Ponto prévio.
A avaliar pela quantidade de emails que entupiram o endereço pendurado neste blogue, deduzo que a referência ao comportamento rasteiro de quem tem obrigação de atender os telefones nas esquadras e no comando-geral da PSP, causou algumas azias inesperadas.
Óptimo. Tomem um cházinho de tília.
Normalmente opera milagres.
Por acaso não aconteceu nada de extraordinário. Mas, e se tivesse acontecido?
Em lugar de azias, estariam certamente a braços com excruciantes úlceras!
E justificações parvas.
Post scriptum: ouvi ou li, ontem, algures, que os bombeiros do Algarve também não atendiam telefones, enquanto tudo ardia, alegremente.
Terá virado moda?
A explicação adiantada por um "responsável" operacional é, no mínimo, insultuosa para quem viu os seus bens transformados em tições.
Não vi, no entanto, ninguém, insultá-lo a ele.
Estamos, definitivamente, no portugal de 2012.
Há anos que não comprava um exemplar de um jornal, em papel.
Eu bem que desconfiava.
O Público, resolveu tomar à letra o acordo ortográfico.
Virou a língua do avesso. Pelo menos em duas páginas.
Do resto não sei.
Porque a minha leitura ficou por ali. Pela página 33.
?EE áres uO
Bate tudo certo.
