terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Miró a 50%.


 
Entre o acima ilustrado - que não gosto, mas isso não interessa nada - e o infra "atirado para aqui", a classe política de turno (via Tribunal Administrativo), disse o que tinha para dizer.
35 milhões que, em circunstâncias normais, valeriam o dobro.
É sempre bom não subestimarmos quem compra.
Quer seja arte, quer sejam os "papéis" que titulam dívida.
Proclamo solenemente que, durante a semana passada, me foi "oferecida" dívida soberana portuguesa, emitida em 2011, a 11% do valor facial.
Mais um pouco e estamos ao nível da Coreia do Norte.
Na mesma data, valia 4%.
Saravah.

 
Post scriptum: o título acima data de uma época em que o país cumpria as suas obrigações.
Os de hoje, nem para limpar o rabo servem.
Porque jamais serão pagos.