terça-feira, 12 de abril de 2011

Nada a dizer, mesmo?

Tinha jurado a mim próprio, não desperdiçar um só sopro de fôlego que fosse, com o lixo que, por aí, corre aos borbotões! Já consumi o combustível que tinha a consumir - muito lá para tràs - nesta miserável ópera bufa em que tranformaram aquilo que, um dia, se chamou Portugal. Optei por outras vias. Quiça, menos cómodas. Mas, ainda assim, mais putativamente reconfortantes!
E vou cumprir(me).
Mas há uma pergunta que quero deixar no ar. Onde anda esta inexistência?
Não tem nada a dizer? Não tem, MESMO , nada a dizer?
Talvez não lhe fosse pior pensar duas vezes, antes de optar pelo mutismo...