quinta-feira, 16 de junho de 2011

A cópia é o país.

Grassa por aí inusitada excitação, à conta de uma qualquer risível fraude, levada a cabo por meras cópias de gente, que tenta denodadamente obter - e vai conseguir! -  a respectiva licença de uso e porte de beca.
Como se tivesse sido a primeira vez que tal acontece!
Constituiria um drama e agir-se-ia em conformidade, desse-se o caso de estarmos estacionados em qualquer lugar dotado de um mínimo de civilidade. A próxima paragem seria, seguramente, a caixa de um vulgar supermercado! E isto, para o caso de quererem pôr o mata-bicho em cima da mesa.
Por cá e já sem qualquer pena o digo, não vai além de um faits-divers. Apenas mais um. 
Recheios de becas, semi-analfabetos e sem a menor experiência de vida, é o que mais por aí há. Vão juntar-se-lhes mais estes. Nada de grave, portanto. O futuro da justiça, há muito, está garantido.
Limitam-se a tirar partido da circunstância de viverem, não num país mas numa cópia ranhosa de um país. O que faz com que aquela rapaziada, esteja perfeitamente em linha com a geografia que lhes alberga os crâneos. Isto, partindo do princípio, que carregam algum...
Digo-o acima e repito: a cópia é o país. Pode ser que reapareça o original. Um dia destes.