quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Qué ferô?

O banqueiro que engana o Henrique, que aldraba o Zeinal.
O Costa, que herda o lixo tóxico, que acode ao nome de banco central, lixo esse acumulado pelo Vítor - que já vinha do António e do Luís Miguel (não me apetece recuar até ao José Alberto, já cadáver político) - e que, em comum, têm a desdita de serem, todos, à uma, economistas.
Eu bem digo.
A economia é algo de demasiado sério para ficar entregue, apenas, a economistas.
A Maria, que jura pelas alminhas que não haverá custos para o contribuinte, alterna com o Luís que, hoje mesmo, não descartou essa possibilidade. O que prova, só por si, que a política é, também, algo de demasido sério para ficar entregue, apenas, a políticos. Se é que tal coisa, existe.
O Mendes de Fafe, recusa-se a comentar. Por falho de informação.
Resta o quê?
O Costa - o outro, o de Goa - que resolveu atirar com uma coisa que se chama PS para a central de compostagem e o banqueiro que saiu da letargia e gargarejou umas banalidades com destinatários específicos - tenham medo, tenham muito medo! - e escolher, entre pagar a factura ou querer ferô.
Como não voto, quero que se fodam todos.
Eu incluído. 
Ah, e portugal CRESCEU incomensurávelmente, 0,6%.
Já conseguimos ser vistos a partir do satélite. 
O António (ministro CDS, de qualquer coisa), deu instruções para anular o agendado para hoje.
A fazer fé na pouca informação que chegou ao Mendes, vai dedicar o dia ao onanismo.