Este cavalheiro, tornou-se tão enjoativo como Soares. Fica-lhe mal. E não tinha a menor necessidade disso.
Dispenso-me de me repetir. Há, por aí, bastos postais que se lhe referem. Aqui, por exemplo!
De há muito que desconsigo ouvir-lhe ou ler-lhe as diatribes.
Foi, como centenas de outros nos últimos 38 anos, "jogador de selecção"!
Os resultados são escabrosos? Pois são! Então, assuma o seu quinhão de responsabilidade e deixe-se de lérias.
Os quatro dedos do GI, indicam o caminho. Boa viagem.
Post scriptum (escrevo sempre a locução latina por extenso. Evitam-se assim, confusões desnecessárias!): só agora percebi o contexto das medinais declarações. Um qualquer simpósio (macro-económico...que mais poderia ser?) organizado pela casa da democracia e com um friso de painelistas de se lhe tirar o chapéu. Que eu tivesse visto, para além do supra-citado, tropecei num adiantado mental, Braga de Macedo, no Lobo Xavier, fiscalista preferido do Belmiro de Azevedo, uma ou outra cara que desconheço e naquele senhor do Porto, ex-cavacal ministro das finanças e descobridor de imparidades no BPN que, arremete de novo, com uma velha idéia. Imposto solidário de 4% sobre os activos livres de passivo, para desentalar as tugas nalgas da dívida!...
Ah Ah Ah...
Meu caro Cadilhe: Estou disposto a isso. Com uma condição inarredável. Todos os responsáveis políticos, actuais e passados - assim se acautela o futuro - directos para a cadeia, sem apelo nem agravo. "A mais" os trolhas com quem assinaram contractos leoninos e que projectaram a dívida para níveis estratosféricos. Em direito, um contracto leonino rasga-se. Ponto final. Em economês, pelos vistos, não é assim!
Se fôr capaz de o fazer, cá estarei. Não sei é se você estará. Mas isso são outros "quinhentos"!
Se não for capaz, olhe para o GI. A sugestão é a mesma que dei a Medina Carreira.
Post scriptum (escrevo sempre a locução latina por extenso. Evitam-se assim, confusões desnecessárias!): só agora percebi o contexto das medinais declarações. Um qualquer simpósio (macro-económico...que mais poderia ser?) organizado pela casa da democracia e com um friso de painelistas de se lhe tirar o chapéu. Que eu tivesse visto, para além do supra-citado, tropecei num adiantado mental, Braga de Macedo, no Lobo Xavier, fiscalista preferido do Belmiro de Azevedo, uma ou outra cara que desconheço e naquele senhor do Porto, ex-cavacal ministro das finanças e descobridor de imparidades no BPN que, arremete de novo, com uma velha idéia. Imposto solidário de 4% sobre os activos livres de passivo, para desentalar as tugas nalgas da dívida!...
Ah Ah Ah...
Meu caro Cadilhe: Estou disposto a isso. Com uma condição inarredável. Todos os responsáveis políticos, actuais e passados - assim se acautela o futuro - directos para a cadeia, sem apelo nem agravo. "A mais" os trolhas com quem assinaram contractos leoninos e que projectaram a dívida para níveis estratosféricos. Em direito, um contracto leonino rasga-se. Ponto final. Em economês, pelos vistos, não é assim!
Se fôr capaz de o fazer, cá estarei. Não sei é se você estará. Mas isso são outros "quinhentos"!
Se não for capaz, olhe para o GI. A sugestão é a mesma que dei a Medina Carreira.
