sábado, 5 de maio de 2012

Haja pachorra.

Que posso eu fazer? Há gente que tem o condão de me pôr completamente em cima de brasas. Basta-me com olhar-lhes a tromba.
Dir-me-ão que tenho bom remédio. Pode ser que sim mas, de quando em vez, arrogo-me o direito de ser vítima de violentas epifanias!
Vem este arrazoado sabadal a propósito do andaluz supra.
Como faz parte do lote dos ex-tudo e mais alguma coisa que esta triste Europa teve de tolerar, não há rolha que lhes consiga tapar as bolçadelas.
Em contrapartida, "babetes" não lhes faltam. Ainda por aí há muito boa gente que se dispõe a ouvir-lhes as inanidades.
E lá foi ele, de abalada até ao México. Dizer que...como se isso o  isentasse de quaisquer responsabilidades em tudo o que se está a passar!
Foi pois vender aos mexicanos uma tese requentada, velha de mais de quarenta anos e que ele - enquanto (ir)responsável político - tinha obrigação de conhecer, desse-se o caso de não ter consumido tanto do seu tempo a tentar desencriptar o palavreado colorido de Karl Marx.
Tenho para mim que o seu novo ofício foi igualmente vítima involuntária da desatenção a que votaram o "aviso" do velho Zbig.
Outro figurão! Mas isso são "histórias" outras, de outro patamar.
Muitíssimo mais suculentas.