sexta-feira, 14 de junho de 2013

Aviso à navegação.

Apresento-vos, solenemente, duas das minhas ganzas diárias.
Os diabéticos sabem do que falo. Ó se sabem!
Sem isto, estamos "feitos ao bife". Tão só.
O que não deixa de ter a sua magia muito própria, confesso.
Liberta-nos, solta-nos a língua. Deixei por aí, há um mês atràs, uma vaga abordagem a este genocídio quase perfeito, perpetrado à vista de toda a gente e com manifesto sucesso, valha a verdade.
E, claro está, com a correspondente complacência política.
Os orçamentos deficitários agradecem, penhorados.
Hoje, lá fui eu em procissão solitária, até ao balcão de três farmácias.
- Que não senhor e não sabemos quando serão repostos!
- Ok, certidões de óbito já estão habilitados a emitir? Se sim, quero uma. Se, para enviar uma carta passei a ter de ir ali ao "quiosque do zarolho", não vejo razão para que vocês não possam disparar o nosso conspícuo documento final.
Este baile macabro, entre laboratórios, distribuidores e algumas farmácias, tem todos os ingredientes para acabar mal. Não por cá, como é evidente. A nossa proverbial bovinidade, tolhe-nos todos os movimentos. Mas, tratando-se, hoje, de um fenómeno transversal à maioria dos países europeus, algum desses povos tomará a iniciativa.
E a História ensina-nos que houve guerras que começaram por muito menos.
Basta, para isso, que meia dúzia de dependentes crónicos entrem na fase do "não ter nada a perder"!
Não é, WR, seu grande filho da puta?
E sim, tenho a documentação toda a bom recato.
Se não conseguir essa medicação nos próximos dias, watch your ass!...

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Somos uns merdas.

É o que me sobra!
Depois de passar os olhos por aqui e, por aqui!
Bardamerda.
Ainda bem que o meu passaporte está à beira de caducar.
O próximo será do Burkina Faso.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Puta que os pariu.

Exemplo especialmente concebido para lerdos.
 
 
Conceito de soberania, algo que qualquer disfuncional cognitivo, aprendia no compêndio de OPAN, sem ser necessário fazer um boneco. E antes de ir para a tropa.
 
- Poder político, de que dispõe o Estado, de exercer o comando e o controle, sem submissão aos interesses de outro Estado.
 
Assim sendo, alguém tem a bondade de me explicar, devagar, muito devagar - sou analfabeto profundo, nestas matérias! - o significado desta prosa?
Porque tenho a certeza que o meu exemplar de Organização Política e Administrativa da Nação (Nação sim, leram bem, a que ficou mapeada acima), tinha as páginas todas.
De A a Z.



segunda-feira, 10 de junho de 2013

O cházinho e a política.

Surpreendentemente, ou se calhar não, só agora me dei conta que anda por aí a "presidenta" do Brasil.
Fiquei a saber que esfregou os fundilhos "pêtistas" pelo bar do Ritz - até bebeu um "penalty" com o inqualificável Soares! (ainda há gente com uma infinita pachorra) - enquanto aguardava que a contraparte nativa aviasse as festividades a que estavam entregues.
O dia da terra deles, parece!
Descontando a circunstância de ter vindo comprar umas asas de frango que lhe poderiam ter saído muitíssimo mais em conta no supermercado à porta da casa dela - mas isso é um problema do contribuinte brasileiro - notei, na minha, uma vaga falta de educação.
Eu, quando convido gente para a minha casa, estou lá para os receber.
Não dou instruções ao porteiro para entreter o(s) convidado(s), enquanto mergulho fundo em onanismos pessoais.
D. Dilma, Watford foi bom?
Aprendeu alguma coisa?

O soneto e a emenda.

No entre-bocejos matinais, deixei que o olhar me transportasse, distraído, pela Hollande.
Quase nonchalant.
Não sei se Mark Twain tinha razão.
"O Criador inventou o homem por estar desapontado com o macaco."
O que é que vocês acham?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

7 e 1/2.

Era o tempo de uma "buáte" em Albufeira, nos meus idos de menino e moço. 
Hoje, parece, é o tempo que o ajuntamento governamental leva, a falar sobre o que inexiste.
Uns verdadeiros pensadores!
Continuo a preferir o primeiro.
Pelo menos havia umas bifas encalmadas, a pedir rega permanente.
Mesmo as que ostentavam hirsutíssimos sovacos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O ranço.

É inútil remexer na merda!
Já em 1914, o velho Ramalho, se tinha encarregue de esclarecer a questão.
Que fiquem ou se atirem contra um comboio, sinceramente, já tanto me faz.
Tornàmo-nos meras amebas.
Apenas me interessa que o Domingos obrigue o Duarte Lima a dizer o que tem a dizer. E depressa.
Porque não tenho a vida toda.
 
"Quebramos estouvadamente o fio da nossa missão histórica. Desmoralizamo-nos, enxovalhamo-nos, desaportuguesamo-nos.
Pelos processos improvisados e caóticos em que vivemos sucessivamente nos desenraizamos do torrão paterno, desandando e retrocedendo da ordem ascendente e lógica de toda a evolução social, principiando por substituir o interesse da Pátria pelo interesse do partido, depois o interesse do partido pelo interesse do grupo e por fim o interesse do grupo pelo interesse individual de cada um. É a marcha da dissolução, marcha rapidíssima para o aniquilamento, porque é inteiramente aplicável à vida social a lei biológica de que toda a decomposição orgânica dá origem a seres parasitários cuja função é acelerar e completar a decomposição."

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ponto a ponto.

Ponto 1

Já está combinada uma jantarada.
No momento próprio. Porque a justiça funciona a óleos pesados.
E rançosos, na maior parte dos casos.
Pelo que, até lá, não me doa a mim a cabeça. Mas é uma espera que vai valer a pena.
No inicío da pretérita semana, entra-me pela porta dentro, um velho colega de curso. Ostentava um invejável sorriso que lhe percorria o espaço que separa as duas orelhas.
Olhei-o, desconfiado...mas secundei-lhe o esgar!
- Esse sorriso, vindo de ti, prenuncia merda!
- Leste a imprensa?
- Já só leio a Playboy. E apenas os artigos de fundo. De quando em vez, passo os olhos pelo Borda d'Água. Nem imaginas as coisas que se aprendem!
- Porra, estou a falar muito a sério.
- Também eu!
- Amanhã começa o julgamento do Domingos e da treta relacionada com o BPN!
- Aguenta aí os "cavais"! O julgamento do Duarte Lima. Deixa lá o Domingos descansado. Esse é nosso amigo, há quase 40 anos e não é para aqui chamado. Pega lá um papel e um lápis e escreve cinco nomes de barões desvalidos a quem ele vai "dar a mão", nos próximos meses.
Eu escreverei outros tantos.
Assim fizèmos. Descoincidimos em dois deles.
Fiquei a saber algo que desconhecia em absoluto e ele ficou a saber algo que o deixou com o queixo ao nível dos calcanhares.
Resultado final: 6 nomes que, garantidamente, serão mais do que suficientes para rebentar, não só com o partido, como com o regime "itself"! Só por causa das tosses...
Deus não dorme!
Força Domingos. Onde é que podemos depôr como testemunhas abonatórias?
Vamos ter de "meter uma cunha" ao nosso Germano Marques da Silva?
Como me enche de gozo, imaginar os "cuzes" apertadinhos que, por aí, já circulam. Pardon my french!...

Ponto 2

Parece que o Seguro vai passar dois dias - o resto não é para o dente dele! - em Watford.
No Grove Hotel, imagine-se!
E vai dormir com o Portas.
Cortesia de Balsemão e Braga de Macedo. Who else?
Quem diria que o rapaz de Penamacor estaria destinado a estes cometimentos?
Mas isso não interessa nada.
Estejamos sim, atentos, ao Parque das Nações.
Finalmente, algo que me prende a atenção.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Requiescat in pace.

Mais um extraordinário serviço que nos é prodigalizado - a nós, miseráveis mortais - pelo inefável Ministério Público.
Vai ler e desenrasca-te.
O essencial é que não voltemos a ser chateados com merdas dessas!
Paz à alma deste sítio.
Paz à alma de todos os que, por cá, insistem em jazer.
Já nada existe.
Nem o esforço de um triste epitáfio merecemos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

As comissões, afinal, foram pagas.

Operação "sem precedentes", perdigota um tal de secretário de estado!
Desejo ardentemente, aqui e agora, na qualidade de consumidor, vir a ser abordado por qualquer um desses 2000 zelosos prosélitos, a quem vão abrir a porta dos curros.
A minha resposta será igualmente, sem precedentes.
Mas de procedência bem caracterizada.
Isso posso garantir.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Rêveur ou bien adolescent...

...comme il te plaira de choisir!
Depuis presque 50 ans que j'ai fait mon choix.
Les deux.
Bonne route Georges.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Vou ali gargalhar e já volto!

"Perspectivas da economia portuguesa no pós-troika, no quadro de uma união económica e monetária efetiva e aprofundada". (sic, no Público).
Perceberam? Eu também não.
Desde logo, fico sem saber se aplicam ou não o tal de AO.
Escreveram "perspectivas" correctamente e, "efectiva", com erro ortográfico.
Mas isso é de somenos.
Por outro lado constato, com agrado, que nem para vacuidades conseguem ter um módico de jeito! 
O mais importante pilar da democracia.
Francamente!
Ouçam Nigel Hawthorne usar a vacuidade, como verdadeira arma de arremesso politico.
E aprendam.
De uma vez, porra!
 
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

OPAN.

Houve por aí, parece, umas formas de vida que sugeriram afastar o cálice - desculpem, a constituição! - dos ávidos olhos das criancinhas, excessivamente curiosas.
Não vá o diabo tecê-las!
Dando o meu acordo de princípio, sugiro mais.
Arredem-na igualmente do "mundo adulto". Especialmente deste.
Que tem um especial apreço pela sua interminável elasticidade.
E, como muito bem sabemos, brincar com elásticos, tem como consequência - em bastos casos - levarmos com o dito na tromba.
E se dói...
Em alternativa, promova-se o regresso do livrinho supra. Com fanfarra.
Mas, antes disso, há um País para desenterrar.
Às armas ou...às pás. Como preferirem.
Estou por tudo.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Da necedade.

Suscita-me o vómito -  apenas isso - que a face visível de um orgão de soberania, recorra a argumentário deste calibre, para tentar justificar meras banalidades.
O que fará, perante assuntos realmente sérios?
Como a reassunção da minha soberania, por exemplo.  
Revela tudo o que há para revelar acerca do humanóide em questão.
E do país que o elegeu.
Parabéns.

sábado, 11 de maio de 2013

Uma máfia como outra qualquer.

Sou, para o bem e para o mal, dependente de medicação permanente.
Desde 1995.
Primeiro na qualidade política de cardíaco.
Posteriormente - como se já não bastasse! - acresceu a pasta "diabética"! Estou pois, bem servido, em matéria regimental.
Da séria, coisa bem diferente, da zanga de comadres que surgiu por aí, entre o abundante Abreu Amorim e um qualquer jovem avulso, vice-presidente de uma agremiação partidária. 
Estas "empresas", dizem-vos alguma coisa? Aqui e aqui.
É evidente que não. Nem a vocês, nem a mim, nem a qualquer economia, por muito sólida que seja.
Tal como os bancos, são meros adornos, insusceptíveis de produzirem qualquer valor acrescentado.
"Compram" aos laboratórios farmacêuticos por 5 e vendem às farmácias por 7. Que, por sua vez, me fazem desembolsar 9, a cada vez que encosto a barriga ao balcão e clamo pela atenção do pessoal de serviço. 
Uma verdadeira "partouse"!
Acontece que são apenas pontas-de-lança dos grandes laboratórios.
E de um negócio milionário que apenas tem lugar, porque a política - ou a falta dela! - a isso induz.
Além de que representa uma forma de "poupar" no orçamento. E ganhar algum, de caminho!...quantas reformas deixaram de ser pagas por esse mundo fora, à conta deste pequeníssimo detalhe? 
No meu caso, é o Starlix que está em falta. Porque é exportado - por instruções dos laboratórios - para África e para a Ásia, onde são pagos a pronto no mercado paralelo.
O caso africano é, aliás, paradigmático. Os grandes laboratórios suiços, ingleses e americanos estão proibidos, por lei, de vender os seus produtos aos preços escabrosos que praticam. Pelo menos, em boa parte dos países. Vai daí, durante os anos 90, serviram-se de "investidores" indianos para enxamearem o mercado de fabriquetas de compactação de farinha, a que resolveram chamar "genéricos".
Um dia, conto aqui duas ou três histórias passadas comigo. Uma delas, parece saída de um filme de Scorcese!
Sandton, by night!
Belos tempos...
Entretanto, vamos morrendo alegremente, com a chancela da OMS.
A propósito, ainda há país?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A solidez da banca nativa.

Preocupem-se.
Ulrich não é lobrigado em qualquer canal de televisão, nos últimos 10 minutos. É, no mínimo, suspeito!
Salgado vai ter de meter a mão ao bolso para prover imparidades.
Quanto aos restantes, cujos nomes ignoro, nem sequer valem o esforço da referência.
Já perceberam quem vai pagar? Ou também precisam de boneco?
Mantenham pois os vossos depósitos num valor máximo de 99.999. O valor que, teóricamente, poderão recuperar.
Quanto ao restante, gastem, gastem até cair de borco.
Em quê, não faço a menor idéia.
Simplesmente, gastem.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O comboio dos loucos.

É bonito, não é?
Tem por lá umas massas? Então pense melhor.
Donos do segundo maior sistema bancário da UE - imediatamente a seguir ao Luxemburgo - que, por si só, pesa o equivalente a 8 vezes o PIB local.
Vai ser a próxima paragem deste comboio de esquizofrénicos.
Dizem as más línguas...geralmente bem informadas!
Confesse que ainda não se tinha lembrado deles.
Ali, perdidos, no meio do azul do Mediterrâneo.
A mesma cor que veremos nas caras daqueles que não se despacharem.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Common criminals.

Só me surpreende que, para a maioria dos europeus votantes, ainda seja necessário fazer acompanhar o óbvio, de um boneco.
A prova disso, é o fácies idiota, exibido pelo pedófilo residente.
Um monte de merda que acode ao nome de Cohn Bendit.
Por cá, meras historietas protagonizadas por sopeiras.
Nem sequer existimos.
Passassem muito bem.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

1 euro, 900 paus? So what?


"A alternativa de regressar a comportamentos passados implica, numa versão mais radical, a bancarrota e a saída do euro", disse ele.
Radicalmente.
Acontece que, de bancarrota, nem vale a pena falar!
Não fora a "generosidade" de uns quantos filantropos e, há muito, andaríamos a recolher beatas do chão.
É o que, muito apropriadamente acontece, a quem, do trabalho, tem uma noção equivalente à de castigo divino.
Pelo que, nem por aí, consigo "ter pena".
Sair do euro? Imaginem a minha cara de profundíssima consternação!
Desde quando, a recuperação da "minha" soberania, da "minha" capacidade de decidir o que me aprouver, nas condições que me forem mais favoráveis, podem constituir motivo de alarme?
Quem não tem passado, não terá futuro.
Passado, é certamente coisa que não nos falta. Sobrevivemos 900 anos, contra ventos e marés, acumulando erros e acertos, indiferentemente. Como devem ser todas as coisas.
Mas chegàmos aqui, cara al sol
Nada temos a demonstrar, contrariamente a quem, por via de estranhas razões, me diz, hoje, o que devo ou não fazer.
Alguém, um dia destes, lhes explicará isto mesmo.
Sonoramente.