Parece que amanhã se comemora o dia internacional da sida, ou coisa que o valha.
Todas as folhas de couve nos cinco continentes se lhe referem, lado a lado com um tão discreto quanto suspeitíssimo detalhe.
O "convite" ao rastreio generalizado.
Hummmm...
Mesmo a léguas de distância, ou talvez por isso mesmo, estas coisas exalam um fétido cheiro a negociata.
A industria farmacêutica não é flor que se cheire.
Todos o sabemos.
É, a intervalos regulares, acossada de espasmos que, surpreendentemente (ou não?), operam indizíveis maravilhas nas respectivas folhas de caixa.
E, de caminho, actualizam-se os ficheiros de todos e de cada um.
Sempre com o delirante e ruidoso apoio da OMS.
Ontem foi a gripe A, hoje a sida, amanhã...
Quando o amanhã chegar, a gente logo vê.
