Há 38 anos atràs, o Gonçalves da engenharia lateira, atirava com os restos de um país moribundo, para dentro de uma espécie de estado que tinha sido esconsamente dado à luz, ali, para os lados da Pontinha, menos de um ano antes.
Só não nacionalizou os meus tomates, porque eu jazia por outras latitudes.
De então para cá, são incontáveis, as amas que se têm proposto embalar o aborto.
Cada uma delas mais criminosa que a anterior.
E parece que querem continuar a saga.
Leio isto e apenas se me aflora um sorriso, ao contrário do que acontece com a maioria dos nativos.
Fazem apenas o que lhes compete. Reaver o dinheiro que as tais amas lhes foram mendigar, para que o aborto não morresse, definitivamente, de fome.
Se calhar teria sido bem melhor.
Não são, pois, eles, que merecem levar com a cadeira nos cornos.
O problema é não haver cadeiras que cheguem.
Para tanto filho da puta!
