O César de Ponta Delgada resolveu, mais uma vez, ser cabrãozinho.
Nada de novo para quem o conhece há muitas décadas.
Afinal, João Q. e Luís R. (esta é só para quem é!), o tratamento que lhe foi gentilmente ministrado a seu tempo, acabou a ser-lhe muito mais útil do que doloroso...
Serviu-lhe de treino para voos bem mais altos.
Aproveitou também para renovar a "veia cabrona"!
Vai daí, resolve atirar com um moço de quem nunca tinha ouvido falar, para o caldeirão merdoso da "política" nativa.
Limitou-se a decalcar o que Jaime Gama tinha feito com ele.
Terá sido vingança?
De uma coisa estou certo. Nenhum deles terá aprendido com quem sabia da poda. Quando perguntavam a Salazar por que razão não preparava alguém capaz de o substituir sem sobressaltos de maior, dizia que..."quem vier, carrega os seus próprios inimigos. Quando se sentar nesta cadeira, acrescem os meus. Isso não é forma de se iniciar um trabalho!"
Não tardará muito a perceber a violenta realidade contida naquela resposta!
Boa sorte.
De tudo isto, uma coisa positiva. Olhei o rapaz e recordou-me o meu saudoso amigo, Zé Horta e Costa. Parece um clone.
