terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

De joelhos.

A imagem viva da repulsiva classe política que assentou arraiais no ocidente.
Putin, sentado no torreão mais alto do Kremlin, sorri.
Nada mais lhe resta fazer.
Já ganhou.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Descubram as diferenças.


Leio, por aí, que, os ora incumbentes políticos, querem fazer pendurar o portugal inventado por eles, nas pingonas paredes de todas as escolas.
Consta que mandaram imprimir 100.000 exemplares.
Se fosse, hoje, frequentador de uma qualquer dessas escolas, estava lixado.
Não sei nadar!...
 
 

...coisa que era desnecessária, para as gentes da minha criação.
Ora espreitem.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Foi primeiro ministro, não foi?

Esta sub-espécie de pentadáctilo - em que os dedos das mãos e dos pés se confundem - consegue a proeza de fazer de mim um perigoso democrata.
Situação que, está bom de ver, me preocupa sobremodo.
Vou ter de tomar medidas com carácter urgente.
E, para princípio de conversa, avança já o estandarte supra.
Há por aí um ex-banqueiro que se lembra bem dele.
Do estandarte, claro!
Eu também.
Dele e do estandarte. Ali, à Tomás Ribeiro, nº8.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Arroseur arrosé.

Li, por aí, que assaltaram uma repartição de finanças, algures pela geografia.
E que os esmifrados contribuintes presentes, nem deram por isso.
Pudera.
Já lhes bastava o assalto de que estavam a ser alvo.
Abençoados meliantes. Que nunca as mãos lhes doam.
E não se deixem apanhar.
Isso é que seria uma vergonha.
 
Parece que queriam obnubilar a comentarite de um gajo qualquer que "primo-ministeriou" por aí, durante um ror de anos.
As vestais costumeiró-democráticas já rangeram com dores de parto, a propósito de atentado ao direito de opinião...não sei quê...não sei das quantas...40 anos depois do fatídico Abril.
Pois fodam-se todos.
Eu estou de acordo. Com uma condição.
Calem os restantes merdas que enxameiam todos os canais de tv.
Os que existem e os que estiverem por existir. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os cómicos.

Ainda há quem tenha pachorra para esta novela merdosa?
Embrulhem tudo e todos (incluída a respectiva tutela), em papel brilhante de qualquer cor, ponham um lacinho bonito e vendam ao Mosquito.
Ele compra tudo.
Até as más consciências.
No que depender de mim, enquanto contribuinte, assino já.
 
Ei-lo, de novo, a regurgitar banalidades à razão de 750€/hora.
Quem é que não iria querer?
150% de retorno, I mean...
Se eu fosse o juiz, já estaria a bocejar.
Sonoramente.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Do espírito democrático. Ou da falta dele.

Dizem os bem formados que é feio apontar o dedo.
Óptimo.
Mas eu gosto de o fazer. E fá-lo-ei, sempre que me aprouver. Ainda para mais, quando esta mão é pertença de uma amiga muito querida.
Que me respondia, muito apropriadamente, a um qualquer disparate, que achei por bem bolçar, naquele antanho.
Tal como se adequa a este momento circense, prenhe de espírito democrático.
E adianto desde já que sou completamente insuspeito.
Nem gosto do penteado do gajo.
Por isso mesmo continuarei não-democrata.
Ao cabo de 40 anos, ainda não lobriguei uma única razão que me levasse a pensar de forma diversa.
Que é feito do Rui Mateus? Continua pelos Estados Unidos?
Isto, sempre a propósito de democracia, claro.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pelos vistos.

Por entre vistos gold, talento e outros que, a seu tempo e se lhes derem tempo, lhes assomarão à cachola, a coisa vai.
Para onde, não interessa nada.
Mas se acaso estiverem interessados em mais idéias para vistos, proponho já (e sem estudos prévios que custam os olhos da cara) a emissão de vistos-mercenário que inclua, sem reservas, a licença de uso e porte de arma de calibre de guerra.
Estes, pelo menos, teriam a vantagem de fazer implodir esta merda toda.
O que talvez não fosse pior.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um nojo e uma constatação.

O nojo, aqui.
Pena, o João Coito, saracotear-se já, por paragens bem mais recomendáveis.
Tenho notícia de que se encontraram por lá.
E que a coisa ficou resolvida com um par de sonoros estalos.
Eram devidos desde aquele malfadado ano de 1975. 
A constatação, aqui.
Episódio 2. Que, habitualmente, sucede ao primeiro.
Previsível.
O 3º episódio, será de estalo.
Já ouço o rilhar de dentes.
Força Domingos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Miró a 50%.


 
Entre o acima ilustrado - que não gosto, mas isso não interessa nada - e o infra "atirado para aqui", a classe política de turno (via Tribunal Administrativo), disse o que tinha para dizer.
35 milhões que, em circunstâncias normais, valeriam o dobro.
É sempre bom não subestimarmos quem compra.
Quer seja arte, quer sejam os "papéis" que titulam dívida.
Proclamo solenemente que, durante a semana passada, me foi "oferecida" dívida soberana portuguesa, emitida em 2011, a 11% do valor facial.
Mais um pouco e estamos ao nível da Coreia do Norte.
Na mesma data, valia 4%.
Saravah.

 
Post scriptum: o título acima data de uma época em que o país cumpria as suas obrigações.
Os de hoje, nem para limpar o rabo servem.
Porque jamais serão pagos.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Le journal bête et méchant.

A notícia da morte de Cavanna remeteu-me, (para onde poderia ser?), para o "velhinho" Hara Kiri.
Leitura semanal obrigatória lá por casa.
Do pai e do filho.
Sendo que o filho, à época, tresandava a teen.
Mas já naquele então tinha uma especial "ternura" por tudo o que triturasse políticos de turno.
Fossem de esquerda ou de direita.
Bastava-me com que fosse inteligente a forma como o faziam.
E Cavanna, junto com Wolinski, eram mestres.
Vai-se mais uma fatia da inteligência humana.
Fica a saudade. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A cantoria do pulha.

Destruir:
desfazer; demolir; aniquilar; exterminar; extinguir; fazer desaparecer.
 
Uma verdadeira obra de caridade, seria pô-lo perante alguém que lhe fizesse uma demonstração prática do verbo supra.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Quem ousa retirar a razão a Kim-Il-Sung?

Ontem foi este.
Antes dele, os inenarráveis socialistas pastoreados pela criatura parida em Vilar de Maçada e criada na Covilhã.
Continuando a andar às "arrécuas", tropeça-se em trambolhos ao estilo de Guterres, de Cavaco e do interminável Soares.
Já perdidos numa qualquer dobra do tempo e apesar da miopia que me atazana, ainda tenho a desdita de conseguir lobrigar esqueletos, ataviados de lustrosas dragonas, que tinham o promíscuo hábito de misturar os QI's próprios de bolas de naftalina, ali, ao Restelo.
Com isto, vão lá 40 anos.
Exactamente o tempo que um País leva a transformar-se num país.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Les putes.

Essa coisa supra, em forma de assim, que tanto excitou a socialistagem europeia,  já despachou a concubina.
Só fica a faltar o despacho em bloco, exarado pelo martirizado votante gaulês.
N'est-ce pas?
 
Allons enfants de la patrie
le jour de gloire est (presque) arrivé...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A "toltula" do chinês.

Vejamos então.
Gosto de reemergir quando começam a acontecer "coisas".
Sou uma vítima do meu eterno olhar guloso. Que posso eu fazer?
E que "coisas" tão interessantes são essas que tiveram o condão de me resgatar à hibernação que me havia imposto?
Como mandam os manuais apropriados, começa-se por remexer nas miudezas. No caso vertente, pode e deve, ser lido - o substantivo supra - de todas as formas que vos passem pela cabeça.
Mesmo tratando-se, tão só, de um minúsculo recanto da montra onde jaz toda uma quinquilharia avulsa, de calibre equivalente. E que a partir de agora vai, a conta-gotas, ver a luz do dia.
Já não era sem tempo, meu.
"Portantos", o moço em causa, já foi chutado para canto.
Não fosse ele entar em delírios e querer dar um passo maior do que a curta perna lhe permite!
Imagino o Barroso do MRPP a esfregar as mãos e a descer a Rue da la Loi para entrar na primeira tasca e se lambuzar de moules aux frites.
Fica pois a faltar o que falta. O resto da montra e...  
...o armazém - e esse sim, vale a pena!
Acreditem que vale a pena.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Parabéns à prima.

Se calhar, quando regressar, se regressar, isto tem novas funcionalidades que eu me esforçarei denodadamente por não entender.
Tal como o país.
Qual país?
Entretanto, e antes de calçar as botas para me ir embora, duas notas vincada e dolorosamente democráticas.
a) Toma amanhã posse, como re-re-re-presidente da Rodésia do Sul, o Shona Mugabe. Pelo menos, as urnas assim o ditaram. E a Constituição lá do sítio, corrobora. Visto dos "heights" de Salisbury, a coisa faz sentido!
Parabéns.
b) Na Ibéria atlântica, promulgou-se e publicou-se como nela se contém, uma Lei Orgânica que prevê a colocação no "pay roll" governativo, de um Vice-Primeiro Ministro, suspeitíssimamente carente de competências.
Paralelamente, olhado dos "heights" de Lisboa, não faz menos sentido.
Parabéns.
Tanto quanto a minha debilitada compreensão o permite, deduzo ter sido eleito. Tal como o Shona Mugabe.
Por estas e por outras como estas, continuarei - firme e hirto - a não ter a mais pálida idéia do que é...ser democrata.
Ainda bem para mim.
Passassem muito bem. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Eu, pelo contrário...

...estou em contraciclo.
A fazer fé no INE e no onanismo salivante que vi por aí, crescemos 1,1%.
Meço 182cm, se me apetecer acreditar no BI que este sítio me expele, a espaços.
Logo, aplicada a tabuada aprendida na escola primária, em tempos coevos, deveria ter, hoje, 184cm...e mais uns pós!
Passei ao medidor.
Acusou menos de 181cm.
Pelo que, estou a definhar.
Mais uma vez, fui enganado.

domingo, 11 de agosto de 2013

Mute: o mais fantástico botão da tv.

Desde que me conheço que sou um tarado do ciclismo.
Pára tudo, aquando da Volta à França e, quase tudo, durante a volta ao rectângulo.
Este ano acrescem, simultâneamente, os mundiais de atletismo, em Moscovo.
Outra das minhas "paixões".
Uma trabalheira!
Moía a cabeça ao meu pai - ele reclamava mas também gostava! - para me levar à Serra da Estrela, nos idos dos 60's, ver suar o Alves Barbosa, o Peixoto Alves, o João Roque, o Mário Silva. Mais tarde e aí, já não "precisava" do velhote, deliciava-me a ver "galgar" o Agostinho, o Bernardino, o Andrade entre muitos outros nomes que agora se me escapam.
Todos eles, apenas, à força de pernas e...de vontade de vencer.
Vem isto a propósito de mais um daqueles "negócios" incompreensíveis. A cargo da RTP. E pago por toda a gente.
De há anos a esta parte que todos os eventos de ciclismo, são comentados por alguém que, vivêssemos num mundo normal, estaria remetido para uma qualquer gaveta do aparador do esquecimento. Marco Chagas, rapaz da minha idade.
A imagem viva do batoteiro. Um verdadeiro insulto em cima de duas pernas. Primeiro ao público, amante da modalidade e depois, mas só depois, ao contribuinte.
É só "sentir" o à vontade dele, cada vez que se fala de doping. Passa para bingo em menos de um fósforo! Não vá a memória de alguns espectadores entrar em "delirium tremens" e começarem a chover telefonemas...
É repelente, a veneração que o funcionário da empresa, destacado para cobrir aqueles eventos, lhe dedica.
Aliás, neste país, tudo se tornou repelente.
Abençoado botão de "mute".
Olho e ouço Keith Jarrett.
Esse nunca precisou de doping.
Apena umas "brocas". A espaços.   

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Notícias do Dumbanengue!

Não foi via telegrama (como fez Venâncio Deslandes, a propósito do petróleo de Cabinda), mas aventa-se-nos por intermédio de um periódico, com origem em Lourenço Marques.
O que não deixa de ter o seu quê de curioso, convenhamos!
Também tenho as meias-luas agarradas à ponta do nariz.
Mas não vou reagir à maneira de Salazar.
Olho, melancólicamente, as volutas de fumo que se soltam da broca.
Concluo, com um travo amargo, que há gente (muita), cuja mera existência é apenas um insulto a qualquer portador de um espaço vital entre as duas orelhas.
Boa sorte a todos os votantes. 

domingo, 4 de agosto de 2013

Da existência à expiação.

Ignorava em absoluto, esta minha capacidade, aparentemente inesgotável, de ficar speechless.
E de boca aberta. Como ainda não saiu asneira, só pode ter entrado mosca.
É, rigorosamente, o que me tem acontecido nas últimas semanas.
Para isso, tem bastado ouvir, ou ler, uma notícia aqui e outra ali.
Deixei, há muito, de ter estômago para mais.
Se alguém - por distracção, certamente - pudesse ainda alimentar algumas dúvidas sobre a sanidade mental das ratazanas que se acotovelam em todas as instituições e a todos os níveis, estou em crer que, o último mês se encarregou de as dissipar liminarmente.
Estou apenas em crer, note-se!
Porque a chuva de sondagens que tem havido por aí, faz temer o pior.
Vão continuar a votar.
Pela minha parte, a conclusão é límpida.
As ratazanas, elas próprias, foram as grandes beneficiárias.
Tornaram-se menos repelentes.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Incapacidades.

Apetece-me escrevinhar qualquer coisa mas, bem vistas as coisas, sinto-me completamente incapaz.
Confesso a minha admiração - e alguma inveja intelectual! -  por todos aqueles que conseguem extrair alguma coisa de interessante de tudo aquilo com que nos presenteiam nas, (não) notícias.
Entre o balbuciar analfabeto de um ex-bancário - ora arvorado em secretário de estado - que apenas fez por agradar a quem lhe sustentava a existência (era exactamente para isso que ele lá estava!) e uma espécie exótica de bípede que passa o ano em férias na Comporta, segundo diz, a brincar aos pobrezinhos, passando por sondagens que, invariavelmente, contemplam os mesmos partidos políticos (e as mesmas trombas), invade-me uma intensa vontade de mandar, tudo e todos, para a mãezinha que os pariu.
Vou ter a infeliz desdita de morrer, sem voltar a votar.
Ainda bem.
Fiquem-se com esta gente toda. A mais a anterior, desde 1974*.
Sem excepções.
Sejam felizes.
 
* Mea culpa, por ter contribuído, com o meu voto, em 1975.
Jamais me perdoarei tal coisa.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Golfes.

Olhei um noticiário.
Transitei para um estado de profunda comoção.
O Marques Guedes, ministeriava no Jamor.
Está mesmo necessitado de praia.
Pudera, não sai da sala das conferências de imprensa, aventadas para cima da gente, pelo governo que lhe tocou em sorte!
Mas, finalmente, corporizou uma novidade importante.
Parece que a gestão do campo de golfe que integra o complexo, foi entregue à federação que rege a respectiva modalidade.
9 - buracos - 9.
Não tendo achado nada de extraordinário, considerei uma hipótese bem mais interessante.
Porque não lhes entregam a geografia lusa, na sua totalidade?
Sendo, como é, um buraco único, os golfistas nativos tornar-se-iam rápidamente, em campeões mundiais de hole-in-one.
Uma forma de onanismo, como outra qualquer.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Adjunções.

Já imaginava.
Day off, day...em que o jantar me sabe a vida! Porque feito por mim.
Enquanto obliterava a espinha a um delicioso pargo no forno - Jorge, já que não os apanhas no mar, "apanho-os" eu na peixaria, aqui, ao fim da rua! - deixei que o olhar se derramasse, a espaços, para o televisor.
Sempre em silêncio, como lhe compete.
O televisor, claro!
Já só leio alguns pés-de-página. Poucos, porque a idade já não perdoa.
Embora ostentasse os óculos.
Receio muitíssimo mais as espinhas do que de políticos!
Primeira epifania: o Fernando Seara. Não imagino o que se lhe soltava pela boca fora. Mas, conhecendo-o como conheço, desde 1976 - uma vida! - era coisa que lhe corria de feição! Ainda bem para ele.
Segunda epifania: um rapaz, literalmente, com quarto pêlos, pendurados na face, movimentava os lábios.
Não conhecia. Fiquei a saber que o actual governo (a fazer fé nos tais pés-de-página), tem um secretário de estado adjunto do ministro adjunto.
De quê, permanece um mistério.
O que não foi mistério nenhum, foi o pargo que comi.
Delicioso.
Fernando, fazes o favor de me explicar o que é um adjunto de um adjunto?
E para que serve?  

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Jantares solitários.

Foi que eu fiz.
Me(ri)diana decisão, como sempre.
Surgiu-me, por entre trincadelas avulsas e um tinto honesto, uma "mignota" que está ministra das finanças.
Pelo menos, minhota é. Quanto ao resto, ela confirmará. Ou infirmará.
Tomei boa nota de que é, tão só, uma mentirosa compulsiva.
Como lhe compete.
Não fora assim e jamais teria tido acesso ao panteão dos democratas que pendem para a imortalidade.
Embora sejam merdas que, de há muito, deixaram de me interessar, achei piada.
E sorri, complacente.
Mas, muitíssimo mais importante do que isso, continuei a bebericar o meu tinto.
Sem mentiras.
O comando da televisão é mais taumaturgo do que eu.
Ainda bem.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Remodelaram-se.

Chego a casa às cinco da madrugada.
Pensei que ia ter um "late snack" tranquilo. Qual quê!
Atiram-me à tromba com uma remodelação governamental. Dois deles não interessam nada. Parece que um deles vendia cervejas. E é economista.
O outro nem sei quem é.
Quanto ao terceiro, Rui Machete, lembro-me vagamente de ter sido meu professor de uma merda qualquer.
Dessa época, a única coisa que retive dele, é que estava sempre constipado.
Ah, e usava gravatas às riscas.
Depois, encostou-se à FLAD, ao BPP e à SLN.
E pronto.
Está encontrado um curriculum qualificativo para os negócios estrangeiros! 
Boas viagens e boa sorte.

sábado, 20 de julho de 2013

Pequeno-burgueses.

Meio dia de um sábado morno.
Desci até ao Largo da Graça em busca de um despertar mais "cafeínado".
Um dos raros vícios que ainda me vou permitindo manter.
Um grupo de jovens "pintadores" de paredes, entretinha-se a borratar o exterior de um velho prédio, há muito devoluto.
João Semedo e Ana Drago, faziam o controle operário dos pincéis alheios.
Maus, por sinal!
A cafeína tem o condão de me transformar numa espécie de facínora mental, quando misturada, em quantidades apropriadas à minha idade, com o que me resta de neurónios.
Enquanto o Sr António aliviava os fígados, mal-dizendo a vida, à conta do novo cenário que lhe surgia diante do nariz, lembrei-me (vá-se lá saber porquê) de Bukharine. Rapaz que, nas vésperas da "salada russa", lhe negava a possibilidade de qualquer sucesso e, um ano depois sentava o traseiro no bureau político do partido bolchevique e na redacção no Pravda. Aquando da famosa discussão sobre os sindicatos que gera a cisão trotskista, junta-se-lhe e, como era de prever, é baldeado do partido na década de 30. Ter-se-á escondido bem, dado que não consta ter sido passado pelas armas.
Mas, deixemo-nos de fantasias e regressemos ao Largo da Graça.
Olhava pois, os rabos de cavalo, indiferentemente pendentes de machos ou fêmeas e tentava perceber se algum daqueles infantes tinha consciência de padecer de uma terrível doença, diagnosticada por Lénine.
Esquerdismo. E o Vlad, manhoso, não se esqueceu de especificar melhor. A doença infantil do comunismo.
A saber.
"...que o pequeno proprietário, o pequeno patrão [ veja-se o Sr António! ] (tipo social muito difundido em vários países europeus e que tem caráter de massas), que, muitas vezes sofre sob o capitalismo uma pressão contínua e, amiúde, uma agravação terrivelmente brusca e rápida de suas precárias condições de vida, não sendo difícil arruinar-se, passa-se facilmente para uma posição ultra-revolucionária, mas é incapaz de manifestar serenidade, espírito de organização, disciplina e firmeza. O pequeno-burguês "enfurecido" pelos horrores do capitalismo é, como o anarquismo, um fenômeno social comum a todos os países capitalistas."
Olhei o meu anfitrião com bonomia. Semedo e Drago têm ali um potencial seguidor. Embora ele garanta - até à morte! - que suspira por Salazar. Francamente, fiquei sem saber quem tem razão. Se o Sr António, se o Vlad. Retirei-me em boa ordem.
A rapaziada continuava de pincel na mão.
Ainda bem para eles. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Os (in)conformados.

Pois é.
Chegou o momento em que já não é possível disfarçar mais.
Momento que, qualquer observador minimamente atento, há muito, tinha identificado.
Até eles. Ou especialmente eles.
Ninguém vai pagar dívidas a ninguém. Nenhum país.
Isso é ponto mais do que assente.
Fundos, fundinhos e fundetas derreter-se-ão como manteiga dentro de um alto forno.
E, de caminho, mais de metade dos bancos do planeta.
É o estouro da bolha financeira.
Um dia destes, em qualquer televisor, perto de si!
É o ultimo passo para que tudo comece a regressar à boa ordem.
E para que a política - a verdadeira política, a pensada - retome o lugar que lhe compete.
A liderança. Nada menos.
Longe dos economistas.
Bem longe!
Imagino já a típica pergunta de bolso. E depois?
Depois, reaprende-se a usar a cabeça em lugar de se deitar a mão à carteira.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Impostos e salvações avulsas.

Foto obtida ao meio dia nos arredores da Syntagma Plateia.
Aparentemente, todos se precipitavam para a tasca do Anastasious!
O único restaurante que ainda funciona em Atenas.
A fominha era negra e o IVA tinha sido trazido para 13%.
Liguei à Fedra - está, ali, na fila, de t-shirt azul! - e o souvlaki estava óptimo.
Sabia a gato mas, que diabo, o diferencial estava coberto pelos credores.
Por cá, em lugar de se atirarem todos para debaixo de um comboio, andam a tentar "salvar-me"!
Ainda não percebi foi de quê, ou de quem.
Defeito meu, por certo.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Putaria política.

As duas únicas palavras que, na doxa presidencial, fazem algum sentido!
 
O país já acabou.
E vocês, classe política e aparentados, quando chegará o dia em que num verdadeiro assomo de patriotismo, decidem, não esperar por votos mas terem a subida bondade de, todos, à uma, cometerem suicídio colectivo?
Em silêncio, para não incomodarem.
A Bem da Nação.
Boa noite.

 

terça-feira, 9 de julho de 2013

O custo de vida.

Picada daqui.
É apenas um exemplo como outro qualquer.
Agora, continue para oeste. Boa, estacione já neste buraco!
Aproveite que está um calor de ananazes e o ar condicionado está avariado.
Um senhor britânico e fumeur de havanes, em relação a quem, os  esclarecidos democratas, sempre nutrirão sentimentos mistos - era um malandro! - garantia, no entre-baforadas de fumo denso, que o melhor argumento contra a democracia, era uma conversa de cinco minutos com um qualquer votante.
Talvez.
Resta-me, no entanto, uma excruciante dúvida e que ele não esclareceu.
Quanto custam esses cinco minutos?
É que, em momentos de aperto orçamental, tudo conta.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Pim...pam, pum, acrescento eu!


Não encontrei PIM, pelo que, BANG também serve.
Alguém, hoje, algures, fazia referência a Almada.
E bem. Porque é que eu não me lembrei disso? Basta a primeira frase do Manifesto, para ficarmos esclarecidos:
 
 
Acho que, se Almada andasse por aí, estaria encantado da vida dele. Só teria de mudar os nomes.
Quando, em política, começam a soprar no frasco do pó-de-talco, só me dá para rir.
Todo o mundo espirra e ninguém vê corno! E a caravana vai passando.
Mas a realidade é clara como a água de uma qualquer fonte da Serra da Estrela.
Ora vejam:
a) Ministros que ainda o são e não ministram;
b) Ministros que já o são e não ministram;
c) Economistas avulsos, dedicados a pastar vaca e que balem de satisfação;
d) Comentadeiras de todas as proveniências, de olhos revirados à conta da pívia que lhes estão a bater e que juram por todos os santos - canonizados e por canonizar - trazer a solução milagrosa no bolso das calças. Já não escrevo saias por que é coisa que caiu em desuso, malheureusement.
Et al...
Brincadeiras de trazer por casa.
Se re-olharmos a História, rápidamente nos apercebemos que ultrapassàmos situações bem mais façanhudas e ainda por cá andamos.
É necessário apenas que haja gente capaz.
PIM.
Por isso regresso sempre e com satisfação ao velho adágio inglês: "The older I get, the better I was".
Entretanto, segue a bom ritmo, a Volta à França. E amanhã há Pirinéus, pelo que, já entrei em estágio. Uma "cansêra"!
Facto é, que se trata da única coisa que realmente me interessa durante este estio político a puxar para o silly.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Julho, 3, 2013.

Fotografia obtida esta manhã, a partir da janela da minha casa.
- Que raio de porra é esta? Inquiro-me, enquanto mastigava uma torrada com os dentes que me sobram.
Eu bem que esfregava os olhos mas a "nuvem" não parava.
Enganei-me duas vezes a digitar o número mas lá consegui chegar à fala com um conspirador encartado.
- Explicas-me o que se está a passar?
- Noto, desolado, que ainda não abriste o teu correio electrónico!
- ...(não consegui responder népias, porque nesse preciso momento bocejava alarvemente)
- Tá lá?
- Tou, porra! Foi o Cavaco que suspendeu a constituição e declarou o país em estado de ditadura? Ou trata-se de mera entropia?
- Ele sabe lá o que são essas merdas. A coisa é bem pior. Vai lá espreitar e já te ligo dentro de 10 minutos!
Chinelei até ao computador, liguei a coisa e, acreditem ou não, resgatei os meus globos oculares ao Arraiolos que jaz aqui por baixo.
Um paspalho qualquer, requeria os meus bons ofícios, não só para aderir, mas para angariar mais prosélitos que engordassem um ajuntamento em formação e que acode ao nome de MARE. Movimento de apoio ao regresso de Eanes, ou coisa que o valha! Já nem me lembro.
De repente ficou a pairar debaixo do meu nariz, um intenso cheiro a TNT.
Soou o telefone.
Já não atendi.
Não consegui segurar o vómito.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Regressar.

A simultaneidade suspeita de uns quantos eventos tem-me trazido de sobrolho franzido.
Deixei aqui, recentemente, um par de exemplos.
Ontem mesmo e no passado dia 27.
Hoje, ergue-se esta soberba pérola, diante dos meus olhos.
Cansados.
Não há inocentes. Nem nós, comuns mortais, o somos. Deixamos apenas que as coisas aconteçam e limitamo-nos a um encolher de ombros.
Por isso regresso, sempre, a Havel.
E a um inesquecível final de tarde em Davos, corria então 1992. Era Fevereiro e nevava.
Durante meia hora, um bom milhar de pessoas sentiram a mais agradável "temperatura" que a mente consegue imaginar.
De repente, frases como, " The large paradox at the moment is that man a great collector of information is well aware of all this, yet is absolutely incapable of dealing with this danger to himself. Traditional science, with its usual coolness, can describe the different ways we might destroy ourselves, but it cannot offer us truly effective and practicable instructions on how to avert them. There is too much to know; the information is muddled or poorly organized; these processes can no longer be fully grasped and understood, let alone contained or halted. Modern man, proud of having used impersonal reason to release a giant genie from its bottle, is now impersonally distressed to find he can't drive it back into the bottle again.", passaram a ter um sentido quase violento. 
Fez-nos agitar nas cadeiras e apenas cogitar com o que já então se perfilava no horizonte.
Avisaram-nos mas escolhemos ignorar.
Não nos queixemos pois.
Por isso, reler Havel naquele precioso documento, é como regressar ao futuro.
E tentar. Tentar ainda alguma coisa.
Qualquer coisa.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Contem-me coisas que eu não saiba!


Não leu o livro acima?
Se não leu, tivesse lido. Escusava de ficar com essa cara de surpreendido. E não tem desculpas, dado que foi publicado em 1993.
Já em tempos, tinha deixado cair uma qualquer referência por aí.



Hoje, um jornal diário puxa para a 1ª página uma qualquer bufaria soprada pela Sra Dexter - viúva de Romanones - "socialite" americano/espanhola e espia avulsa, indiferenciadamente.
Parece que Grossouvre não se suicidou. Foi suicidado.
Ela lá sabe...
Datam da época em que era operacional da OSS americana, as "escapadelas" com o condecorado de Vichy.
Até os (e as) francesas que ainda não nasceram, sabem dessa "história". Como também sabem que Mitterrand, nessas matérias, nunca foi rapaz para deixar os seus créditos por mãos alheias. E fez ele muito bem! 
Há apenas um pequeno detalhe que me deixa com a pulga atràs da orelha. Porquê desenterrar, logo agora, esta história de alcova?
Eh eh eh...este episódio das escutas americanas vai ser mais "picante" do que eu tinha imaginado!
Deitem-me mais palha que eu gosto...

No dia em que levar isto a sério, internem-me!

Leio, por entre o bocejante e o divertido, que os "responsáveis" do eixo, outrora europeu, estão putos da vida com a americanagem que lhes tocou em sorte.
O Barroso, qual excrescência esquerdista e por simpatia, também!
Parece que lhes andam a ouvir as conversas de sopeiras.
Coisa que já nem um resmungo merece.
Puta que os pariu a todos!
Os escutantes e os escutados.
Bocejando e com um sorriso na boca, vou a caminho do xi-xi e da cama.
Bem mais adequado à minha já avançada idade.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Já não resta nada.

Não era uma questão de se. Era apenas uma questão de saber quando.
Os hierofantes passaram à acção.
O sagrado assusta-os porque não o controlam.
Levá-lo a manifestar-se..."funda ontológicamente o mundo", já referia Eliade.
É muito mais simples provocar fissuras políticas.
Elas aí estão, através da miserável manipulação de um pobre monge birmanês.
As suas surpreendentes afirmações..."they breed quickly and they are very violent and they eat their own kind. Even though they are minorities here, we are suffering under the burden they bring us.”, bem como...you can be full of kindness and love, but you cannot sleep next to a mad dog.”, apenas realçam as estranhas coincidências no tempo e no espaço. Ou seja, o momento em que foi proferida, o lugar da proclamação e a quem eram dirigidas.
Um budista jamais soltaria semelhantes parvoíces.
Um resgisto e dois lamentos. O apoio do presidente Birmanês, a reacção pífia do Dalai Lama e o silêncio gritante de Aun Suu Kyi.
Tudo isto, muitíssimo conveniente para os tempos que correm.
E há quem agradeça.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O incontinente.

Finalmente tomei uma decisão épica. 
Logo eu, para quem as coisas da governação, constituem uma espécie de equivalente a um exame à próstata.
Quem é este jovem que, manifesta e incomodativamente, padece de uma qualquer forma de incontinência?
Fiquei esclarecido. Aquele curriculum, fala por si. No caso vertente, por ele!
Resolveu fazer dos restos deste país, um mero case study, para agregar ao CV. O que, e por consequência, faz de mim uma cobaia.
Coisa que gosto nada.
Jamais, acreditem ou não, tinha ouvido a graça dele.
Cada vez que me irrompe noticiários adentro, é com a boca cheia de microfones e a debitar quantidades industriais de banalidades ocas.
Dando de barato que "faz" política, deixo-lhe aqui uma sugestão.
É jovem, tem futuro.
Afaste-se desta merda, quanto antes.
Ou vai acabar, feito em picadinho como já estão todos os outros.
Não há pior inimigo da verdadeira acção política do que o falatório vazio.
A política não se "fala" nem se "marceliza". Executa-se, e apresentam-se resultados.
Se eu fosse accionista, não me interessaria saber o momento em que o Gaspar e a Cristas correm, de mão dada e em aflições, para os respectivos mictórios.
Como não o sou, nem sequer os resultados me interessam.
Fico apenas desconsolado quando olho, impotente, uma cabeça como a sua, a entrar no lodo que esta gentinha toda espalhou por toda a parte, nos últimos 40 anos.
Aguarde, enquanto é tempo.
Caso contrário, já nem tempo vai ter.

domingo, 23 de junho de 2013

Cabras, cabrões e outras minudências.

1ª notícia
Até, daqui, da Graça, ouvi a gargalhada da "cabra"!
Gargalhou tanto que até se esqueceu de acordar a malta...
Parece que uma dúzia de fastidiosos funcionários - reunidos na insalubre "rain forest" do Cambodja (país que só existe na geografia, porque o meu querido amigo Zé Freitas Cruz está prestes a transferir os costados para lá!)* - a soldo das nações unidas, a resolveu declarar, património da humanidade.
Logo ela, de quem a humanidade é património!
Já me chegou notícia de que o meu compincha Orlando de Carvalho, deu duas voltas na tumba.
 
2ª notícia
O Brasil que, finalmente, acordou do pesadêlo "pêtista", parou a porrada para ver a bola!
Justificação de um "torcedor":
"Cara, selecção é selecção. Político merdoso que nos atirou para esta situação é outra história! E essa, só vai com porrada! É só o jogo terminar e a gente já retoma!" 
 
Com jeito, a coisa vai! Em todo o mundo.
Até no Cambodja.

* Zé...eu sei que é o Laos mas, deu jeito! A insalubridade é a mesma...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A cegueira das ambições.

Um jovem escrevinhador do Expresso, pergunta quem é Mário Nogueira.
Em que país vive?
Ainda por aí tenho emails de colegas do rapaz que, se não estivessem identificados, diria que tinham tido origem em virgens ofendidas.
O gajo já falhou um dos objectivos.
Se falhar o segundo, o mais certo é suicidar-se.
Também não se perde nada!...

terça-feira, 18 de junho de 2013

Pare, escute e olhe.

Se alguma dessas duas palavras - governo e portugal - projectasse uma qualquer forma de realidade, teria bastas razões para estar preocupado.
Assim, é só deixar correr o marfim!
A parede é já ali adiante.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Aviso à navegação.

Apresento-vos, solenemente, duas das minhas ganzas diárias.
Os diabéticos sabem do que falo. Ó se sabem!
Sem isto, estamos "feitos ao bife". Tão só.
O que não deixa de ter a sua magia muito própria, confesso.
Liberta-nos, solta-nos a língua. Deixei por aí, há um mês atràs, uma vaga abordagem a este genocídio quase perfeito, perpetrado à vista de toda a gente e com manifesto sucesso, valha a verdade.
E, claro está, com a correspondente complacência política.
Os orçamentos deficitários agradecem, penhorados.
Hoje, lá fui eu em procissão solitária, até ao balcão de três farmácias.
- Que não senhor e não sabemos quando serão repostos!
- Ok, certidões de óbito já estão habilitados a emitir? Se sim, quero uma. Se, para enviar uma carta passei a ter de ir ali ao "quiosque do zarolho", não vejo razão para que vocês não possam disparar o nosso conspícuo documento final.
Este baile macabro, entre laboratórios, distribuidores e algumas farmácias, tem todos os ingredientes para acabar mal. Não por cá, como é evidente. A nossa proverbial bovinidade, tolhe-nos todos os movimentos. Mas, tratando-se, hoje, de um fenómeno transversal à maioria dos países europeus, algum desses povos tomará a iniciativa.
E a História ensina-nos que houve guerras que começaram por muito menos.
Basta, para isso, que meia dúzia de dependentes crónicos entrem na fase do "não ter nada a perder"!
Não é, WR, seu grande filho da puta?
E sim, tenho a documentação toda a bom recato.
Se não conseguir essa medicação nos próximos dias, watch your ass!...

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Somos uns merdas.

É o que me sobra!
Depois de passar os olhos por aqui e, por aqui!
Bardamerda.
Ainda bem que o meu passaporte está à beira de caducar.
O próximo será do Burkina Faso.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Puta que os pariu.

Exemplo especialmente concebido para lerdos.
 
 
Conceito de soberania, algo que qualquer disfuncional cognitivo, aprendia no compêndio de OPAN, sem ser necessário fazer um boneco. E antes de ir para a tropa.
 
- Poder político, de que dispõe o Estado, de exercer o comando e o controle, sem submissão aos interesses de outro Estado.
 
Assim sendo, alguém tem a bondade de me explicar, devagar, muito devagar - sou analfabeto profundo, nestas matérias! - o significado desta prosa?
Porque tenho a certeza que o meu exemplar de Organização Política e Administrativa da Nação (Nação sim, leram bem, a que ficou mapeada acima), tinha as páginas todas.
De A a Z.