segunda-feira, 16 de abril de 2012

E os ovos, porra?

A gargalhada é como a justiça. Tarda mas dá a cara.
Primeiro as coisas sérias. Resolvi matabichar um soberbo bife de atum. Posta que foi a tv em marcha, páginas tantas, quase me engasguei! Não com espinhas mas com o "surgimento" intempestivo da jovem que está temporáriamente ministra da agricultura. Presumo que saiba tanto daquilo como eu! Mas isso não interessa nada. Em dado momento, fala-se de ovos. Coisa que me faz, de imediato, levantar as orelhas. Não porque seja um particular apreciador mas porque, singelamente, simboliza uma eclosão de vida.
- Temos futuro! - gritei, para os meus entrefolhos, em silêncio meditativo!
Afinal (e cotejada a imprensa) não era nada disso. Pelo que percebi, o rapaz da margem sul - nascido em Arroios por acidente geográfico) determinou que, se não encontrarem alojamento condigno para os galináceos (Quinta da Marinha, Patiño, Comporta, tanto faz, e apenas uma por casa!), façam o favor de carregar as espingardas e começar a fazer fogo, at ease
Vejamos então:
1) O Sr Silva, algarvio de Boliqueime, antes de se tornar Rainha de Inglaterra, mandou abater a frota pesqueira;
2) O Sr Lopes, lisboeta dos Olivais, mandou abater os sobreiros;
3) O Sr. Barroso do MRPP, optou por mandar abater o gallus gallus domesticus
Óptimo.
Quem se irá perfilar para mandar abater este povo de merda?

Post scriptum - Será que constitui motivo para, de imediato, nos dedicarmos à uma, ao onanismo? Aquele que faz, mesmo, revirar os olhos?