Juro, à fé de quem sou, que será a última vez que retorno ao enfadonho tema das eleições gaulesas. Mas, desde a noite de ontem, estou a ser vilmente atacado por uma incomodativa coceira.
Junto com um belo enchido transmontano, engoli as traquibérnias despeditivas de Sarkozy de Nagy-Bocsa. E não pude deixar de adoptar uma postura similar à do cidadão supra.
Em política e de ciência mais que certa, aquilo que parece, nunca é.
Um "candidat sortant", acabado de ter sido lançado borda fora e que, nas horas seguintes põe todos os que padecem de "comentarite aguda", da direita cavernícula à esquerda folclórica, a tecer-lhe loas à "dignidade" com que se apeia da cadeira presidencial, é caso de polícia!
Põe um regimento militar de prevenção, quanto mais um "desconfiado militante" como eu!
Manifestamente, o gajo quer qualquer coisa.
Acresce que não participará nas legislativas do próximo mês.
Deixei flanar a imaginação. Comissão europeia...nááá...não me parece. Não é lugar que se recomende, nem hoje nem nunca. Não tem futuro, simplesmente!
Rei da Hungria? Estou em crer que a Casa de Habsburgo, não irá nessa conversa!
Não mais do que de repente, fez-se-me luz. Vão levar com o gajo, de novo, em 2017. É tão certo como dois mais dois serem quatro. E vai ganhar, period.
Especialmente quando se ouvem as promessas do afilhado do Attali.
Ainda não parei de gargalhar!
