sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Óbviamente, nunca leram Séneca.

Não deixa de ser surpreendente o tempo que se tem perdido por aí, com esta suposta forma de vida.
Um "banqueiro", é apenas um contabilista, ataviado de cartola.
Só opta por essa "profissão" quem não tem a menor intenção de acrescentar algo que se veja, ao viver colectivo.
Um banco tem apenas uma função social.
Percebermos o quão dispensáveis são, alguns seres humanos.
Meter-lhes um microfone diante da tromba, é apenas alimentar-lhes o síndrome de Marilyn Monroe.
Quererem o reconhecimento público, a qualquer preço.
Geralmente ignorantes do esplendor da sua própria idiotia. Muito característico do "banqueiro" português.
Perguntem a um holandês se sabe quem é, Gerrit Zalm. Ou a um inglês, se já ouviu falar de Philip Hampton.
Um verdadeiro banqueiro só o é, se ninguém o conhecer.
A sua eficácia só existe nas trevas.
É para isso que serve. E é para isso que lhe pagam.