir, tenho mesmo de "carregar" nas cores...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Pode ser que sim...


Obrigado pelos vossos incentivos mas sinto-me completamente incapaz de "conversar" seja sobre o que for!
Não leio jornais, não ligo uma televisão. Nem sequer me dou ao trabalho de "dar ouvidos" a um qualquer posto de rádio.

Esgotou-se-me, definitivamente, a paciência. Estou farto de olhar o que resta de um país - ou de um mundo! - como uma espécie de vazadouro de todos os disparates que cruzam as inteligências das classes políticas e respectivas colateralidades, que nos couberam em triste sorte.
Vou hibernar. Que se fodam todos!

Quando houver caras novas e idéias frescas, pode ser que, com tudo isso, regresse igualmente a paciência!
Se é que, algum dia, há regressos!...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O poder do subconsciente.

Este fenómeno diz mais, muitíssimo mais, do que aquilo que todos nós possamos imaginar!
Será mesmo só uma questão de fé que leva milhares e milhares de criaturas anónimas, nos últimos domingos, às missas celebradas no Valle de los Caídos?
Torna-se cada vez mais dolorosamente óbvio que a entidade política conhecida pelo mundo como Espanha, está por um fio...
Os políticos já nada interessam. Os que estão de turno, ou outros quaisquer!
O que sobra de Espanha será o que sobra de vida ao Rei. Ponto final. Parágrafo.
Alguém que - por "mero acaso"! - está sepultado naquele lugar, conseguiu, através de uma singela alteração constitucional, que ela sobrevivesse mais umas quantas décadas.
Ele sabia. Todos o sabiam.
Mero agradecimento, pois!