sexta-feira, 9 de maio de 2014

Lixo estável.

Gargarejou a Standard and Poor's!
Olhando, com a atenção que a minha já muito debilitada inteligência permite, aquelas duas singelas palavras, dou comigo, a um tempo, de acordo e em profundíssimo desacordo.
Lixo; completamente pacífico. Há quarenta anos que vivemos mergulhados nele. Sobrevivemos, sabe deus (e nós) como, até agora.
Estável; aqui, por amor da santa! O lixo decompõe-se. Nada tem de estável. E, aposto, singelo contra dobrado, que estamos no bom caminho para sermos atirados para uma qualquer vala comum.
Nem a lápide teremos direito. Não há epitáfio que nos valha.
Há momentos, ouvi uma vozearia com origem no jazigo de família (parabéns João, pelo apodo que encontrou para a AR), que não prenunciava nada de bom.
Gritavam uns com os outros e não se percebia nada.
Mas também, na realidade, o que há, de tão extraordinário, para perceber?
Vão todos bardamerda.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Milagre!

Os meus regressos do estado comatoso induzido a que me remeto, ainda antes do vinte e cinco barra quatro, só são reversíveis, uma vez passado o mayday.
Injectada a competente medicação, regresso, para já, ao estado vigil. 
Há pouco, olhei distraídamente um qualquer noticiário.
Fiquei ciente (por oposição a presciente, como um "governante" - parece! -  se apressou a referir que não era), de que os actuais incumbentes governativos entraram, definitivamente, em estado de epifania profunda.
Assim em modo de orgasmo múltiplo e prolongado.
Coisa que, como todos bem sabemos, não é nada recomendável para a saúde. À razão de 400 calorias eliminadas por cada um deles...é só fazer as contas.
Dizia eu então que, fiquei ciente.
De que, por exemplo, a tal de troica passou por aí e que assegurou, como lhe compete, o reembolso da massa que lhes foram mendigar. E que, quanto ao que resta do que sobra, démerdez-vous!
Entre saídas limpas, sujas ou com vago odor a merda, isso já não lhes interessa nada.
Acontece, prosaicamente, que a macro-economia não põe comida em cima da mesa de ninguém.
Fiquei igualmente ciente da reacção eructada por um partido político, sito ao Rato.
Quase adormeci. De novo...
Por grosso, tenho uma presciência. E aqui sim.
Uma vez passado este ciclo eleitoral (o quê?), a gente volta ao assunto.
É que, estou cada vez mais convencido, de que a epifania se vai transformar em entropia.
E isto não é ciência nem presciência.
É mera constatação.  

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O nojo.

E cá estamos nós, de novo.
Há dois momentos no ano que me projectam para um inenarrável estado de nojo.
O horrendo natal e o fatal vinte e cinco barra quatro.
Entro, assim, em coma, até que a mente readquira vontade própria.
Passassem bem.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Força na verga.

A vida tem destas coisas.
Há momentos, enquanto deglutia um pastel de carne confeccionado por mim (mau, por sinal), produz-se-me um pé de página de um qualquer noticiário, onde leio..."Rangel quer um programa europeu de aumento da natalidade".
À velocidade da luz, lembrei-me de um velho tema de Gainsbourg, que contém a solução para tão desmedida intendência. 
Sugiro pois que o jovem Rangel, em lugar de encher a paciência de todo o mundo com diatribes eleitorais, seja convidado a ouvir sessões contínuas do referido tema.
"...ouvrir braguettes et prodiguer...".
Conhece outras soluções?




segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mexer os rabos.

Qualquer comentário a propósito ou despropósito, far-me-ia, apenas, vomitar para cima do teclado.
Deixo apenas duas questões.
1. Ninguém é atirado para a cadeia?
2. Porque será que não deixaram a Unitel sentar o respectivo coiro, à mesa da suspeitíssima parceria com a Oi? E se eles quiseram! E, já agora, porque é que atiraram com o "qué ferô?" para o Brasil? 
Esta é filha da puta!
Este portugal continua a ser deles. 
Está na hora de um qualquer dos disfuncionais de serviço que integra o amontoado governativo, mexer o rabo a caminho de Luanda.
E muito rápidamente.
Mesmo que seja a nado.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Pings.

De um lado, navios e aviões que alteram rotas, do outro, primeiros ministros e banqueiros que entregargarejam, via telefone - dez vezes, dizem -, no sentido de alterar uma qualquer rota, é de presumir.
No primeiro caso, pontifica a não existência de "caixas negras", pelo que, todo o mundo continua em...branco.
No segundo, e a fazer fé em "fugas de informação", foram encontradas de imediato e ouvidas por toda a gente.
Surdos incluídos.
Concluiu-se, por ventura, que o linguajar excessivamente loxodrómico era demasiado elaborado para ser entendido.
Mesmo por adiantados mentais. 
Este conjunto de eventos recorda-me um famoso naufrágio.
Há quarenta anos atràs, desapareceu toda uma frota de lustrosos navios, dos monitores dos radares de todo o mundo.
Tinham alterado a rota e continuam por encontrar.
Das caixas negras, de igual forma, nada. 
Mas, por muito estranho que pareça, todos eles continuam a emitir "pings" para o éter.
O problema é que ainda não foi inventado nenhum equipamento capaz de os decifrar.
Aos "pings", claro!
Porque quanto aos responsáveis pelo naufrágio, embora todo o mundo os conheça, continuam em segredo de justiça.
Paz às nossas almas.

domingo, 13 de abril de 2014

Epifanias de uma qualquer noite de sábado.

FOSFOREIRA PORTUGUESA - ESPINHO  $40+10 - 40 AMORFOS CARTÃO

SOC. NACIONAL DE FÓSFOROS, LISBOA $40+10 SOC. SOC. - 40 AMORFOS MONOGRAMA

Ontem fui vítima de uma epifania, a qual me fez "ganhar" a noite.
Escorregava então, por entre uns copos, uma conversa boa e aconchegante.
Num repente, um dos circunstantes, acende um cigarro com uma carteira de fósforos, coisa que, há muito, tinha desaparecido do meu horizonte visual.
Apaguei o meu, peguei noutro e, circunspectamente, acendi-o com um fósforo de cartão. Um amorfo. Até me soube melhor. Ou teria sido apenas impressão minha?
Não interessa. Olhei o pequeno objecto com a atenção geralmente dispensada às coisas que nos merecem o maior dos respeitos. Entretanto, o António havia produzido uma outra carteira, questão de me testar, presumo!
A primeira constatação foi de profunda tristeza.
Duas carteiras de fósforos, provenientes de duas empresas diferentes, que hoje integram (como não?) o panteão da saudade empresarial.
A Sociedade Nacional de Fósforos e a Fosforeira Portuguesa.
A segunda constatação encheu-me a alma.
Pertencem a séries especiais, a que cada uma das empresas atribuiu um nome diferente. Imagens do Ultramar e Portugal além da Europa.
Uma delas retrata um pujante Lobito.
A outra fixa uma foto de uma piscina em Lourenço Marques. Como não sou frequentador de banheiras públicas, indaguei quem sabe. Era, ao que parece, a piscina do Grémio Civil. Espaço que bem conheço e que, hoje, dá guarida ao cadeirão do Guebuza. Confesso que nunca tinha reparado naquele adereço aquático.
Acendi novo cigarro, agora a partir da segunda carteira, esta com fósforos em madeira.
Deixei que as volutas do fumo que se ia soltando do maldito tabaco, se misturassem com o pensamento.
Um quase grito desperta-me do torpor em que havia caído. 
- Estás cá?
- Não. Não estava. Revisitava, por momentos, o meu Portugal. Não é uma boa razão para estar ausente?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Erucções.

E pronto, ei-la, esta coisa em forma de assim, a fazer a obrigatória prova anual de vida.
Disso depende a reformazita e a consequente chispalhada em cima da mesa.
Se aqui estivesse o meu amigo Ken, soletraria, deixando descair a pestana, um sonoro..."unbefuckinglievable"!
E parece que queria falar.
Militar "fala" sobre quê?

Adenda: Leio e concluo que a chispalhada de ontem, tinha carrêgo excessivo nos temperos. 
O que lhe desencadeou uma duplicidade de ventejações, absolutamente incontrolável. 
Chupa uma Rennie e dorme uma sesta, que isso passa.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Perguntas sem respostas.

Começo pelo princípio.
Nunca tinha ouvido falar de Manuel Forjaz.
O que se segue nada tem de pessoal, pois. Nem poderia ser de outra forma.
Neste particular, limito-me a curvar-me diante do desaparecimento físico de alguém. E a carrear as devidas condolências à família. E por aqui me fico.
Há, no entanto, duas ou três "coisinhas" que me fazem coçar o "cucuruto da cabeça".
"Googlei" o nome. 
Fiquei a saber que era economista pela Católica - eu também não - e que se dedicava ao professorado. Mais fiquei a saber que promovia a criação de "clusters" de empreendedorismo empresarial.
Que faliu e se "levantou" várias vezes.
Tudo isso, actividades merecedoras do meu aplauso.
Mergulhando um pouco mais no que o Google me proporciona, fiquei igualmente a saber que tinha nascido em Moçambique - lugar que me é particularmente querido por um sem número de razões que não vêm ao caso - e que, por dedução, presumo ser sobrinho do distinto arquitecto Zé Forjaz que, esse sim, muito bem conheço.
Mergulhando ainda mais no "googlanço", tropeço em algo que uma qualquer noite menos bem conseguida, o levou a escrever:
"Grande desafio: Mudar para África com o lançamento de um projecto de turismo social para multimilionários europeus e americanos".  http://www.angra.uac.pt/ggcn/Leader21/cvs/manuel.pdf
Dispenso-me de comentários complementares. O "grande desafio" fala por si próprio.
Nos últimos tempos, eu, "chegador" tardio às comodidades do sofá caseiro, a cada vez que ligava o televisor, produzia-se-me Forjaz. Com uma mensagem que, aparentemente, fazia todo o sentido. Força e permanente estado de alerta diante da doença. Especialmente daquelas que não são conhecidas por perdoar. Mas, "puta velha" como eu, desconfia...ó se desconfia!
Porquê este e não outro qualquer? Porque escreveu um livro? Abundam milhões que escrevem livros - tendencialmente ilegíveis - e que não têm acesso aos meios de comunicação. E que lutam com o mesmo pundonor com que ele lutou, contra a doença.
De acordo com dados de 2012, morrem 60/70 pessoas por dia, de doenças cancerosas. Mais, morrem 150.000 pessoas por dia, no planeta.
Repito a pergunta. Porquê este e não outro qualquer?
Alguém usou Manuel Forjaz.
E ele deixou. Ou não lhe deram alternativa.
O que será que vem por aí, em matéria de medicação contra o cancro?
Tudo o que envolve OMS e a indústria farmacêutica, não prenuncia nada de bom.
Andei demasiado perto de tudo isso, para me deixar "enrolar" por duas tretas mal amanhadas!
Aguardemos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Olha-m'estes...

Por acaso até é verdade.
Mas, como nas relações entre estados existe uma coisinha simpática que é apelidada de reciprocidade, que tal ajudar a avivar a memória dos escribas gauleses com, por exemplo, a Areva.
Também querem falar do Níger e do Gabão?
É que, se sim, cá estamos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A língua de pau.

Quando um país - ou o que dele resta - está reduzido a este falatório obnóxio, estamos (ou continuamos) conversados.
E dispenso-me, por vomitivo, de fazer referência à disfunção política que por aí campeia.
Cavaco, enquanto primeiro ministro, teve razão num pequeno detalhe. 
Secretário de Estado é para ser tratado abaixo de merda. 
Paga-se-lhe para estar calado.
O que é sempre um óptimo investimento.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Filho de uma nota de 20 paus.

Ter isaltinado. Chega?
Haja alguém que tenha a bondade de lhe dizer que a mera circunstância de ter sido concebido, numa qualquer noite de invernia transmontana, constitui um insulto a qualquer bípede portador de um BI do velho e desaparecido Portugal.
É apenas o resultado de 40 anos de pagode democrático.
Não mais do que isso.

quarta-feira, 26 de março de 2014

É da fome.

A razão mais provável é, certamente, filha da circunstância de ainda não ter almoçado.
Mas, depois de lermos isto, (mexendo os lábios) como compete a um neo-analfabeto e tentamos encontrar uma qualquer forma de conexão inteligível com isto, quem não se sentirá como o Prof. Herrero?
Vou mas é dedicar-me às lides mastigativas e que se fodam todos.
A bem da pouca saúde que me resta.

terça-feira, 25 de março de 2014

Custos democráticos.

Deu-me para "googlar",...déficit, Portugal, 1973.
Não me surgiu uma única entrada em português.
Em contrapartida, abri a primeira dessas entradas e aventa-se-me um estudo de um tal Hans Schmitt, Economic Stabilization and Growth in Portugal, cujo primeiro parágrafo me esclareceu completamente.
Como se fosse uma enorme novidade!
Sendo que o gajo não é parvo e não se deixa "copypastar", resta-me reproduzir à unha.
Basta uma pequena parte.

"Beginning in 1974, Portugal's balance of payments, which had traditionally been in surplus, moved into substantial deficit. An external current account surplus, equivalent to 3% of GDP in 1973 was turned into a deficit equivalent to 6% of GDP in 1975, and 9% of GDP in 1977...".

Duas conclusões. Uma em português de lei e outra em bife.
1) Não me consta que algum dos filhos da puta que protagonizaram aquele crime e todos os que se lhes seguiram, esteja com os costados na cadeia.
2) Fuck democracy.

Nem mesmo a corrupção é tão cara.
Todo este arrazoado a propósito do tal índice de pobreza, hoje publicado.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Está tudo certo.

Aqui...porque este sim, está a levar a cabo as "reformas" que tinham de ter lugar.
E, par dessus le marché, irão continuar a pagar-lhe para isso.
Alemanha incluída. 
Ou especialmente ela própria. 
Incluídos todos os outros.
Ouço, nas lonjuras cósmicas, a gargalhada fininha de Álvaro Cunhal.
Aqui...porque apenas me ocorreu Virgílio e a Eneida. "Timeo danaos et dona ferentes". 
Num mundo político "normal", nem para mulher da limpeza seria de utilidade. 
Os outros - os de serviço e os candidatos a -  fariam bem melhor em promover um suicídio colectivo.
A bem de todas as nações.
E, já agora, de mim próprio.

quinta-feira, 13 de março de 2014

O mundinho português.

Morreu o Policarpo.
Tenho vocação nula para epitáfios choramingas.
Sem mais delongas e porque não me apetece perder tempo com gente que nada tem (ou tinha) de estimável, Policarpo era apenas isto.
Que a terra lhe seja leve.
Tão só.

No país das petições, peticionou-se de novo.
Os alegres peticionadores, na sua esmagadora maioria, "velhos" epítomes da caloteiragem pós-abrilina, vão de Ferreira Leite a duas eminências pardas que pastam para os lados de Belém - e que já foram competentemente defenestrados - por entre outras figurinhas mais ou menos folclóricas.
A idéia que subjaz àquele estertor epiléptico é a da miserável e cobarde fuga para a frente. 
Criàmos a situação, já somos demasiado velhos para a resolvermos e suficientemente penalizados nas nossas merecidas e esforçadas pensões. 
As gerações vindouras, que tratem de limpar o coreto.
A única coisa que me surpreende é a "ausência" dessas mesmas gerações. Não vi partir umas montras nem, de caminho, as ventas a alguns dos signatários.
Por fim, alguém acredita que F.Leite, Sevinate Pinto ou Vítor Martins, tenham aposto a sua (deles) preclara assinatura em tão pungente documento, sem o conhecimento de Cavaco?
O que faz dele o protocaloteiro mor. 
Pudera. 
Nem é necessário rebobinar muito a memória. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Pois...


"a dançar fardado e sem roupa numa discoteca em Oliveira de Azeméis."
Quando fôr grande quero ser militar da GNR.
Ou outra coisa qualquer. A tanto monta.
Desde que me poupem ao múnus de jornalista no "Expresso".
Porque há contágios que posso evitar.
Um deles é a estupidez.
Disse.

Adenda: Pelos vistos ainda por lá rasteja uma qualquer forma de inteligência e procederam à devida correcção da sintaxe.
Terá sido o omniopinativo Costa? 
O irmão do "palhaço", claro.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Supervisões e outras faltas de visão.

Só hoje li esta pérola.
No entanto, entendamo-nos.
- Que a justiça, neste sítio mal frequentado, funciona manifestamente abaixo de cão, é dado adquirido. Ou já nem isso.
É mera moléstia.
Se acrescentarmos umas preclaras declarações, bolçadas por aí, por um qualquer juíz, reclamando um substancial alargamento da janela de tempo para investigar assuntos extraordináriamente difíceis como dar ou negar provimento a contestações a procedimentos contraordenacionais com origem na entidade reguladora, não só ficamos com a fotografia de grupo, como releva tão só do analfabetismo funcional. 
Ou seja, da circunstância de não se saber a tabuada na ponta da língua. 
- Que Constâncio (na qualidade de governador do banco nativo) falhou miserávelmente na mais básica das suas funções (supervisão), nem sequer é notícia. 
Ou se calhar é (ou foi), dado que o agraciaram com uma promoção até ao BCE onde, e apenas por ironia, lhe entregaram o pelouro da...supervisão.
- Que o Ministério Público se afadigue a lavrar requerimentos, compreende-se. Tem de justificar a sua própria existência.
Agora que o banco central venha publicamente exigir uma espécie de Tribunal de Excepção...
Pensando melhor, é capaz de ter razão.
Pelo menos resolviam o assunto em tempo útil.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Actualizações de mapas.

Olho por olho, dente por dente.
Contra os rasteiros instintos federadores que tanto excitam a politicagem europeia ocidental, Putin tinha, obrigatóriamente, de reagir.
E começou a fazê-lo bem antes do aqui e agora. 
A coisa remonta, mais precisamente, ao tempo em que  "recuou" para primeiro ministro.
Nada como manobrar na sombra. 
E a sombra russa é particularmente propícia a esta espécie de jogos que são tudo menos florais.
Lembrar-se-ão, por certo, do nunca satisfatóriamente explicado acidente de aviação que "aviou" Kaczynski quando se dirigia a Smolensk. Data, então, muito apropriada...e o moço estava primeiro ministro.
Já são por isso audíveis as "coçadelas de cabeças", que vão surgindo por todas as antigas repúblicas soviéticas.
Basta passar-lhes os olhos pela imprensa.
Pela europa unida, já coçam a ferida em estado purulento. 
Repare-se em Hollande e Obama (quem?), a pedirem mais pressão. 
Olhe-se o silêncio gritante da Alemanha. 
Temos pois um mapa em plena actualização.
Finalmente algo de muito interessante para ser seguido. 
Atentamente.
A UE criou um saco de gatos, para onde atirou por junto com uns furões.
Agora aguentem-se.
E nós vamos ter de reaprender a ler um mapa. 
Se calhar, mais cedo do que imaginamos.