quinta-feira, 11 de julho de 2013

Putaria política.

As duas únicas palavras que, na doxa presidencial, fazem algum sentido!
 
O país já acabou.
E vocês, classe política e aparentados, quando chegará o dia em que num verdadeiro assomo de patriotismo, decidem, não esperar por votos mas terem a subida bondade de, todos, à uma, cometerem suicídio colectivo?
Em silêncio, para não incomodarem.
A Bem da Nação.
Boa noite.

 

terça-feira, 9 de julho de 2013

O custo de vida.

Picada daqui.
É apenas um exemplo como outro qualquer.
Agora, continue para oeste. Boa, estacione já neste buraco!
Aproveite que está um calor de ananazes e o ar condicionado está avariado.
Um senhor britânico e fumeur de havanes, em relação a quem, os  esclarecidos democratas, sempre nutrirão sentimentos mistos - era um malandro! - garantia, no entre-baforadas de fumo denso, que o melhor argumento contra a democracia, era uma conversa de cinco minutos com um qualquer votante.
Talvez.
Resta-me, no entanto, uma excruciante dúvida e que ele não esclareceu.
Quanto custam esses cinco minutos?
É que, em momentos de aperto orçamental, tudo conta.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Pim...pam, pum, acrescento eu!


Não encontrei PIM, pelo que, BANG também serve.
Alguém, hoje, algures, fazia referência a Almada.
E bem. Porque é que eu não me lembrei disso? Basta a primeira frase do Manifesto, para ficarmos esclarecidos:
 
 
Acho que, se Almada andasse por aí, estaria encantado da vida dele. Só teria de mudar os nomes.
Quando, em política, começam a soprar no frasco do pó-de-talco, só me dá para rir.
Todo o mundo espirra e ninguém vê corno! E a caravana vai passando.
Mas a realidade é clara como a água de uma qualquer fonte da Serra da Estrela.
Ora vejam:
a) Ministros que ainda o são e não ministram;
b) Ministros que já o são e não ministram;
c) Economistas avulsos, dedicados a pastar vaca e que balem de satisfação;
d) Comentadeiras de todas as proveniências, de olhos revirados à conta da pívia que lhes estão a bater e que juram por todos os santos - canonizados e por canonizar - trazer a solução milagrosa no bolso das calças. Já não escrevo saias por que é coisa que caiu em desuso, malheureusement.
Et al...
Brincadeiras de trazer por casa.
Se re-olharmos a História, rápidamente nos apercebemos que ultrapassàmos situações bem mais façanhudas e ainda por cá andamos.
É necessário apenas que haja gente capaz.
PIM.
Por isso regresso sempre e com satisfação ao velho adágio inglês: "The older I get, the better I was".
Entretanto, segue a bom ritmo, a Volta à França. E amanhã há Pirinéus, pelo que, já entrei em estágio. Uma "cansêra"!
Facto é, que se trata da única coisa que realmente me interessa durante este estio político a puxar para o silly.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Julho, 3, 2013.

Fotografia obtida esta manhã, a partir da janela da minha casa.
- Que raio de porra é esta? Inquiro-me, enquanto mastigava uma torrada com os dentes que me sobram.
Eu bem que esfregava os olhos mas a "nuvem" não parava.
Enganei-me duas vezes a digitar o número mas lá consegui chegar à fala com um conspirador encartado.
- Explicas-me o que se está a passar?
- Noto, desolado, que ainda não abriste o teu correio electrónico!
- ...(não consegui responder népias, porque nesse preciso momento bocejava alarvemente)
- Tá lá?
- Tou, porra! Foi o Cavaco que suspendeu a constituição e declarou o país em estado de ditadura? Ou trata-se de mera entropia?
- Ele sabe lá o que são essas merdas. A coisa é bem pior. Vai lá espreitar e já te ligo dentro de 10 minutos!
Chinelei até ao computador, liguei a coisa e, acreditem ou não, resgatei os meus globos oculares ao Arraiolos que jaz aqui por baixo.
Um paspalho qualquer, requeria os meus bons ofícios, não só para aderir, mas para angariar mais prosélitos que engordassem um ajuntamento em formação e que acode ao nome de MARE. Movimento de apoio ao regresso de Eanes, ou coisa que o valha! Já nem me lembro.
De repente ficou a pairar debaixo do meu nariz, um intenso cheiro a TNT.
Soou o telefone.
Já não atendi.
Não consegui segurar o vómito.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Regressar.

A simultaneidade suspeita de uns quantos eventos tem-me trazido de sobrolho franzido.
Deixei aqui, recentemente, um par de exemplos.
Ontem mesmo e no passado dia 27.
Hoje, ergue-se esta soberba pérola, diante dos meus olhos.
Cansados.
Não há inocentes. Nem nós, comuns mortais, o somos. Deixamos apenas que as coisas aconteçam e limitamo-nos a um encolher de ombros.
Por isso regresso, sempre, a Havel.
E a um inesquecível final de tarde em Davos, corria então 1992. Era Fevereiro e nevava.
Durante meia hora, um bom milhar de pessoas sentiram a mais agradável "temperatura" que a mente consegue imaginar.
De repente, frases como, " The large paradox at the moment is that man a great collector of information is well aware of all this, yet is absolutely incapable of dealing with this danger to himself. Traditional science, with its usual coolness, can describe the different ways we might destroy ourselves, but it cannot offer us truly effective and practicable instructions on how to avert them. There is too much to know; the information is muddled or poorly organized; these processes can no longer be fully grasped and understood, let alone contained or halted. Modern man, proud of having used impersonal reason to release a giant genie from its bottle, is now impersonally distressed to find he can't drive it back into the bottle again.", passaram a ter um sentido quase violento. 
Fez-nos agitar nas cadeiras e apenas cogitar com o que já então se perfilava no horizonte.
Avisaram-nos mas escolhemos ignorar.
Não nos queixemos pois.
Por isso, reler Havel naquele precioso documento, é como regressar ao futuro.
E tentar. Tentar ainda alguma coisa.
Qualquer coisa.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Contem-me coisas que eu não saiba!


Não leu o livro acima?
Se não leu, tivesse lido. Escusava de ficar com essa cara de surpreendido. E não tem desculpas, dado que foi publicado em 1993.
Já em tempos, tinha deixado cair uma qualquer referência por aí.



Hoje, um jornal diário puxa para a 1ª página uma qualquer bufaria soprada pela Sra Dexter - viúva de Romanones - "socialite" americano/espanhola e espia avulsa, indiferenciadamente.
Parece que Grossouvre não se suicidou. Foi suicidado.
Ela lá sabe...
Datam da época em que era operacional da OSS americana, as "escapadelas" com o condecorado de Vichy.
Até os (e as) francesas que ainda não nasceram, sabem dessa "história". Como também sabem que Mitterrand, nessas matérias, nunca foi rapaz para deixar os seus créditos por mãos alheias. E fez ele muito bem! 
Há apenas um pequeno detalhe que me deixa com a pulga atràs da orelha. Porquê desenterrar, logo agora, esta história de alcova?
Eh eh eh...este episódio das escutas americanas vai ser mais "picante" do que eu tinha imaginado!
Deitem-me mais palha que eu gosto...

No dia em que levar isto a sério, internem-me!

Leio, por entre o bocejante e o divertido, que os "responsáveis" do eixo, outrora europeu, estão putos da vida com a americanagem que lhes tocou em sorte.
O Barroso, qual excrescência esquerdista e por simpatia, também!
Parece que lhes andam a ouvir as conversas de sopeiras.
Coisa que já nem um resmungo merece.
Puta que os pariu a todos!
Os escutantes e os escutados.
Bocejando e com um sorriso na boca, vou a caminho do xi-xi e da cama.
Bem mais adequado à minha já avançada idade.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Já não resta nada.

Não era uma questão de se. Era apenas uma questão de saber quando.
Os hierofantes passaram à acção.
O sagrado assusta-os porque não o controlam.
Levá-lo a manifestar-se..."funda ontológicamente o mundo", já referia Eliade.
É muito mais simples provocar fissuras políticas.
Elas aí estão, através da miserável manipulação de um pobre monge birmanês.
As suas surpreendentes afirmações..."they breed quickly and they are very violent and they eat their own kind. Even though they are minorities here, we are suffering under the burden they bring us.”, bem como...you can be full of kindness and love, but you cannot sleep next to a mad dog.”, apenas realçam as estranhas coincidências no tempo e no espaço. Ou seja, o momento em que foi proferida, o lugar da proclamação e a quem eram dirigidas.
Um budista jamais soltaria semelhantes parvoíces.
Um resgisto e dois lamentos. O apoio do presidente Birmanês, a reacção pífia do Dalai Lama e o silêncio gritante de Aun Suu Kyi.
Tudo isto, muitíssimo conveniente para os tempos que correm.
E há quem agradeça.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O incontinente.

Finalmente tomei uma decisão épica. 
Logo eu, para quem as coisas da governação, constituem uma espécie de equivalente a um exame à próstata.
Quem é este jovem que, manifesta e incomodativamente, padece de uma qualquer forma de incontinência?
Fiquei esclarecido. Aquele curriculum, fala por si. No caso vertente, por ele!
Resolveu fazer dos restos deste país, um mero case study, para agregar ao CV. O que, e por consequência, faz de mim uma cobaia.
Coisa que gosto nada.
Jamais, acreditem ou não, tinha ouvido a graça dele.
Cada vez que me irrompe noticiários adentro, é com a boca cheia de microfones e a debitar quantidades industriais de banalidades ocas.
Dando de barato que "faz" política, deixo-lhe aqui uma sugestão.
É jovem, tem futuro.
Afaste-se desta merda, quanto antes.
Ou vai acabar, feito em picadinho como já estão todos os outros.
Não há pior inimigo da verdadeira acção política do que o falatório vazio.
A política não se "fala" nem se "marceliza". Executa-se, e apresentam-se resultados.
Se eu fosse accionista, não me interessaria saber o momento em que o Gaspar e a Cristas correm, de mão dada e em aflições, para os respectivos mictórios.
Como não o sou, nem sequer os resultados me interessam.
Fico apenas desconsolado quando olho, impotente, uma cabeça como a sua, a entrar no lodo que esta gentinha toda espalhou por toda a parte, nos últimos 40 anos.
Aguarde, enquanto é tempo.
Caso contrário, já nem tempo vai ter.

domingo, 23 de junho de 2013

Cabras, cabrões e outras minudências.

1ª notícia
Até, daqui, da Graça, ouvi a gargalhada da "cabra"!
Gargalhou tanto que até se esqueceu de acordar a malta...
Parece que uma dúzia de fastidiosos funcionários - reunidos na insalubre "rain forest" do Cambodja (país que só existe na geografia, porque o meu querido amigo Zé Freitas Cruz está prestes a transferir os costados para lá!)* - a soldo das nações unidas, a resolveu declarar, património da humanidade.
Logo ela, de quem a humanidade é património!
Já me chegou notícia de que o meu compincha Orlando de Carvalho, deu duas voltas na tumba.
 
2ª notícia
O Brasil que, finalmente, acordou do pesadêlo "pêtista", parou a porrada para ver a bola!
Justificação de um "torcedor":
"Cara, selecção é selecção. Político merdoso que nos atirou para esta situação é outra história! E essa, só vai com porrada! É só o jogo terminar e a gente já retoma!" 
 
Com jeito, a coisa vai! Em todo o mundo.
Até no Cambodja.

* Zé...eu sei que é o Laos mas, deu jeito! A insalubridade é a mesma...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A cegueira das ambições.

Um jovem escrevinhador do Expresso, pergunta quem é Mário Nogueira.
Em que país vive?
Ainda por aí tenho emails de colegas do rapaz que, se não estivessem identificados, diria que tinham tido origem em virgens ofendidas.
O gajo já falhou um dos objectivos.
Se falhar o segundo, o mais certo é suicidar-se.
Também não se perde nada!...

terça-feira, 18 de junho de 2013

Pare, escute e olhe.

Se alguma dessas duas palavras - governo e portugal - projectasse uma qualquer forma de realidade, teria bastas razões para estar preocupado.
Assim, é só deixar correr o marfim!
A parede é já ali adiante.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Aviso à navegação.

Apresento-vos, solenemente, duas das minhas ganzas diárias.
Os diabéticos sabem do que falo. Ó se sabem!
Sem isto, estamos "feitos ao bife". Tão só.
O que não deixa de ter a sua magia muito própria, confesso.
Liberta-nos, solta-nos a língua. Deixei por aí, há um mês atràs, uma vaga abordagem a este genocídio quase perfeito, perpetrado à vista de toda a gente e com manifesto sucesso, valha a verdade.
E, claro está, com a correspondente complacência política.
Os orçamentos deficitários agradecem, penhorados.
Hoje, lá fui eu em procissão solitária, até ao balcão de três farmácias.
- Que não senhor e não sabemos quando serão repostos!
- Ok, certidões de óbito já estão habilitados a emitir? Se sim, quero uma. Se, para enviar uma carta passei a ter de ir ali ao "quiosque do zarolho", não vejo razão para que vocês não possam disparar o nosso conspícuo documento final.
Este baile macabro, entre laboratórios, distribuidores e algumas farmácias, tem todos os ingredientes para acabar mal. Não por cá, como é evidente. A nossa proverbial bovinidade, tolhe-nos todos os movimentos. Mas, tratando-se, hoje, de um fenómeno transversal à maioria dos países europeus, algum desses povos tomará a iniciativa.
E a História ensina-nos que houve guerras que começaram por muito menos.
Basta, para isso, que meia dúzia de dependentes crónicos entrem na fase do "não ter nada a perder"!
Não é, WR, seu grande filho da puta?
E sim, tenho a documentação toda a bom recato.
Se não conseguir essa medicação nos próximos dias, watch your ass!...

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Somos uns merdas.

É o que me sobra!
Depois de passar os olhos por aqui e, por aqui!
Bardamerda.
Ainda bem que o meu passaporte está à beira de caducar.
O próximo será do Burkina Faso.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Puta que os pariu.

Exemplo especialmente concebido para lerdos.
 
 
Conceito de soberania, algo que qualquer disfuncional cognitivo, aprendia no compêndio de OPAN, sem ser necessário fazer um boneco. E antes de ir para a tropa.
 
- Poder político, de que dispõe o Estado, de exercer o comando e o controle, sem submissão aos interesses de outro Estado.
 
Assim sendo, alguém tem a bondade de me explicar, devagar, muito devagar - sou analfabeto profundo, nestas matérias! - o significado desta prosa?
Porque tenho a certeza que o meu exemplar de Organização Política e Administrativa da Nação (Nação sim, leram bem, a que ficou mapeada acima), tinha as páginas todas.
De A a Z.



segunda-feira, 10 de junho de 2013

O cházinho e a política.

Surpreendentemente, ou se calhar não, só agora me dei conta que anda por aí a "presidenta" do Brasil.
Fiquei a saber que esfregou os fundilhos "pêtistas" pelo bar do Ritz - até bebeu um "penalty" com o inqualificável Soares! (ainda há gente com uma infinita pachorra) - enquanto aguardava que a contraparte nativa aviasse as festividades a que estavam entregues.
O dia da terra deles, parece!
Descontando a circunstância de ter vindo comprar umas asas de frango que lhe poderiam ter saído muitíssimo mais em conta no supermercado à porta da casa dela - mas isso é um problema do contribuinte brasileiro - notei, na minha, uma vaga falta de educação.
Eu, quando convido gente para a minha casa, estou lá para os receber.
Não dou instruções ao porteiro para entreter o(s) convidado(s), enquanto mergulho fundo em onanismos pessoais.
D. Dilma, Watford foi bom?
Aprendeu alguma coisa?

O soneto e a emenda.

No entre-bocejos matinais, deixei que o olhar me transportasse, distraído, pela Hollande.
Quase nonchalant.
Não sei se Mark Twain tinha razão.
"O Criador inventou o homem por estar desapontado com o macaco."
O que é que vocês acham?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

7 e 1/2.

Era o tempo de uma "buáte" em Albufeira, nos meus idos de menino e moço. 
Hoje, parece, é o tempo que o ajuntamento governamental leva, a falar sobre o que inexiste.
Uns verdadeiros pensadores!
Continuo a preferir o primeiro.
Pelo menos havia umas bifas encalmadas, a pedir rega permanente.
Mesmo as que ostentavam hirsutíssimos sovacos.