Pois é.
Chegou o momento em que já não é possível disfarçar mais.
Momento que, qualquer observador minimamente atento, há muito, tinha identificado.
Até eles. Ou especialmente eles.
Ninguém vai pagar dívidas a ninguém. Nenhum país.
Isso é ponto mais do que assente.
Fundos, fundinhos e fundetas derreter-se-ão como manteiga dentro de um alto forno.
E, de caminho, mais de metade dos bancos do planeta.
É o estouro da bolha financeira.
Um dia destes, em qualquer televisor, perto de si!
É o ultimo passo para que tudo comece a regressar à boa ordem.
E para que a política - a verdadeira política, a pensada - retome o lugar que lhe compete.
A liderança. Nada menos.
Longe dos economistas.
Bem longe!
Imagino já a típica pergunta de bolso. E depois?
Depois, reaprende-se a usar a cabeça em lugar de se deitar a mão à carteira.