quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Eu e a matemática.

Se bem me lembro...e só frequentei matemática - porque não tinha por onde fugir! - até ao 5º ano (o antigo, o da Bayer!), uma inequação corresponde a uma desigualdade, da mesma maneira que uma equação, pressupõe uma igualdade.
Tenho, pois, para mim que vivemos em pleno delírio matemático.
Senão vejamos.
Coelho...é tudo menos uma incógnita. Inexiste. Não entra nas contas.
Gaspar, idem. Cumpre tão só aquilo para que foi "treinado" durante anos.
E bem!
A circunstância de estar há muito afastado da minha vida profissional, aquela que deu forma a uma outra encarnação, faz com que nunca tivesse ouvido falar de Moedas.
Indaguei. Garanto-vos que fiquei esclarecido. E com a certeza de que não fui só eu que envelheci. Tendencialmente esqueço-me de que...vem gente, atrás de mim.
Temos então que, o referido Moedas, foi atirado para dentro do caldeirão - ainda que não "satisfatóriamente treinado" -  pela muito prosaica razão de que a saúde já vai escasseando, a quem estava destinado esse desígnio. Era a única "coisa" que estava ali, à mão de semear!
Donde, nova não-incógnita.
Desemprego em 16,9%? Mentira. Aposto singelo contra dobrado que já está muito além dos 20%. Reais. 
Apenas constitui uma incógnita para quem quer que continue a ser uma incógnita!
Então não há incógnitas, perguntarão Vocelências?
Há sim senhor. Uma e bem misteriosa.
A mole humana que constitui este já pouco nobre povo. A bovinidade que nos tolhe os movimentos. A quase certeza de que merecemos tudo o que nos está a acontecer. E tudo o mais que possa vir por aí.
Por isso uma inequação. Só conseguiremos transitar para o domínio da equação, quando reagirmos.
E uma equação é fácil de resolver.
Até eu o conseguia no 5º ano. O antigo, o da Bayer.