quinta-feira, 24 de abril de 2014

O nojo.

E cá estamos nós, de novo.
Há dois momentos no ano que me projectam para um inenarrável estado de nojo.
O horrendo natal e o fatal vinte e cinco barra quatro.
Entro, assim, em coma, até que a mente readquira vontade própria.
Passassem bem.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Força na verga.

A vida tem destas coisas.
Há momentos, enquanto deglutia um pastel de carne confeccionado por mim (mau, por sinal), produz-se-me um pé de página de um qualquer noticiário, onde leio..."Rangel quer um programa europeu de aumento da natalidade".
À velocidade da luz, lembrei-me de um velho tema de Gainsbourg, que contém a solução para tão desmedida intendência. 
Sugiro pois que o jovem Rangel, em lugar de encher a paciência de todo o mundo com diatribes eleitorais, seja convidado a ouvir sessões contínuas do referido tema.
"...ouvrir braguettes et prodiguer...".
Conhece outras soluções?




segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mexer os rabos.

Qualquer comentário a propósito ou despropósito, far-me-ia, apenas, vomitar para cima do teclado.
Deixo apenas duas questões.
1. Ninguém é atirado para a cadeia?
2. Porque será que não deixaram a Unitel sentar o respectivo coiro, à mesa da suspeitíssima parceria com a Oi? E se eles quiseram! E, já agora, porque é que atiraram com o "qué ferô?" para o Brasil? 
Esta é filha da puta!
Este portugal continua a ser deles. 
Está na hora de um qualquer dos disfuncionais de serviço que integra o amontoado governativo, mexer o rabo a caminho de Luanda.
E muito rápidamente.
Mesmo que seja a nado.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Pings.

De um lado, navios e aviões que alteram rotas, do outro, primeiros ministros e banqueiros que entregargarejam, via telefone - dez vezes, dizem -, no sentido de alterar uma qualquer rota, é de presumir.
No primeiro caso, pontifica a não existência de "caixas negras", pelo que, todo o mundo continua em...branco.
No segundo, e a fazer fé em "fugas de informação", foram encontradas de imediato e ouvidas por toda a gente.
Surdos incluídos.
Concluiu-se, por ventura, que o linguajar excessivamente loxodrómico era demasiado elaborado para ser entendido.
Mesmo por adiantados mentais. 
Este conjunto de eventos recorda-me um famoso naufrágio.
Há quarenta anos atràs, desapareceu toda uma frota de lustrosos navios, dos monitores dos radares de todo o mundo.
Tinham alterado a rota e continuam por encontrar.
Das caixas negras, de igual forma, nada. 
Mas, por muito estranho que pareça, todos eles continuam a emitir "pings" para o éter.
O problema é que ainda não foi inventado nenhum equipamento capaz de os decifrar.
Aos "pings", claro!
Porque quanto aos responsáveis pelo naufrágio, embora todo o mundo os conheça, continuam em segredo de justiça.
Paz às nossas almas.

domingo, 13 de abril de 2014

Epifanias de uma qualquer noite de sábado.

FOSFOREIRA PORTUGUESA - ESPINHO  $40+10 - 40 AMORFOS CARTÃO

SOC. NACIONAL DE FÓSFOROS, LISBOA $40+10 SOC. SOC. - 40 AMORFOS MONOGRAMA

Ontem fui vítima de uma epifania, a qual me fez "ganhar" a noite.
Escorregava então, por entre uns copos, uma conversa boa e aconchegante.
Num repente, um dos circunstantes, acende um cigarro com uma carteira de fósforos, coisa que, há muito, tinha desaparecido do meu horizonte visual.
Apaguei o meu, peguei noutro e, circunspectamente, acendi-o com um fósforo de cartão. Um amorfo. Até me soube melhor. Ou teria sido apenas impressão minha?
Não interessa. Olhei o pequeno objecto com a atenção geralmente dispensada às coisas que nos merecem o maior dos respeitos. Entretanto, o António havia produzido uma outra carteira, questão de me testar, presumo!
A primeira constatação foi de profunda tristeza.
Duas carteiras de fósforos, provenientes de duas empresas diferentes, que hoje integram (como não?) o panteão da saudade empresarial.
A Sociedade Nacional de Fósforos e a Fosforeira Portuguesa.
A segunda constatação encheu-me a alma.
Pertencem a séries especiais, a que cada uma das empresas atribuiu um nome diferente. Imagens do Ultramar e Portugal além da Europa.
Uma delas retrata um pujante Lobito.
A outra fixa uma foto de uma piscina em Lourenço Marques. Como não sou frequentador de banheiras públicas, indaguei quem sabe. Era, ao que parece, a piscina do Grémio Civil. Espaço que bem conheço e que, hoje, dá guarida ao cadeirão do Guebuza. Confesso que nunca tinha reparado naquele adereço aquático.
Acendi novo cigarro, agora a partir da segunda carteira, esta com fósforos em madeira.
Deixei que as volutas do fumo que se ia soltando do maldito tabaco, se misturassem com o pensamento.
Um quase grito desperta-me do torpor em que havia caído. 
- Estás cá?
- Não. Não estava. Revisitava, por momentos, o meu Portugal. Não é uma boa razão para estar ausente?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Erucções.

E pronto, ei-la, esta coisa em forma de assim, a fazer a obrigatória prova anual de vida.
Disso depende a reformazita e a consequente chispalhada em cima da mesa.
Se aqui estivesse o meu amigo Ken, soletraria, deixando descair a pestana, um sonoro..."unbefuckinglievable"!
E parece que queria falar.
Militar "fala" sobre quê?

Adenda: Leio e concluo que a chispalhada de ontem, tinha carrêgo excessivo nos temperos. 
O que lhe desencadeou uma duplicidade de ventejações, absolutamente incontrolável. 
Chupa uma Rennie e dorme uma sesta, que isso passa.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Perguntas sem respostas.

Começo pelo princípio.
Nunca tinha ouvido falar de Manuel Forjaz.
O que se segue nada tem de pessoal, pois. Nem poderia ser de outra forma.
Neste particular, limito-me a curvar-me diante do desaparecimento físico de alguém. E a carrear as devidas condolências à família. E por aqui me fico.
Há, no entanto, duas ou três "coisinhas" que me fazem coçar o "cucuruto da cabeça".
"Googlei" o nome. 
Fiquei a saber que era economista pela Católica - eu também não - e que se dedicava ao professorado. Mais fiquei a saber que promovia a criação de "clusters" de empreendedorismo empresarial.
Que faliu e se "levantou" várias vezes.
Tudo isso, actividades merecedoras do meu aplauso.
Mergulhando um pouco mais no que o Google me proporciona, fiquei igualmente a saber que tinha nascido em Moçambique - lugar que me é particularmente querido por um sem número de razões que não vêm ao caso - e que, por dedução, presumo ser sobrinho do distinto arquitecto Zé Forjaz que, esse sim, muito bem conheço.
Mergulhando ainda mais no "googlanço", tropeço em algo que uma qualquer noite menos bem conseguida, o levou a escrever:
"Grande desafio: Mudar para África com o lançamento de um projecto de turismo social para multimilionários europeus e americanos".  http://www.angra.uac.pt/ggcn/Leader21/cvs/manuel.pdf
Dispenso-me de comentários complementares. O "grande desafio" fala por si próprio.
Nos últimos tempos, eu, "chegador" tardio às comodidades do sofá caseiro, a cada vez que ligava o televisor, produzia-se-me Forjaz. Com uma mensagem que, aparentemente, fazia todo o sentido. Força e permanente estado de alerta diante da doença. Especialmente daquelas que não são conhecidas por perdoar. Mas, "puta velha" como eu, desconfia...ó se desconfia!
Porquê este e não outro qualquer? Porque escreveu um livro? Abundam milhões que escrevem livros - tendencialmente ilegíveis - e que não têm acesso aos meios de comunicação. E que lutam com o mesmo pundonor com que ele lutou, contra a doença.
De acordo com dados de 2012, morrem 60/70 pessoas por dia, de doenças cancerosas. Mais, morrem 150.000 pessoas por dia, no planeta.
Repito a pergunta. Porquê este e não outro qualquer?
Alguém usou Manuel Forjaz.
E ele deixou. Ou não lhe deram alternativa.
O que será que vem por aí, em matéria de medicação contra o cancro?
Tudo o que envolve OMS e a indústria farmacêutica, não prenuncia nada de bom.
Andei demasiado perto de tudo isso, para me deixar "enrolar" por duas tretas mal amanhadas!
Aguardemos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Olha-m'estes...

Por acaso até é verdade.
Mas, como nas relações entre estados existe uma coisinha simpática que é apelidada de reciprocidade, que tal ajudar a avivar a memória dos escribas gauleses com, por exemplo, a Areva.
Também querem falar do Níger e do Gabão?
É que, se sim, cá estamos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A língua de pau.

Quando um país - ou o que dele resta - está reduzido a este falatório obnóxio, estamos (ou continuamos) conversados.
E dispenso-me, por vomitivo, de fazer referência à disfunção política que por aí campeia.
Cavaco, enquanto primeiro ministro, teve razão num pequeno detalhe. 
Secretário de Estado é para ser tratado abaixo de merda. 
Paga-se-lhe para estar calado.
O que é sempre um óptimo investimento.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Filho de uma nota de 20 paus.

Ter isaltinado. Chega?
Haja alguém que tenha a bondade de lhe dizer que a mera circunstância de ter sido concebido, numa qualquer noite de invernia transmontana, constitui um insulto a qualquer bípede portador de um BI do velho e desaparecido Portugal.
É apenas o resultado de 40 anos de pagode democrático.
Não mais do que isso.

quarta-feira, 26 de março de 2014

É da fome.

A razão mais provável é, certamente, filha da circunstância de ainda não ter almoçado.
Mas, depois de lermos isto, (mexendo os lábios) como compete a um neo-analfabeto e tentamos encontrar uma qualquer forma de conexão inteligível com isto, quem não se sentirá como o Prof. Herrero?
Vou mas é dedicar-me às lides mastigativas e que se fodam todos.
A bem da pouca saúde que me resta.

terça-feira, 25 de março de 2014

Custos democráticos.

Deu-me para "googlar",...déficit, Portugal, 1973.
Não me surgiu uma única entrada em português.
Em contrapartida, abri a primeira dessas entradas e aventa-se-me um estudo de um tal Hans Schmitt, Economic Stabilization and Growth in Portugal, cujo primeiro parágrafo me esclareceu completamente.
Como se fosse uma enorme novidade!
Sendo que o gajo não é parvo e não se deixa "copypastar", resta-me reproduzir à unha.
Basta uma pequena parte.

"Beginning in 1974, Portugal's balance of payments, which had traditionally been in surplus, moved into substantial deficit. An external current account surplus, equivalent to 3% of GDP in 1973 was turned into a deficit equivalent to 6% of GDP in 1975, and 9% of GDP in 1977...".

Duas conclusões. Uma em português de lei e outra em bife.
1) Não me consta que algum dos filhos da puta que protagonizaram aquele crime e todos os que se lhes seguiram, esteja com os costados na cadeia.
2) Fuck democracy.

Nem mesmo a corrupção é tão cara.
Todo este arrazoado a propósito do tal índice de pobreza, hoje publicado.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Está tudo certo.

Aqui...porque este sim, está a levar a cabo as "reformas" que tinham de ter lugar.
E, par dessus le marché, irão continuar a pagar-lhe para isso.
Alemanha incluída. 
Ou especialmente ela própria. 
Incluídos todos os outros.
Ouço, nas lonjuras cósmicas, a gargalhada fininha de Álvaro Cunhal.
Aqui...porque apenas me ocorreu Virgílio e a Eneida. "Timeo danaos et dona ferentes". 
Num mundo político "normal", nem para mulher da limpeza seria de utilidade. 
Os outros - os de serviço e os candidatos a -  fariam bem melhor em promover um suicídio colectivo.
A bem de todas as nações.
E, já agora, de mim próprio.

quinta-feira, 13 de março de 2014

O mundinho português.

Morreu o Policarpo.
Tenho vocação nula para epitáfios choramingas.
Sem mais delongas e porque não me apetece perder tempo com gente que nada tem (ou tinha) de estimável, Policarpo era apenas isto.
Que a terra lhe seja leve.
Tão só.

No país das petições, peticionou-se de novo.
Os alegres peticionadores, na sua esmagadora maioria, "velhos" epítomes da caloteiragem pós-abrilina, vão de Ferreira Leite a duas eminências pardas que pastam para os lados de Belém - e que já foram competentemente defenestrados - por entre outras figurinhas mais ou menos folclóricas.
A idéia que subjaz àquele estertor epiléptico é a da miserável e cobarde fuga para a frente. 
Criàmos a situação, já somos demasiado velhos para a resolvermos e suficientemente penalizados nas nossas merecidas e esforçadas pensões. 
As gerações vindouras, que tratem de limpar o coreto.
A única coisa que me surpreende é a "ausência" dessas mesmas gerações. Não vi partir umas montras nem, de caminho, as ventas a alguns dos signatários.
Por fim, alguém acredita que F.Leite, Sevinate Pinto ou Vítor Martins, tenham aposto a sua (deles) preclara assinatura em tão pungente documento, sem o conhecimento de Cavaco?
O que faz dele o protocaloteiro mor. 
Pudera. 
Nem é necessário rebobinar muito a memória. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Pois...


"a dançar fardado e sem roupa numa discoteca em Oliveira de Azeméis."
Quando fôr grande quero ser militar da GNR.
Ou outra coisa qualquer. A tanto monta.
Desde que me poupem ao múnus de jornalista no "Expresso".
Porque há contágios que posso evitar.
Um deles é a estupidez.
Disse.

Adenda: Pelos vistos ainda por lá rasteja uma qualquer forma de inteligência e procederam à devida correcção da sintaxe.
Terá sido o omniopinativo Costa? 
O irmão do "palhaço", claro.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Supervisões e outras faltas de visão.

Só hoje li esta pérola.
No entanto, entendamo-nos.
- Que a justiça, neste sítio mal frequentado, funciona manifestamente abaixo de cão, é dado adquirido. Ou já nem isso.
É mera moléstia.
Se acrescentarmos umas preclaras declarações, bolçadas por aí, por um qualquer juíz, reclamando um substancial alargamento da janela de tempo para investigar assuntos extraordináriamente difíceis como dar ou negar provimento a contestações a procedimentos contraordenacionais com origem na entidade reguladora, não só ficamos com a fotografia de grupo, como releva tão só do analfabetismo funcional. 
Ou seja, da circunstância de não se saber a tabuada na ponta da língua. 
- Que Constâncio (na qualidade de governador do banco nativo) falhou miserávelmente na mais básica das suas funções (supervisão), nem sequer é notícia. 
Ou se calhar é (ou foi), dado que o agraciaram com uma promoção até ao BCE onde, e apenas por ironia, lhe entregaram o pelouro da...supervisão.
- Que o Ministério Público se afadigue a lavrar requerimentos, compreende-se. Tem de justificar a sua própria existência.
Agora que o banco central venha publicamente exigir uma espécie de Tribunal de Excepção...
Pensando melhor, é capaz de ter razão.
Pelo menos resolviam o assunto em tempo útil.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Actualizações de mapas.

Olho por olho, dente por dente.
Contra os rasteiros instintos federadores que tanto excitam a politicagem europeia ocidental, Putin tinha, obrigatóriamente, de reagir.
E começou a fazê-lo bem antes do aqui e agora. 
A coisa remonta, mais precisamente, ao tempo em que  "recuou" para primeiro ministro.
Nada como manobrar na sombra. 
E a sombra russa é particularmente propícia a esta espécie de jogos que são tudo menos florais.
Lembrar-se-ão, por certo, do nunca satisfatóriamente explicado acidente de aviação que "aviou" Kaczynski quando se dirigia a Smolensk. Data, então, muito apropriada...e o moço estava primeiro ministro.
Já são por isso audíveis as "coçadelas de cabeças", que vão surgindo por todas as antigas repúblicas soviéticas.
Basta passar-lhes os olhos pela imprensa.
Pela europa unida, já coçam a ferida em estado purulento. 
Repare-se em Hollande e Obama (quem?), a pedirem mais pressão. 
Olhe-se o silêncio gritante da Alemanha. 
Temos pois um mapa em plena actualização.
Finalmente algo de muito interessante para ser seguido. 
Atentamente.
A UE criou um saco de gatos, para onde atirou por junto com uns furões.
Agora aguentem-se.
E nós vamos ter de reaprender a ler um mapa. 
Se calhar, mais cedo do que imaginamos.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

As nossas cruzes.

O sr Cruz, foi assessor diplomático do sr Cavaco primeiro ministro.
Um ror de tempo.
Porque o sr Cavaco nunca foi diplomata.
O mesmo sr Cruz, foi ministro dos estrangeiros (coisa fina!) do sr Barroso primeiro ministro.
Pouco tempo.
Porque o sr Barroso já tinha sido diplomata.
O mesmíssimo sr Cruz é pai extremoso de uma qualquer menina Cruz que, pela mera circunstância de ser filha do pai dela, achou que ficava bem na folha de serviços do sr Cruz, uma aldrabice qualquer relacionada com os estudos que então empreendia.
A filha, claro.
Vai daí, reformou-se. Mas a vidinha custa a toda a gente pelo que se tornou "consultor internacional".
Não sei muito bem o que é isso mas gosto da sonoridade.
Não querem lá ver que o sr Cruz ainda vai acabar os seus (dele) dias, numa masmorra com vista para a ilha de Luanda.
O multi-supra-citado sr. Cruz, fez-me lembrar o intérprete para surdos no funeral de Mandela.
Será esquizofrénico?
O sr Cruz, claro.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estiolações.

Acaba de morrer mais um pouquinho daquilo que já foi um país.
De quando as mães (no caso a cigana algarvia, Lúcia) inspiravam e se inspiravam.
O resultado era (quase) sempre, grandioso.
E para nos darmos conta disso, bastava - como bastou - uma finca perto de Jerez de la Frontera, boa companhia, boa comida, melhor bebida e o Paco a tocar só para nós.
Era 1978 e o céu chorava.
Comovido, dir-se-ia.
O Paco foi andando e levou com ele, o seu duende.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

De joelhos.

A imagem viva da repulsiva classe política que assentou arraiais no ocidente.
Putin, sentado no torreão mais alto do Kremlin, sorri.
Nada mais lhe resta fazer.
Já ganhou.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Descubram as diferenças.


Leio, por aí, que, os ora incumbentes políticos, querem fazer pendurar o portugal inventado por eles, nas pingonas paredes de todas as escolas.
Consta que mandaram imprimir 100.000 exemplares.
Se fosse, hoje, frequentador de uma qualquer dessas escolas, estava lixado.
Não sei nadar!...
 
 

...coisa que era desnecessária, para as gentes da minha criação.
Ora espreitem.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Foi primeiro ministro, não foi?

Esta sub-espécie de pentadáctilo - em que os dedos das mãos e dos pés se confundem - consegue a proeza de fazer de mim um perigoso democrata.
Situação que, está bom de ver, me preocupa sobremodo.
Vou ter de tomar medidas com carácter urgente.
E, para princípio de conversa, avança já o estandarte supra.
Há por aí um ex-banqueiro que se lembra bem dele.
Do estandarte, claro!
Eu também.
Dele e do estandarte. Ali, à Tomás Ribeiro, nº8.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Arroseur arrosé.

Li, por aí, que assaltaram uma repartição de finanças, algures pela geografia.
E que os esmifrados contribuintes presentes, nem deram por isso.
Pudera.
Já lhes bastava o assalto de que estavam a ser alvo.
Abençoados meliantes. Que nunca as mãos lhes doam.
E não se deixem apanhar.
Isso é que seria uma vergonha.
 
Parece que queriam obnubilar a comentarite de um gajo qualquer que "primo-ministeriou" por aí, durante um ror de anos.
As vestais costumeiró-democráticas já rangeram com dores de parto, a propósito de atentado ao direito de opinião...não sei quê...não sei das quantas...40 anos depois do fatídico Abril.
Pois fodam-se todos.
Eu estou de acordo. Com uma condição.
Calem os restantes merdas que enxameiam todos os canais de tv.
Os que existem e os que estiverem por existir. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os cómicos.

Ainda há quem tenha pachorra para esta novela merdosa?
Embrulhem tudo e todos (incluída a respectiva tutela), em papel brilhante de qualquer cor, ponham um lacinho bonito e vendam ao Mosquito.
Ele compra tudo.
Até as más consciências.
No que depender de mim, enquanto contribuinte, assino já.
 
Ei-lo, de novo, a regurgitar banalidades à razão de 750€/hora.
Quem é que não iria querer?
150% de retorno, I mean...
Se eu fosse o juiz, já estaria a bocejar.
Sonoramente.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Do espírito democrático. Ou da falta dele.

Dizem os bem formados que é feio apontar o dedo.
Óptimo.
Mas eu gosto de o fazer. E fá-lo-ei, sempre que me aprouver. Ainda para mais, quando esta mão é pertença de uma amiga muito querida.
Que me respondia, muito apropriadamente, a um qualquer disparate, que achei por bem bolçar, naquele antanho.
Tal como se adequa a este momento circense, prenhe de espírito democrático.
E adianto desde já que sou completamente insuspeito.
Nem gosto do penteado do gajo.
Por isso mesmo continuarei não-democrata.
Ao cabo de 40 anos, ainda não lobriguei uma única razão que me levasse a pensar de forma diversa.
Que é feito do Rui Mateus? Continua pelos Estados Unidos?
Isto, sempre a propósito de democracia, claro.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pelos vistos.

Por entre vistos gold, talento e outros que, a seu tempo e se lhes derem tempo, lhes assomarão à cachola, a coisa vai.
Para onde, não interessa nada.
Mas se acaso estiverem interessados em mais idéias para vistos, proponho já (e sem estudos prévios que custam os olhos da cara) a emissão de vistos-mercenário que inclua, sem reservas, a licença de uso e porte de arma de calibre de guerra.
Estes, pelo menos, teriam a vantagem de fazer implodir esta merda toda.
O que talvez não fosse pior.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um nojo e uma constatação.

O nojo, aqui.
Pena, o João Coito, saracotear-se já, por paragens bem mais recomendáveis.
Tenho notícia de que se encontraram por lá.
E que a coisa ficou resolvida com um par de sonoros estalos.
Eram devidos desde aquele malfadado ano de 1975. 
A constatação, aqui.
Episódio 2. Que, habitualmente, sucede ao primeiro.
Previsível.
O 3º episódio, será de estalo.
Já ouço o rilhar de dentes.
Força Domingos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Miró a 50%.


 
Entre o acima ilustrado - que não gosto, mas isso não interessa nada - e o infra "atirado para aqui", a classe política de turno (via Tribunal Administrativo), disse o que tinha para dizer.
35 milhões que, em circunstâncias normais, valeriam o dobro.
É sempre bom não subestimarmos quem compra.
Quer seja arte, quer sejam os "papéis" que titulam dívida.
Proclamo solenemente que, durante a semana passada, me foi "oferecida" dívida soberana portuguesa, emitida em 2011, a 11% do valor facial.
Mais um pouco e estamos ao nível da Coreia do Norte.
Na mesma data, valia 4%.
Saravah.

 
Post scriptum: o título acima data de uma época em que o país cumpria as suas obrigações.
Os de hoje, nem para limpar o rabo servem.
Porque jamais serão pagos.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Le journal bête et méchant.

A notícia da morte de Cavanna remeteu-me, (para onde poderia ser?), para o "velhinho" Hara Kiri.
Leitura semanal obrigatória lá por casa.
Do pai e do filho.
Sendo que o filho, à época, tresandava a teen.
Mas já naquele então tinha uma especial "ternura" por tudo o que triturasse políticos de turno.
Fossem de esquerda ou de direita.
Bastava-me com que fosse inteligente a forma como o faziam.
E Cavanna, junto com Wolinski, eram mestres.
Vai-se mais uma fatia da inteligência humana.
Fica a saudade. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A cantoria do pulha.

Destruir:
desfazer; demolir; aniquilar; exterminar; extinguir; fazer desaparecer.
 
Uma verdadeira obra de caridade, seria pô-lo perante alguém que lhe fizesse uma demonstração prática do verbo supra.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Quem ousa retirar a razão a Kim-Il-Sung?

Ontem foi este.
Antes dele, os inenarráveis socialistas pastoreados pela criatura parida em Vilar de Maçada e criada na Covilhã.
Continuando a andar às "arrécuas", tropeça-se em trambolhos ao estilo de Guterres, de Cavaco e do interminável Soares.
Já perdidos numa qualquer dobra do tempo e apesar da miopia que me atazana, ainda tenho a desdita de conseguir lobrigar esqueletos, ataviados de lustrosas dragonas, que tinham o promíscuo hábito de misturar os QI's próprios de bolas de naftalina, ali, ao Restelo.
Com isto, vão lá 40 anos.
Exactamente o tempo que um País leva a transformar-se num país.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Les putes.

Essa coisa supra, em forma de assim, que tanto excitou a socialistagem europeia,  já despachou a concubina.
Só fica a faltar o despacho em bloco, exarado pelo martirizado votante gaulês.
N'est-ce pas?
 
Allons enfants de la patrie
le jour de gloire est (presque) arrivé...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A "toltula" do chinês.

Vejamos então.
Gosto de reemergir quando começam a acontecer "coisas".
Sou uma vítima do meu eterno olhar guloso. Que posso eu fazer?
E que "coisas" tão interessantes são essas que tiveram o condão de me resgatar à hibernação que me havia imposto?
Como mandam os manuais apropriados, começa-se por remexer nas miudezas. No caso vertente, pode e deve, ser lido - o substantivo supra - de todas as formas que vos passem pela cabeça.
Mesmo tratando-se, tão só, de um minúsculo recanto da montra onde jaz toda uma quinquilharia avulsa, de calibre equivalente. E que a partir de agora vai, a conta-gotas, ver a luz do dia.
Já não era sem tempo, meu.
"Portantos", o moço em causa, já foi chutado para canto.
Não fosse ele entar em delírios e querer dar um passo maior do que a curta perna lhe permite!
Imagino o Barroso do MRPP a esfregar as mãos e a descer a Rue da la Loi para entrar na primeira tasca e se lambuzar de moules aux frites.
Fica pois a faltar o que falta. O resto da montra e...  
...o armazém - e esse sim, vale a pena!
Acreditem que vale a pena.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Parabéns à prima.

Se calhar, quando regressar, se regressar, isto tem novas funcionalidades que eu me esforçarei denodadamente por não entender.
Tal como o país.
Qual país?
Entretanto, e antes de calçar as botas para me ir embora, duas notas vincada e dolorosamente democráticas.
a) Toma amanhã posse, como re-re-re-presidente da Rodésia do Sul, o Shona Mugabe. Pelo menos, as urnas assim o ditaram. E a Constituição lá do sítio, corrobora. Visto dos "heights" de Salisbury, a coisa faz sentido!
Parabéns.
b) Na Ibéria atlântica, promulgou-se e publicou-se como nela se contém, uma Lei Orgânica que prevê a colocação no "pay roll" governativo, de um Vice-Primeiro Ministro, suspeitíssimamente carente de competências.
Paralelamente, olhado dos "heights" de Lisboa, não faz menos sentido.
Parabéns.
Tanto quanto a minha debilitada compreensão o permite, deduzo ter sido eleito. Tal como o Shona Mugabe.
Por estas e por outras como estas, continuarei - firme e hirto - a não ter a mais pálida idéia do que é...ser democrata.
Ainda bem para mim.
Passassem muito bem. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Eu, pelo contrário...

...estou em contraciclo.
A fazer fé no INE e no onanismo salivante que vi por aí, crescemos 1,1%.
Meço 182cm, se me apetecer acreditar no BI que este sítio me expele, a espaços.
Logo, aplicada a tabuada aprendida na escola primária, em tempos coevos, deveria ter, hoje, 184cm...e mais uns pós!
Passei ao medidor.
Acusou menos de 181cm.
Pelo que, estou a definhar.
Mais uma vez, fui enganado.

domingo, 11 de agosto de 2013

Mute: o mais fantástico botão da tv.

Desde que me conheço que sou um tarado do ciclismo.
Pára tudo, aquando da Volta à França e, quase tudo, durante a volta ao rectângulo.
Este ano acrescem, simultâneamente, os mundiais de atletismo, em Moscovo.
Outra das minhas "paixões".
Uma trabalheira!
Moía a cabeça ao meu pai - ele reclamava mas também gostava! - para me levar à Serra da Estrela, nos idos dos 60's, ver suar o Alves Barbosa, o Peixoto Alves, o João Roque, o Mário Silva. Mais tarde e aí, já não "precisava" do velhote, deliciava-me a ver "galgar" o Agostinho, o Bernardino, o Andrade entre muitos outros nomes que agora se me escapam.
Todos eles, apenas, à força de pernas e...de vontade de vencer.
Vem isto a propósito de mais um daqueles "negócios" incompreensíveis. A cargo da RTP. E pago por toda a gente.
De há anos a esta parte que todos os eventos de ciclismo, são comentados por alguém que, vivêssemos num mundo normal, estaria remetido para uma qualquer gaveta do aparador do esquecimento. Marco Chagas, rapaz da minha idade.
A imagem viva do batoteiro. Um verdadeiro insulto em cima de duas pernas. Primeiro ao público, amante da modalidade e depois, mas só depois, ao contribuinte.
É só "sentir" o à vontade dele, cada vez que se fala de doping. Passa para bingo em menos de um fósforo! Não vá a memória de alguns espectadores entrar em "delirium tremens" e começarem a chover telefonemas...
É repelente, a veneração que o funcionário da empresa, destacado para cobrir aqueles eventos, lhe dedica.
Aliás, neste país, tudo se tornou repelente.
Abençoado botão de "mute".
Olho e ouço Keith Jarrett.
Esse nunca precisou de doping.
Apena umas "brocas". A espaços.   

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Notícias do Dumbanengue!

Não foi via telegrama (como fez Venâncio Deslandes, a propósito do petróleo de Cabinda), mas aventa-se-nos por intermédio de um periódico, com origem em Lourenço Marques.
O que não deixa de ter o seu quê de curioso, convenhamos!
Também tenho as meias-luas agarradas à ponta do nariz.
Mas não vou reagir à maneira de Salazar.
Olho, melancólicamente, as volutas de fumo que se soltam da broca.
Concluo, com um travo amargo, que há gente (muita), cuja mera existência é apenas um insulto a qualquer portador de um espaço vital entre as duas orelhas.
Boa sorte a todos os votantes. 

domingo, 4 de agosto de 2013

Da existência à expiação.

Ignorava em absoluto, esta minha capacidade, aparentemente inesgotável, de ficar speechless.
E de boca aberta. Como ainda não saiu asneira, só pode ter entrado mosca.
É, rigorosamente, o que me tem acontecido nas últimas semanas.
Para isso, tem bastado ouvir, ou ler, uma notícia aqui e outra ali.
Deixei, há muito, de ter estômago para mais.
Se alguém - por distracção, certamente - pudesse ainda alimentar algumas dúvidas sobre a sanidade mental das ratazanas que se acotovelam em todas as instituições e a todos os níveis, estou em crer que, o último mês se encarregou de as dissipar liminarmente.
Estou apenas em crer, note-se!
Porque a chuva de sondagens que tem havido por aí, faz temer o pior.
Vão continuar a votar.
Pela minha parte, a conclusão é límpida.
As ratazanas, elas próprias, foram as grandes beneficiárias.
Tornaram-se menos repelentes.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Incapacidades.

Apetece-me escrevinhar qualquer coisa mas, bem vistas as coisas, sinto-me completamente incapaz.
Confesso a minha admiração - e alguma inveja intelectual! -  por todos aqueles que conseguem extrair alguma coisa de interessante de tudo aquilo com que nos presenteiam nas, (não) notícias.
Entre o balbuciar analfabeto de um ex-bancário - ora arvorado em secretário de estado - que apenas fez por agradar a quem lhe sustentava a existência (era exactamente para isso que ele lá estava!) e uma espécie exótica de bípede que passa o ano em férias na Comporta, segundo diz, a brincar aos pobrezinhos, passando por sondagens que, invariavelmente, contemplam os mesmos partidos políticos (e as mesmas trombas), invade-me uma intensa vontade de mandar, tudo e todos, para a mãezinha que os pariu.
Vou ter a infeliz desdita de morrer, sem voltar a votar.
Ainda bem.
Fiquem-se com esta gente toda. A mais a anterior, desde 1974*.
Sem excepções.
Sejam felizes.
 
* Mea culpa, por ter contribuído, com o meu voto, em 1975.
Jamais me perdoarei tal coisa.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Golfes.

Olhei um noticiário.
Transitei para um estado de profunda comoção.
O Marques Guedes, ministeriava no Jamor.
Está mesmo necessitado de praia.
Pudera, não sai da sala das conferências de imprensa, aventadas para cima da gente, pelo governo que lhe tocou em sorte!
Mas, finalmente, corporizou uma novidade importante.
Parece que a gestão do campo de golfe que integra o complexo, foi entregue à federação que rege a respectiva modalidade.
9 - buracos - 9.
Não tendo achado nada de extraordinário, considerei uma hipótese bem mais interessante.
Porque não lhes entregam a geografia lusa, na sua totalidade?
Sendo, como é, um buraco único, os golfistas nativos tornar-se-iam rápidamente, em campeões mundiais de hole-in-one.
Uma forma de onanismo, como outra qualquer.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Adjunções.

Já imaginava.
Day off, day...em que o jantar me sabe a vida! Porque feito por mim.
Enquanto obliterava a espinha a um delicioso pargo no forno - Jorge, já que não os apanhas no mar, "apanho-os" eu na peixaria, aqui, ao fim da rua! - deixei que o olhar se derramasse, a espaços, para o televisor.
Sempre em silêncio, como lhe compete.
O televisor, claro!
Já só leio alguns pés-de-página. Poucos, porque a idade já não perdoa.
Embora ostentasse os óculos.
Receio muitíssimo mais as espinhas do que de políticos!
Primeira epifania: o Fernando Seara. Não imagino o que se lhe soltava pela boca fora. Mas, conhecendo-o como conheço, desde 1976 - uma vida! - era coisa que lhe corria de feição! Ainda bem para ele.
Segunda epifania: um rapaz, literalmente, com quarto pêlos, pendurados na face, movimentava os lábios.
Não conhecia. Fiquei a saber que o actual governo (a fazer fé nos tais pés-de-página), tem um secretário de estado adjunto do ministro adjunto.
De quê, permanece um mistério.
O que não foi mistério nenhum, foi o pargo que comi.
Delicioso.
Fernando, fazes o favor de me explicar o que é um adjunto de um adjunto?
E para que serve?  

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Jantares solitários.

Foi que eu fiz.
Me(ri)diana decisão, como sempre.
Surgiu-me, por entre trincadelas avulsas e um tinto honesto, uma "mignota" que está ministra das finanças.
Pelo menos, minhota é. Quanto ao resto, ela confirmará. Ou infirmará.
Tomei boa nota de que é, tão só, uma mentirosa compulsiva.
Como lhe compete.
Não fora assim e jamais teria tido acesso ao panteão dos democratas que pendem para a imortalidade.
Embora sejam merdas que, de há muito, deixaram de me interessar, achei piada.
E sorri, complacente.
Mas, muitíssimo mais importante do que isso, continuei a bebericar o meu tinto.
Sem mentiras.
O comando da televisão é mais taumaturgo do que eu.
Ainda bem.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Remodelaram-se.

Chego a casa às cinco da madrugada.
Pensei que ia ter um "late snack" tranquilo. Qual quê!
Atiram-me à tromba com uma remodelação governamental. Dois deles não interessam nada. Parece que um deles vendia cervejas. E é economista.
O outro nem sei quem é.
Quanto ao terceiro, Rui Machete, lembro-me vagamente de ter sido meu professor de uma merda qualquer.
Dessa época, a única coisa que retive dele, é que estava sempre constipado.
Ah, e usava gravatas às riscas.
Depois, encostou-se à FLAD, ao BPP e à SLN.
E pronto.
Está encontrado um curriculum qualificativo para os negócios estrangeiros! 
Boas viagens e boa sorte.