terça-feira, 1 de julho de 2014

Garde à vue.

Nagy-Bocsa, diz-lhe alguma coisa?
Não? Pois devia.
É o apelido de um senhor que foi "eleito", in illo tempore, presidente de um país de extrema importância, a fazer fé nas más línguas, da "união europeia".
Mistérios que decorrem de eleições. Bem feito!
Nem assim lá vão?
Casou em 65ªs núpcias com uma cripto-cantadeira italiana. Ajudou?
E a senhora acima plasmada? 
Filha do fundador de La Cagoule, hoje uma respeitabilíssima nonagenária? 
M. Schueller que, na sua qualidade de alquimista diplomado que era, tropeçou na pedra filosofal. 
Daí até criar a Societé Française de Teintures Inoffensives pour Cheveux, foi um passo. 
Uma mistela abundantemente usada por aquele senhor que foi presidente da câmara de Viseu.
Que, entretanto, uma mente mais aberta a inovações, alterou para L'Oréal.
Teve uma filha, a senhora qua alinda esta postada. A quem atribuiu a graça de Liliane.
Que tem o horrível hábito de meter os políticos, todos, no bolso. 
Não é sr. Mitterrand?
Agora foi o húngaro que se entalou à conta dela. Ele e o advogado.
Coisas do Frankreich.
Muito pior do que tudo isso vai ser o regresso às origens, do Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Mas, para ele, cá estará a Mme Barbot.
A tal, do Clube de Roma. Sito, ali, a Winterthur.
Mas todo este arrazoado vinha a propósito de quê?
Ah, disto. Assim vai a direita, na Europa.
Ó François, estás a rir-te de quê?