quarta-feira, 6 de março de 2013

O amanhã que vai cantar.

Como tem sido prazenteiro, ajustar o meu escalavrado corpo à geometria do sofá, ir intercalando a releitura de alguns clássicos da velha e boa ciência política com uns excelentes tintos que me têm feito chegar e aguardar, com a paciência possível, que toda esta ralé viscosa entre, definitivamente, em modo autofágico.
Estão no bom caminho. Resta-nos essa consolação.
Será que também leram isto?
Só uma coisa perturbou hoje o meu remanso. Uma visão dos infernos!
Guterres a perdigotar para um microfone, à conta dos refugiados sírios. E que, os políticos(?), devem encontar uma solução.
Até o excelente Douro que me iluminava o momento, me soube a pastis!
Contando que não sejam fujões e que tu disponibilizes aos russos a base naval de Vila Real de Santo António, conta com o fim das hostilidades no dia seguinte.
Se disseres que fui eu que disse, eu nego.
Escusado será dizer.