segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Longo bocejo.

A PT, cotada pouco acima de merda. Mesmo assim, ainda acho muito. 
E, como é de uso, ninguém é responsabilizado.
O mais velho reverte, ao que parece com carácter definitivo, para a produção vinícola. 
O júnior, o indiano, vai continuar a atafulhar a vitrine lá de casa com prémios de gestão. Desta feita, por outras latitudes. O Carlos Slim que se cuide se, de facto, o quer contratar. Ainda acaba a trabalhar para o cartel de Sinaloa!
O Salgado é que os topava...e ao BP, quem nem o Certificado de Idoneidade lhe retirou.
O economista nulo que gere a educação, conseguiu encontar um gajo qualquer para substituir um outro qualquer gajo que se baldou, por indecente e má figura. Parece que tem dificuldades em se exprimir por escrito e recorre a palavreado alheio.
Nunca tinha ouvido falar nem de um nem de outro. Parabéns aos dois. E, de caminho, à educação que há por aí.
Os professores, o Nogueira, os pais, os avós, o gato e o papagaio, continuam a manifestar-se. Mas, até à data, não os vi passar disso.
Nem passarão. 
O metro volta a parar. A fazer fé na sindicalista que lhes dá as ordens, não são os trabalhadores que prejudicam os utentes. Fiquei com a sensação de que sou eu.
As comentadeiras regimentais, o Marcelo, o pequeno Mendes (geralmente bem informados), e mais uns quantos, acham que sim mas pensam que não. O Rio, diz-se vítima de sociedades mais ou menos secretas. O Alberto João, vai deixando escola! 
O IMI e a fiscalidade verde, vão resolver tudo. Ainda bem.
Entretanto o portugal que os votantes tanto acarinham, estiola.
É a única boa notícia.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Assieds toi, maman!

Senta-se a mãe e, sento-me eu.
Só espero que passe e depressa. Mais um economista - apenas mais um - que perorou, presume-se que, abundantemente, sobre mercados.
Sobre quê?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Filho da puta.

Foi este, o miserável por quem, muita gente, nos finais dos 90's, chorava baba e ranho. E por quem faziam cordões humanos...
Se a família de Maggiolo de Gouveia continua à procura de razões, tem aqui a resposta.
Ramalho tinha, de facto, razão. Isto não é um país. É uma expiação.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pensamentos profundos.

E eu a julgar que já nem sequer havia país.
Quanto mais contribuintes.
Não haverá por aí ninguém que remeta esta gente toda para o caralho?
Se não há, mando eu. Que não preciso deles, rigorosamente para nada.
Disse.

Até o vosso portugal acabou.

Finalmente, lobriga-se uma atitude inteligente, algures, neste triste planeta.
A Oi, não "qué ferô". Nem o gajo que as quer vender. E tão glosado que ele era...
Quanto à PT, despachem-na, à velocidade da luz. 
E ofereçam a TAP, como brinde.
A franceses, ao Estado Islâmico ou aos pigmeus do Gabão.
Já tanto faz. 
Colateralizem a OPV, com o Cavaco, o Barroso, o conteúdo da AR e o Costa goês. 
Aquele que, acho, é presidente de uma câmara qualquer.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

80, alive and kicking.

I have to die a little
Between each murderous thought
And when I’m finished thinking
I have to die a lot



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O pathos da menina.

Por qualquer razão obscura, sempre fui um fascinado por trovoadas.
Por norma, gosto de tudo aquilo que tem o condão de nos reduzir à nossa pequenez existencial.
Em garoto, acreditava que fosse alguém, algures, portador de uma tosse incurável.
Desde que aprendi a usar 0,1% da mioleira - felizmente não integro o lote dos que se convenceram que usam 10% - , determinei que é Abraão que, irritado, desfere, a espaços, murros sobre uma mesa cujo tampo é em vidro e que, a cada arremetida, faz estragos. 
Vidraceiros, ponham-se na fila. 
O vosso futuro, está garantido, se se voluntariarem. 
Hoje esportulei uma unidade de conta, num pasquim local, dito de referência, seja lá o que fôr que isso signifique.
E irritou-me. Até partir!
Uma qualquer escrevinhadora, votante e democrata, por certo - e a quem pagam - acordou, decidida a insultar-me a inteligência. Mistura, alarvemente, ao longo de três páginas, devidamente acolitada, como está bom de ver, skinheads com extrema direita.
Para quem quer desvalorizar, não está mal.
O que lhe fica manifestamente mal, é fazer gala em confundir delinquência avulsa com posturas políticas. As pessoas que se situam naquele extremo não têm por hábito exprimir-se através dos punhos. Só para que conste. Porque, se formos por esse caminho, muito havia para lhe contar. Especialmente do lado esquerdo desse espectro...
Se já tinha nascido, lembre-se dos finais dos 70 e da primeira metade dos 80's.
Com a agravante desses serem cobardes. Depositavam o saco do TNT e fugiam. E eu, pessoalmente, sei bem do que estou a escrever.
Estes, apesar dos pesares, mostram as fronhas. 
Os outros, recuaram, corajosamente, para Moçambique. 
Por mera curiosidade "googlei", extrema direita. A grande preocupação do "acrescentador" de conceitos àquela "enciclopédia" merdosa, foi relacionar aquela postura política com xenofobia. Como? Basta olhar para a actual europa e para os sacrossantos eleitos, para percebermos o verdadeiro conceito de xenofobia. Ou será mister, fazer-se um desenho?
Vai continuar a votar, não é?
Então vote no extremo centro. É o lugar certo para si.
O lugar das águas paradas, de que os portugueses tanto gostam.
Por isso, vegetamos onde vegetamos.
Por isso temos tanto receio das trovoadas.     

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Braveheart 1 - Brits 0.

Por muitas voltas que os abencerragens de Westminster queiram dar à semântica do palavreado político, os scots, já ganharam. Period.
Será de bom tom, que esta luminária, o Clegg e tutti quanti, não se façam de esquecidos, relativamente às promessas que foram choramingar a Glasgow, durante a semana passada.
Tudo em boa paz, portanto. Sua Majestade, poderá continuar a passear os seus canídeos por Balmoral sem ter de se preocupar com os custos inerentes, o whisky continuará a escorrer das Highlands em direcção aos joints londrinos e a Escócia, apenas no papel, não se tornou independente.
O Alberto João deve estar a roer as unhas até ao sabugo!
Segue-se o rapaz Rajoy. É bom que comece a envergar as cuecas de lata.
A não ser assim, vai sair-lhe pela boca.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Continuum eructivo.

Recuso-me a fazer qualquer remissão para a imprensa falada ou escrita.
Estou de tal forma imunizado que já nem o nojo, ele próprio, é capaz de me fazer mover um dedo. Já lá vai o tempo!
Não retiro uma só vírgula, ao que para aqui, então, verti.
Já nem país é. 
Apenas uma central de compostagem.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O não vómito.

Há décadas que a minha capacidade de tolerância ao naturalmente repulsivo, está exaurida.
Pelo que, este tipo de notícias, apenas me remetem para escrevinhanços que pendem já para o arqueológico.
Tem a juíza toda a razão.
Apenas peca por defeito. Deveria ter-lhe soltado, em pleno julgamento, homens como este.
Todos teríamos a ganhar com isso.
Se calhar até ele. 
Tirá-lo-ia da miséria moral em que vegeta.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Concurso de misses.


1ª foto: Abu Bakr al-Baghdadi, acreditando nas biografias que por aí pululam, iraquiano, doutorado em filosofia e estudos islâmicos, 43 anos. Putativo califa do Iraque e do Levante.
2ª foto: Ayman al-Zawahiri, egipcío, médico, 63 anos. Acabou de ameaçar a Índia e a Birmânia de que os restos mortais da al-Qaeda, iniciaram o processo de lançamento de um outro califado. Não se percebe junto de quem, mas fizeram-no. 
Ou seja, outro putativo califa com a diferença de ter sido o efectivo enrabado em toda esta sórdida história que, há meses, vem sendo sibariticamente urdida, entre sunitas, chiitas, socialistas, sociais-democratas e outras espécies menos conhecidas. CFR e Chatham House, incluídas.
3ª foto: António al-Costa, licenciado em direito, politiqueiro profissional e comentadeira avençada nas horas vagas. Parece que também é presidente de uma câmara. Mas já ninguém se lembra. 53 anos. Candidato à secretaria-geral do partido socialista? Engano vosso. Putativo califa do renascido al-Andalus. 

O que terão em comum, estas três atormentadas almas?
Nada.
Apenas representam a merda de mundo em que vivemos.
Aquele que nós criàmos.
Já nem o Allah aguenta.
Ainda há pouco ouvi a gargalhada de Abraão.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Já é um princípio.

Se é verdade o que dizem, não há nada mais certo.
Contentorizaram a justiça. Óptimo.
Mas incompleto. 
Seguramente que encontrarão, por aí, carradas de contentores de todas as cores. 
E ociosos, por via do borreganço nas exportações.
Atafulhem-nos de governantes, de candidatos a governantes e de ex-governantes. De deputados de hoje, de ontem e de amanhã. De presidentes que já foram, bem como daqueles que se perfilam para o ser. De comentadeiras de todos os géneros e estirpes.
É igualmente obséquio não esquecer os militares.
Escusam de os embalar a vácuo. Em alternativa, atirem lá para dentro com sacadas de vírus, desde o ébola à malária, passando pelo Vasco Lourenço e pelo Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Acondicionem bem todo aquele lixo, no barco mais ronceiro que conseguirem encontrar e reboquem-nos para lá do limite das 200 milhas marítimas.
Cortem o cabo e venham-se embora.
Não estou certo, de que o país agradecesse tamanha manifestação de carinho.
Mas o País, esse sim, não deixaria de proporcionar uma standing ovation, comigo, atento, venerador e obrigado, na primeira fila.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Os caloteiros.

Lê-se esta beleza de hortaliça e ficamos assim, a modos que, com cara de parvos. O que só nos fica bem.
Estes alarves que vocês, consabidos votantes, alcandoraram ao poder, para além de analfabetos simples, ainda gozam na vossa tromba. E tudo isto se aplica aos últimos 40 anos.
Coisa que, a mim, me parece muito bem.
Consta que o culpado é o conselho da revolução, ataviado de beca. Assim uma espécie de Eanes, depois de ter cortado relações com os bombistas a quem ele entregaria a carteira. Vazia, não fosse o diabo tecê-las!
Temos a desdita de integrar um mundo de caloteiros. Nós, devemos mais 34% do que aquilo que somos capazes de gerar. Sim, eu sei que a Alemanha ostenta um calote equivalente a 94% daquilo que consegue produzir e os EUA...nem vale a pena falar nisso. É só olhar. Produz 16,7 e estão entalados em 17,6. Triliões, à maneira deles.
Mas isso é apenas dinheiro. Coisa que, na realidade, não existe. E que, como tal, jamais será pago. Por nós ou por qualquer outro.
Aí, concedo. Estou de acordo - o ente sabe a que custo - com o desgraçado que pastoreou este país durante um ror de anos, imediatamente antes daquele que, em 2011, atiraram para a Rua da Imprensa à Estrela. Tiraram os gajos da Covilhã e de Massamá. Mas foram incapazes de lhes obliterar as localidades da respectivas peles oleosas.
É bem feito. E o melhor está para vir. 

domingo, 24 de agosto de 2014

Allahu akbar.

A acreditar no que por aí se conta, não faltará muito para vermos o Cavaco, o Mexia, o mufti Rebelo de Sousa e tutti quanti, alindados por um soberbo keffyeh.
A única excepção, já prevista é o Marques Mendes. Fica dispensado de usar aquele adereço, porque desaparece debaixo dele. E como gosta de se mostrar...
Eu quero ser ayatollah, ficam já avisados. Até já comecei a deixar crescer a barba.
Eu sei que são chiitas e, quem está a ganhar, são os sunitas. Mas como sou um profissional da oposição, nada há para estranhar.
Afinal o Saddam tinha razão.
O culpado foi o Bush. Se nunca tinha saído do Texas, como haveria de saber que havia uma coisa que se chama Médio Oriente?
Ficou danado, quando soube que o Air Force One, nunca tinha aterrado no Califado de Córdoba.
Nem no Al- Andalus.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Qué ferô?

O banqueiro que engana o Henrique, que aldraba o Zeinal.
O Costa, que herda o lixo tóxico, que acode ao nome de banco central, lixo esse acumulado pelo Vítor - que já vinha do António e do Luís Miguel (não me apetece recuar até ao José Alberto, já cadáver político) - e que, em comum, têm a desdita de serem, todos, à uma, economistas.
Eu bem digo.
A economia é algo de demasiado sério para ficar entregue, apenas, a economistas.
A Maria, que jura pelas alminhas que não haverá custos para o contribuinte, alterna com o Luís que, hoje mesmo, não descartou essa possibilidade. O que prova, só por si, que a política é, também, algo de demasido sério para ficar entregue, apenas, a políticos. Se é que tal coisa, existe.
O Mendes de Fafe, recusa-se a comentar. Por falho de informação.
Resta o quê?
O Costa - o outro, o de Goa - que resolveu atirar com uma coisa que se chama PS para a central de compostagem e o banqueiro que saiu da letargia e gargarejou umas banalidades com destinatários específicos - tenham medo, tenham muito medo! - e escolher, entre pagar a factura ou querer ferô.
Como não voto, quero que se fodam todos.
Eu incluído. 
Ah, e portugal CRESCEU incomensurávelmente, 0,6%.
Já conseguimos ser vistos a partir do satélite. 
O António (ministro CDS, de qualquer coisa), deu instruções para anular o agendado para hoje.
A fazer fé na pouca informação que chegou ao Mendes, vai dedicar o dia ao onanismo.   

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Os califatos.

Anda por aí uma rapaziada, seguidora do profeta e do allah, que aventou com esta pérola para as redes sociais.
Pela parte que me toca, estou nessa. Como noutra qualquer, valha a verdade.
Venha ela de Meca, de Roma ou de Constantinopla.
Who gives a fuck?
Há, no entanto, um gajo que estará longe de rejubilar.
O Mário Draghi.
Olhem para o mapa, no lado europeu, e vejam o que lhe sobra.
Eu também não dormiria descansado.
Tocará ao califato eurocrático, manter os activos mais tóxicos.
Nem o Hussein Obama lhes vai conseguir valer.
Allahu é akbar, mas não tanto!
De qualquer forma, a proposta tem de passar pelo crivo do TC. 
E eles vão estar de férias. 
Ao contrário do Vladimir. 
Que não tem tempo para essas minudências.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Barómetros, outbreaks e break outs.

Tenho várias paranóias na vida. Uma delas é o Aurélio. De há décadas a esta parte. 
O melhor diccionário da língua portuguesa, a deixar qualquer outro a perder de vista. O consultável em linha, é uma boa merda, por sinal. Mas sou um homem feliz. Tenho uma já provecta edição, em papel, de lei.
Um brasileiro, imagine-se.
O Aurélio (Buarque de Holanda),sim, tio do outro, define assim, barómetro: 

s.m. Aparelho que serve para medir a pressão atmosférica e, em conseqüência, a altura a que alguém se eleva, assim como para prever aproximadamente as mudanças atmosféricas.

E porque é que, assim, num repente, me lembrei do Aurélio?
Porque, enquanto almoçava, se me produz o sr. Costa - especialista em barómetros, futebol e sindicalismos [embora isso já pertença a outra qualquer encarnação] - com renovado olhar sobre a realidade política que assola este triste país.
Parece que o partido socialista - seja lá isso o que fôr - está cinco pontos à frente do vizinho da Lapa.
Uma espécie de punheta mal batida. Só ainda não percebi, se acaso ganharem as eleições, se fico a ser comandado por Goa ou Penamacor.
Mas isso também não interessa nada.
O problema está na diferença entre outbreaks e break outs.
Parece que há por aí um outbreak de Ébola que já levou a OMS(quem?)a declarar o estado de emergência mundial. Coisa que não é para menos!
Apenas outra merda que não interessa nada. É uma espécie de barómetro do sr. Costa à escala universal. 
Trata-se, tão só, do lançamento de um novo negócio.
Se até o Expresso serve de veículo promocional, porque é que a OMS não o há-de ser também?
Mas, se atentarmos em break outs, a conversa é outra.
Aí lembro-me da velha expressão britânica, break out the rifles!
Convenhamos que há, por aí, muitas armas em riste, não acham?
Garanto-vos que não há nada melhor do que estar a assitir em directo ao desenrolar da III guerra mundial.
Enquanto eles celebram o centenário da I.
Nada como ter sempre à cabeceira da cama o velhinho "Arte da Guerra".
Parabéns, General Sun-Tzu.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Herrar é umano.

Acabo de tomar boa nota de que os professores examinados, se entretiveram, sem se rirem, a colocar a nú, carradas de erros ortográficos, por um lado e, por outro, manifestos desconseguimentos no que à sintaxe concerne.
Mais de 60%, dizem.
Como os testes propostos eram muito apropriados para atrasados mentais, imagine-se só, se tivessem sido confrontados com testes a sério. Afinal, quem os elaborou, sabia bem o que o esperava.
Nada disto me surpreende, muito embora me desconfortabilize.
É que serão, justamente, estes merdas que, amanhã, serão os professores dos meus netos.
Ainda bem que já não andarei por aí. 
Consta também que a figurinha acima, professor durante duas horas em toda a sua vida adulta, desvaloriza os números.
Pudera. Todo ele é um erro de sintaxe.
Ainda não conseguiu relacionar militância sindical com Intersindical ou com um lugar que se veja, ali, à Soeiro Pereira Gomes.
Nem vai conseguir.
O ente é grande.

Pois...

Ele há cada coincidência mais estapafúrdia!
O Pacheco Pereira pode dormir na paz dos anjos, lá, pela Marmeleira. 
O ente me livre de eu querer teorizar conspirativamente.
Isto é só a "gente a falar"!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Bail in, bail out e olarilolé!

Há muito que não tropeçava nele. No adiantado mental, I mean.
Perorava abundantemente para cima da pobre pivot do telejornal. Se não é assim que se chama, as minhas desculpas.
Sobre o bes bom, bem como sobre o bes mau.
De uma forma que só ele entende. Está bom de ver.
De toda a tralha com que a embrulhou, sobrou uma única coisa que vale a pena reter. Só por ter sido bolçado por quem foi.
Que a França e a Alemanha, têm inenarráveis problemas com os seus sistemas bancários.
A sério?
Não me diga!
Mas não é isso mesmo que você(s) procuram há anos?
Ou sou eu quem está a ver mal?
Porque, se olharmos bem, isto e isto, são coisas inqualificaveis e que não se devem fazer aos französisch. N'est-ce pas?
Francamente.
Ai se o Astérix, dá por ela...