quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O "pai" e a "mãe".

Enquanto, muito rápidamente  percorria os títulos da imprensa (assim evito possíveis contaminações indesejadas), senti que as minhas calças tinham ficado agarradas a isto, qual silva plantada no caminho!
Daí a levar a mão ao cucuruto da tola, foi um nanosegundo.
Voltei a ler.
Então mas aquela tão glosada merda do "regresso aos mercados" (leia-se, avolumar da dívida), foi o reflexo da confiança dos investidores na credibilidade do governo, ou não foi?
Se a resposta é positiva, para que precisam então, da carteira do "pai"?
Intrigado, fui espreitar algumas das cotações do dia.
Juros para emissões em todos os prazos, a subir. Fiquei esclarecido.
Já têm todos mais de vinte e cinco anos, idade em que - por força de lei - deveria ser obrigatório o despejo, de casa dos pais.
Não me parece que estes estejam à beira de o fazer.
E se o "pai" morre?
Menos mal que a "mãe" já começou a resgatar os PPR's!
Hão-de morrer, acamados, em casa dos velhotes.