sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Brincar aos "negócios".

Se eu me chamasse Efromovich...aí estava a hora de perder a compostura.
E seria incomparávelmente mais saboroso que um orgasmo!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O incontornável odor da Goldman Sachs.

Parece que Cavaco falou.
Não ouvi. Não gosto do sotaque algarvio. Mas imagino que terá dito que sim e mais que também!
Chegou-me aos ouvidos que tem "fundadas dúvidas".
Acho bem. Mas isso apenas lhe interessa a ele.
Tratando-se aquela eminência, como efectivamente se trata, de uma redondíssima irrelevância que apenas se pode queixar dele próprio, passemos adiante.
Estou em crer que o Tribunal Constitucional se pronunciará em modo "turbo"!
E depois?
Depois, acabou o tempo dos meninos paridos pelas jotinhas partidárias. Tão só.
Depois vem o tempo de quem manda. De quem pode mandar. De quem fez uma "aposta" e não gosta nada, mesmo nada, de perder. Nem a feijões!
Declarada a inconstitucionalidade dos detalhes que lhe suscitam "fundadas dúvidas", torna-se meridianamente evidente que o governo, ora em funções, deixa de ter a menor condição que justifique a sua existência.
Voltem pois às vossas vidinhas desinteressantes, de onde nunca deveriam ter saído. Com uma excepção.
Vitor Gaspar.
Foi expedido para cá, para o Banco de Portugal, um ano antes de ser atirado para dentro do ministério das finanças. Bizarre...
Já nessa época fiquei com a pulga atràs da orelha!
Próximo primeiro ministro? Não acredito. Tem uma "falha" fundamental no seu curriculum. Não passou de funcionário da União Europeia. Curtíssimo!
Mas, anda por aí um rapaz que, se as coisas seguirem o caminho que prevejo, não será difícil imaginá-lo sentado na cadeira de S.Bento.
E esse sim, hélas, reúne todos os requisitos.
Cheira a Borges por tudo quanto é poro!
O resto do governo não interessa. 
A tanto monta, serem estes ou outros quaisquer.
E que tal aproveitarem e promoverem uma alteração regimental que, há muito, deveria ter acontecido.
Instituir um regime presidencial. Sem o actual incumbente, está bom de ver!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013.

Um ano ímpar, indivisível e único.
Como nenhum de nós vai conseguir imaginar.
Nem nos mais descabelados pesadelos.

domingo, 30 de dezembro de 2012

O balanço/pergunta.

Tive, seguramente, o mais curto período de nojo de que tenho memória!
Coisa atribuível à circunstância de ter comprado um jornal. Devem sobrar dedos das duas mãos, se fizer a contagem dessas minhas aquisições anuais.
Hoje, acrescentei mais um dedo. Mas ainda sobram uns quantos!
Não é que, a páginas tantas, dou com essa foto acima? Rodeada, como não, de uma "reflexão" de Rui Tavares. Que me dispensei de ler, por meras razões de higiene mental.
A "história" conta-se à posteriori. Com o devido distanciamento.
"Historiadores" imediatistas, não me acrescentam nada! 
Quase tive de usar lupa mas consegui lobrigar que a foto foi obtida por um tal de Luis Carrega e, originalmente, dada à estampa no Diário das Beiras. O seu a seu dono. Bem esgalhada, essa chapa! Os meus parabéns.
O moço primeiro ministro resolveu manter "debaixo de olho"  - escondido porquê? - um qualquer livro sobre Salazar.
Sorri (me), quase condescendente.
Não constitui vergonha nenhuma, aprender-se com quem sabia da poda. Muito pelo contrário.
Acontece porém que, para que Salazar lhe possa ser útil, é necessário que estejam reunidas duas condições, não só fundamentais, como incontornáveis. Por um lado, termos independência de acção. Se eu quero ir por ali, vou por ali, sem necessitar da "autorização" de terceiros.
Por outro lado, para eu saber que quero ir por aqui e não por ali, preciso de uma cabeça para pensar.
E é justamente nesse ponto que se me levantam as mais excruciantes dúvidas.
Será que o moço terá uma coisa dessas (cabeça), lá, exactamente no lugar reservado à separação das orelhas? 
E, em caso afirmativo, sabê-la-á usar?
Vou continuar a sorrir. Quase gargalhar. 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A gamela e a explosão de patrioteirismo!

A foto acima não é mera coincidência.
Retrata um aparelho, de uma época e de um conjunto de lugares, que justificavam a existência de uma companhia de bandeira.
Hoje é mero adorno. Caríssimo, por sinal.
Mas não vou repetir-me. Sou, pois, insuspeito.
Garantias bancárias, sem "go ahead"?
Essa, nem na lua vi. E nunca lá estive!
Quem se aprestaria a ficar com o focinho e as orelhas fora da gamela?
Até para a aldrabice é necessário ter arte.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Old habits, die hard...

Este ajuntamento - talvez, nem "metade" do meu curso - proporcionou-me o mais recente momento de plena satisfação.
Mas também já me suscitou a mais recente irritação, relacionada com o país que esta gentinha que está de turno há 38 anos, resolveu meter em marcha. 
Através de um banco. Mais adequadamente, uma banqueta. Que vale uns miseráveis 9 cêntimos por acção! 
Desculpa Filomena...
Foi aberta uma conta no referido banco, onde se depositavam os óbulos que pagariam o ágape. Mau, por sinal!...
Entre outros, parece que o meu não consta.
Hoje, dirigi-me à agência onde fiz o depósito. À antiga. Em numerário. Claro que a cópia do "papel" que atesta o depósito, há muito jaz no lixo.
- Quero uma cópia do meu talão de depósito! Já.
- Que não, só conservamos os registos de 5 dias, posto o que são transferidos para o arquivo central, ou coisa que o valha!
- Então, queira fazer o favor de solicitar a competente cópia.
- Que sim, mas tem custos associados!
- Pois que seja. Espantar-me-ia que assim não fosse!
Aguardei, numa postura inquiridora.
- Está tudo. Logo que tenhamos a cópia solicitada, enviar-lha-emos por email.
- Não está, não senhor! Falta-me a correspondente quitação.
- O problema é que esses custos - no sistema que temos montado - não prevê a emissão de recibos.
- Mas então como vou justificar este custo? E como vão vocês demonstrar perante o fisco, esta receita?
Aventa-me, a rapariga, com um olhar bovino.
Com o qual, fiquei esclarecido.
Lê-se mal, mas eu ajudo.
Ponto 1 - Requisição elaborada em papel não timbrado. E com um suspeitíssimo código de barras.
Ponto 2 - Tem um parágrafo manuscrito que reza: tomei conhecimento do custo da cópia solicitada, 4,1€+IVA - Pagamento efectuado, 19-12-2012, assinado, blá blá blá...
Está tudo certo. Estamos no portugal inventado por eles.
Se isto não é evasão fiscal, então façam-me o favor de me explicar, muito devagar, esse misterioso conceito.
Pode ser que venha a perceber.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Indignidades.

O portugal, hoje (17/12) abundantemente retratado por toda a imprensa, não é o meu. 
Nem nos mais esconsos "países" africanos vi o que se vê, nestes dias, por aí.
E se vi coisas...

domingo, 16 de dezembro de 2012

Há por aí alguém surpreendido?

Passo os olhos pela imprensa.
Não há notícias.
Ou, olhando uma segunda vez, talvez haja.
E isto, é muito mais do que apenas isto!
É o esboroar da humanidade, no seu todo. Se alguém se sente "não culpado", levante o dedo.
Sempre quero ver.
Estamos todos de parabéns.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Porque será que tenho o anti-vírus aos saltos?

Algures, nos Alpes suiço-alemães, entre 16 e 17 de Outubro, teve lugar esta edificante conversa! Apenas os nomes foram retirados. E algumas referências. Embora isso já os preocupe pouco!
Dentro de dias, se estiver bem disposto, explicarei porquê. Ou melhor, alguém o fará por mim. Aqui mesmo, neste espaço.
"Tratam" de Espanha. Como já trataram de outros desgraçados. Nós incluídos. 
De resto, reproduzo uma parte do "relatório" que recebi, há mês e meio atràs.
HP é um poeta...))). Mais parece um romance. Mas posso garantir que, de romance, não tem nada.
Primeiros ministros, governos europeus e "oposições"?
Isso é o quê?
 
"La réunion s’achevait et plusieurs banquiers commençaient à bailler. AK, responsable délégué par les membres du cartel des banques, avait les traits tirés. Il venait de superviser la dernière réunion du...en Italie, il y a quelques jours, et avait pris peu de repos.
Il saisit un document, le glissa à qui de droit et prit un ton solennel, intimant le silence des participants.
 
- K.N., selon le document que je vous remets ci-joint, vos traders procèderont prochainement à des ventes massives des principales banques espagnoles. Comme d’habitude, vous respecterez scrupuleusement les points donnés. Utilisez les comptes numérotés que nos holdings possèdent dans les paradis fiscaux et à la City, habituellement pour les opérations de niveau 3.
Tandis qu’AK s’exprimait, le responsable des opérations de trading du cartel prenait connaissance du dossier contenant trois feuilles A4. Les opérations étaient clairement exposées.
 
- Il faut accélérer le délitement de l’Espagne par son secteur bancaire, interrogea-t-il ?
 
- Tout se discute en ce moment à New York. Je prends ensuite l’avion et une fois sur place, nous allons harmoniser notre attaque avec une ou deux agences de notation. Le prochain sommet européen sera très probablement un échec. Il y a trop de blocage de la part des souverainistes.
 
- Pourtant, ajoute C. B., banquier genevois, notre ami, le président MD de la BCE, a bien précisé qu’il n’y avait plus de souveraineté.
 
- Des mots ! oppose AK. Nous sommes parvenus au stade d’une guerre entre souverainistes et fédéralistes en Europe. Il y a trop de blocages. La partie américaine veut appuyer sur le champignon afin de casser la résistance de certains politiciens européens en mauvaise posture dans les sondages. Ils sont trop hésitants parce qu’ils sont dépendants de l’humeur de leurs électeurs pour de futures élections.
 
- Heureusement que l’Allemagne est dans notre main, ajoute D.J....
 
- Pour le moment, M. J., pour le moment…, rétorque AK. Les relations entre Berlin et Moscou sont un souci pour nous. Poutine et le groupe qu’il représente ne sont pas conquis à notre projet global. La Syrie est un sérieux problème entre nous et il y en a bien d’autres ! Actuellement, les Russes ne veulent rien lâcher sur la Syrie. A l’heure où nous parlons, plusieurs de ses bâtiments de guerre sont positionnés au large de Gaza pour se tenir prêts à une possible évacuation des citoyens russes en cas d’escalade du conflit avec Israël. Selon des informations que j’ai eues juste avant cette réunion, le croiseur..., le patrouilleur...et les navires de débarquement...et..., qui appartiennent à la Flotte de la mer Noire pourraient accoster au port syrien de Tartous, seule implantation navale russe en Méditerranée. Pour rappel, Tartous qui est à 220 kilomètres au nord-ouest de Damas, a été créée en vertu d’un accord conclu en 1971, à l’époque soviétique. Pour en revenir aux Allemands, tant que nous ne leur donnerons par leur or, nous les tenons par la gorge. Messieurs, il faut encore plus de crise pour moins de souveraineté. Il faut faire passer le mot dans nos réseaux infiltrés dans les partis dominants en Europe afin d’écarter ceux qui sont trop vieux jeu. Une bande de mollassons qui ne comprennent pas le nouveau monde que nous sommes en train de façonner. Messieurs, il se fait tard et nous avons tous du pain sur la planche.
Je m’envole vers New York dans deux heures. Vous pouvez donc disposer."

 

Pshiuuu! Caladinhos...

"Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro."
Obrigado, Napoleão.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O fim do caminho.

É a segunda vez que utilizo esta foto aqui dentro.
Olho-a e sinto-me incapaz de sacudir a culpa.
Por isso, não a olhava há mais de três anos. Porque sou fraco. Ao contrário da criança sudanesa que, em 1993, foi fotografada por Kevin Carter.
O fotógrafo que não suportou saber que ela tinha morrido, horas depois de ter batido a chapa. E juntou-se-lhe. Não foi fraco.
Estarão ambos a olhar, espantados, o que resta desta espécie erecta que povoa o planeta.
Vem isto a propósito das crianças portuguesas, cujos pais aguardam ansiosamente a reabertura das escolas para que, pelo menos, possam ter uma refeição quente por dia.
Em portugal. No ano da graça de 2012.
Nem sequer retrocesso civilizacional é.
É desistir do futuro.
Tão só.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

I don't believe in chance, I believe in God's will.*

* Um dos muitos apontamentos humorísticos do Divino Giulio (Andreotti).
Ele não morreu. Apenas saiu de cena. Convenientemente.
Acho até que exumaram Michele Síndona. Só porque sim!
Segundo consta falta encontrar Marcinkus. Está bem morto e enterrado mas não sabem onde. Estão, no entanto, apostados em descobrir.
O IOR, está bem e recomenda-se.
A acreditar nas línguas viperinas, em profícuo "namoro", com um "banco central"...privado!
Mas precisam de gente com muita rodagem em matérias pouco...católicas.
E hoje, são todos a pender para o amador.
Apeteceu-me ser criptíco. Pronto'S!
Também porque sim.
Até na foto supra.
Os astrónomos chamam-lhe a Mão de Deus.
Muito apropriadamente.
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Sequelas do Nobel.

Hora de abrir a gaveta, sacar dos papéis e começar a exarar as declarações de inimputabilidade.
A eles ou a mim.
É só escolher!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Anda tudo a fumar ganzas!

Três respigos ao acaso:
Para quem conhece o Seara há décadas, o transcrito é a carinha dele!
É dono de uma exasperante incapacidade de ser directo, assertivo e claro.
Mas, "macacão" quanto baste! E isso é qualidade que lhe abunda.
A circunstância de eu ser um não votante compulsivo, ou talvez por isso mesmo, dá-me a distância suficiente para perceber que , em Sintra, já era.
E, em Lisboa, nem sequer vai chegar a ser. Mesmo que tente.
Pelo que, o estado da arte política, pede um período de nojo reflectivo.
Onde é cuidadosamente sopesada uma qualquer forma de compensação. 
Essa é a única razão do seu silêncio.
Relvas, por entre compulsões incontroláveis, adiantou-se-lhe.
Donde decorre que está longe de o conhecer.
Mas vai conhecer.
A menos que tenha mudado muito - coisa em que não acredito - "o troco" já vem a caminho.
Estejam pois, atentos. Dentro de pouco tempo assistirão a uma "searice"...em qualquer esquina, perto de si!

2. Não gosto de Medina Carreira.
Não pelo homem em si - que não conheço de lugar nenhum - mas por aquilo que também representou, enquanto ministro. Já verti abundantemente aí para tràs. Aqui, a título de exemplo.
Dispenso-me pois, de voltar à vaca fria!
Mas a pulhice de que foi alvo é absolutamente revoltante. E, nesse particular, tem toda a minha solidariedade.
Espero sinceramente, que se sente em cima dos tomates de toda aquela miserável "roupa" que se encarrega de instruir e de investigar.
Se é que "àquilo", se pode chamar instrução e investigação.
Ponha-os em cima de brasas. O que resta de país, agradece.

3. Já não era sem tempo. O comboio saiu, definitivamente, do cais!
Quem subiu, subiu, quem não subiu, tivesse subido. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Mundo de merda.

Podia dar-me para muito pior.
Tenho o hábito de passar os olhos, desde há muito, por isto.
Quarterly, para ser mais preciso!
10 minutos volvidos, já sentia algum desconforto na tripa.
E uma eminente sensação de vómito. 
Mas que porra é esta?
Então, a irmandade bancária que, ainda "ontem", estava para lá de falida, está, de novo, a caminho do céu? 
Mais parece milagre! Ou não?
Se calhar não.
Lembrei-me de um livro que, há uma dúzia de anos, fez furor e que foi lido de uma penada, num voo entre Londres e Joanesburgo.
É escusado referir que a comunidade financeira mundial, execrou a publicação.
Enquanto me desembaraçava da emigração, senti na boca que toda a minha vida profissional, me sabia a papel de música!
De repente, tudo perdia sentido.
Como perdeu!
Se o encontrarem por aí, leiam-no.
Ficarão a perceber muito - ou quase tudo - do que se passa neste triste planeta.
Este portugal de hoje, incluído.
Que ninguém se queixe. Há muito estàvamos avisados!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Ainda as estratégias.

Vai ser um gozo vê-los discorrer, com um ar sobranceiro, sobre EBITDA's (designação fina usada pelas empresas para se referirem aos lucros antes de impostos, amortizações e blá-blás colaterais e que, no final das contas, deixam uns trocos para comprar caramelos!), mercadorias underbond ou just in time sequencial.
Importantíssimo.
Estratégicamente falando, já se vê!
Chama Portas a esta coisa, diplomacia económica.
Isto, porque ele confia na capacidade argumentativa da rapaziada diplomática, depois de ter engolido um diccionário económico.
E que todos os putativos investidores se vão dedicar à prática da genuflexão, diante de tão masgistrais lições.
Temos de sair da diplomacia do croquete, gargareja ele!
Esquecendo-se certamente que esse "tipo" de diplomacia, nasce com o 25/4, data a partir da qual, os diplomatas foram transformados numa espécie de adornos do regime. Inutilidades caras e bem vestidas.
Geralmente não pensantes. Mas não por culpa deles.
Basta conhecer a história de Armindo Monteiro em Londres, durante a guerra, para se perceber a verdadeira utilidade da diplomacia. Mesmo que, no final, se seja "convidado" a bater com a porta, como lhe aconteceu a ele.
Acontecia que, em Lisboa, estava alguém que os obrigava a pensar. Coisa que, hoje, está longe de acontecer.
Seria bem melhor que os sentassem numa daquelas velhas salas de escola primária, carteiras em pau, a olhar um mapa-mundi e aprenderem a responder a perguntas bem mais importantes.
- Porque é que a Rússia tem a postura que tem, relativamente à Síria?
- Porque é que os USA, desviaram o seu eixo de interesses para o lado do Pacífico?
- Porque é que a América do Sul "goza" a Europa de todas as formas e feitios?   
- Porque é que o Egipto se apresta, de novo, a ficar a ferro e fogo?
- Porque é que a Birmânia começou a "abrir"?
E Portugal, o que será que tem a dizer sobre tudo isto?
Ou não tem nada para dizer, e deixa que os outros digam por ele?
Deixem lá as empresas sobrantes na paz do senhor e aprendam a ler os mapas.
As respostas estão todas lá.
Depois de se criar uma política a sério, claro está!
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O sonho molhado do Miguel!

Ó Miguel, tu tens cada uma!
Se estivesses sentado diante de mim e produzisses tal afirmação - sem te rires - nesse teu delicioso sotaque açoreano, far-me-ias soltar a gargalhada do ano.
E olha que bem precisado ando.
Para que tal cometimento tenha lugar, é  indispensável  estarem reunidas duas condições básicas.
Saber o que é pensar e ter uma noção - mesmo que vaga - do significado do vocábulo, estratégia.
Se conseguires descobrir por aí alguém, that qualifies, apita.
Pode ser que nem tudo esteja perdido.
Um abração.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Este chão de baratas tontas.

Ante-scriptum: Fiquem atentos ao dólar, durante as próximas duas ou três semanas. Ontem mesmo foi dado início ao "resgate" que há meses vem sendo preparado "por debaixo dos panos", entre Obama e o governo chinês.
Os vinte maiores bancos chineses, lideraram a operação.
Um sistema electrónico inovador, que permite lidar com o ouro, como se de uma vulgar "currency" se tratasse. O fiscal cliff, está à porta e durante o próximo ano, só os juros da dívida americana são qualquer coisa que está muito para além de níveis pornográficos.
Pelo que...mesmo que só 20% de desvalorização na moeda americana, podem trazer a coisa para níveis mais próximos do...pornográfico!
Aceitáveis, portanto.
Ainda que os "camones" fiquem 20% mais tesos!
Mas isso são apenas danos colaterais.
Se surtir o efeito desejado...chapeau! É brilhante.
E não percam tempo a olhar a imprensa. Como é evidente não encontrarão a menor referência àquela mega-operação, em lugar nenhum.
 
Scriptum: Tinha reservado o scriptum à Europa.
Mas o que se vê e lê por aí, é de tal forma humilhante para os protagonistas que nem vale a pena escarafunchar.
Estamos apenas a recolher o que semeàmos.
Entregues a meros analfabetos.
Para quem, a política, é apenas um repolho exposto na banca dos fundos de um qualquer mercado de hortícolas.
 
Post-scriptum: Ontem, um velho companheiro de lutas profissionais lança-me, manhoso, uma pergunta de algibeira. Tu não sentes vergonha dos políticos que te representam?
Que não senhor.
E por duas razões:
a) Não voto, pelo que não me representam porra nenhuma e,
b) Para sentir vergonha, seja do que fôr ou de quem fôr, tenho de ter um termo de comparação. Onde está ele? Dou-te só um pequeno exemplo. Há meses assisti, por mero acaso, a uma entrevista a Cameron no talk show de David Letterman. A páginas tantas, dei comigo de queixo caído até aos tornozelos.
A besta, nem sequer foi capaz de situar no tempo o nascimento da Magna Carta!
Pelo que, em matéria de comparações...estamos conversados.

Até os grupos a quem esta situação muito agrada - e são mais do que imaginam! - andam surpreendidos com a quantidade inacreditável de idiotas por metro quadrado que resolveram assentar arraiais na arena política ocidental.
A esses sim. Saiu-lhes o euromilhões.
Embora há muitas décadas estejam a ir a jogo! 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Misoginia à parte*.

Há dias assim.
Acordo a pender para o obtuso.
Nada de extraordinário para quem, como eu, se tem entretido a desligar todos os interruptores que o conectam com a realidade.
Com esta realidade.
A da actual geração de homo politicus europeu, de turno.
Saída, sabe-se lá, de que cloaca do tempo.
Hoje, veio-me à memória o Sr. Julius H. Marx, aka, Groucho.
Dizia ele, a páginas tantas (1947), via New York Post:

"Retirem as mulheres do casamento. Centenas de maridos, passariam a ir com prazer para casa, caso não tivessem lá uma esposa à espera. Eliminem as mulheres do casamento e acabar-se-ão os divórcios. É claro, poderá sempre alguém dizer...se não houver mulheres, o que será da próxima geração?
Escutem, eu já vi qualquer coisa da próxima geração - e do que vi, se calhar não é pior que a coisa acabe toda por aqui"

Escusam as minhas amigas de se reunir em plenário, para decidir do pacote de malfeitorias a infligir-me.
Ele não poderia "concluir", sem premissas.
E só a conclusão me interessa.

* Título de um tema de Georges Brassens.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Manhãs escatológicas.

Para olharmos 2013, já são dispensáveis os binóculos.
Basta acomodarmos as carcaças no sofá, não adormecer e pensar.
Pensar, coisa que "eles" não fazem.
Vamos entrar directos em plena história, não dos 4 mas dos 5 cavaleiros do apocalipse.
Coisa a que o planeta não vai resistir.
Coisa pouca, portanto.
Ora então, sigam-me:
 
a) A dívida federal americana, continua a crescer alegremente à cadência de 1 trillion (a referência em inglês "pesa" mais!) ao ano;
 
b) Estima-se que em 2013, a falperra seja carregada nas cores. A "rotativa" do FED não gosta de estar parada! Apontam os mais optimistas, 1,2 trillion!;
 
c) Toda aquela quantidade inimaginável de moeda está a criar duas escabrosas "bolhas" silenciosas: no mercado de acções e no das obrigações;
 
d) A Europa apresta-se a entrar de cabeça numa segunda recessão. Com ela vai arrastar, não só a economia americana como a do planeta;
 
e) Finalmente, estão reunidas todas as condições para uma escalada de guerra no Médio Oriente.
Com resultados previsivelmente bem metálicos.
 
Com este quadro diante do nariz, meio governo transuma-se para Cabo Verde.
E isso sim, para idiotas profundos como eu, constitui um insondável mistério.
Eles lá sabem.
Certo é que eu não farei o menor esforço para tentar compreender.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Coisas que valem a pena.

Hoje (ontem), teve lugar o jantar dos trinta anos do nosso (meu) curso.
Fui um homem feliz, durante umas horas.
Não tive que aturar políticos merdosos. Coisa que não é de somenos!
Em contrapartida, revi gente que merece o melhor que a vida lhes possa proporcionar.
Beijinhos e abraços a todos.
Ainda vale a pena viver.
Germano Marques da Silva...continuo à espera de uma explicação detalhada sobre o artigo 337, nº 2, do Código Civil!...
A nossa conversa não me convenceu!
Um abraço, como só nós compreendemos!
Esse bate boca sobre o Sottomayor Cardia lhe ter disponibizado 30.000 contos para o lançamento do curso de direito da UCP...só com os seus "meninos" e "meninas", poderia ter acontecido!
Saravah!
Obrigado por existirem.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Sem título.

Esta coisa em forma de coprólito, ventejou.
Inanidades, como lhe compete. Apenas para se manter fiel a si próprio!
Pela parte que me toca e como sou avesso a percas de tempo, a coisa resume-se em duas penadas.
A mera existência deste acidente da natureza, é-me insultuosa.
Esteja ele aqui, em qualquer lugar ou até na Moita.
Disse.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ficheiros pouco secretos.

Parece que amanhã se comemora o dia internacional da sida, ou coisa que o valha.
Todas as folhas de couve nos cinco continentes se lhe referem, lado a lado com um tão discreto quanto suspeitíssimo detalhe.
O "convite" ao rastreio generalizado.
Hummmm...
Mesmo a léguas de distância, ou talvez por isso mesmo, estas coisas exalam um fétido cheiro a negociata.
A industria farmacêutica não é flor que se cheire.
Todos o sabemos.
É, a intervalos regulares, acossada de espasmos que, surpreendentemente (ou não?), operam indizíveis maravilhas nas respectivas folhas de caixa.
E, de caminho, actualizam-se os ficheiros de todos e de cada um.
Sempre com o delirante e ruidoso apoio da OMS.
Ontem foi a gripe A, hoje a sida, amanhã...
Quando o amanhã chegar, a gente logo vê.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

É tão bom, não foi?

Não vi - pois há muito optei pela não intoxicação política e me habituei a pensar pela minha própria cabeça - mas um passarinho disse-me que o rapaz que alçaram a primeiro ministro, voltou a causar incontroláveis azias nos expectantes nativos.
"Porrada" na saúde, na segurança social e na educação.
Pudera!
Mas deixemos as minudências e olhemos as coisas de frente.
1929. A cupidez humana estoirou com a economia do planeta. Este transformou-se, como lhe competia, num campo de mortos de fome. Keynes ensaia a sua "Teoria Geral do emprego, do juro e da moeda". Estado em cima de estado, ao lado de estado e com estado por baixo!
Segue-se o entre duas guerras.
FDR atira com o New Deal para cima da mesa. Aí está o dito Keynes nos píncaros da glória. Secundado por um exército de teorizadores das ciências económicas, de entre os quais brilhou a grande altura, Myrdal, o sueco que se tornou o "pai" do welfare state escandinavo, e que se espalhou pela europa como as metástases de um cancro. De súbito, uma misteriosa corrente política que acode ao nome de social democracia, cavalga esta onda. Como não podia deixar de ser, ganha eleições por tudo quanto é sítio.
Natural, o estado está lá para nos sustentar todos os vícios e mais alguns!
A contribuição definitiva saía dos escombros da Europa de 45.
Esse mesmo estado foi ganhando ascendência sobre a iniciativa privada.
Supria tudo e mais alguma coisa. 
O mundo dançava, despreocupado, ao som de Glenn Miller.
Até que, de uma esquina velhaca do tempo, surge 1973. O primeiro grande "choque petrolífero". O estado, não mais do que de repente, dá-se conta de que não consegue sustentar a falperra que, entretanto, criara raízes. Tudo começa a voltar à primeira forma. A, já de si rarefeita economia, por obsolescência industrial, começa a parar, greves, fome (só quem não viveu a Inglaterra desse tempo, pode estranhar!).
Pela mesma altura, entra na moda, o sr. Hayek, "filho" dilecto de Adam Smith. O mundo fica sem saber muito bem, o que fazer!
O Nobel da economia de 74 é dividido entre Hayek e Myrdal. O que diz bem da especiosidade de tal galardão!
À laia de , entendam-se e depois digam-nos alguma coisa.
Há trinta anos que vimos sendo avisados do que ia acontecer. A primeira pessoa a fazê-lo, sem enrolar a língua, foi Thatcher. Alegava que o estado não tinha condições para sustentar o welfare state. Se bem o pensou, melhor o fez. Acabaram-se os "direitos adquiridos".
Foi apenas o pontapé de saída. O resto é história.
Só nos últimos anos, os efeitos daquela "rebaldaria estatal", começaram a saltar aos olhos de toda a gente.
Chegou-se a uma esperança média de vida (dados da Pordata) na UE a 27, de 80 anos. Reformas aos 65. Não nascem meninos...quem paga tudo isso?
O estado? Com que receitas? Imprimindo moeda?
Não. Deixando a iniciativa privada andar para a frente.
Só ela gera emprego, só com emprego se pode "gastar", só quando se "gasta", o estado pode desempenhar as funções para as quais foi criado.
Fala-se por aí em golpes de estado constitucionais ou de outra qualquer índole, mais ou menos esconsa!
O único golpe de estado que houve, foi o mesmo estado a promovê-lo durante décadas, usurpando funções que, em circunstância nenhuma, lhe competem.
O resto é conversa para adormecer boi.
A única coisa que lamento é que a evolução das circunstâncias tenha apanhado, justamente nesta fase, na Europa, o mais completo e indizível baralho político de analfabetos funcionais, de que há memória.
Mas foram apenas as circunstâncias que propocionaram isso.
Não foram eles que proporcionaram as circunstâncias.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os fiadores...

...começam a acomodar os cuzes.
Lembrei-me de Guerra Junqueiro:
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai..."
in Pátria.
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Paz à alma deles.

E ao (x)ésimo dia, içaram o rabo e disseram:
Sim, meu amo!
Votaram, ao que percebi, contra a sua própria consciência.
A mais rasteira violentação que um ser humano pode desferir a si próprio.
Tentaram uma vaga declaração de voto, o que apenas os torna - ainda - mais desprezíveis.
Venderam-se por uma qualquer miserável prebenda.
Pertencem a agremiações partidárias.
Coisas que foram transformadas em intrumentos do governo.
Quando deveriam ser de governo.
Deste ou de outro qualquer. Tanto faz.
Se morrerem todos, à uma, ninguém lhes sentirá a falta.
E eu, aqui, sou ninguém.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A formiga, o catarro e a indigência política.

Porra, fugi ó gentes!
Bem dizia eu, algures, aí para baixo. Se o que está na montra é o que está à vista, imagine-se o que não jazerá no armazém!
Não foi preciso esperar muito!
A miudagem bolçou no babete.
Com honras de jornal e tudo.
Parabéns à prima.
A minha sorte é não andar já por cá quando, um dia, estas sumidades se achegarem ao arco governativo.
Ficaria falho de adjectivos.
Na minha língua, que não naquela expelida pela glote do Lula.
Pertençam eles ao amontoado político em apreço como a outro qualquer! Coisa rigorosamente indiferente.
Revertendo aos adultos, avanço uma pergunta de algibeira.
Para além do salário de gente nula, que raio de mistério os mantém por lá?

domingo, 25 de novembro de 2012

Feios, porcos e maus.


Assestando os binóculos no que se vem apresentando pela proa - coisa para uns bons anos - 40, 10 ou 99%, a tanto monta.
Até podem acrescentar a DGCI à lista.
Não passarão de meras ociosidades. E caras.
Tranferir "competências" para as câmaras municipais? 
Sugere-me apenas um sorriso cândido.
Não é necessário ser tarólogo encartado, para "ver" o pagode onanista que vai gerar!
É inacreditável. 
Olhando através dos meus quase 57 anos de vida, não me lembro, por muito esforço que faça, de tanta estupidez à solta!
Nem mesmo quando esta coisa andou a rebolar nas mãos de militares.
Até eu tenho dificuldade em acreditar no que acabei de escrever!

sábado, 24 de novembro de 2012

Está salva a pátria deles!

A fazer fé em informações que acabam de me chegar, Quintanilha, Vilar Formoso e Caia, estão a ferro e fogo!
Suspenderam inclusivamente o abate de touros selvagens que têm atazanado a vida de toda a gente, ali, à Idanha, para os expedir rápidamente para aquelas localidades fronteiriças.
Levaram uma incumbência clara.
Distribuir as mais vigorosas cornadas, pelas hordas de candidatos a investidores de todas as proveniências que, desde ontem, impedem a costumeira placidez, nas entradas e saídas de vulgares cidadãos que vão à outra banda abastecer de gasolina.
Foram já identificadas criaturas de tudo quanto é sitío, desde o Burkina Faso às Galápagos.
Detectaram também um angolano.
E um aborígene do outback australiano. Que, tendo alugado um jacto privado, tentou aterrar directamente em Beja, mas sem sucesso.
Decorria um animado pic-nicão, em plena pista!
Os respectivos regedores locais, passada que foi a surpresa inicial, tentaram perceber a razão de tamanho alarido.
Como nenhum deles se consegue exprimir na língua de Camões, produziram todos, à uma, fotocópia desta notícia.
Querem saber mais detalhes.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O jardim-escola.

Este jovem, que me deu sempre a vaga sensação de nunca ter sido capaz de ir além dos 14 anos, bolçou, façanhudo, que.
Pois.
Se o que resta de empresariado local, conseguir, em 2013, pagar os salários em singelo, dá-te por muito satisfeito!
Acaso sabe o jovem que, nos últimos 3 anos, desapareceu - por via de falências - 30% do tecido empresarial nativo?
Um mero "terço"!
Não houve por lá uma alma caridosa, que tivesse tido a bondade de lhe dizer que os salários em atraso, dobraram de 2011 para 2012?
Ora e se o menino fosse brincar ao pau com os ursos?
Entretem-te lá com os teus brinquedos e deixa os assuntos sérios para gente adulta.
Embora nem esses estejam a ser capazes de dar conta da coisa.
Mas isso não são conversas para a tua idade.
Além de que está na hora de ir fazer ó-ó.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Merecem tudo o que lhes possa acontecer.

Olha-se, lê-se e não se acredita.
Há dias deixei, aí para baixo, uma inexorável verdade política que, por qualquer razão misteriosa, estes matrecos insistem em não interiorizar.
POLITICAMENTE SÓ EXISTE O QUE O PÚBLICO SABE QUE EXISTE.
Porra, que parte da frase será tão difícil de entender?
Mas o melhor será mesmo calar-me.
Não vá um qualquer obscuro funcionário fiscal achar que me constituo devedor em sede de IRS.
Mesmo tratando-se de uma sugestão pro bono.
Ou, se calhar, por isso mesmo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Parada de imbecis.

É justamente este tipo de "posturas" que me causa incontroláveis vómitos. "Posturas" que foram, aliás, transversais a todas as criaturas que arrastaram os pés pelos corredores do poder, nos últimos 20 anos.
Sem a mais leve excepção.
Todos se acharam na obrigação de pensar - se é que pensam alguma coisa! - que os outros nos deviam e devem continuar a pagar as contas.
Qualquer comentário que acrescente, apenas me adicionará mais azia.
Continuo a "folhear" o jornal e tropeço neste pedaço de prosa.
Num ápice, do vómito passo ao estado convulsivo.
E cresce em mim, uma desmesurada vontade de pegar numa arma e abatê-los a todos. Um a um.
Com requintes de malvadez.
São, não só imbecis, como mal formados.
Devem ser, hoje, condições suficientes para se ascender ao panteão político.
Falta-lhes porém, o essencial.
As necessárias.
Vão bardamerda. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Nunca leram Sun Tzu.

E com que objectivo?
Se prometerem produzir explicação mais adequada a retardados mentais, prometo ouvir com muita atenção. E a babar-me pelos cantos da boca!
98% das PME não exportam. Ponto.
Assim sendo, para que é que elas quererão um financiamento, ainda por cima a preços escabrosos?
Com a outra ponta, a compradora, transformada em comunidade zombie!
Esta espécie de esquizofrenia pegou, definitivamente, de estaca.

domingo, 18 de novembro de 2012

Porque hoje é domingo...

...uns limpam a casa.
Outros, como eu, tentam lixiviar o que resta de mioleira.
Para isso, nada melhor que o saxofone de Euge Groove. House of Groove, viu a luz do dia, há poucos meses.
Nada se perde, deste homem.

sábado, 17 de novembro de 2012

Quem não se sabe exprimir, fica calado...

...que fica muito melhor!
Bem me parecia que tinha ouvido um qualquer disparate (mais um), com origem em Cádiz.
Guardei a incomodativa sensação - mas continuei a comer um queijo da ilha - de que era algo que relevava da mera estupidez.
Puramente humana. Porque da política, há muito estamos conversados.
Séneca continua a estar coberto de razão.
Atentem bem nesta alarvidade!
O gajo a querer cavalgar o tornado algarvio!
Será que não há por lá um assessor a soldo que lhe soletre - bem devagar, para ele perceber - que, politicamente, só existe aquilo que o público sabe que existe?
Vocês, os votantes compulsivos, não sentem vergonha de serem representados, desde há 38 anos, dentro e fora do país, por hordas de abéculas que escapam a qualquer classificação?
Até a Roussef lhes vem dizer umas verdades.
Ao que chegàmos!

Volta Frei Tomás. Estás perdoado.

Sempre que tropeço em vómitos deste calibre, sinto que desperta do seu mal disfarçado torpor, a minha faceta Torquemada.
Pena não ser dominicano.
Talvez essa condição me concedesse uma espécie de carta de alforria para dar largas à imaginação.
Percorria a segunda linha e já o Berço de Judas se me apoderava da mioleira!
Como me apetecia colocá-los em bicha de pirilau e largá-los, à vez, um sorriso malicioso a escorregar-me da boca, com toda a violência que o aparato permitisse! E como a maior parte deles é rapaziada bem nutrida, o resultado seria garantido.
Seguramente desopilante.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Necrologias.

Já nem vale a pena resmungar. Não adianta e dá uma trabalheira.
O sr. Costa da Eurosondagem, resume a coisa, neste obituário.
Se o melhorzinho que têm para apresentar, é aquilo que está na montra, nem quero imaginar o que vai no armazém!
Pobre país.
Não será, pois, de admirar, que haja "descontentamento e insatisfação porque, aos clamores dos que politicamente deixaram de existir, somam-se os daqueles que politicamente ainda não existem". 
Não custa nada aprender com quem sabia.
E retirar as devidas ilações.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A planta.

O Sr Aprígio Martelo, com quem sorvi um cafézinho esta manhã,  dono de uns robustos 83 anos, acomoda-se em casa própria, ali, à Rua do Capelão.
Casa do sec. XVIII, parece!
Que teve a desdita de herdar, por parte da defunta.
Defunta essa que tem a enorme vantagem de defuntar em total paz.
Sem ter de se preocupar com o arco da governação (o quê?). 
Há dias, para seu espanto, recebe uma correspondência com origem num qualquer secretário de estado, vagamente ocioso.
Faça favor de produzir planta do respectivo tugúrio. Precisamos de ajustar o IMI.
Virou a carta e, nas costas da dita, escreveu como segue:
"Assim que conseguir desenterrar o Marquês de Pombal (conhece?), prometo abanar-lhe o remanescente do crâneo. Pode ser que caia de lá a tal de planta. Se calhar, vem já em forma de papiro. Mas paciência, aguente-se!"
Grande Sr Aprígio! Até o café me soube a acto insurgente...
Só não puxei fogo a um latão, porque o isqueiro já não tinha gás.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vivam as putas!

Por um lado, temos esta coisa fantástica. Que, por si só, diz tudo.
Por outro, temos sindicalistas entregues a onanismos diversos sobre adesões e/ou não adesões a greves mais ou menos gerais.
Mais ou menos europeias.
Que tudo isto vai acabar mal, já só os idiotas profundos põem em dúvida.
Mas que acabe mal, em glória.
Nos últimos dias tenho sido apelidado de tudo.
A coisa tem oscilado entre o agitador e o fascista encartado.
Como qualquer das asserções é real, dou-as por bem recebidas. 
Pelo meio surgem, carregados de imaginação, insultos à senhora minha mãe e ameaças de todo o tipo. Especialmente depois disto!
Mas como sou teimoso, insisto.
A única forma de a Europa evitar o desastre total, reside no músculo.
Nesta fase do "campeonato", mais ninguém senão o pessoal portuário, tem condições de parar, à uma, toda a economia. E, já agora e por arrasto, todas as espécies e sub-espécies de políticos de todas as tristes proveniências que por aí medram. Só assim irão perceber.
Eles sabem que 80% do comércio mundial, se faz por via marítima.
Eles também sabem que terão de enfrentar os mais poderosos e criminosos lobbies do mundo.
Mas sabem igualmente que não estão sózinhos.
As greves de transportes públicos e de pessoal da ferrugem, são apenas passatempos para gente ociosa.
E rica.
Contráriamente ao que os políticos pensam, os meus/nossos filhos e netos não podem esperar.
Jamais nos perdoariam.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Filosofia profunda.

 
 
O nada em forma de conferência!
É a nossa grande especialidade, lado a lado com os pastéis de Belém!
E, entre a distinta assistência, nem um Cela se consegue descortinar!
Alguém que seja capaz de não se levar a sério.
Pelo menos isso!