segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Já é um princípio.

Se é verdade o que dizem, não há nada mais certo.
Contentorizaram a justiça. Óptimo.
Mas incompleto. 
Seguramente que encontrarão, por aí, carradas de contentores de todas as cores. 
E ociosos, por via do borreganço nas exportações.
Atafulhem-nos de governantes, de candidatos a governantes e de ex-governantes. De deputados de hoje, de ontem e de amanhã. De presidentes que já foram, bem como daqueles que se perfilam para o ser. De comentadeiras de todos os géneros e estirpes.
É igualmente obséquio não esquecer os militares.
Escusam de os embalar a vácuo. Em alternativa, atirem lá para dentro com sacadas de vírus, desde o ébola à malária, passando pelo Vasco Lourenço e pelo Barroso do MRPP dos trabalhadores em luta.
Acondicionem bem todo aquele lixo, no barco mais ronceiro que conseguirem encontrar e reboquem-nos para lá do limite das 200 milhas marítimas.
Cortem o cabo e venham-se embora.
Não estou certo, de que o país agradecesse tamanha manifestação de carinho.
Mas o País, esse sim, não deixaria de proporcionar uma standing ovation, comigo, atento, venerador e obrigado, na primeira fila.