Este ajuntamento - talvez, nem "metade" do meu curso - proporcionou-me o mais recente momento de plena satisfação.
Mas também já me suscitou a mais recente irritação, relacionada com o país que esta gentinha que está de turno há 38 anos, resolveu meter em marcha.
Através de um banco. Mais adequadamente, uma banqueta. Que vale uns miseráveis 9 cêntimos por acção!
Desculpa Filomena...
Foi aberta uma conta no referido banco, onde se depositavam os óbulos que pagariam o ágape. Mau, por sinal!...
Entre outros, parece que o meu não consta.
Hoje, dirigi-me à agência onde fiz o depósito. À antiga. Em numerário. Claro que a cópia do "papel" que atesta o depósito, há muito jaz no lixo.
- Quero uma cópia do meu talão de depósito! Já.
- Que não, só conservamos os registos de 5 dias, posto o que são transferidos para o arquivo central, ou coisa que o valha!
- Então, queira fazer o favor de solicitar a competente cópia.
- Que sim, mas tem custos associados!
- Pois que seja. Espantar-me-ia que assim não fosse!
Aguardei, numa postura inquiridora.
- Está tudo. Logo que tenhamos a cópia solicitada, enviar-lha-emos por email.
- Não está, não senhor! Falta-me a correspondente quitação.
- O problema é que esses custos - no sistema que temos montado - não prevê a emissão de recibos.
- Mas então como vou justificar este custo? E como vão vocês demonstrar perante o fisco, esta receita?
Aventa-me, a rapariga, com um olhar bovino.
Com o qual, fiquei esclarecido.
Lê-se mal, mas eu ajudo.
Ponto 1 - Requisição elaborada em papel não timbrado. E com um suspeitíssimo código de barras.
Ponto 2 - Tem um parágrafo manuscrito que reza: tomei conhecimento do custo da cópia solicitada, 4,1€+IVA - Pagamento efectuado, 19-12-2012, assinado, blá blá blá...
Está tudo certo. Estamos no portugal inventado por eles.
Se isto não é evasão fiscal, então façam-me o favor de me explicar, muito devagar, esse misterioso conceito.
Pode ser que venha a perceber.
Aguardei, numa postura inquiridora.
- Está tudo. Logo que tenhamos a cópia solicitada, enviar-lha-emos por email.
- Não está, não senhor! Falta-me a correspondente quitação.
- O problema é que esses custos - no sistema que temos montado - não prevê a emissão de recibos.
- Mas então como vou justificar este custo? E como vão vocês demonstrar perante o fisco, esta receita?
Aventa-me, a rapariga, com um olhar bovino.
Com o qual, fiquei esclarecido.
Lê-se mal, mas eu ajudo.
Ponto 1 - Requisição elaborada em papel não timbrado. E com um suspeitíssimo código de barras.
Ponto 2 - Tem um parágrafo manuscrito que reza: tomei conhecimento do custo da cópia solicitada, 4,1€+IVA - Pagamento efectuado, 19-12-2012, assinado, blá blá blá...
Está tudo certo. Estamos no portugal inventado por eles.
Se isto não é evasão fiscal, então façam-me o favor de me explicar, muito devagar, esse misterioso conceito.
Pode ser que venha a perceber.






































