Tinha jurado a mim próprio, não desperdiçar um só sopro de fôlego que fosse, com o lixo que, por aí, corre aos borbotões! Já consumi o combustível que tinha a consumir - muito lá para tràs - nesta miserável ópera bufa em que tranformaram aquilo que, um dia, se chamou Portugal. Optei por outras vias. Quiça, menos cómodas. Mas, ainda assim, mais putativamente reconfortantes!E vou cumprir(me).
Mas há uma pergunta que quero deixar no ar. Onde anda esta inexistência?
Não tem nada a dizer? Não tem, MESMO , nada a dizer?
Talvez não lhe fosse pior pensar duas vezes, antes de optar pelo mutismo...