sábado, 30 de março de 2013

Politiquices.

Desconsiderem.
Segundo as mais recentes fugas de informação russas - o Federal Security Service, já faz ter saudades do KGB (sempre gostei de organismos que funcionam bem, so what?)! - foi visto, recentemente, em Pyongyang, um alto executivo da Sony. 
Tinha como objectivo, entregar ao puto acima (digam lá que ele não tem ar de menino de coro com prisão de ventre?), um novíssimo modelo de playstation a ser lançado em 2020.
Sem livro de instruções.
Vai daí, começou a carregar em botões.
Resultado: pôs americanos e russos em pé-de-guerra!
Em Seul, pelo contrário, todo o mundo continua a ir jantar tranquilamente. Como lhes compete.
Acontece que, neste preciso momento, era necessário lançar uma boa manobra de diversão.
Por conta de um metal que se chama palladium.
Há muito pouco no planeta. A Rússia, que fornece 42% do total mundial, esgotou o "stock". Ou está à beira de o esgotar. Só há mais um país no mundo com reservas que se vejam. A África do Sul.
Os dois, em conjunto, asseguram 85% do consumo mundial.
Neste momento, cota a 900 dólares a onça. Previsão para o final do ano, entre 1.500 a 2.000!
Só uma dica. Se se esgotar o referido metal, regressaremos, alegremente, à comunicação por "tam-tam", ou por sinais de fumo!
Repararam que a primeira viagem oficial do nóvel imperador chinês foi, justamente, ao continente africano? E que, entre dois países de merda, passou pela África do Sul?
Pois é.
Não há coincidências.