Passa-se por aí um qualquer fenómeno de entropia. E que me arrastou a mim por acréscimo. O que é grave. Mas o que é que querem? Metem-me diante da tromba o irmão da Maria dos Altos Céus e do Zé Espanhol - feirante de méritos firmados lá pelas minhas bandas - e fico em pulgas.
Perdi logo o apetite! O que é, infinitamente, mais grave.
Para quem não conhece o parente do supracitado duo, acode à graça de Vasco Lourenço. Coronel ou coisa que o valha! Presidente de uma inanidade (só podia!) que soletra opiniões todos os anos, por esta época. E que, normalmente, relevam da necedade. Disse que lhe disseram para dizer que não...as umas comemorações quaisquer. Ele também não percebeu.
Mário Soares acompanhou à guitarra. O vate de Águeda, trinou uns acordes na viola!
E o faduncho? Quem é o que o vai cantar? Eanes?
Porra, não há por aí mais ninguém da minha terra?
Como compensação, vou requerer a exumação dos cadáveres de Rolão Preto e de Mello e Castro...
É que fico muitíssimo preocupado quando constato que aquelas emoliências se passam, à uma, para o meu "território de mijinha política".
Se é que mijo alguma coisa!
Se é que mijo alguma coisa!
