sábado, 8 de setembro de 2012

É isso!

 

Nem mais, nem menos!
Logo hoje que queria postar sobre tristezas, surge-me pela proa esse velho aforismo que me remete, à velocidade da luz, para o dedo indicador do meu avô.
Rematado com um sonoro, "ouviste"?
Ouvi, sim senhor! Ainda hoje me mantenho acompanhado.
Quanto ao sobrante...quem sou eu, para ter certezas!
Queria postar sobre quê?
Ah, já sei. Tristezas e também a partir de uma velha máxima.
"Tristezas não pagam dívidas".
Entremos pois, em estado de comatosa e irreversível tristeza.
Não pagamos nada.
Nem corno!