quinta-feira, 6 de setembro de 2018

À atenção do indiano na diáspora.

Toda esta nojeira só me faz sentir saudades desta Senhora. 
Que, uma vez empurrada para resolução de assunto semelhante, não necessitou de recorrer às suas credenciais de mulher.
Limitou-se a ser ela própria. Sem pedir licença a ninguém.
Assim salvou um negócio. 
Dado que o desporto, enquanto tal, há muito capitulou.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Esta manhã à Graça.

Ainda não saí da imprensa nativa e já estou com brotoeja. Acresce que já vinha a fermentar uma irritação prévia de aquando do shot de cafeína. Ter coincidido no mesmo lugar com o camarada Carvalhassssss, uma das coisas mais eriçantes que passou pela política indígena. Mas enfim. Estou, por enquanto, impedido de escolher a vizinhança.
E o noticiário. Senão vejamos:
Dito assim, fica-se com a sensação de que o presidente do eurogrupo a obrigou a bater dez vezes com a cabeça na parede. Pelo que, das duas uma; ou a coisa é fruto de mera algia que, momentâneamente lhe retirou a lucidez ou, coisa bem pior, foi directamente instruída para insultar a inteligência do comum mortal. Vai bardamerda e espera por Março próximo.
O costa do largo do rato, especialista em fugir com o rabo à seringa, atirou com esta aventesma do cabrita para a fogueira. Ele, aliás, presta-se a tudo. É para isso que lá está. Até, ou especialmente, para gargarejar amoralidades como a supra.
Tinha previsto transcrever também uma banalidade qualquer a propósito da rapariguinha acnosa que lidera uma qualquer jotinha partidária e frequentadora da universidade de Castelo de Vide. Fez-me saber que foi aí que aprendeu tudo o que a move na política. Nomeadamente com o sr barroso do mrpp dos trabalhadores em luta e com o filho do sr Rebelo de Sousa pai. Espero que tenhas absorvido, com a mesma avidez, algo que não deves fazer. 
Seguir o exemplo daquela repelência careca que vira a cabeça quando se grita carlos coelho. Passar a vida inteira sem fazer a ponta de um corno.
Está pois garantido o futuro deste alegre portugalzinho.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Os desconvites.

Ser desconvidado está a caminho de ser considerado um verdadeiro "must".
Dentro em breve, quem nunca tenha sido desconvidado, jamais poderá sonhar, sequer, vir a integrar os respectivos "who's who" locais. 
O último desconvite famoso recaiu sobre a Marine Le Pen, lembra-se? Tenho visto outros, por aí, especialmente na imprensa estrangeira. Uns mais importantes que outros. Mas todos são desconvites. E isso é o que conta. 
Uma verdadeira honra.
Verão toda a imprensa, a política, a cor-de-rosa, e a nem uma coisa nem outra,  de todos os lugares do mundo, destacar, não quem esteve mas quem brilhou pela ausência.
Ainda não foi desconvidado?
Então seja. De outro modo não existe.

O albergue espanhol.

Miro as primeiras páginas da jornalada do dia.
cm - faz referência a um gajo qualquer que foi por aí primeiro ministro, e que, façanhudo, nos faz saber que "quer escolher juíz";
i - corneteia-nos que o governo "ficou com metade do dinheiro enviado por bruxelas";
dn - não transcrevo propositadamente, mas trata-se da verdadeira razão que leva o indiano na diáspora a não querer a continuidade de Joana Marques Vidal. E o filho do sr Rebelo de Sousa pai vai ter de engolir. 
É bem feito.
Até o Bataclã da Ilhéus de Jorge Amado era um lugar mais sério.
E limpo. 

O socialismo chulo.

Eu bem tentei resistir até amanhã. Mas estes gajinhos, que um qualquer curto-circuito ligou directamente à coisa política, continuam a tirar-me do sério.
Estou em crer que a proposta terá mesmo sido feita. Sem se rir, até.
E o indiano na diáspora vai aceder, como não. Mesmo contra a vontade do presidente do eurogrupo. O sr Eurico do Seixal e a sra Aldegundes de A-da-Beja, vão agradecer (e votar) em conformidade.
Mas, consideremos o sr Máximo de Celorico de Beira e a sra Perpétua da Amareleja. Será que se deslocarão até à horrorosa urna, ostentando sorriso cúmplice para com a tralha socialista?
Sim, porque acho bizarro (para dizer o mínimo) que o orçamento de estado seja convocado para resolver um assunto que é exclusivamente lisboeta.
Quiseram a gestão da coisa. Pois muito bem, queiram ter a bondade de libertar os meios necessários para concretizarem os vossos sonhos eleitorais.
Não têm forma de o fazer, arreiam. Não tem muito que saber.
Agora, contar com os tostões do sr Máximo e da sra Perpétua que provavelmente nunca desceram à capital, seria um pouco como eu esperar que o filho do sr Rebelo de Sousa pai, me sustentasse a existência.
Vão bardamerda.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Regressos.

Finalmente de regresso ao meu T0 favorito, depois de mais de três anos de abandono. Estava uma nojeira o que pressupôs toda uma manhã de "lida", para o deixar minimamente apresentável a todos os amigos que me quiserem visitar. Uma cansêra.
Precisava de um silêncio barulhento, depois de quase dois anos de verdadeira Torre de Babel. Resta-me agradecer e deixar um abraço especial a todos os que começaram, que estiveram e que, por razões diversas, foram deixando de estar, e os que continuaram aquela vossa página que muito terá para dar, ainda. O Vítor Luís, o Pacheco de Amorim, o Manuel Azinhal, o José Almeida, o Fernando Liz, o José Marques, o José Leite, o Casa-Nova Martins e, numa outra encarnação, o Valentim Rodrigues, e o Amândio Rebanda. As minhas desculpas, se acaso esqueci alguém. Não poderei confirmar por já não ter acesso. Mas, se aconteceu, queiram ter a bondade de relevar e considerem-se envolvidos no mesmo abraço. Estou, aliás, certo de que o Vítor Luís, diligente como é, não deixará de os acrescentar na caixa de comentários. Abraço esse, extensível aos leitores. Mesmo aqueles que se entretinham a insultar. Quer sempre dizer alguma coisa, quando as reacções surgem.
Foi um privilégio ter percorrido essa estrada convosco.
Não a deixem morrer, por vocês e, muito especialmente, pelos leitores que, aos milhares, se foram chegando.
Eu, deste meu cantinho, irei fazendo a minha quota-parte de força. 
Hoje, como já perceberam estou de coração mole. Por isso mesmo, só amanhã re-mergulharei na realidade política.
Irritações, só mesmo a partir de amanhã.

domingo, 2 de setembro de 2018

O facebook e a tolerância política.

Estes filhos da puta pagos pelo jovem zuckerberg e que se dedicam a aldrabar meio mundo (enquanto o outro meio se deixa aldrabar), resolveram armar-se em justiceiros e marrar comigo numa base diária. E com a página Portugal Presente. Ontem removem-me uma publicação. Hoje removeram outra e, como complemento, fui castigado em 24h. Não posso publicar nada. Nem sequer mandar mensagens privadas. Assim sendo, e como não quero prejudicar a continuidade da página, retiro-me em boa ordem antes que os "carretos se me encavalitem". As minhas publicações acabam lá na merda deles e transitam directamente para esta velha e fiel plataforma, com a qual tenho de reaprender a trabalhar.
Calarem-me? Vocês não estão bons da tola.   

Coisas estranhas da democracia.

Acabaram-se as dúvidas.
Assim surge a página a mais de 3000 leitores.
Me aguardem.

sábado, 1 de setembro de 2018

O facebook morreu.

Aparentemente, essa merda dessa plataforma, apagou a página Portugal Presente. Duas postadas hoje, sem qualquer reacção, é duvidoso.
Ficaram muito incomodados com um postal qualquer sobre a realidade que eles próprios criaram. A agressão de um polícia em Itália, pela rapaziada apascentada pelos tolerantes da vida.
Apenas espero confirmação de vários amigos a quem pedi para acederem.
Se não o conseguirem fazer, a luta continua a partir daqui.
E não preciso de milhares de pessoas atrás de mim.
Apenas daquelas que têm um kilo de mioleira entre as orelhas.


domingo, 12 de agosto de 2018

As aflições do dn.

Hoje o dn tem esta "tenebrosa" chamada de 1ª página. Como se o mundo fosse apenas a preto e branco
Dos chouriços que vão enchendo o corpo da artigalhada, bolçada por uma tal de Valentina Marcelino (democrata horrorizada, por certo), aproveita-se uma observação final de
Riccardo Marchi: "a multiplicação destas organizações no nosso país, nos últimos anos, são um sinal de fraqueza".
Como é óbvio. E então no portugal de há 44 anos para cá, é mero atavismo. Quem desembarcasse por cá em 1976, como foi o meu caso, levantava o nariz para experimentar o ar e quase morria asfixiado pelos miasmas que, já então, se iam acumulando. Deixando de lado toda a horda dita democrática que, já naquele então me interessava zero, olhemos a tal de "direita". Naquele ano perscrutei demoradamente esse horizonte partidário. Bati-lhes às portas, falei com responsáveis, ouvi-lhes as balelas e acabei essa intendência rigorosamente como a tinha começado.
Não consegui perceber o que queriam. Percebi sim, que cada um puxava a mula para o seu lado e não havia nada que, remotamente, se parecesse com um fio condutor minimamente esclarecedor. A juntar a alguns militares irritados que, como eu, tinham sido despojados de um País (em boa parte responsáveis por isso) e, no caso deles, das sinecuras que lhes estavam asseguradas por Marcello Caetano, começava a despontar de uma forma mais visível, aquilo a que chamo a primeira geração de merda. A rapaziada que então andava pelos 30's, os "baby boomers", e cujos nomes me dispenso de citar, por óbvios. A maior parte deles ainda anda por aí. Quiseram levar a máxima de Júlio César às últimas consequências. Dividiram todas as tolas simpatizantes da direita política sem que nenhum deles tenha conseguido reinar. Em lugar de se unirem todos debaixo de um só "chapéu" optaram pela divisão. E insistiram nela. Até hoje. Foi algo que pegou de estaca neste país. Tivessem-se unido à época, e talvez a história desta terra se escrevesse hoje de outra forma.
O destino assim não o quis. Daí o país (e a europa) que hoje temos. Sim porque, é bom que se tenha noção de que este fenómeno está longe ser exclusivamente português. A europa de merda que hoje existe é resultado da acção (ou inacção) daquela geração, e da minha. De direita e de esquerda. Vendemo-nos ao santo dinheiro. E o legado que deixamos está à vista de todos, na continuidade da multiplicação de movimentos que agora acha um "must" resolver as coisas à pancadaria.
E é com isto que o sis, a polícia judiciária e a jornalista do dn andam preocupados. Virem antes as vossas competências para a democracia parlamentar onde, aí sim, podem e devem ser postas em prática. E matéria não vos falta.
A direita só pode ser responsabilizada pela sua própria incompetência. Que, no caso português, ficou abundantemente demonstrada ao longo de 50 anos.
Tudo o resto é conversa para adormecer boi.
AE

segunda-feira, 6 de julho de 2015

A especialista.

De uma forma que até para mim é suspeita, começo a olhar com mais atenção, aquele jovem grego que pôs a europa a parecer-se com um chão de baratas tontas.
Interessa-me zero, o que ele representa politicamente.
A esse propósito, é de ir às gargalhadas, constatar as tentativas canhestras das diversas esquerdas folclóricas continentais, de querer facturar sobre as costas do homem. 
Sempre tive uma especial simpatia por gente que faz, antes de pensar.
Começaram mal, porque tentaram. Corrigiram agora.
Niet, bem no meio das trombas da tralha política europeia que os votantes compulsivos alcandoraram ao poder.
Consigo ouvir daqui, do alto da minha colina, o insidioso sorriso kremliniano.
Até o Obama já o ouviu. E o Médio Oriente. E a Macedónia.
Pela europa, aparentemente, esqueceram-se de usar o cotonete.
Tenho o saudável hábito de nunca ler esta senhora. Por peganhenta. Especialista em assuntos europeus, seja lá o que for que isso queira dizer. Hoje fi-lo. A contragosto, mas fi-lo. Claro que a preocupação dela se centra em exclusivo no "deve e haver". Nas contas de merceeiro. Parece que, para ela, "o verdadeiro teste", será o dia 20. Dia em que a Grécia terá de reembolsar uma pipa de massa ao BCE.
Fico sempre fascinado com quem tem uma dificuldade imensa em "ver" para além da ponta do nariz. Se há pendência fácil de resolver é essa. Verá. E no próprio dia, para seu imenso desespero. E, se calhar, surpresa. A operação que vai ser feita é igualzinha à lavagem de dinheiro. E é só carregar num botão. Sai do banco central para dois ou três bancos de referência que o emprestam aos bancos gregos, que o passam ao banco central lá da terra, que o devolve a Frankfurt. Tudo isto em menos de duas horas. E limpinho como o rabo de um bébé, depois de ser usado um toalhete perfumado.
Agora, minha senhora, é a hora da política. Pura e dura. Se há por aí gente capaz de desatar este nó, isso é outra conversa. Eu, pessoalmente, tenho todas as dúvidas. Um mundo dominado por economistas, é o que dá.
Sugiro-lhe apenas que esteja atenta às movimentações de Putin e Obama. Tudo se vai jogar nesse tabuleiro. A europa deixou de contar. Há muito. Aliás nunca contou para coisa nenhuma. E o séc.XX é abundantemente comprovativo disso mesmo.
Especialize-se, pois, noutra coisa qualquer.
Cabeleireira, por exemplo. 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Saudades de me sentir dono das minhas acções.

Cada vez me sinto melhor a olhar fotos como a introduzida supra.
De um tempo em que ninguém, absolutamente ninguém, sentia a menor necessidade de se prestar a miseráveis genuflexões como esta.
Como se não fosse suficiente, leio que o ilhéu César (o tal que voa por cima das mesas) me responsabiliza pela merda de políticos que enxameia a paisagem.
Ele lá sabe do que fala.
Repito com todas as letras. Tudo o que nos vier a acontecer, será pouco. 

sábado, 27 de junho de 2015

Lá vamos, cantando e rindo.

Não é o que resta da minha farda, mas podia ser. 
E então? 
Têm alguma coisa contra?
Remirando as notas ontem lançadas no meu moleskine, fica-me a certeza de que os jogos florais da MP, eram bastamente mais interessantes do que aquilo que vai acontecendo, hoje, por aí.
O ponto 1, faz referência a mais um goês com cara de menino de coro acossado de prisão de ventre (e quando refiro goês, estou a ser simpático, pois nascido, lá mesmo, após 61 - não passando, portanto, de um mero indiano) que achou que também tinha direito a fazer uns disparates e nomear umas amigalhaças para a Direcção Geral das Artes. Se têm curriculum ou não, isso interessa pouco.
O 2º ponto reflecte a minha satisfação pelo bom andamento da ideia lançada há algum tempo por Al Baghdadi - reposição do Califado de Córdova - nos próximos cinco anos. Provavelmente ainda me verão, virado para Meca - qual "Cara al Sol" - tecendo loas ao Allah, enquanto "as instituições" continuam preocupadas com uma qualquer linguagem binária, cuspida por computadores, a propósito de coisas que não existem. Dinheiro, no caso. E Grécia, claro. À cautela, Tsipras et al, já transferiram a responsabilidade, via referendo - coisa que tem o condão de pôr os democratas a cagar de esguicho! - para o Zé Pagante. Mesmo que não tenha forma de pagar o autocarro. Que vão a pé. 
No ponto 3, limitei-me a anotar como segue. "Livra-te de esqueceres de continuar a ser xenófobo!".
Não esquecerei, podem estar certos.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A bela Palmira.

Para minha infinita desdita, devolvi o televisor à vida e caí sobre uma qualquer conferência de imprensa que juntava dois moços. Qualquer dos casos, provas vivas de que os acidentes genéticos podem muito mais do que a vontade humana. Predestinaram-nos ao ofício de primeiros-ministros.
Lembro-me vagamente de perorarem sobre dinheiro, juros, crescimento, Grécia e banalidades colaterais. 
A pútrida e costumeira língua de pau, incompreensível à esmagadora maioria dos mortais.
O meu pensamento, nesse momento, jazia muito longe da Galiza.
Na Síria, mais própriamente em Palmira.
O mais impressionante e belo repositório histórico da nossa memória colectiva. Que um bando de indigentes descerebrados e portadores de lençois nos cornos, se prepara para dinamitar a soldo, sabe deus (ou o allah) de quem. Ou de quê.
Com o beneplácito ignaro e bovino, de toda uma humanidade. 
Que tem pena, a fazer fé nas crónicas.
Trocamos a nossa memória por uns dinheiros. Óptimo.
Não merecemos, sequer, o ar que respiramos.
Tudo o que nos possa acontecer, será sempre pouco. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

Bocejo loooooooongo!

Bem mais apetecível, do que a merda expendida aqui.
Só porque é excretado por um qualquer jornalista do Financial Times, tem de ser levado mais a sério?
Perguntem aos empresários "tugas" que lá investiram. E, já agora, àqueles que se preparam para investir.
Força. 
Depois não se queixem de que não são pagos porque o petróleo veio para um preço abaixo dos tornozelos.
João da Câmara, para o que tu havias de estar guardado. Um enorme abraço.

sábado, 6 de junho de 2015

As putas e os congressos socialistas.

Se o convidarem a ir às "gaijas" boas, ele também vai. E, já agora, leve, de arrasto, o Neto e o gajo do Porto. Pode ser que consigam um "foursome". 
Vi há pouco que o cunhado da Helena Roseta, vulgo Capucho, foi tecer loas a Sá Carneiro ao ajuntamento socialista. Fica-lhe muito bem . 
Da mesma maneira que lhe fica lindamente, ir andando para a puta que o pariu.
Isto já nem portugal é.
É apenas portugal.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Pois.

Tenho andado higiénicamente afastado dos miasmas que se soltam da atmosfera política doméstica.
Espreitei a jornalada. Em má hora.
Colou-se-me uma notícia. 
Rio, um rapaz que foi secretário-geral do ppd - como não? - transformou-se, ou transformaram-no, em cripto-candidato a presidente desta triste república. E, segundo rezam as crónicas, está preparado para aceitar.
Falta-lhe fazer-se uma pergunta essencial.
Será que alguém me conhece a sul do Douro?
Exactamente. Não passamos de um lugar patético.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Eu é que não tenho pachorra!

Quem me conhece, sabe que sou meridianamente insuspeito em matéria de esquerdices. 
Acontece que tropecei nesta arenga, e logo a esta hora da noite, a qual me deixou a boca a saber a papel de música. De sopetão, veio-me à tola o livro em epígrafe, lido, ainda menino e moço
Lenin tinha razão. É-lhes, de facto, uma doença insuportável.
Podem tirá-los do partido comunista. Mas é tarefa hercúlea, desencrustrar-lhes o partido da pele.
Vão bardamerda.