domingo, 4 de agosto de 2013

Da existência à expiação.

Ignorava em absoluto, esta minha capacidade, aparentemente inesgotável, de ficar speechless.
E de boca aberta. Como ainda não saiu asneira, só pode ter entrado mosca.
É, rigorosamente, o que me tem acontecido nas últimas semanas.
Para isso, tem bastado ouvir, ou ler, uma notícia aqui e outra ali.
Deixei, há muito, de ter estômago para mais.
Se alguém - por distracção, certamente - pudesse ainda alimentar algumas dúvidas sobre a sanidade mental das ratazanas que se acotovelam em todas as instituições e a todos os níveis, estou em crer que, o último mês se encarregou de as dissipar liminarmente.
Estou apenas em crer, note-se!
Porque a chuva de sondagens que tem havido por aí, faz temer o pior.
Vão continuar a votar.
Pela minha parte, a conclusão é límpida.
As ratazanas, elas próprias, foram as grandes beneficiárias.
Tornaram-se menos repelentes.