terça-feira, 26 de agosto de 2014

Os caloteiros.

Lê-se esta beleza de hortaliça e ficamos assim, a modos que, com cara de parvos. O que só nos fica bem.
Estes alarves que vocês, consabidos votantes, alcandoraram ao poder, para além de analfabetos simples, ainda gozam na vossa tromba. E tudo isto se aplica aos últimos 40 anos.
Coisa que, a mim, me parece muito bem.
Consta que o culpado é o conselho da revolução, ataviado de beca. Assim uma espécie de Eanes, depois de ter cortado relações com os bombistas a quem ele entregaria a carteira. Vazia, não fosse o diabo tecê-las!
Temos a desdita de integrar um mundo de caloteiros. Nós, devemos mais 34% do que aquilo que somos capazes de gerar. Sim, eu sei que a Alemanha ostenta um calote equivalente a 94% daquilo que consegue produzir e os EUA...nem vale a pena falar nisso. É só olhar. Produz 16,7 e estão entalados em 17,6. Triliões, à maneira deles.
Mas isso é apenas dinheiro. Coisa que, na realidade, não existe. E que, como tal, jamais será pago. Por nós ou por qualquer outro.
Aí, concedo. Estou de acordo - o ente sabe a que custo - com o desgraçado que pastoreou este país durante um ror de anos, imediatamente antes daquele que, em 2011, atiraram para a Rua da Imprensa à Estrela. Tiraram os gajos da Covilhã e de Massamá. Mas foram incapazes de lhes obliterar as localidades da respectivas peles oleosas.
É bem feito. E o melhor está para vir. 

domingo, 24 de agosto de 2014

Allahu akbar.

A acreditar no que por aí se conta, não faltará muito para vermos o Cavaco, o Mexia, o mufti Rebelo de Sousa e tutti quanti, alindados por um soberbo keffyeh.
A única excepção, já prevista é o Marques Mendes. Fica dispensado de usar aquele adereço, porque desaparece debaixo dele. E como gosta de se mostrar...
Eu quero ser ayatollah, ficam já avisados. Até já comecei a deixar crescer a barba.
Eu sei que são chiitas e, quem está a ganhar, são os sunitas. Mas como sou um profissional da oposição, nada há para estranhar.
Afinal o Saddam tinha razão.
O culpado foi o Bush. Se nunca tinha saído do Texas, como haveria de saber que havia uma coisa que se chama Médio Oriente?
Ficou danado, quando soube que o Air Force One, nunca tinha aterrado no Califado de Córdoba.
Nem no Al- Andalus.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Qué ferô?

O banqueiro que engana o Henrique, que aldraba o Zeinal.
O Costa, que herda o lixo tóxico, que acode ao nome de banco central, lixo esse acumulado pelo Vítor - que já vinha do António e do Luís Miguel (não me apetece recuar até ao José Alberto, já cadáver político) - e que, em comum, têm a desdita de serem, todos, à uma, economistas.
Eu bem digo.
A economia é algo de demasiado sério para ficar entregue, apenas, a economistas.
A Maria, que jura pelas alminhas que não haverá custos para o contribuinte, alterna com o Luís que, hoje mesmo, não descartou essa possibilidade. O que prova, só por si, que a política é, também, algo de demasido sério para ficar entregue, apenas, a políticos. Se é que tal coisa, existe.
O Mendes de Fafe, recusa-se a comentar. Por falho de informação.
Resta o quê?
O Costa - o outro, o de Goa - que resolveu atirar com uma coisa que se chama PS para a central de compostagem e o banqueiro que saiu da letargia e gargarejou umas banalidades com destinatários específicos - tenham medo, tenham muito medo! - e escolher, entre pagar a factura ou querer ferô.
Como não voto, quero que se fodam todos.
Eu incluído. 
Ah, e portugal CRESCEU incomensurávelmente, 0,6%.
Já conseguimos ser vistos a partir do satélite. 
O António (ministro CDS, de qualquer coisa), deu instruções para anular o agendado para hoje.
A fazer fé na pouca informação que chegou ao Mendes, vai dedicar o dia ao onanismo.   

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Os califatos.

Anda por aí uma rapaziada, seguidora do profeta e do allah, que aventou com esta pérola para as redes sociais.
Pela parte que me toca, estou nessa. Como noutra qualquer, valha a verdade.
Venha ela de Meca, de Roma ou de Constantinopla.
Who gives a fuck?
Há, no entanto, um gajo que estará longe de rejubilar.
O Mário Draghi.
Olhem para o mapa, no lado europeu, e vejam o que lhe sobra.
Eu também não dormiria descansado.
Tocará ao califato eurocrático, manter os activos mais tóxicos.
Nem o Hussein Obama lhes vai conseguir valer.
Allahu é akbar, mas não tanto!
De qualquer forma, a proposta tem de passar pelo crivo do TC. 
E eles vão estar de férias. 
Ao contrário do Vladimir. 
Que não tem tempo para essas minudências.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Barómetros, outbreaks e break outs.

Tenho várias paranóias na vida. Uma delas é o Aurélio. De há décadas a esta parte. 
O melhor diccionário da língua portuguesa, a deixar qualquer outro a perder de vista. O consultável em linha, é uma boa merda, por sinal. Mas sou um homem feliz. Tenho uma já provecta edição, em papel, de lei.
Um brasileiro, imagine-se.
O Aurélio (Buarque de Holanda),sim, tio do outro, define assim, barómetro: 

s.m. Aparelho que serve para medir a pressão atmosférica e, em conseqüência, a altura a que alguém se eleva, assim como para prever aproximadamente as mudanças atmosféricas.

E porque é que, assim, num repente, me lembrei do Aurélio?
Porque, enquanto almoçava, se me produz o sr. Costa - especialista em barómetros, futebol e sindicalismos [embora isso já pertença a outra qualquer encarnação] - com renovado olhar sobre a realidade política que assola este triste país.
Parece que o partido socialista - seja lá isso o que fôr - está cinco pontos à frente do vizinho da Lapa.
Uma espécie de punheta mal batida. Só ainda não percebi, se acaso ganharem as eleições, se fico a ser comandado por Goa ou Penamacor.
Mas isso também não interessa nada.
O problema está na diferença entre outbreaks e break outs.
Parece que há por aí um outbreak de Ébola que já levou a OMS(quem?)a declarar o estado de emergência mundial. Coisa que não é para menos!
Apenas outra merda que não interessa nada. É uma espécie de barómetro do sr. Costa à escala universal. 
Trata-se, tão só, do lançamento de um novo negócio.
Se até o Expresso serve de veículo promocional, porque é que a OMS não o há-de ser também?
Mas, se atentarmos em break outs, a conversa é outra.
Aí lembro-me da velha expressão britânica, break out the rifles!
Convenhamos que há, por aí, muitas armas em riste, não acham?
Garanto-vos que não há nada melhor do que estar a assitir em directo ao desenrolar da III guerra mundial.
Enquanto eles celebram o centenário da I.
Nada como ter sempre à cabeceira da cama o velhinho "Arte da Guerra".
Parabéns, General Sun-Tzu.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Herrar é umano.

Acabo de tomar boa nota de que os professores examinados, se entretiveram, sem se rirem, a colocar a nú, carradas de erros ortográficos, por um lado e, por outro, manifestos desconseguimentos no que à sintaxe concerne.
Mais de 60%, dizem.
Como os testes propostos eram muito apropriados para atrasados mentais, imagine-se só, se tivessem sido confrontados com testes a sério. Afinal, quem os elaborou, sabia bem o que o esperava.
Nada disto me surpreende, muito embora me desconfortabilize.
É que serão, justamente, estes merdas que, amanhã, serão os professores dos meus netos.
Ainda bem que já não andarei por aí. 
Consta também que a figurinha acima, professor durante duas horas em toda a sua vida adulta, desvaloriza os números.
Pudera. Todo ele é um erro de sintaxe.
Ainda não conseguiu relacionar militância sindical com Intersindical ou com um lugar que se veja, ali, à Soeiro Pereira Gomes.
Nem vai conseguir.
O ente é grande.

Pois...

Ele há cada coincidência mais estapafúrdia!
O Pacheco Pereira pode dormir na paz dos anjos, lá, pela Marmeleira. 
O ente me livre de eu querer teorizar conspirativamente.
Isto é só a "gente a falar"!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Bail in, bail out e olarilolé!

Há muito que não tropeçava nele. No adiantado mental, I mean.
Perorava abundantemente para cima da pobre pivot do telejornal. Se não é assim que se chama, as minhas desculpas.
Sobre o bes bom, bem como sobre o bes mau.
De uma forma que só ele entende. Está bom de ver.
De toda a tralha com que a embrulhou, sobrou uma única coisa que vale a pena reter. Só por ter sido bolçado por quem foi.
Que a França e a Alemanha, têm inenarráveis problemas com os seus sistemas bancários.
A sério?
Não me diga!
Mas não é isso mesmo que você(s) procuram há anos?
Ou sou eu quem está a ver mal?
Porque, se olharmos bem, isto e isto, são coisas inqualificaveis e que não se devem fazer aos französisch. N'est-ce pas?
Francamente.
Ai se o Astérix, dá por ela...

terça-feira, 29 de julho de 2014

Solipsismos mundanos.

"Des réceptions trop bruyantes au goût du voisinage."

Dá nisto, a húbris dos franceses.
Embaixador..."foutu à la porte".
Estou cada vez mais satisfeito, por muito estranho que possa parecer.
O mundo vai mudar, finalmente.
Parece, também, que o sr. de Nagy-Bocsa, continua, nervosamente, a sua via sacra. 
Embora o "parquet de Paris", se tenha apressado a desmentir.
Coisa que apenas confirma, o contido nos autos.
Aguardemos.
Por cá, foi desconvocada a AG do BES, agendada para 31 de Julho.
Topam?
Não protejam o bolso, que não é preciso!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ó da guarda!

Quando o fogo anda a grassar pelo milheiral do vizinho, é muitíssimo avisado pôr os extintores em estado de prontidão.
Mas afinal, o que receia o rapaz?
Como tudo isto está divertido...

sexta-feira, 25 de julho de 2014

As condições "climatéricas" da etapa.

Quem me conhece sabe que, desde há décadas - mais do que a conta - sou um furioso do ciclismo. 
Ainda que mal saiba andar de bicicleta!
A Volta à França é assim uma espécie de missa diária, durante três semanas. Sinto uma total redenção. Se tal me é concedido.
A transmissão em canal português, desde há anos é assegurada por um analfabeto funcional (um tal de, qualquer coisa Mendonça) e por um batoteiro da modalidade que acode ao nome de Marco Chagas.
Tanta e tão boa gente poderia e deveria estar no lugar dele(s). 
Mas é apenas mais um reflexo do triste espaço geográfico que ocupamos.
Hoje, e depois de ter a desdita de "meter" som por cinco segundos, ouço o funcionário da RTP, fazer referência às condições "climatéricas" em que decorre a etapa.
Condições "climatéricas" é uma expressão que tem o condão de me fazer saltar dentro das botas.
Será que o coirão não conhece o significado de climactério, de onde deriva a bestialidade (no respectivo contexto), que proferiu?
Se não souber, o diccionário de português de lei, explica.

climactério
nome masculino
MEDICINA período que precede o fim da vida reprodutiva da mulhermenopausa.

Que tal, da próxima vez, experimentar...condições climáticas?
Pode ser que, com algum esforço eu evite, também, gargarejar disparates.
Como estou saturado de analfabetos.
Simples.

De como o Domingos Duarte Lima e o Ricardo Salgado, vão rebentar com a classe político-financeira (reparem que não refiro económica), junto com o Zé Guilherme e o Canas. O meu sorriso, rasga-se-me, ainda mais, a cada dia que passa. E a D.Anabela Neves(quem?), vai ficar sem emprego. E hoje foi o último dia desta sessão legislativa. Aprovaram qualquer coisa que não percebi. E vi (não ouvi) o sr. Pinto em animada altercação argumentativa com a sra. Esteves. Enquanto isso, comia uma feijoada, home made, acompanhada de um bom tinto do Douro. Na sequência, arrotei.

Porra, fiquei farto.
Há títulos que dizem tudo.

Diclorodifeniltricloroetano, vulgo DDT.

E pronto, mais um jovem advogado que tirou "os três", na central de compostagem em que transformaram esta merda toda.
Parabéns.
Pelo visto, até o pai do dito jovem, quer distanciazinha. 
Também já tem boa idade para isso.
Augurar-lhe-ia um brilhantíssimo futuro, não fôra um pequeno detalhe.
Quando chegar a adulto já não vai sobrar país nenhum. 
O gajo que ele "patrocinou" durante o interrogatório a que foi submetido por um juiz de instrução*, vai arrastar com ele, metade da classe política portuguesa.
Coisa que não é de somenos e que me rasga um sorriso de orelha a orelha, como poderão imaginar.
De Soares a Coelho, nem as penas lhes vão sobrar.
O primeiro porque lhes foi mendigar o regresso. O último por inexistente.
E quando se inexiste, evita-se ser primeiro ministro. Tão só.
É a única coisa que "dá tesão", no meio disto tudo. 
Porque, os dramas do GES do BES e de outras tretas acabadas em ES, são meros trocados - que nós todos iremos pagar, claro está! - comparadas com o que vem por aí.
Puta que os pariu a todos.
E, se calhar, a nós também.

* Porque será que o lixo todo vai cair no bornal do Carlos Alexandre? E quem o terá acolitado nas questões puramente técnicas? (Eu acho que sei quem foi, mas fico calado...)
Pergunta a minha ignorância profunda, evidentemente.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Eu e a minha idéia de CEE.

Para que não continuem a dizer que me limito a zurzir nesta merda toda, aqui fica uma sugestão.
Expeçam, à velocidade da luz, o abundante Abreu Amorim.
Disse.

domingo, 20 de julho de 2014

Vamos trocar?

Ai vem, vem.
E nem imaginam a que custo.
Já nem a missa nos vai valer.
Mas isso são apenas pequenos detalhes, comparados com o que se aproxima.
Eu tenho batatas para troca.
Alguém tem nabos?
É que me apetece fazer uma sopa de entulho.
E tenho uma irritante falha daquela crucífera.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

"O sujeito vai, tapa o nariz e vota."

Vai João, vai.
Compõe bem esse sorriso de lagarto e entra em casa do nosso ditoso buda.
Depois dá notícias.
Saravah, velho.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Boa malha.

A origem não interessa.
"Stocks flipped out on Wall Street last week following a selloff in the euro zone that was sparked by news of serious financial deficiencies at one of Portugal's largest banks.
Normally, trouble at a Portuguese bank would not even make an eyelid flutter in New York, but this headline caught the collective unconscious in a vulnerable moment, inducing fears of a renewed contagion effect similar to the credit crisis that shook the region three years ago.
It's kind of like when a friend starts crying during a movie that isn't really sad or scary, and you're not sure why. Something triggers a memory, and suddenly they're a mess.

But for investors it would be more valuable to file it in the drawer marked "Remember to buy stocks when the market freaks out for a couple of days about things that happen in Europe, the Middle East or China that don't affect the earnings cycle in the United States."

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Doomsday right ahead.

E isto é quase insignificante.
Olhem bem em vosso redor. Não conseguem ver mesmo nada?
Será que o horizonte visual do português, não consegue ir além do enjoativo "a água está boa" nas idas à praia, ou da finta do Ronaldo?
Pois então fazem mal.
Já nem o escafandro nos vai valer.
Nem a nós nem a ninguém, valha a verdade!
E todos, mas todos, contribuimos para isso. Com a nossa cupidez.
Fosse por acção, fosse por omissão.

Post scriptum: agora mandam o homem ao médico. Mas tranquilizem-se. Não se trata de nenhuma doença desconhecida.
Tem havido é falta de medicamentos, no mercado.
Pelo que, a situação, estando já muito para além de catastrófica, ainda está aquèm de desesperada.
Sosseguem, pois.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ao final do dia.

Hoje recuei trinta e oito anos. Apenas por olhar uma revista espanhola de moda. E da qual recortei a foto acima.
Surge-me, a páginas tantas, D. Lucio Blázquez.
Homem de atributos vários. Proprietário de um dos grandes restaurantes de Madrid - Casa Lucio - para quem quiser visitar, Cava Baja,35, junto à Plaza Mayor (juro que é uma das melhores apostas gastronómicas do reino deles), franquista de créditos firmados e, muito acima de tudo, alguém com quem vale a pena "trocar umas impressões"!
Como me lembro das manifestações do 21 de Novembro, nos finais dos 70's. 
Data do enterro de Franco. 
Dois autocarros cheios, idos de Lisboa. 
Em direcção ao Vale dos Caídos. O Zarco, o Teixeira Pinto, o Dias Rosas, o Cymbron entre dezenas de outros nomes que se me escapam - mas que estavam presentes - e diziam sempre presente.
Lucio comandava as hostes. Era sempre o porta-estandarte da Falange. Arrepiava, a forma como ele vivia e sentia aqueles momentos.
A força interior com que cantava o "Cara al Sol".
Depois, ao final do dia e com a casa a deitar por fora, produziamo-nos. Eu, só queria buquerones e o melhor tártaro do mundo. Junto com um tinto da região de Ávila, de onde ele é natural.
Joder, D.Lucio, que nos pasó?
E, no entanto, tudo e todos lhe prestam vassalagem. Desde Juan Carlos, que aí almoça todas as terças feiras, até Felipe Gonzalez que, para justificar as presenças, diz que se come "muito bem", o filho da puta...
- Volverá a sonar nuestra hora. Qué no le quepa la menor duda!
Yo estaré ahi.  

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Um enorme bocejo, não virtual...

...dirigido às profundíssimas preocupações que, por aí, se intuem.
Bancos? Dinheiro? Estão a falar de quê?
E para quando, começar a trocar umas impressões sobre coisas sérias?
Já não há, de facto, pachorra.