sexta-feira, 17 de maio de 2013

OPAN.

Houve por aí, parece, umas formas de vida que sugeriram afastar o cálice - desculpem, a constituição! - dos ávidos olhos das criancinhas, excessivamente curiosas.
Não vá o diabo tecê-las!
Dando o meu acordo de princípio, sugiro mais.
Arredem-na igualmente do "mundo adulto". Especialmente deste.
Que tem um especial apreço pela sua interminável elasticidade.
E, como muito bem sabemos, brincar com elásticos, tem como consequência - em bastos casos - levarmos com o dito na tromba.
E se dói...
Em alternativa, promova-se o regresso do livrinho supra. Com fanfarra.
Mas, antes disso, há um País para desenterrar.
Às armas ou...às pás. Como preferirem.
Estou por tudo.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Da necedade.

Suscita-me o vómito -  apenas isso - que a face visível de um orgão de soberania, recorra a argumentário deste calibre, para tentar justificar meras banalidades.
O que fará, perante assuntos realmente sérios?
Como a reassunção da minha soberania, por exemplo.  
Revela tudo o que há para revelar acerca do humanóide em questão.
E do país que o elegeu.
Parabéns.

sábado, 11 de maio de 2013

Uma máfia como outra qualquer.

Sou, para o bem e para o mal, dependente de medicação permanente.
Desde 1995.
Primeiro na qualidade política de cardíaco.
Posteriormente - como se já não bastasse! - acresceu a pasta "diabética"! Estou pois, bem servido, em matéria regimental.
Da séria, coisa bem diferente, da zanga de comadres que surgiu por aí, entre o abundante Abreu Amorim e um qualquer jovem avulso, vice-presidente de uma agremiação partidária. 
Estas "empresas", dizem-vos alguma coisa? Aqui e aqui.
É evidente que não. Nem a vocês, nem a mim, nem a qualquer economia, por muito sólida que seja.
Tal como os bancos, são meros adornos, insusceptíveis de produzirem qualquer valor acrescentado.
"Compram" aos laboratórios farmacêuticos por 5 e vendem às farmácias por 7. Que, por sua vez, me fazem desembolsar 9, a cada vez que encosto a barriga ao balcão e clamo pela atenção do pessoal de serviço. 
Uma verdadeira "partouse"!
Acontece que são apenas pontas-de-lança dos grandes laboratórios.
E de um negócio milionário que apenas tem lugar, porque a política - ou a falta dela! - a isso induz.
Além de que representa uma forma de "poupar" no orçamento. E ganhar algum, de caminho!...quantas reformas deixaram de ser pagas por esse mundo fora, à conta deste pequeníssimo detalhe? 
No meu caso, é o Starlix que está em falta. Porque é exportado - por instruções dos laboratórios - para África e para a Ásia, onde são pagos a pronto no mercado paralelo.
O caso africano é, aliás, paradigmático. Os grandes laboratórios suiços, ingleses e americanos estão proibidos, por lei, de vender os seus produtos aos preços escabrosos que praticam. Pelo menos, em boa parte dos países. Vai daí, durante os anos 90, serviram-se de "investidores" indianos para enxamearem o mercado de fabriquetas de compactação de farinha, a que resolveram chamar "genéricos".
Um dia, conto aqui duas ou três histórias passadas comigo. Uma delas, parece saída de um filme de Scorcese!
Sandton, by night!
Belos tempos...
Entretanto, vamos morrendo alegremente, com a chancela da OMS.
A propósito, ainda há país?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A solidez da banca nativa.

Preocupem-se.
Ulrich não é lobrigado em qualquer canal de televisão, nos últimos 10 minutos. É, no mínimo, suspeito!
Salgado vai ter de meter a mão ao bolso para prover imparidades.
Quanto aos restantes, cujos nomes ignoro, nem sequer valem o esforço da referência.
Já perceberam quem vai pagar? Ou também precisam de boneco?
Mantenham pois os vossos depósitos num valor máximo de 99.999. O valor que, teóricamente, poderão recuperar.
Quanto ao restante, gastem, gastem até cair de borco.
Em quê, não faço a menor idéia.
Simplesmente, gastem.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O comboio dos loucos.

É bonito, não é?
Tem por lá umas massas? Então pense melhor.
Donos do segundo maior sistema bancário da UE - imediatamente a seguir ao Luxemburgo - que, por si só, pesa o equivalente a 8 vezes o PIB local.
Vai ser a próxima paragem deste comboio de esquizofrénicos.
Dizem as más línguas...geralmente bem informadas!
Confesse que ainda não se tinha lembrado deles.
Ali, perdidos, no meio do azul do Mediterrâneo.
A mesma cor que veremos nas caras daqueles que não se despacharem.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Common criminals.

Só me surpreende que, para a maioria dos europeus votantes, ainda seja necessário fazer acompanhar o óbvio, de um boneco.
A prova disso, é o fácies idiota, exibido pelo pedófilo residente.
Um monte de merda que acode ao nome de Cohn Bendit.
Por cá, meras historietas protagonizadas por sopeiras.
Nem sequer existimos.
Passassem muito bem.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

1 euro, 900 paus? So what?


"A alternativa de regressar a comportamentos passados implica, numa versão mais radical, a bancarrota e a saída do euro", disse ele.
Radicalmente.
Acontece que, de bancarrota, nem vale a pena falar!
Não fora a "generosidade" de uns quantos filantropos e, há muito, andaríamos a recolher beatas do chão.
É o que, muito apropriadamente acontece, a quem, do trabalho, tem uma noção equivalente à de castigo divino.
Pelo que, nem por aí, consigo "ter pena".
Sair do euro? Imaginem a minha cara de profundíssima consternação!
Desde quando, a recuperação da "minha" soberania, da "minha" capacidade de decidir o que me aprouver, nas condições que me forem mais favoráveis, podem constituir motivo de alarme?
Quem não tem passado, não terá futuro.
Passado, é certamente coisa que não nos falta. Sobrevivemos 900 anos, contra ventos e marés, acumulando erros e acertos, indiferentemente. Como devem ser todas as coisas.
Mas chegàmos aqui, cara al sol
Nada temos a demonstrar, contrariamente a quem, por via de estranhas razões, me diz, hoje, o que devo ou não fazer.
Alguém, um dia destes, lhes explicará isto mesmo.
Sonoramente.
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Os cromos tecnológicos.

23h05...chego a casa, ligo este meu velho e cansado computador e surge-me uma linguagem estranha que enxameia o monitor de linguagem binária.
0000101010010010111110000101000101010000001001011010000000100010
0001010110011101101010001001001011111011001010001001001001000101
0010101000111010100100100101001001001010101010100100101101000010
111101101011000010001001001010101000101111010101010010001.....
E por aí fora!...
Vão bardamerda.
Sou de uma geração em que aprendemos a escrever em papel e com lápis.
As coisas realmente importantes estão comigo.
A bom recato.
Não percam o vosso tempo.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Lo bueno sale bien...

...pero suele acabar mal!
A Europa em todo o seu esplendor.
Acabou.
Os próximos episódios adivinham-se duros. Muito duros.
Será bom que estejamos todos preparados.
Porque a política vai regressar.
Pela porta dos fundos. E com estrépito.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Para ler só no dia 26.

Porque hoje não estou cá.
Estou em profundíssima reflexão democrática.
O que faz com que, habitualmente, envergue um escafandro e mergulhe numas pérolas que vão sobrando por aí!
Todas as restantes já estão no "prego". Ou a caminho!
Nem era o pequeno extracto do jornal "A Barricada", de Março de 1890, que me movia.
Mas também veio muito a propósito.
Por isso, aqui fica.
Tinha, outrossim, folheado o "Punhal dos Corcundas" (1823), de Frei Fortunato de São Boaventura que, algures, rezava como segue:
 
"Para quê é quebrarem-nos os ouvidos e a paciência com esse misterioso e impenetrável segredo?… É ele tão bom de adivinhar e decifrar, que dado o caso que uma fragata pejada de Lusos Mações (hoje fosse o dia que tal sucedesse, apesar de que ficaríamos todos às escuras!) abordasse em alguma praia só habitada de selvagens para aí fazer algum ensaio de civilização; creio que antes de quinze dias já os mais obtusos e rombos daquela povoação se diriam afoitamente uns para os outros: Que corja! Que sociedade! Quem dera que nos vissemos livres dessa gentinha, que doce em palavras, e mais azeda que o fel nas obras, nos deixará a todos qualquer dia sem camisa, se porventura lhe não formos à mão enquanto é tempo!»
 
Exactamente. Então como agora.
 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A indizível beleza do power point.

Como, há muito, se me esgotou a paciência para tolerar inanidades, faço minhas as palavras que, um belo dia, um leitor que nunca teve a bondade de se identificar, me enviou por email. 
Eram ilustrativas à época. Hoje,...basta olhar em redor. 
Pela água que, entretanto, foi passando por sob as pontes!
São estes homens e mulheres que têm de ser ouvidos, quando se tomam decisões.
E não entre-ouvirem-se, num qualquer conselho de ministros.
Vão-se foder.

O vinte e cinco barra quatro.

Comemorem, comemorem que o vosso comemorar tem graça!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Os pilha galinhas.

Para mim, ler a imprensa local é, quase sempre, não passar do primeiro pasquim que "abro".
Aqui, um exemplar tido por bípede, entende por bem bolçar inanidades para um babete. Em directo, ao vivo e a cores!
E, como é de uso nestas insignes cabeças, sem se rir.
Quase faz parecer, não ter tido qualquer responsabilidade em tudo o que por aí se vai passando.
Comovente.
Vira-se a página e regressa-se à escola primária!
- Senhor Professor, eu portei-me bem. Estes meninos é que se portaram mal, diz o Zézinho, enquanto remove uma "nhaca" do nariz e a cola no vidro da janela.
Por onde andas, Portugal?
Porque não te revoltas e atiras com esta gentalha toda para dentro de uma incineradora?

domingo, 21 de abril de 2013

Queiram ter a bondade...

...de dar início, rápidamente, ao processo de lobotomizações generalizadas que, embora não constitucionalmente previsto, deveria está-lo.
Se querem que ainda sobre "algum país", no final de todo este pagode!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

See u around, Maggie!

O impressionante funeral desta Senhora diz, incomparavelmente mais, sobre todos aqueles que a antecederam - bem como os que lhe sucederam - do que, própriamente sobre ela.
Até deu para que um amontoado de bestas tendencialmente esquizóides, apoiados em argumentação que releva da idiotia profunda, lhe virassem as costas aquando da passagem do cortejo.
Ninguém, absolutamente ninguém, lhe ficou indiferente.
Essa foi a sua grande vitória.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Cartas de amor.

Tenho aqui um vizinho que é piloto de aviões.
Esta manhã cruzei-me com ele.
Contei-lhe que a Sra Lagarde me tinha enviado uma carta.
Sim, não troca juras de amor eterno, apenas com o Sr Seguro.
Aquele rapaz norte-coreano, descaradamente infiltrado no Largo do Rato!
Dizia então e no entre-gargalhadas, que a Sra Lagarde se me declarara. Que a Grécia estava, back on track, de tal forma que, as políticas aplicadas, blá blá blá, "...which are helping to restore the competitiveness of the Greek economy.", estão a ser um sucesso.
Comuniquei-lhe igualmente que o IMI lá do sítio passará a ser cobrado pela eléctrica local.
Aí, olhou-me de soslaio, reentrou em casa e disse à mulher que não pagasse a próxima conta da luz.
A gente cá se há-de entender. Nem que tenha de roubar um strobe-light de um avião!
Se calhar tem razão.
Nas costas dos outros vemos as nossas!

sábado, 13 de abril de 2013

Regressei a oncle Georges.

Há muito que não ouvia falar de Dlakhama.
Um pé-de-página de um qualquer noticiário desinteressante, refere que...a situação em Moçambique, está mais calma.
Franzi o sobrolho!
Fui verificar e, como era de prever, é ano de eleições autárquicas.
Nada de novo, portanto.
Gaspar e Barroso, depois de um par de Guiness a acompanhar umas couves cozidas, olharam os microfones e eructaram que, a extensão dos prazos para reembolso da dívida, é algo de muito importante para portugal.
Então o credor havia de matar o devedor, antes de pagar o que deve?
Continuamos no domínio das provas de vida.
Nada de extraordinário.
Brassens dizia que...mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente!
Ouça-se.
 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Exercício matinal de lucidez.

Mostrei isto, hoje, ao Serafim que "mora" aqui perto, por baixo do arco.
Fiquei descansado.
Teve exactamente a mesma reacção que eu.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Bizarre!...

Provavelmente será só impressão minha.
Mas há, seguramente, por aí, coisas bem mais importantes para fazer do que tentar branquear a História.
As coisas são como são.
E mais não digo. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

O animal ferido e a ausência de soberania.

Há poucas coisas mais perigosas do que um animal selvagem ferido.
Especialmente, quando o orgulho é directamente atingido.
A versão modernizada do conselho da revolução, conhecida na "praça" por TC, deu um tiro que não matou, mas magoou e muito!
E qual foi esse tiro?
Evans-Pritchard responde por mim:
Por cá, aos costumes e como de costume, disse-se nada.
E a besta já resfolega e afia as patas posteriores para desferir o ataque.
Alguém, por aí, voltou a ouvir falar no confisco levado a efeito no Chipre? 
Talvez não seja pior que vocês, indefectíveis votantes, fiquem de olho na vossa conta bancária.
Um dia destes, acordam mais tesos do que aquilo que já estão.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Nunca é tarde.

Soares, à míngua de argumentário convincente, recorre a Salazar.
Why not?
Momentos de lucidez - ainda que breves - são sempre de saudar.
No caso vertente, porque raros.
Parabéns.

domingo, 7 de abril de 2013

O meu curso também não valeu de nada!

Li hoje, algures, que o memorando assinado com a "troika" é inconstitucional!
???...
Pasmei. Pelos vistos ainda vou tendo essa capacidade.
E lembrei-me de dois dos meus velhos mestres.
João de Castro Mendes e Inocêncio Galvão Teles.
Espremi o que me resta de mioleira. Chamaram-lhe memorando, como lhe poderiam ter chamado penico ou feira das Galveias!
Acontece que, juridicamente, é apenas um vulgar contracto - sim, à antiga!
O António, que estava à rasca, foi pedir caroço emprestado ao Bernardo. O Bernardo e bem, para que amanhã não se visse na obrigação de escriturar o crédito no tecto, encarregou-se de pôr a coisa por escrito.
Por entre outro clausulado avulso, determinou que, as estipulações feitas no contracto deverão ser fielmente cumpridas, sob pena de execução patrimonial contra o inadimplente.
O famigerado "pacta sunt servanda".
O que é que isto tem que ver com a lei fundamental? Mesmo considerando o país que eles resolveram inventar?
Acho que vou desenterrar os dois, para me tirarem desta agonia excruciante.
A miudagem governamental ainda está em funções?
Apenas pergunto.
Já só me falta ver o puto de Penamacor, arvorado em primeiro ministro.
E gargalhar, gargalhar até que a garganta me doa.

sábado, 6 de abril de 2013

Do irregular funcionamento das instituições.

Não há mais limão para espremer.
Ponto final.
Resta um sinal mínimo de inteligência.
Reconquistar a indepêndencia monetária e o consequente poder decisório.
Mas isso só se consegue com gente que, manifestamente, não consta da fotografia.
Nem mesmo da panorâmica.
Hora, pois, de arredar todo o lixo partidário que enxameia a paisagem.
Cavaco incluído.
Ah e não esquecer o TC, por favor!
Pode ser que ainda voltemos a ser uma coisa parecida com um país, durante o meu tempo útil de vida.
Há gente mais do que suficiente, capaz de concretizar este meu "sonho".
E não são difíceis de encontrar!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Uma narrativa.

Parece que o adjectivo que encima este postal, entrou na moda.
Pois seja.
Hoje, um cliente, deixou-me, junto com o pagamento da conta, o Correio da Manhã.
Não minto se disser que, há 35 anos - pelo menos! - não olhava para tal pasquim.
Enquanto esperava que a restante freguesia se aviasse, lancei um olhar desinteressado, pousado em cima do balcão. O olhar e o jornal.
Pavlovianamente, cheguei-me à pág.2! O Vítor Direito não estava lá. No lugar dele, pontificava uma foto - importantíssima! - de dois Airbus A380, em formação, sob os céus de Sydney.
Coisas...
Fui folheando e cheguei a pensar em resgatar um alguidar à cozinha, tamanha era a quantidade de sangue que escorria do papel!
Continuei a folhear...
Nos classificados, 4 páginas de "convívio".
Continuei a deixar que o olhar escorregasse.
Leio que, "Amor - Sra portuguesa, sózinha, s/pressa. Discreto. Fugas, só manhãs. Tel. 96...". Insisto. Sou informado de que, "Av. de Roma, casada, peludona, marido fora. Adoro beijar na boca. 69 c/prazer. Particular. Tel. 96...".
Continuo a leitura. Um título ao acaso. "Proprietária de cão, teve de ser internada na psiquiatria". Chega-se-me a contracapa. As surpresas não davam tréguas. Anúncio em "bold", gritava-me, "Monotomia no relacionamento?"
Aí parei.
Porra. Deixei mesmo de saber falar português.
Rai's parta no acordo!
Dei por findo o cometimento, lendo uma crónica de um, presumo, jornalista, que discorria sobre...narrativas.
Vítor, acode-me!...

sábado, 30 de março de 2013

Politiquices.

Desconsiderem.
Segundo as mais recentes fugas de informação russas - o Federal Security Service, já faz ter saudades do KGB (sempre gostei de organismos que funcionam bem, so what?)! - foi visto, recentemente, em Pyongyang, um alto executivo da Sony. 
Tinha como objectivo, entregar ao puto acima (digam lá que ele não tem ar de menino de coro com prisão de ventre?), um novíssimo modelo de playstation a ser lançado em 2020.
Sem livro de instruções.
Vai daí, começou a carregar em botões.
Resultado: pôs americanos e russos em pé-de-guerra!
Em Seul, pelo contrário, todo o mundo continua a ir jantar tranquilamente. Como lhes compete.
Acontece que, neste preciso momento, era necessário lançar uma boa manobra de diversão.
Por conta de um metal que se chama palladium.
Há muito pouco no planeta. A Rússia, que fornece 42% do total mundial, esgotou o "stock". Ou está à beira de o esgotar. Só há mais um país no mundo com reservas que se vejam. A África do Sul.
Os dois, em conjunto, asseguram 85% do consumo mundial.
Neste momento, cota a 900 dólares a onça. Previsão para o final do ano, entre 1.500 a 2.000!
Só uma dica. Se se esgotar o referido metal, regressaremos, alegremente, à comunicação por "tam-tam", ou por sinais de fumo!
Repararam que a primeira viagem oficial do nóvel imperador chinês foi, justamente, ao continente africano? E que, entre dois países de merda, passou pela África do Sul?
Pois é.
Não há coincidências. 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Em princípio...

...está encontrada a cura para o estado comatoso em que nos encontramos.
60.000€/bico, considerando 5 ou 6 milhões de votantes que, de há quase quarenta anos a esta parte, não fazem outra coisa, é só multiplicar, como dizia o 1º fujão!
Eu, estou isento.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Apagões.

Há os acontecidos e os por acontecer.
Nos primeiros, manifestamente, está o que resta de país. "Abro" os jornais e verte-se abundantemente sobre uma qualquer entrevista a ser prodigalizada por alguém, cuja graça não cabe neste lugar.
Deve ser um acontecimento nacional.
Os romanos, pelo menos, ofereciam pão, junto com o circo!
Ainda nos primeiros, cito um, sob a forma de pergunta.
Porque será que o novo "hub" da indústria de seguros e de re-seguros está, de há três anos a esta parte, a ser transferido para as Bermudas?
Quanto aos "por acontecer", fiquemo-nos apenas por um deles.
40% da energia consumida na Alemanha, é russa.
Putin não gosta nada (faça-se-lhe justiça!) que lhe metam as mãos nos bolsos. E se há alguém que tem dado bastas provas disso, é ele.
Age em conformidade.
O último exemplo é o da semana passada, em Londres.
A "história" do Chipre que a iluminada maioria dos "políticos europeus"  tende a desvalorizar, já o obrigou a levar a mão ao interruptor.
Esperam mesmo que ele não desligue a luz?
Pensem outra vez.

segunda-feira, 25 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

Everybody's talking!

Continuo a preferir a versão Midnight Cowboy.
Se nomearem - nomearem, repito! - Randy Crawford ministra das finanças, prometo pagar o dobro dos impostos, trabalhar metade e ainda, manter um esplendoroso sorriso nos lábios.
Já tenho a garantia de que ela levará Joe Sample como assessor.
Estou cansado de gajos feios, porcos e maus, expelindo vocalizações que mais parecem lixa nº3 a ser raspada na parede!

sexta-feira, 22 de março de 2013

O sorriso que...

...finalmente, me começa a distender os doridos músculos, está aí!
Até a "jogada" russa, de recusar (para já!) o empréstimo ao Chipre é, do ponto de vista político, simplesmente brilhante!
As bestas encartadas que povoam a eurozona também facilitam a coisa, valha a verdade!
Mas merece uma referência.
Alargando o zoom, sou invadido pela agradável sensação de que, lá, pelo país que eles inventaram, tudo se esboroará muito em breve.
Excelentes notícias.
Há mais alguma coisa que eu necessite de saber?    

quarta-feira, 20 de março de 2013

Despertares.

Meio dia.
Soslaiava aqui ao lado, no Largo da Graça, os títulos da imprensa que, genéricamente, retratam os eventos da véspera.
Sou falho de tempo e de paciência para emissões televisivas. Pelo que, só no "day after", sei o que se passa! 
Sorria comigo próprio...
O berro do meu telefone, faz com que uma velhota salte dentro das botas.
- Credo, homem! Atenda essa coisa. Para susto, já me basta este homem feio e constipado(?). Referia-se ao senhor que está ministro das finanças.
Rasguei ainda mais o sorriso e resgatei o horrível aparelho às insondáveis profundezas do bolso.
- Tu viste a puta da vergonha que me fizeram passar ontem, aventa-me um ministro em funções.
- ???,  não! Estou apenas a olhar uma velha, cheia de vontade de vos espremer os colhões! E, como muito bem sabes, nada me envergonha, pela simples razão de que me mantenho Português.
Sou um estrangeiro, aqui!
Contrariamente ao que se passa contigo que optaste pela nacionalidade portuguesa.
E esse país, para mim, não existe. 
- Porra, não ouviste o primo do Louçã?
- Deveria ter ouvido? E levou comigo durante meia hora.
Paguei eu, também, mas não interessa.
Quase vinte anos no "trade" e nunca ouvi falar de Gaspar.
Por alguma razão terá sido!
É a vida, no portugal deles.

terça-feira, 19 de março de 2013

Um violino na varanda.

Tudo leva a crer que Nero reencarnou. E, em vez de se contentar com fazê-lo através de uma só criatura, resolveu assumir várias formas em, pelo menos, quarto lugares diferentes.
Berlim, Haia, Helsínquia e Viena. O único objectivo é manterem as crises políticas bem ao largo e, pelo menos em dois dos casos, evitarem um embaraçoso bail-out, se acaso houver dinheiro para isso.
E Berlim está a meia dúzia de meses de eleições!
Todas as outras capitais inexistem. Ou melhor, existem mas apenas para bater palmas.
Merkel desconseguiu engolir o facto de Schroeder ter passado directamente da chancelaria para um gabinete da Gazprom. Coisa que ela jamais conseguirá. Pelo que, jurou vingança, desde então.
Poucos deram por isso, mas fê-lo.
Vai daí, não esteve de modas.
Pontapé nos tomates do VTB (Vneshtorgbank), banco estatal russo, detido em 80% pelo Kremlin.
Óbviamente que deixou Putin a "chiar". O homem tem - só através daquele banco - quase dois mil milhões de dólares na praça cipriota. Logo e de uma assentada, passa para cá - pelo menos! - 200 milhões!
Esta de querer que os russos paguem parte dos disparates consecutivos perpetrados pelos inventores do euro, é de cabo de esquadra!
Putin não vai "ficar nas covas", como é evidente. E, só para princípio de conversa, cheira-me que as duas primeiras vítimas, vão ser a Polónia e a Ucrânia. Cá estaremos para ver.
Duas pequenas conclusões colaterais.
Dizia algures um comentador inglês que o lançamento do confisco a Chipre atirou, para já, com Portugal, para debaixo de um autocarro (sic)! Mesmo com "correcções" de última hora. Não posso estar mais de acordo, pelo que, será bom que passem pelo banco...
E...tudo isto vai acabar muito mal! Muito mal.

segunda-feira, 18 de março de 2013

A bem da nação.

Este assunto é fácil de resolver.
Usem as dezenas de milhares de facturas que cidadãos atentos, veneradores e obrigados, vos expedem, com o nobre objectivo de virem a obter 250 miseráveis euros de desconto, na factura fiscal do final do ano.
Como alternativa, usem a mão!
Sempre, mas sempre a bem da nação.
Quanto ao restante, já nada existe que mereça ser olhado, quanto mais fazer o esforço de escrever o que quer que seja.
Passassem bem.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Ó patego, olha o balão!

Picado do "i"
 
Política, verdadeira política, é algo que, há muito, anda arredado da equação.
E manter-se-ia, mesmo que tudo o resto estivesse nos seus lugares próprios. Por aflitiva incapacidade dos incumbentes.
Por analfabetismo puro e simples.
As coisas tornam-se, porém, obnóxias, quando se lê isto.
Se se referisse à rapaziada do Rato, da Soeiro Pereira Gomes ou de outro qualquer endereço pomposo, a minha reacção seria exactamente a mesma.
Só para que conste!
Deduzo portanto que, o material humano que por aí deambula, quais zombies, merece tudo o que lhe está a acontecer.
E tudo o que ainda falta vir.
Pela proa e pela popa, indiferentemente.
Todos os que, a partir de hoje, frequentarem manifestações ditas de protesto, devem considerar-se - pela parte que me toca - expedidos para a pata que os lambeu!
Hoje estou preocupantemente comedido!...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Truísmos.

Há 38 anos atràs, o Gonçalves da engenharia lateira, atirava com os restos de um país moribundo, para dentro de uma espécie de estado que tinha sido esconsamente dado à luz, ali, para os lados da Pontinha, menos de um ano antes.
Só não nacionalizou os meus tomates, porque eu jazia por outras latitudes.
De então para cá, são incontáveis, as amas que se têm proposto embalar o aborto.
Cada uma delas mais criminosa que a anterior.
E parece que querem continuar a saga.
Leio isto e apenas se me aflora um sorriso, ao contrário do que acontece com a maioria dos nativos.
Fazem apenas o que lhes compete. Reaver o dinheiro que as tais amas lhes foram mendigar, para que o aborto não morresse, definitivamente, de fome.
Se calhar teria sido bem melhor.
Não são, pois, eles, que merecem levar com a cadeira nos cornos.
O problema é não haver cadeiras que cheguem.
Para tanto filho da puta! 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Bizarre...

O defeito é, certamente, meu.
Mas hoje, na edição em papel do pasquim acima, há um artigo de fundo com chamada para a primeira página que, estranhamente, não surge na edição on-line. Pelo menos, não o encontrei!
Sobre a "bondade" da Standard & Poor's.
Como mula velha que já sou, sigo sempre de perto aquela velha máxima que canta que..."quando a esmola é grande, o pobre desconfia!"
Esta gente só faz fretes a quem lhes paga e bem.
Donde, afinal, decorre que esta rapaziada que se senta no poder, também tem Spin Doctors a soldo.
E, pelos vistos, eficazes.
Se assim é, parabéns.
Porque, quando se lê isto, a pulga que estava estacionada na orelha, salta de imediato para um qualquer outro pouso!...
Para a do Borges?
Resta saber se será argumento com peso suficiente, para ser esgrimido nos locais certos.
Ou se ainda vai a tempo.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O amanhã que vai cantar.

Como tem sido prazenteiro, ajustar o meu escalavrado corpo à geometria do sofá, ir intercalando a releitura de alguns clássicos da velha e boa ciência política com uns excelentes tintos que me têm feito chegar e aguardar, com a paciência possível, que toda esta ralé viscosa entre, definitivamente, em modo autofágico.
Estão no bom caminho. Resta-nos essa consolação.
Será que também leram isto?
Só uma coisa perturbou hoje o meu remanso. Uma visão dos infernos!
Guterres a perdigotar para um microfone, à conta dos refugiados sírios. E que, os políticos(?), devem encontar uma solução.
Até o excelente Douro que me iluminava o momento, me soube a pastis!
Contando que não sejam fujões e que tu disponibilizes aos russos a base naval de Vila Real de Santo António, conta com o fim das hostilidades no dia seguinte.
Se disseres que fui eu que disse, eu nego.
Escusado será dizer.

segunda-feira, 4 de março de 2013

É repugnante!

Sempre que um desgraçado do lado de lá, resolve perdigotar uns disparates é, invariavelmente, expedido um qualquer equivalente da banda de cá, com o encargo específico de proceder à competente genuflexão.
É assim, neste portugalzinho repelente.
Exactamente o mesmo, onde as pessoas se "indignam" aos sábados e votam aos domingos, se for caso disso.
Nos mesmos. Ou nos equivalentes.
A tanto monta.

domingo, 3 de março de 2013

Je ne crois pas...

...que je me revienne sur mes pas.
Os franciús já suspiram de novo, por Sarkozy.
Este, por seu turno, apertado, à conta de umas aldrabices maquinadas com a Sra Bettancourt, prepara-se para sair de cena. Literalmente.
Redeviendra-t-il hongrois?
Para isso, já escolheu o seu hino de despedida.
Muitíssimo a propósito!
 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Duas dicas e uma sugestão.

Por lá.
E para todos os jovens que, e bem, procuram um início de vida decente, deixo um ponto de reflexão.
Valerá a pena?
Dois pequenos parágrafos que integram o mesmo artigo.
 
 
 
Ainda a propósito da postada de ontem, espreitem o Wall Street Journal, do passado dia 26. Um artigo assinado por Patrick McGroarty, intitulado "Angola Wealth Fund is Family Affair". A culpa é só dos portugueses e do Rafael, está bom de ver!
 
Por cá.
Eis a democracia, em todo o seu fétido esplendor.
São pérolas como a que segue, que tornam um país ingovernável.
No caso em apreço, é assim desde o final da II Guerra.
 
 
Por mais perto, ainda.
Eis o que me parece valer, realmente, a pena.
Quase novecentos anos de país uno. Nada nem ninguém chega àquela provecta idade, sendo estúpido.
Vamos, todos, velhos e jovens, continuar a querer sê-lo?
Recordo que este último hiato, já leva quase 45 anos.
Desde 1968, com Marcello Caetano.
Aproxima-se, perigosamente, do recordista: 1580/1640.
Período em que a Espanha estava longe de o ser.
E que nós, já o sendo, não hesitàmos em continuar a ser.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Passou ao lado.

Há bem mais de uma semana que não abria a "caixa de correio" agregada a este blogue.
Fi-lo hoje e, para minha surpresa, um velho e querido amigo - de quem há muito não tinha novas nem mandados! - manifestava espantada estranheza, face ao meu silêncio, diante dos recentes disparates, oriundos de Luanda.
E vai continuar. O meu silêncio, claro!
"Estou espantado com a ausência de reacção, perante os distrates que o Jornal de Angola tem dispensado a Portugal". Diz ele.
E, se calhar, diz bem.
Há, no entanto, dois pequenos detalhes que ele não teve em conta.
1. Não me distrata quem quer. Só quem pode e, nesse particular, os angolanos estão a léguas dessa capacidade.
2. Todo aquele "vomitado" editorialista, é dirigido a portugal.
Coisa que, como muito bem sabes, me é completamente estranha. Estivesse ele direccionado para Portugal e, terias lido a consequente réplica!
Mas, desse-se essa circunstância, e nem eles se atreveriam a fazê-lo!
Podes crer.
 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

H1N1.

Here we go again!
Depois de, em 2009, terem obrigado a maioria dos países a deitarem para o lixo, toneladas de dólares - lembram-se? - à conta de uma vacina que demorou eternidades a ser produzida e que, no final das contas, era água engarrafada, voltam à carga com a bocejante "história" da gripe A.
Acontece que, agora, a coisa é mais refinada.
Há uma pequena empresa canadiana, cotada em bolsa, just in case, que foi capaz de entregar, no espaço de um mês, dez milhões de doses a estes misteriosos senhores.
E quem são eles?
Pois, nada menos, do que o sombrio braço armado do Pentágono, em matéria de investigação e desenvolvimento.
Como nota de rodapé, a referida empresa, tem o conspicua designação de MEDICAGO, Inc. E deverá constituir uma excelente operação bolsista, nas próximas semanas!
E qual foi o segredo de tamanha rapidez?
Parece que para produzir vacinas em larga escala, é necessária uma coisa misteriosissíma, que se chama, recombinante proteico. Que, normalmente, se faz a partir ovos.
Aqui - nada como a sofisticação - é elaborado a partir da planta do tabaco. Além de nos inocularem aquela merda, ainda nos põem a fumar!...
As coisas que se aprendem!
É evidente que, como os militares americanos não querem assumir o odioso da questão, pagaram, e bem, a uma empresazita de vão de escada para dar a cara. De caminho, um punhado de gente, vai ganhar um baú de dinheiro.
E a OMS a benzer, como lhe compete.
De outro modo, não havia orçamento para ninguém!
Pergunta de algibeira. O que faz correr tanta gente atràs de um vírus que mata umas "meras" 800 pessoas/ano, quando a gripe, dita regular, "despacha" em média 60.000 por cada ano que passa?
Este mundo está do mais inspirador...
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A festa vai começar.

Se alguém conseguir a subida proeza de me demonstrar que, a soma disto com isto, constitui motivo de preocupação, juro que começarei a preocupar-me.
Mas não muito, aviso já.
Apenas com ter o tempo suficiente para passar por um supermercado, recolher um presunto e um transistor, acomodar-me num sofá a desvanecer-me com a estupidez humana, enquanto releio Séneca.
E a aguardar os acontecimentos.
Tão-só.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Decisões atempadas.

Pois é. Ninguém me ligou nenhuma, agora aguentem-se!
Eu, dando pleno uso à minha dimensão de "puta velha", escolhi o final do ano passado para proceder à "trasfega" da carcaça para estas simpáticas latitudes.
Agora é escusado tentarem. Já estão fechadas as inscrições.
Estas coisas pensam-se a tempo.
Possui duas características únicas.
Não precisamos de dinheiro para nada e;
É um lugar onde todos nos juntamos a Pitágoras, para ouvirmos a Música das Esferas.
Beleza e geometria, foram conceitos reaprendidos num ápice.
Em conjunto, antecipam o futuro.
Observado daqui, da minha janela, é bri-lhan-te!
Acreditem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Resgates e desenterranços.

Não sei quem é o sr. Joaquim Jorge, nem me interessa.
Basta-me saber que é, aparentemente, biólogo, de Gaia, filho do dono da Favorita e fundador de uma coisa chamada Clube dos Pensadores, para onde toda a escumalha - isso não interessa nada - se precipita, em delírios pensativos.
Supostamente, para pensar!
A única coisa que me chamou a atenção, foi a circunstância de se considerar um "inconformista democrático".
Embora jamais venha a perceber semelhante conceito, gostei da sonoridade.
Ontem, parece que foi Relvas a tentar exercitar as meninges.
O Tico e o Teco, nem tiveram tempo de fazer meia flexão!
Foram, de imediato, abafados pelo mais recente esqueleto, resgatado ao poeirento armário da "revolução".
Deixei logo de ver e passei apenas a olhar. Veio-me à memória Luis Aguilé e as sua gravatas, especialmente desenhadas para cobrir o escroto.
E era argentino, como o outro...
Também me arrogo o direito de desenterrar cadáveres.
Deve ser isto o...inconformismo democrático!

Os ajudantes.

Lê-se e pasma-se (ainda)!
Não tenho memória de que este desgraçado - no tempo em que sentava as nalgas numa cadeira do conselho de ministros - tivesse tido tiradas deste jaez.
Assistiu, mudo e quedo, tal como toda a trupe que, com ele, co-ministrava, ao metódico desmantelar do que restava de um país.
Com o beneplácito de tudo quanto mexia e votava. 
E todos muito caladinhos, porque isso foi numa encarnação em que Cavaco os tratava abaixo de cão! E bem, pelos vistos.
Meras emoliências.
Os que se lhes seguiram nem referência merecem. Foram, tão só, sequelas e mal amanhadas.
O facto, é que se passeia o olhar pela paisagem e todos - todos! - continuam "por aí".
Vergonha na tromba, é um conceito que lhes é completamente estranho.
Que será feito do meu País?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tá certo!

A graça, sempre reparadora, do entre-canibalismo!...
Um exemplo que os políticos - de todos os quadrantes! - deveriam seguir ao pé da letra.
O futuro seria, então, ali à frente.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Os Metralhas.

Está salva a pátria!
Na circunstância, as pátrias.
É absolutamente assombroso, o topete desta "roupa" merdosa. Agem, como se aquilo que se vai passando por todo o lado não fosse, também, responsabilidade deles.
Fazem escorrer, sem se rirem, alarvidades em cascata. Exactamente iguais às dos actuais incumbentes. Se é que ainda se podem apelidar de incumbentes, os  roçadores de cus, ora em funções, por essa triste europa fora.
Há uma trintena de anos, tropecei numa reunião da IS, igualmente em Madrid.
Em hora aziaga, resolvi dirigir-me a um dos bares do hotel que albergava, simultâneamente, a minha, hoje, combalida tola e a referida reunião. Tive a sensação de estar a entrar numa casa de alterne em Vallecas. Gonzalez, uma gaja, Brandt, uma gaja, Soares, uma gaja...
Havia mais uns quantos figurões - dos quais não me lembro - bem como o respectivo entremeio.
Deixando de lado o vómito que me suscitou aquele ajuntamento, registei que, pelo menos, se divertiam. E "incumbiam". Ainda.
Os de hoje, nem para isso servem.
São meras formas de vida, portadoras de costados, muitíssimo apropriados para umas vergastadas com um pau de marmeleiro. Daqueles bem duros.
São a imagem insultuosamente viva da inutilidade.